Paranhos inaugura livro de visitas e anuncia calendário de turismo religioso para Foz do Iguaçu

O anúncio foi feito nesta segunda-feira, dia 8, durante visita institucional do secretário de Turismo do Paraná à paróquia São João Batista, a mais antiga da cidade O secretário estadual de Turismo do Paraná, Leonaldo Paranhos, inaugurou o livro de registros de visitas da Matriz São João Batista, de Foz do Iguaçu, nesta segunda-feira, 8, a convite do pároco padre Willian Paiva. Com o livro, a igreja terá um banco de dados de visitação de turistas e fiéis de todas as partes do mundo ao local. O secretário Paranhos também fez um passeio para conhecer a matriz e ficou encantado com os vitrais e pintura de arte sacra, trabalhos criados pelo renomado artista Marcílio Soares. Na ocasião, Paranhos anunciou para o ano que vem um calendário de eventos de turismo religioso para Foz do Iguaçu e região, com recursos do Estado. Hoje, as festas tradicionais da igreja, como a do Peixe, em março e a do padroeiro, em junho, são bancadas pelo empresariado local e paroquianos. Não há patrocínios oficiais para essas festividades. Tudo é feito com a ajuda da comunidade. O anúncio do secretário foi feito durante a agenda oficial na igreja, que contou com a presença de integrantes do conselho econômico, das pastorais de Eventos e Comunicação da São João Batista e da Pastoral do Turismo, da diocese. A visita reforça a importância da Paróquia São João Batista como um dos principais pontos de turismo religioso da cidade. E, também, simboliza a aproximação entre o poder público estadual e as iniciativas ligadas à fé, à cultura e à comunidade. Na semana passada, o secretário já havia se encontrado com o bispo diocesano Dom Sergio de Deus para tratar de estratégias para fortalecer o turismo religioso na região. Em julho deste ano, foi criada a Pastoral do Turismo da diocese, uma iniciativa que visa acolher visitantes com espiritualidade, organizar o turismo religioso, promover a fé e cuidar do patrimônio histórico-religioso da região. Tudo isso aproveitando a vocação turística da cidade para evangelização e experiências cristãs, atuando em parceria com o setor turístico e a sociedade civil. Durante os encontros, na matriz e na catedral, foi debatida a necessidade de ampliar a integração entre os atrativos naturais e a identidade da cidade. “Embora as Cataratas do Iguaçu sejam amplamente reconhecidas no Brasil e no exterior, ainda há desafios na associação direta entre o principal atrativo natural e o nome de Foz do Iguaçu como destino completo. Avanços já ocorreram nos últimos anos, mas o fortalecimento da marca do município segue como prioridade, com a defesa de que toda divulgação das Cataratas esteja associada à cidade”, comentou o secretário estadual de Turismo. Em relação ao turismo religioso, Paranhos afirmou que esse setor foi o que mais cresceu no Paraná, em 2025. Agora, “já é o terceiro com maior oferta de atrativos no estado, com investimentos e eventos promovidos pelo governo para impulsionar ainda mais o segmento, focando na diversidade de crenças e na valorização cultural e econômica”. O padre Willian agradeceu a visita do secretário e se colocou à disposição para trabalhar junto nessa integração em prol do turismo religioso em Foz do Iguaçu e no Paraná. “Nós estamos muito satisfeitos com o olhar especial que o Estado está dispensando a esse setor”, afirmou o padre. A jornalista Silvana Canal, presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo – Paraná (Abrajet-PR), acompanhou a visita e também e deu apoio às iniciativas discutidas durante a reunião, neste nicho de mercado. “Acredito que o turismo religioso complementa a indústria turística de Foz do Iguaçu. Somos uma cidade de muitas etnias, com histórias e costumes que também se revelam pela fé. Esse segmento cresce no Paraná e Foz precisa avançar mais. É um nicho capaz de ampliar nosso público e fortalecer o destino.” Durante um tour pela paróquia, Paranhos ressaltou a beleza das artes sacras da igreja, com destaque para os afrescos e pinturas detalhando a vida de Cristo, criados pelo renomado artista Marcílio Soares, de São Miguel do Iguaçu, e os vitrais com passagens de São João. Ainda durante a visita, o presidente do Conselho de Assuntos Econômicos da matriz, o arquiteto Valdir Garbin, apresentou o projeto de transformar a casa paroquial em um museu, que contará o pioneirismo da igreja na história de Foz do Iguaçu, com vários serviços para os visitantes, como cafés e venda de suvenires. A matriz, em breve, deve ser incluída num city tour oferecido por uma empresa especializada. Ao final da visita, a coordenadora de eventos, Anita Keil, mostrou para o secretário a futura loja de suvenires, que está sendo montada na antiga gruta da igreja. No local, inicialmente, 16 artesãos estarão vendendo vários produtos de arte sacra, como terços, imagens, camisetas e canecas temáticas, e até um perfume exclusivo em homenagem ao padroeiro, São João Batista. A inauguração da loja será nesta sexta-feira, dia 12, com a celebração de uma missa e a bênção do novo espaço, a partir das 19h. Redação com assessoria Fotos: Assessoria Foto capa: Paranhos incentiva eventos para fortalecer o turismo religioso
