Mamute Feira Gráfica promove discussão sobre economia criativa no LAB Mamute, programação educativa do projeto

LAB MMT – Território Criativo reúne balanço da 7ª edição e espaços de oficina e discussão para o setor, contando com mesas redondas e palestras com os artistas Filipe Grimaldi e Pri Barbosa nos dias 22 e 23/11 – Projeto realiza evento voltado à discussão e formação para a Economia Criativa:      o LAB MMT – Território Criativo Depois do sucesso da 7ª edição da Mamute Feira Gráfica, que reuniu mais de 8 mil pessoas com mais de 750 mil reais em vendas entre os expositores gráficos e criativos, o projeto realiza um evento voltado à discussão e formação para a Economia Criativa: o LAB MMT – Território Criativo, dias 22 e 23 de novembro, na Nex House – Casa de Pedra. Com participação gratuita, o evento conta com oficinas, ateliês artísticos livres, mesas redondas e palestras voltadas para profissionais, estudantes e entusiastas da economia criativa. A programação acontece das 11h às 18h30, contando também com música, comidinhas, chope e programação para infância. “A Mamute sempre teve um papel importante como catalisadora de iniciativas coletivas e criativas independentes da cidade, porque criamos um espaço importante para o fomento da cadeia produtiva da economia criativa. Mas sempre quisemos também promover o debate, a pesquisa e a formação na área, o que está sendo possível este ano com o patrocínio da Petrobras”, diz a diretora Ana Hupfer.     Palestras O projeto traz pela primeira vez para Curitiba dois artistas brasileiros cujos trabalhos são referências na América Latina: Filipe Grimaldi e Pri Barbosa. Os dois vão realizar palestras no evento, abordando suas pesquisas, trabalhos artísticos e olhar sobre o mercado. Pri Barbosa é uma artista muralista, cuja pesquisa passa pela investigação do que é ser uma mulher revolucionária no cotidiano, o ambiente doméstico, o trabalho de cuidado e a insubordinação feminina, especialmente no contexto latino-americano. Ela apresentará a palestra “Mulher Artista Latina – Se essa rua fosse nossa”, no sábado, 22/11, às 16h. Já Filipe Grimaldi, que tem uma ampla pesquisa em cultura popular latino-americana e é bastante conhecido nas redes pelos vídeos que faz narrando e valorizando a produção manual artística, encerrará a programação no domingo, com a palestra “Manualidade, memória e resistência: artistas da América Latina”. As palestras serão realizadas no sábado (22) e domingo (23) respectivamente, às 16h, e exigem inscrição prévia. Oficinas A programação contará com duas oficinas práticas, voltadas para estudantes e profissionais da área, pensando nos desafios profissionais do setor. A primeira será ministrada pela Rede La Base, coletivo responsável pela identidade visual da Mamute, que reúne profissionais de design, comunicação visual, ilustração e audiovisual. A oficina “Redes e Design Colaborativo – criar é coletivo”, será ministrada por Yasmim Reck, Felipe Pacheco e Felipe Mayerle, e irá propor reflexões sobre o trabalho no mercado criativo, levando o cenário colaborativo e o trabalho em rede como uma possibilidade para futuros mais conscientes, coletivos e menos precarizados. A segunda oficina, veio como resposta às diversas inscrições que a Mamute recebeu que pecavam por insuficiência ou confusão na forma como foram submetidas. Pensando nessa desafio compartilhado por tantos criativos, a Mamute convidou Cyla Costa para ministrar a oficina “Portfólio com propósito: como se mostrar sem se perder”, um encontro para pensar o portfólio como narrativa — mais do que uma vitrine, um espaço de expressão e posicionamento. As oficinas serão realizadas no sábado (22) e domingo (23) respectivamente, às 11h, e exigem inscrição prévia. Mesas Redondas A programação conta também com dois debates que são estruturais na visão do projeto: a potência de propostas que resistem promovendo experiências presenciais e materiais, em meio ao mundo cada vez mais “remoto”; e a importância do trabalho criativo liderado por mulheres.       SÁBADO, 22/11 14H às 15H30 Roda de conversa “Desenhar futuros: o fazer criativo como resistência”,  com mediação de Rosângela Nina Araújo e participação de Ana Hupfer (Mamute Feira Gráfica), Luís Melo (Campo das Artes) e Thiago Tizzot (Arte & Letra). Em um mundo cada dia mais digital, o livro físico, a produção artesanal e a presença são nossa última linha de defesa sobre o que é real. Um papo sobre os desafios do mercado criativo contemporâneo e as possibilidades de resistência artística que estão sendo construídas em diferentes linguagens. O encontro propõe uma reflexão sobre como artistas, produtores e empreendedores têm construído trajetórias sustentáveis em meio às transformações culturais e tecnológicas do nosso tempo. Entre trocas de experiências e visões de futuro, a conversa busca traçar “desenhos possíveis” para quem atua — ou deseja atuar — nas fronteiras entre arte, cultura e inovação.   17H30 às 18H30 Lançamento calendário “Lute Todos os Dias” 2026 com bate-papo com Cris Pagnoncelli DOMINGO, 23/11 14H às 15H30 Roda de conversa “Arte é trabalho: mulheres criativas, mercados possíveis” com mediação de Cris Pagnoncelli e participação de Ana Matsusaki, Fer Ilustra e Ju Maia. O que significa viver de arte hoje — especialmente sendo mulher em um mercado ainda marcado por desigualdades e desafios estruturais? Uma conversa sobre os caminhos e estratégias desenvolvidas por cada artista para atuar, empreender e sustentar uma carreira criativa. Vamos conversar sobre valorização do trabalho artístico, estratégias de venda e visibilidade, destacando histórias reais de mulheres que constroem, na prática, um mercado mais diverso, colaborativo e justo. Quintal Criativo Um espaço aberto com música, espaços de convivência, gastronomia e estações criativas, com propostas de oficinas abertas, com experimentos artísticos coletivos para todas as idades. A ideia é que o público possa experimentar processos e técnicas criativas, que os conectem com o artesanal. Serão realizadas as seguintes ações: SÁBADO, 22/11 11H às 16H > Ateliê Livre de “Colagem”, com Amorim > Ateliê Livre “Entre agulhas, pontos e afetos:  arte têxtil como objeto de memória”, com Eliana Brasil 12H às 18H Mira — Mostra de Intervenções Visuais Urbanas (4ª edição), pintura ao vivo com Ana Matsusaki, Erika Lourenço e Luci Gnoatto 11H às 17H Mamutinha Ateliê Artístico Livre para crianças DOMINGO, 23/11 11H às 16H > Ateliê Livre de “Carimbo reticulado”, com Burocrata Carimbos > Ateliê Livre “Entre agulhas, pontos e afetos:  arte têxtil como objeto de memória”, com Eliana

