Musical celebra a brasilidade contagiante de Carmen Miranda

Sucesso de público, Carmen, a Grande Pequena Notável chega ao palco do Teatro Positivo pela Mostra Temporada de Musicais do 32º Festival de Curitiba A Mostra Temporada de Musicais vai mexer com a memória afetiva do público. Nos dias 3 e 4 de abril, à s 20h30, no Teatro Positivo, a atração será Carmen, a Grande Pequena Notável sobre a vida e obra de Carmen Miranda, uma das mais importantes artistas brasileiras de todos os tempos. Adaptação do premiado livro de Heloisa Seixas e Julia Romeu, o musical apresenta a trajetória de Carmen Miranda com linguagem de Teatro de Revista. Os ingressos estão disponíveis por meio do site www.festivaldecuritiba.com.br, ou na bilheteria física oficial localizada no ParkShoppingBarigüi (piso térreo). A direção é de Kleber Montanheiro, ganhador do APCA de melhor direção artística de 2022. Com a proposta de apresentar a trajetória de Carmen Miranda (1909-1955) para toda a família (indicação livre), o musical “Carmen, a Grande Pequena Notável” já foi visto por mais de 60 mil de pessoas desde a estreia em 2018, no contexto das comemorações dos 110 anos de Carmen Miranda. Desde então foram 176 apresentações e 18 indicações para prêmios de artes cênicas pelo Brasil. Em cena, no papel de Carmen Miranda, a premiada atriz Amanda Acosta. O elenco ainda conta com a participação de Fabiana Tolentino, Gustavo Rezende, Gabriella Britto, Jonathas Joba, Júlia Sanchez e Roma Oliveira, além dos músicos Betinho Sodré, Beatriz Amado, Fernando Patau e Maurício Maas. Portuguesa radicada no Brasil, Carmen Miranda tornou-se um dos maiores símbolos da cultura brasileira. Para contar sua história, a produção adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro – um marco na época – no qual a artista também se destacou. “Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro. Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas, recentemente, está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais. O musical é inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, vencedor do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção (2015). A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a “pequena notável”, como a cantora era conhecida, e sobre a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas. “As interpretações dos atores obedecem a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro. A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro. Esses espaços físicos são: o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca ainda criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra ‘MAR’ aparece no porto, e ‘MÃE’, na casa dos pais da cantora. A Mostra Temporada de Musicais é apresentada pelo Instituto Joel Malucelli e pela Universidade Positivo. Acompanhe todas as novidades e informações pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba. Serviço: “Carmen, a Grande Pequena Notável” Mostra Temporada de Musicais – 32º Festival de Curitiba Data: 3 e 4 de abril, à s 20h30 Local: Teatro Positivo (Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300) Classificação: livre Duração: 90 min Gênero: musical Instagram: @musicaldacarmen Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no ParkShoppingBarigüi – piso térreo – (Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 — Ecoville), de segunda a sábado, das 10h à s 21h, e, domingos e feriados, das 12h à s 20h. Confira também descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clientes Banco do Brasil, clubes de desconto e associações.