Mercado cripto encerra 2025 em forte correção e projeta início de 2026 cauteloso

Queda do Bitcoin e retração global refletem fuga de risco, pressão macroeconômica e incerteza regulatória internacional O mercado de criptomoedas passa por uma das mais intensas correções desde 2022, com o Bitcoin recuando a patamares não vistos há meses e arrastando todo o setor digital. O movimento, influenciado por fatores macroeconômicos e saídas de capital institucional, deve moldar um primeiro trimestre de 2026 marcado por volatilidade e prudência. O último trimestre de 2025 tem sido marcado por forte queda no mercado global de criptoativos. Dados do mercado mostram que o bitcoin, que havia registrado máximas históricas acima de US$ 120 mil em outubro de 2025, recuou para a faixa de US$ 87 mil em novembro, apagando ganhos acumulados ao longo do ano. A retração atingiu também outros ativos relevantes, como Ethereum e Solana, contribuindo para uma desvalorização superior a US$ 1 trilhão na capitalização total do setor, segundo estimativas amplamente divulgadas por plataformas internacionais de análise. Entre os principais fatores que influenciam o movimento atual estão a piora do apetite global por risco, a redução da liquidez internacional, ajustes em posições alavancadas e o aumento de saídas de capital de fundos e ETFs cripto. Ao mesmo tempo, incertezas relacionadas às políticas monetárias dos Estados Unidos e à desaceleração econômica global pressionam ainda mais a confiança dos investidores. Esse cenário reforça a visão de que, apesar de seu discurso histórico de descorrelação, o mercado cripto passou a acompanhar de forma mais próxima os ciclos de volatilidade dos ativos tradicionais. O analista Fernando de Carvalho, head de digital assets da OnilX, exchange brasileira especializada em soluções de pagamento, assessoria e educação financeira, avalia que o momento atual exige reposicionamento estratégico: “Estamos vivendo um processo natural de ajuste após um ciclo de valorização acelerado. A combinação de juros elevados, menor liquidez e realização de lucros cria um ambiente de correção ampla, especialmente em mercados altamente sensíveis ao fluxo institucional, como o de criptoativos”, afirma. Segundo o especialista, esse movimento também reduz a previsibilidade de ciclos pós-halving, tradicionalmente associados a momentos de forte recuperação. De acordo com Fernando, o primeiro trimestre de 2026 tende a ser marcado por consolidação, lateralização dos preços e possível manutenção de baixa liquidez. “Se esse comportamento persistir, o início de 2026 pode não apresentar força suficiente para retomadas abruptas. Antes de observar novas altas, será necessário acompanhar sinais concretos de retorno do capital institucional e estabilização macroeconômica. Estamos passando por um momento de adaptação, agora precisamos entender as necessidades do mercado, para daí então pensar nos próximos passos”, completa. Apesar do cenário desafiador, o especialista destaca pontos que podem influenciar uma eventual recuperação ao longo de 2026, como o avanço de regulamentações no Brasil, o progresso na tokenização de ativos reais e o amadurecimento das soluções de interoperabilidade entre blockchains. Esses elementos podem reforçar a segurança institucional e favorecer uma retomada gradual quando houver retorno da liquidez global. “Mesmo com a correção atual, existem vetores estruturais que podem sustentar uma recuperação ao longo de 2026. A regulamentação brasileira vem avançando, o que cria um ambiente mais seguro para investidores e instituições. Paralelamente, a tokenização de ativos reais e os avanços em interoperabilidade entre blockchains fortalecem a infraestrutura do mercado. Se a liquidez global retornar, esses fatores podem permitir uma retomada gradual e mais consistente”, avalia. Para investidores que desejam se posicionar com cautela, Fernando recomenda atenção a indicadores específicos: fluxo de entrada e saída de ETFs, variações nas taxas de juros internacionais, níveis de liquidações forçadas em corretoras e movimentos de grandes carteiras (“whales”). “Em momentos de volatilidade elevada, o foco deve estar em gestão de risco, diversificação e análise de fundamentos, evitando decisões impulsivas baseadas apenas em especulação. Como eu falei, entender o mercado faz toda a diferença na hora de investir”, finaliza.