3 dicas para investir com segurança com a Selic em 15%, segundo especialista

Com os juros mantidos em 15%, investidores precisam equilibrar conservadorismo e diversificação para proteger o poder de compra e buscar ganhos reais   A decisão do Banco Central de manter a taxa Selic em 15% reforça um cenário de juros altos e inflação persistente, o que tende a consolidar o perfil mais conservador do investidor brasileiro. Em um ambiente assim, a renda fixa ganha atratividade, mas exige análise cuidadosa: a rentabilidade nominal, aquela que aparece nos extratos, nem sempre representa o ganho real, descontados os efeitos da inflação e da tributação. É o que alerta Cleverson Pereira, head educacional da OnilX, exchange brasileira especializada em soluções de pagamento, assessoria e educação financeira. Segundo ele, o momento pede atenção não apenas à segurança, mas também à diversificação e agilidade na gestão da carteira.     “Com a Selic elevada, é natural que o investidor se sinta atraído por papéis mais conservadores, como CDBs, LCIs e LCAs, que oferecem estabilidade e, em alguns casos, isenção de imposto de renda”, explica. “Mas é importante lembrar que a rentabilidade apresentada no mercado é nominal, ainda há o efeito da inflação e dos tributos. Nem sempre o ganho aparente reflete um ganho real do poder de compra”, detalha.         Confira as 3 dicas do especialista de como investir com a Selic em 15%: Olhar crítico para a renda fixa   Com a taxa básica de juros em patamar de dois dígitos, CDBs, LCIs, LCAs e títulos pré ou pós-fixados voltam a ganhar protagonismo. No entanto, Cleverson ressalta que, diante de uma inflação anual próxima de 5%, o retorno líquido pode ser menor do que o esperado. “Esses papéis são opções seguras e interessantes, mas é preciso entender que, em um cenário inflacionário, a taxa de 15% nem sempre corrige o dinheiro de forma real. O investidor deve avaliar o poder de compra, não apenas a rentabilidade bruta”, diz o head educacional da OnilX.     Diversificar a renda é essencial   Mesmo com a atratividade da renda fixa, o especialista reforça que a diversificação é a chave para o equilíbrio de longo prazo. “Ao diversificar, o investidor melhora a correlação entre risco e retorno. Ativos digitais como Bitcoin e Ether ajudam a elevar o índice de Sharpe, que mensura retorno versus risco e é um bom indicador de eficiência da carteira, e reduzem a concentração. Diversificar não é abandonar a renda fixa, mas complementá-la com instrumentos que protejam o patrimônio em diferentes cenários”, afirma. Proteção cambial via stablecoins   Outra estratégia recomendada é buscar exposição cambial por meio de stablecoins pareadas ao dólar, como USDT e USDC. “Ter parte da carteira vinculada a uma moeda estrangeira é estratégico. As stablecoins oferecem essa possibilidade com agilidade e transparência, já que cada unidade emitida é lastreada por um dólar em reserva. É uma forma de proteger o patrimônio e manter poder de compra em um contexto de volatilidade local”, complementa Cleverson Pereira.   Investimento_Foto capa: de José Cruz