Paulinho da Viola traz show a Curitiba com ingressos a preços populares

foto: Leo Aversa

Cantor vem à capital paranaense para comemorar 80 anos de vida, no Teatro Positivo; ingressos já estão à venda Após esgotar, no último ano, show no Teatro Positivo e deixar mais de 2 mil pessoas em silêncio e boquiabertas com apenas uma caixinha de fósforo durante performance de “Samba Original”, Paulinho da Viola, ícone da música brasileira, está de volta a Curitiba, dia 05 de outubro, no Teatro Positivo. Os ingressos já estão à venda, pelo Disk Ingressos, a partir de R$ 60. O show na capital tem produção da CULT! Produções. Um dos maiores ícones do samba e da música popular brasileira, Paulinho da Viola desenvolveu ao longo de quase 60 anos de carreira uma obra que é símbolo de elegância e sofisticação construída a partir da tradição da nossa cultura popular. Nascido em um ambiente musical no tradicional bairro de Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, Paulinho da Viola presenciou desde cedo os encontros musicais promovidos por seu pai, o violonista Cesar Faria. Nessas oportunidades, pode ver em sua própria casa, músicos como Pixinguinha e Jacob do Bandolim. A importância da obra de Paulinho da Viola não está apenas no seu caráter popular, como podemos ver em clássicos como “Foi um rio que passou em minha vida”, “Coração Leviano”, “Pecado Capital”, “Timoneiro”, “Dança da Solidão” entre muitos outros, mas também na relação com as diversas tradições como o choro, o samba, as escolas de samba e a vanguarda dos anos 1960. Sendo assim, não é possível falar sobre a música popular brasileira sem dedicar um espaço para a obra de Paulinho da Viola. O espetáculo revisita o início do compositor e cantor, desde os tempos do histórico show “Rosa de Ouro”, onde o jovem músico colocava pela primeira vez os pés num palco ao lado de figuras como Clementina de Jesus, Aracy Cortes e Zé Ketty, passando pelo saudoso tempo dos festivais onde “Sinal Fechado” dá o primeiro lugar a um jovem Paulinho que, de lá para cá, firmou-se como uma voz única e pujante da MPB e do Samba. Neste show, além dos sucessos marcantes de sua trajetória, Paulinho abre espaço para cantar algumas canções que, embora nunca tenha gravado, fazem parte de sua memória emotiva, e certamente há surpresas guardadas para o público, como novas interpretações de músicas já conhecidas, além de pelo menos uma composição inédita, logo na abertura do espetáculo. O espetáculo é uma festa de Paulinho da Viola, com Paulinho, para Paulinho, e mais do que tudo, para nossa Música que, com ele e através dele, segue cheia de vigor e possibilidades. Ambos, artista e sua obra, fazem oitenta primaveras, e o público são as flores deste arranjo pra lá de especial. SERVIÇO — Paulinho da Viola em Curitiba Data: 05 de outubro de 2024 (sábado) Local: Teatro Positivo (Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 — Campo Comprido) Horário: abertura da casa à s 20h e show à s 21h Ingressos: a partir de R$ 60 Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br) Pontos de Vendas: Shopping Mueller: de segunda a sexta, das 10h à s 22h, aos sábados, das 10h à s 22h, e aos domingos, das 14h à s 20h Teatro Positivo: de segunda a sexta, das 11h à s 15h e das 16h10 à s 20h. Sábado das 17h à s 21h. Domingo somente em dias de espetáculos Teatro Fernanda Montenegro: de segunda a sexta, das 10h à s 14h e das 15h10 à s 18h. Sábado das 12h à s 16h e das 17h10 à s 20h Call-center: (41) 3315-0808 – de segunda a sexta, das 9h à s 22h, e aos domingos, das 9h à s 18h Classificação: Livre Realização: Cult! Produções

Assistido por mais de 80 mil pessoas, peça “A Última Sessão de Freud” se apresenta no Guairinha