Dindi reinventa o pijama e inaugura um novo luxo para vestir dentro e fora de casa

Marca curitibana nasce com DNA de moda, design arquitetônico e materiais tecnológicos para propor um novo capítulo do sleepwear premium I A moda vive de ciclos, rupturas e renascimentos. E em um cenário em que as fronteiras entre casa e rua se tornaram cada vez mais fluídas, surge a Dindi, uma new brand de pijamas premium que desestabiliza a lógica tradicional do “roupão só de portas para dentro”. Um projeto que nasce da sensibilidade e do olhar contemporâneo dos sócios-fundadores Carolina Ritzmann e Fabio Dallazem Filho, que transformaram em marca um sonho antigo — e também uma memória afetiva: a antiga confecção de pijamas da avó de Fabio, que agora ressurge em linguagem atualizada, urbana e sofisticada. A direção criativa é da arquiteta Mariah Salomão Viana, do Novo Louvre, o que – somada à vivência familiar de Carolina e experiência profissional de Fabio – contribuiu para a linguagem arquitetônica que dá forma à identidade da Dindi. “Eu sempre gostei de moda, mas até então não a enxergava como profissão ou negócio. Quando Fabio idealizou recuperar a confecção de pijamas, como uma homenagem à avó, percebi uma dor no mercado que também era a minha: o pijama ainda carregava muitas limitações e estereótipos. Me tornei sócia desta ideia e decidimos repensar tudo e criar uma marca que conversasse com essa atual realidade. Queríamos peças que fossem bonitas e inteligentes e que não pedissem desculpas por ser pijama. É um sonho antigo dele, mais recente meu, que agora ganha forma”, conta Carolina. Mais do que peças para dormir, a Dindi inaugura um novo tipo de luxo, aquele que se apoia no design inteligente, na matéria-prima inovadora e em acabamentos que dialogam com o rigor da alta-costura e com a funcionalidade da vida real. É moda, mas é pijama. É pijama, mas é moda. No dia 17 de dezembro, essa visão se estrutura: a Dindi apresenta para convidados as primeiras peças da coleção verão, em um lançamento no Rause Café. O pijama, finalmente, atravessa a porta Embora o loungewear flerte com a moda desde os tempos de Chanel, a Dindi subverte a lógica: em vez de trazer elementos do pijama para o vestuário cotidiano, traz o vestuário cotidiano – sua estrutura, seus volumes e suas soluções técnicas – para o pijama. A pergunta central da marca é simples e provocadora: Que outras possibilidades um pijama pode oferecer hoje? Para responder, a criação abandona estereótipos: nada de calças frouxas com cadarço, camisões de botão ou camisolas infantilizadas. A Dindi parte das necessidades reais de quem vive com roupa confortável dentro e fora de casa: descer para buscar uma encomenda, passear com o pet, buscar o filho numa festa, caminhar pelo condomínio e claro, dormir com conforto térmico. Engenharia do conforto Em busca de performance e conforto real, a marca foi até o setor mais avançado da indústria: o mercado fitness, onde a pesquisa têxtil é levada ao limite. O resultado são peças confeccionadas com poliamidas e fios tecnológicos que regulam a temperatura, proporcionam toque ultra macio e oferecem uma experiência sensorial superior ao algodão tradicional e até mesmo à seda, deslocando o pijama para o território da inovação. Um dos pilares da marca está na obsessão pelo conforto absoluto. Isso significa reduzir ao mínimo a presença de aviamentos, eliminar relevos e garantir que nada — absolutamente nada — interfira no contato do tecido com a pele. Etiquetas seguem o mesmo princípio: são decalcadas para não incomodar. Essa engenharia do conforto reforça o compromisso da marca com um luxo que se sente mais do que se vê. Assinatura arquitetônica A direção criativa de Mariah Salomão Viana, há quase 20 anos à frente do Novo Louvre, traz a identidade inconfundível de sua estética, que conversa com a realidade e vivência dos sócios criadores (Carolina é filha de arquiteta; Fabio trabalha há anos no mercado imobiliário): shapes arquitetônicos, sobreposições inteligentes, pontos de apoio estruturais, pences e pregas como desenho e função e volumes que equilibram elegância e mobilidade. “Os modelos transitam com fluidez