Coluna do JUK – Capital & Negócio

  Dinor Lima Advogados anuncia reposicionamento institucional     Sede do escritório em Curitiba        Advogada  Vivienne Vilani Lima, esposa e sócia de Dinor Lima        Na cerimônia de  apresentação,   o casal de advogados com as filhas.         Jornalista Luiz Augusto Juk e o casal de advogados Vivienne Vilani e Dinor Lima                                                                                         Em solenidade que reuniu autoridades, operadores do Direito, empresários e representantes de diversas áreas, o advogado Dinor Lima apresentou o novo posicionamento institucional da banca Dinor Lima Advogados (@dinorlimaadvogados) , reforçando a vocação jurídica herdada de seus pais como fundamento da atuação e consolidando um modelo de gestão baseado em ética, valores cristãos e impacto social.                              A cerimônia marcou a formalização de uma nova fase do escritório, que amplia sua atuação para além do Direito do Trabalho e Direito Civil, mas também com estratégias jurídicas para empresários e empreendedores, atuando também com soluções estruturantes para o agronegócio. O escritório (www.dinorlima.adv.br)   está localizado na  Rua Fernando Amaro 57 
Alto da XV                               “A advocacia exige presença, escuta e compromisso. Não lidamos apenas com processos, lidamos com pessoas e com histórias reais”, destacou Dinor ao mencionar a origem da palavra vocação e sua relação direta com o exercício do Direito.                              O advogado também agradeceu o apoio da família, especialmente da esposa e sócia Vivienne Vilani Lima, e afirmou que a experiência no C12, fórum internacional de empresários cristãos, transformou sua visão de gestão, liderança e cultura organizacional.   Fé, propósito  e transformação através do Direito    Advogado Dinor Lima: “A advocacia exige presença, escuta e compromisso. Não lidamos apenas com processos, lidamos com pessoas e com histórias reais”                                                                     Durante o evento, uma das falas que marcaram o público veio do pastor convidado, Felipe Freitas, da Igreja Batista Atitude de Curitiba, que destacou a relevância de empresas assumirem publicamente seus valores.                                   Em sua reflexão, ele afirmou: “Quando nos posicionamos na esfera da sociedade, colocando Cristo como fundamento, reconhecemos que Ele é a imagem do Deus invisível, o Criador de todas as coisas e aquele que governa e reconcilia. Uma empresa que compreende isso passa a enxergar seu papel não apenas como agente econômico, mas como agente de transformação. Assim como Cristo trouxe existência ao que não existia, somos chamados a refletir a Sua essência em tudo o que fazemos, nas decisões, nos relacionamentos, nos negócios e no exercício do Direito e da Justiça.”                              A fala reforçou o caráter simbólico do evento, como um memorial desse novo tempo, ressaltando que a atuação jurídica do escritório está alinhada a princípios que orientam não apenas a técnica, mas a visão de mundo e o impacto social desejado.                             O novo posicionamento inclui ainda a ampliação da assessoria jurídica para empreendedores, empresários e, agora, no Direito Ambiental e soluções para o Agronegócio, inclusive pequenos produtores rurais.                               O escritório passa a atuar de forma estratégica na estruturação de negócios, prevenção de riscos, turnaround de empréstimos agrários e defesa de direitos no campo                                O escritório reforçou que sua missão é “transformar vidas e relações sociais por meio do Direito, sob a guia e proteção de Deus”, consolidando uma advocacia técnica, ética, humanizada e baseada na fé cristã que professam através do que são e também do que fazem, uma advocacia de excelência.                                                                                                                                                                                                                                         (crédito das fotos: Lume)