TETO vai construir lavatórios comunitários no Parolin e na Caximba neste final de semana

A ação faz parte da campanha emergencial da ONG com foco na prevenção do COVID-19 em comunidades precárias “Fique em casa”. “Evite aglomerações”. “Lave as mãos”. Essas e várias outras recomendações em relação à prevenção do COVID-19 infelizmente não englobam a realidade das milhares de famílias que vivem em situação de vulnerabilidade no Brasil. Falta de saneamento básico, casas com apenas um cômodo e limitações estruturais são apenas alguns dos desafios que tais famílias enfrentam nesta época de pandemia, tornando difícil a adoção das providências recomendadas pelo Ministério da Saúde para evitar a contaminação e a transmissão do vírus. Pensando nas comunidades mais precárias e invisíveis do país, a TETO Brasil, organização não governamental que ganhou destaque em todo mundo garantindo garantir o direito à moradia por meio de programas sociais que gerem melhorias de moradia e habitat, promoveu a campanha “Esse novo não é normal, mas apoiar a Teto pode ser!”. A ação arrecadou fundos para a construção de espaços de infraestrutura, entre eles sistemas de captação de água e lavatórios para manter a higiene e evitar a proliferação do vírus, em comunidades carentes de Curitiba e da Região Metropolitana.     No final de semana, dos 19 e 20 de setembro, a TETO executou parte dos projetos de combate ao coronavírus em duas grandes comunidades da capital paranaense: Parolin e Caximba. Durante a ação, serão construídos quatro lavatórios comunitários (dois em cada comunidade) com o objetivo de incentivar a higiene das mãos, evitando a contaminação externa. “Nosso foco principal são as famílias das comunidades que não têm acesso à água. Queremos dar um pouco de dignidade e segurança para pessoas quem não têm o mínimo em casa para enfrentar esse momento tão preocupante da história”, comenta o coordenador comercial do TETO no Paraná, Raphael Gonzaga. TETO Paraná Presente em vários países, a organização internacional TETO atua há mais de 12 anos garantindo o direito à moradia nas favelas mais precárias e invisíveis do país, por meio de programas sociais que geram soluções concretas de melhorias das condições de moradia e habitat. Já no Estado do Paraná, a organização atua desde 2015. Neste período, foram construídas mais de 400 casas, além da realização mais de 2 mil enquetes socioeconômicas e mobilização de mais de 4 mil voluntários. No estado, o TETO conta com equipes fixas em nove comunidades: Caximba (Curitiba), Parolin (Curitiba), Portelinha (Curitiba), 29 de Março (Curitiba), Tiradentes (Curitiba), Jardim Santos Andrade (Curitiba), Vila Nova (Colombo), Favorita (Araucária) e Santa Cruz (Araucária).