entre o espaço privado, semipúblico e público, reafirmando uma nova tipologia do vestir contemporâneo”, afirma Mariah. A construção de marca, a partir do branding desenvolvido pela Ésse Brands, da Scheila Schuchovski, é dirigida pela agência O Novo, também capitaneada pela arquiteta, traduz a combinação entre vida urbana – inspirada no Centro de Curitiba, onde a agência está situada – e a nostalgia clean dos anos 1990. Essa mistura cria um universo visual que é afetivo, moderno e perfeitamente alinhado à proposta de redefinir o pijama como objeto de desejo. SERVIÇO Lançamento Dindi – Drop Verão 2026 17 de dezembro Rause Café – Curitiba (PR) Instagram: @dindipijamas Criação e Branding Dindi — Created by Ésse Brands e O Novo Direção Criativa Mariah Salomão Viana @novolouvre Fotografia: Eika NY @ephotos.studio Styling e Produção Executiva: Kero Avi @keroavi Beleza: Pamela Frankiv @pamelafrankiv Modelos Take Agency @take_agency Ana Clara @anachromiiec Luany Panzenhagen @luany.panzenhagen Maria Eugênia Ehlke @mariaeugenia.ehlke Assistência de produção Anna Flávia @annafrbonfim Isabela Rosa @isarosa.l Acessórios Bolsas: Elyane Fiuza @elyanefiuza_oficial Sapatos: NovoLouvre @novolouvre
Treinos curtos podem superar horas de academia: 20 minutos por dia já bastam

Especialista em calistenia explica como sessões rápidas, consistentes e bem estruturadas transformam o corpo de forma mais eficiente A falta de tempo ainda é o principal motivo citado por quem deseja iniciar uma rotina de exercícios, mas não consegue manter a regularidade. Entre trabalho, estudos, compromissos pessoais e vida doméstica, reservar duas horas diárias para treinar parece fora da realidade para a maioria das pessoas. Mas, segundo o especialista em calistenia Felipe Kutianski, é justamente aí que mora o equívoco: “treinos curtos, de cerca de 20 minutos por dia, podem gerar mais resultados do que longas sessões na academia”. “Não é achismo, é eficiência fisiológica e comportamental”, afirma o profissional. Para ele, o primeiro ponto é simples: aderência. “Para o corpo mudar, ele precisa de repetição ao longo das semanas, não de um treino perfeito isolado. Vinte minutos é um protocolo que cabe na vida real. E, quando cabe, a pessoa treina mais vezes, falta menos, e o corpo responde à consistência”, ressalta. Outro fator essencial é a densidade de treino. Ao contrário de muitas sessões tradicionais de academia, em que iniciantes passam 60 a 90 minutos alternando conversas, longas pausas e pouca intensidade, a calistenia trabalha com produtividade por minuto. Movimentos multiarticulares, controle das pausas e esforço próximo à falha muscular tornam os 20 minutos mais efetivos do que treinos longos e dispersos. Kutianski também destaca o impacto do recrutamento muscular global. “Flexões, agachamentos, remadas, pranchas e variações unilaterais ativam vários grupos musculares ao mesmo tempo. Isso aumenta o gasto metabólico, melhora o controle motor e trabalha força, estabilidade e mobilidade em conjunto”, destaca. Segundo ele, alcançar o mesmo efeito com máquinas de isolamento exigiria muito mais tempo. Além disso, treinos extensos e desestruturados podem prejudicar a recuperação. “Um dos princípios básicos do treinamento é estimular, recuperar e evoluir. Quando a pessoa passa horas se destruindo no treino, dorme mal, acumula estresse e não consegue repetir o estímulo com qualidade nos dias seguintes”, afirma o especialista. Já sessões curtas, intensas na medida certa, favorecem a supercompensação — quando o corpo volta um pouco melhor a cada treino. Os exercícios que transformam o corpo em casa Para quem deseja começar do zero ou substituir a academia por treinos caseiros, Kutianski trabalha com o conceito de “mínimo viável poderoso” — poucos movimentos, escolhidos com precisão, capazes de gerar força, massa magra, gasto calórico e saúde articular. Ele organiza o método em cinco padrões fundamentais: Agachar (ativo para toda musculatura de membros inferiores); Empurrar (peito, ombros e tríceps); Puxar (costas e bíceps); Core e estabilidade (abdômen como “cinturão de proteção”); Movimentos de intensidade (saltos, explosões e