Dirigido por Elias Andreato e estrelado por Odilon Wagner (indicado ao Prêmio Shell, Prêmio APCA e Prêmio Bibi Ferreira por este trabalho) e Marcello Airoldi, o espetáculo narra um encontro entre o pai da Psicanálise e o escritor C.S. Lewis. Montagem é considerada o maior sucesso do teatro brasileiro dos últimos dois anos. “A Última Sessão de Freud”, o maior sucesso do teatro brasileiro desde 2022, ganha curta temporada em Curitiba, nos dias 26, 27 e 28 de abril, no Teatro Guairinha. Com direção de Elias Andreato para o texto do premiado autor americano Mark St. Germain, a montagem traz no elenco Odilon Wagner e Marcello Airoldi. Os ingressos já estão à venda no site Disk Ingressos (veja links abaixo, no serviço desta matéria) e nas bilheterias do teatro. A trama apresenta um encontro fictício entre o pai da psicanálise, Sigmund Freud (Odilon Wagner) e o escritor, poeta e crítico literário C.S.Lewis (Marcello Airoldi), dois intelectuais que influenciaram o pensamento científico filosófico da sociedade do século 20. Com esta peça, Wagner foi indicado para os três prêmios mais importantes do teatro brasileiro – Prêmio Shell, Prêmio APCA e Prêmio Bibi Ferreira. Durante esse diálogo, Sigmund Freud, crítico implacável da crença religiosa, e C.S. Lewis, renomado professor de Oxford, crítico literário, ex-ateu e influente defensor da fé baseada na razão, debatem, de forma apaixonada, o dilema entre ateísmo e crença em Deus. O texto de Mark St. Germain é baseado no livro Deus em Questão, escrito pelo Dr. Armand M.Nicholi Jr. – professor clínico de psiquiatria da Harvard Medical School. Freud quer entender por que um ex-ateu, um brilhante intelectual como C.S. Lewis, pode, segundo suas palavras, “abandonar a verdade por uma mentira insidiosa” – tornando-se um cristão convicto. No gabinete de Freud, na Inglaterra, eles conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo, morte e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos. O cenário assinado por Fábio Namatame (indicado ao Prêmio Shell melhor cenário) reproduz o consultório onde Freud desenvolvia sua psicanálise e seus estudos. Ele estava exilado na Inglaterra depois de ter fugido da perseguição nazista na Áustria, em plena segunda guerra mundial, no ano de 1939. Em uma entrevista sobre o espetáculo, o autor comenta: “A peça mostra um embate de ideias. Isso é uma armadilha, e eu não queria que o espetáculo se transformasse em um debate. Por isso, pelo bem da ação dramática, situei o encontro entre Freud e Lewis no dia em que a Inglaterra ingressou na Segunda Guerra Mundial. Então, são dois homens no limite, sabendo que Hitler poderia bombardear Londres a qualquer minuto”. O diretor Elias Andreato optou por uma encenação que valorize a palavra, construindo as cenas de modo que o texto seja o protagonista e as ideias estejam à frente de qualquer linguagem. “O Teatro é uma forma de arte onde os atores apresentam uma determinada história que desperta na plateia sentimentos variados. É isso o que me interessa: despertar sentimentos e acreditar na força de se contar uma história. É muito prazeroso brincar de ser outro e viver a vida dessa pessoa em um cenário realista, com figurino de época, jogando com ficção e realidade. Isso é a realização para qualquer artista de teatro. E é assim que defino essa experiência de me debruçar sobre a obra teatral de Mark St. Germain: A Última Sessão de Freud. Depois de 25 anos de sessões de psicanálise, talvez seja necessário me deixar conduzir, cada vez mais, pela paixão que tenho por meu ofício: o Teatro. A minha profissão de fé. E crer: a arte sempre nos salva de todos os perigos”, comenta o diretor. Para Odilon Wagner a experiência de interpretar Freud é fascinante: “Para um ator ter a oportunidade de representar um personagem tão intenso e profundo, que fez parte de nossa história recente, é um privilégio. A construção desse personagem me fez vibrar desde a primeira leitura, foram meses estudando sua vida e personalidade, para tentar trazer um recorte mais fiel possível do último ano de vida desse grande gênio do século 20”, revela. Sinopse No gabinete de Freud, na Inglaterra, o pai da psicanálise e o escritor C.S. Lewis conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos. Serviço: A Última Sessão de Freud, de Mark St. Germain Temporada: 26, 27 e 28 de Abril de 2024 Horários: Sexta e sábado à s 20h, domingo à s 18h. Local: Teatro Guairinha – Rua XV de Novembro, 971 – Centro, Curitiba – PR Links para compras online: Sexta – https://www.diskingressos.com.br/evento/6532/26-04-2024/pr/curitiba/a-ultima-sessao-de-freud Sábado – https://www.diskingressos.com.br/evento/6534/27-04-2024/pr/curitiba/a-ultima-sessao-de-freud Domingo – https://www.diskingressos.com.br/evento/6536/28-04-2024/pr/curitiba/a-ultima-sessao-de-freud Formas de Pagamentos aceitas na bilheteria: todas Classificação: 14 anos Duração: 90 minutos Capacidade: 472 lugares Acessibilidade: sim Ficha Técnica Texto: Mark St. Germain Tradução: Clarisse Abujamra Direção: Elias Andreato Assistente de Direção: Raphael Gama Idealização: Ronaldo Diaféria Elenco: Odilon Wagner e Marcello Airoldi Cenário e figurino: Fábio Namatame Assistente de cenografia: Fernando Passetti Desenho de Luz: Gabriel Paiva e André Prado Iluminação: Nádia Hinz Trilha Sonora: Raphael Gama Arte Gráfica: Rodolfo Juliani Fotografia: João Caldas Designer de som: André Omote Coordenador Geral de Produção: Ronaldo Diaféria Produtora Executiva: Direção de palco / Contra-regragem: Vinicius Henrique, Kauã Nascimento Produtores Associados: Diaféria Produções e Itaporã Comunicação Produção Local: Arnon