Pequeno Cotolengo: tecnologia na gestão do call center a favor dos necessitados

  Entidade customizou sua plataforma de atendimento desenvolvida pela Nexcore e vivencia uma transformação digital para manter sua gestão eficiente Para atender quem precisa de ajuda, e também seus contribuintes, já são mais de três anos da parceria entre o Pequeno Cotolengo e a Nexcore Tecnologia, referência nacional na fabricação de soluções em atendimento. O software exclusivo Ncall+ foi o escolhido pela entidade, que se valeu da possibilidade de personalizar a plataforma para definir as melhores ferramentas de contato e de gestão. Ou seja, hoje usufrui daquilo que melhor se enquadra em seu perfil. “Nosso trabalho com os Assistidos é referência em todo o Paraná, e para outras entidades do Brasil. Já recebemos muitos prêmios e, pelo terceiro ano consecutivo, somos uma das melhores ONG ´s para se doar no sul do Brasil. Ou seja, é grande nossa responsabilidade para a qualidade de vida de todos que estão conosco, e precisamos dar o melhor destino à s doações. Isso significa manter a gestão eficiente e é para isso que temos a tecnologia ao nosso lado”, afirma Karla Bernardes, Relações Públicas da instituição. Transformação digital Essa plataforma tecnológica da Nexcore mostrou-se ainda mais valiosa para o Pequeno Cotolengo em tempos de pandemia da Covid-19. Até maio a plataforma era conectada à estrutura física da entidade, mas com o isolamento social a atuação passou a ser home office, e a conexão também migrou para nuvem. Assim, elas têm impulsionado a transformação digital da empresa. Hoje há cerca de 220 Assistidos que recebem acolhimento, educação e saúde, e a organização se mantém com o apoio de empresas e de toda a sociedade. Especificamente no atendimento a ONG utiliza discador (ligações ativas), voz e SMS. O telemarketing também fez a integração com o aplicativo de mensagens Whatsapp. Karla destaca que “o ganho operacional que sentimos com o uso do software é constante, e a gestão facilitada com relatórios que mostram a produtividade e nos permitem mensurar o alcance de nossa atuação. Ter o apoio de um parceiro de confiança nos permitiu melhorar a eficiência de processos e diminuir os custos”. O Pequeno Cotolengo também já está analisando para, futuramente, aprimorar ainda mais a plataforma já utilizada, ou migrar para a plataforma Nexus da Nexcore que é omnichannel. Isso porque as ferramentas conversacionais vão muito além de tecnologia, elas possibilitam que os consumidores se comuniquem com a ONG de uma maneira tão simples quanto é conversar com uma pessoa. “Estamos sempre atentos ao mercado e à s boas práticas quanto à experiência do cliente. E percebemos que cuidar da experiência é crucial para as interações daqui por diante. Nesse cenário, as plataformas de comunicação tornam-se, a cada dia, mais importantes para a gestão. Elas são parte da estratégia do bem atender com qualidade e maior alcance”, avalia Ricardo Zanlorenzi, CEO da Nexcore. O Pequeno Cotolengo atua em Curitiba desde 1965 com o objetivo de acolher pessoas com deficiências múltiplas (físicas e intelectuais) e asilados hospitalares. São pessoas de todas as idades e de qualquer região do estado do Paraná que foram abandonadas por suas famílias, sofreram maus tratos ou viviam em situação de risco. Fundada em 2011, a Nexcore Tecnologia oferece soluções em atendimento e comunicação Omnichannel para empresas que precisam otimizar e personalizar o relacionamento com seus clientes, e unificar o histórico de comunicação. É referência nacional no segmento e tem sua matriz em Curitiba (PR). O software pode ser customizado de acordo com a necessidade de cada empresa e se adequa especialmente em empreendimentos de médio e grande porte.  