exercícios que elevam a frequência cardíaca). Esses grupos, combinados, formam treinos completos, inteligentes e funcionais — sem necessidade de equipamentos. Erros comuns ao treinar sozinho Embora treinar em casa seja totalmente possível, o especialista em calistenia alerta para erros clássicos que prejudicam resultados: Confundir “cansar” com evoluir: “Treino bom não é o que te destrói, e sim o que progride”, destaca. Evolução é medida por repetições, variações mais difíceis, melhor técnica e redução das pausas ao longo das semanas. Treinar sempre muito leve: Para gerar força e hipertrofia, é preciso chegar próximo da falha técnica em algumas séries. Sacrificar técnica para fazer mais: Amplitude e forma corretas são inegociáveis. Falta de planejamento semanal: Sem organização, alguns músculos recebem estímulos demais e outros, quase nenhum. Ignorar sono, alimentação e recuperação: Em treinos curtos, cada sessão tem que ser eficiente. Estresse, sono ruim e má alimentação reduzem drasticamente o resultado. “Eu resumo meu método no acrônimo FAIR: frequência- pequenas doses várias vezes por semana; alimentação- foco em proteína, hidratação e qualidade geral; intensidade, suficientemente calibrada para gerar adaptação; e repouso- sono e dias estratégicos de treino leve ou reduzido. A transformação não depende de equipamentos, academias cheias ou horas diárias, e sim de consistência, técnica e estímulos inteligentes. Quando o treino cabe na vida, ele acontece. E quando ele acontece, o corpo muda”, completa Kutianski. Mais informações sobre o especialista em calistenia, acesse: @fefokutianski.
Mark Farner’s American Band retorna ao Brasil em maio de 2026

Banda liderada por Mark Farner, um dos membros fundadores da lendária banda de southern rock Grand Funk Railroad, se apresenta em seis capitais brasileiras O vocalista e guitarrista Mark Farner, ex-integrante do Grand Funk Railroad, retorna ao Brasil em maio de 2026 com sua banda para uma série de seis apresentações que prometem reviver grandes clássicos do rock setentista. A turnê da Mark Farner’s American Band começa no dia 20 em Porto Alegre e segue por Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro. O repertório deve incluir os grandes sucessos da carreira do Grand Funk Railroad, além de faixas menos óbvias do riquíssimo catálogo da banda. A banda de apoio conta com músicos experientes que acompanham Farner há anos, garantindo uma performance fiel e energética. Os ingressos, que podem ser adquiridos pelo Clube do Ingresso, estão disponíveis com valores entre R$200 e R$1.700 (meet & greet), incluindo opções de meia-entrada solidária mediante doação de alimento. Porto Alegre (20/05, 19h, Teatro AMRIGS): https://www.clubedoingresso.com/evento/markfarner-portoalegre Curitiba (21/05, 19h, Tork n’ Roll): https://www.clubedoingresso.com/evento/markfarner-curitiba São Paulo (23/05, 17h30, Carioca Club): https://www.clubedoingresso.com/evento/markfarner-saopaulo Belo Horizonte (24/05, 17h30, Mister Rock): https://www.clubedoingresso.com/evento/markfarner-belohorizonte Brasília (26/05, 19h30, Toinha Brasil Show): https://www.clubedoingresso.com/evento/markfarner-brasilia Rio de Janeiro (27/05, 19h, Teatro Clara Nunes): https://www.clubedoingresso.com/evento/markfarner-riodejaneiro Mark Farner Natural de Flint, Michigan, Mark Farner é um dos fundadores e o principal compositor do Grand Funk Railroad, um dos nomes mais emblemáticos do rock n’ roll norte americano da década de 1970. Com uma sonoridade que misturava hard rock, soul e blues, a banda se destacou por sua energia ao vivo e por rivalizar em popularidade com titãs como Led Zeppelin. Após deixar o Grand Funk em 1998 por divergências criativas, Farner seguiu carreira solo e passou a incorporar temas espirituais em suas composições, refletindo sua conversão ao cristianismo nos anos 1980. Além da música, ele se engajou em causas sociais e mantém uma postura ativa em defesa de veteranos de guerra e agricultores. Aos 76 anos, continua em atividade com a Mark Farner’s American Band, levando aos palcos a mesma intensidade que marcou sua trajetória desde os anos 1960. Foto: Divulgação