Lenda do metal extremo, Napalm Death retorna a Curitiba em outubro ao lado do Krisiun e Ratos de Porão

Nome considerado o precursor do grindcore nos anos 1980, retorna a capital paranaense para único show no CWB Hall Uma das mais importantes bandas do metal extremo, responsável pela consolidação de todo um gênero musical, o Napalm Death retorna à América Latina em outubro. Uma das datas no Brasil será realizada em Curitiba, no dia 25 de outubro, no palco do CWB Hall. A banda retorna após um show que quebrou recorde de público na capital paranaense em 2023. Dois gigantes da música extrema nacional, o Krisiun e o Ratos de Porão, se juntam ao grupo na apresentação, que também terá abertura do expoente Manger Cadavre? e da banda local Ethel Hunter. Mesmo tendo sido anunciado recentemente, os ingressos já estão no segundo lote devido a grande procura dos fãs. Os convites podem ser adquiridos pela plataforma Bilheto, a partir de R$ 200, mais taxa administrativa. O Napalm Death é conhecido por suas performances brutais e rápidas, que angariaram uma grande base de fãs pelo mundo. O Krisiun, de origem gaúcha, ascendeu nos anos 1990 e conquistou o mundo executando um brutal death metal bastante veloz e técnico; atualmente, estão na estrada divulgando o disco Mortem Solis. O Ratos de Porão é outro nome que surgiu no Brasil e dominou o mundo, sendo uma referência e influência para todas as bandas de punk/hardcore e metal de todos os cantos do planeta. Com mais de 40 anos de estrada, o grupo tem em Necropolítica seu mais recente disco. Os paulistas do Manger Cadavre? apostam em uma mescla de metal, hardcore e crust com muito peso e agressividade, sempre apresentando uma evolução feroz em seus trabalhos de estúdio e muita força ao vivo. A banda curitibana Ethel Hunter — com dez anos de estrada – abre a noite, apostando no death metal clássico. A banda, que já dividiu palco com importantes grupos internacionais, divulga o mais recente EP, Chasm of the Soul. Napalm Death Uma das mais importantes bandas do metal extremo, o Napalm Death surgiu nos anos 1980 como uma banda punk, que evoluiu sua música em níveis ultrassônicos, apostando na velocidade desenfreada da bateria e gritos ininteligíveis. Com uma receita musical ousada, o grupo se tornou a mais importante referência do estilo que se consolidou desde então: o grindcore. Álbuns como Scum e From Enslavement to Obliteration alicerçaram toda uma cena. Todavia, a banda jamais deixou de ousar e testar novas sonoridades. Na entrada dos anos 1990, flertaram com o death metal cascudo, com o groove metal e até mesmo com o rap, e entraram no atual milênio com uma sonoridade revigorada, com clássicos como Enemy of the Music Business (2002) e The Code is Red”¦ Long Live the Code (2005). O Napalm Death, nos últimos 35 anos, lançou 17 álbuns de estúdio, sendo o mais recente, Throes of Joy in the Jaws of Defeatism (2020), além do EP Resentment Is Always Seismic — A Final Throw of Throes (2022), que surpreendem ao evidenciar ainda mais sonoridades amplas que elevam o som do grupo para outro patamar. ServiçoNapalm Death em CuritibaAbertura: Krisiun, Ratos de Porão, Manger Cadavre? e Ethel HunterData: 25 de outubro de 2024 (sexta-feira)Local: CWB HallEnd.: Av. Mal. Floriano Peixoto, 4142 — Prado VelhoHorário: a partir das 16hIngressos: a partir de R$ 200, mais taxasVenda online/Informações: https://www.bilheto.com.br/comprar/2147/napalm-death Foto promo: Jelena JakovljevicFoto ao vivo: Clovis Roman