PROFISSIONAIS DA ÁREA DE EVENTOS SÃO RECEBIDOS NA PREFEITURA DE CURITIBA

“Eventos testes foram colocados em pauta e devem ser realizados na segunda quinzena de outubro” Representantes da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos — ABRAPE, Mac Lovio Solek, vice-presidente da região Sul, Associação Brasileira de Empresas de Eventos — ABEOC PR, Fábio Skraba, Passeata Técnica CWB, Fabiano Wolochyn e Sandriane Fantinato foram recebidos na última sexta (18.09) na secretaria do governo na Prefeitura de Curitiba pelo Secretário de Governo, Luiz Fernando Jamur, pela Superintendente Executiva da Secretaria Municipal de Saúde, Beatriz Battistella Nadas, pelo vereador Pier Petruzziello, pela presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra, e pela presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Claudia de Castro, para discutir a retomada urgente do setor de eventos na cidade. Durante a reunião, foi discutido a defesa de paliativos claros para que a subsistência do setor seja garantida até que os eventos possam retornar de forma ampla, como o auxílio emergencial e Lei Aldir Blanc; Os editais de linha de crédito voltada para o setor que necessitam ter uma divulgação ampla para atender todas as categorias, pois existe uma grande variedade e quantidade de profissionais inseridos nesse segmento. ”˜’Os recursos federais e municipais são muito importantes nesse momento, para ajudar as empresas, principalmente, a garantir empregos aos colaboradores, como também ajudar aos profissionais de eventos e músicos, mas infelizmente muito pouca gente se beneficia de recursos anunciados que dificilmente chegam na ponta. Nesse momento se os governos nos deixassem trabalhar, empresas e profissionais, poderíamos de forma mais direta e efetiva minimizar um pouco a crise do setor que está em frangalhos”, fala Mac Lovio Solek, vice- presidente da Abrape na região Sul. Também foi apresentado pela Abrape, um protocolo com as sugestões para a realização dos mais diversos tipos de eventos e de forma responsável e segura. Na conversa, foi abordado também o descaso de uma parte da população no consumo de serviços e produtos em alguns ramos de atividades, onde não são tomados os cuidados devidos pelos empresários, pelos consumidores e também não são fiscalizados de forma adequada pelos governos, o que colabora para esse retorno dos eventos ser ainda mais moroso. “Cada vez mais somos jogados para longe do nosso retorno. A desculpa são índices ruins impulsionados pelo descaso de órgãos públicos, empresários e consumidores irresponsáveis”, comenta Mac.   Assim como está acontecendo em algumas cidades, foi colocado em pauta ao final da reunião a realização de dois eventos testes na capital paranaense, com protocolos específicos, que devem ser realizados a partir da segunda quinzena do mês de outubro, que serão validados pelos gestores das secretarias que tratam diretamente do tema. A ideia é que um deles seja uma feira de negócios, e o outro será um show musical, pioneiro no Brasil.“A partir da próxima semana, afinaremos isso, prevalecendo a excelência do modelo, que prima a saúde e integridade dos participantes e profissionais envolvidos na realização, com o objetivo de vislumbrar como seria uma possível retomada do setor diante de protocolos, normas, muito controle e seriedade”, finaliza Mac Lovio Solek. – Os números do impacto da pandemia no mercado nacional de shows Com a recomendação de distanciamento social para combater a disseminação do novo coronavírus, o setor de eventos tem enfrentado estagnação, que pode trazer o pior ano em duas décadas. Empresários e representantes do setor ainda não conseguem estimar o prejuízo causado pela crise, mas o primeiro semestre foi morto. Levantamento indica que, desde o início da pandemia todos os eventos no país foram cancelados neste ano, com prejuízo. Ninguém duvida que a epidemia de coronavírus já causou prejuízos gigantescos nos shows e eventos do Brasil. Agora, seis meses depois do início das medidas de distanciamento social no país, surgem os dados concretos deste impacto. E eles são impressionantes. Um censo realizado pela Abrape (Associação Brasileira de Promotores de Eventos), mostra que mais de 90% dos eventos previstos para ocorrer este ano foram cancelados, adiados ou estão em situação incerta. Outro dado assustador, também divulgado pela entidade, que reúne entre seus associados cerca de 60% do PIB de eventos do país, é o de que até o fim de abril, segundo o estudo, os cancelamentos e adiamentos de eventos fizeram com que mais de 240 mil pessoas perdessem os empregos. A tendência é que esse número possa chegar, em outubro, a 840 mil. Outro dado relevante que a pesquisa apontou é que 92% das empresas associadas já relataram prejuízos que, juntos, somam R$ 290 milhões. A entidade estima ainda que esse número possa chegar à casa dos bilhões se somada toda a cadeia produtiva do setor de eventos, que envolve em torno de 60 mil empresas. O prejuízo frustrou as boas expectativas desse mercado para 2020, que estimava um aumento de receitas em shows e eventos de 6,15% em relação ao ano passado. Até outubro mais de 450 mil eventos deixarão de acontecer. EXPECTATIVA 2020 (aumento da receita em shows) + 6,15% em relação a 2019 REALIDADE + de 90% dos eventos previstos foram cancelados, adiados ou situação incerta + de 450 mil eventos deixarão de acontecer até outubro Estimativa Desemprego no setor ABRIL 240 mil pessoas AGOSTO 563 mil pessoas OUTUBRO 841 mil pessoas