Sócios do fenômeno Canto – Bar de Parrilla anunciam novo empreendimento em Curitiba
O Cantuca, novo brasero e bar da capital paranaense, será inaugurado oficialmente no próximo dia 28 de janeiro; casa será um verdadeiro “oásis” da carne na brasa “Somos adeptos da brasa forte e de processos no fogo. Uma casa que nasce da paixão de três amigos pelo churrasco e tudo que ele proporciona. As carnes? Raças Britânicas, Angus e Hereford escolhidas a dedo”. Com esse manifesto, os empresários Luís Otávio Pires, Matheus Sperandio e Silvio Mariz Neto acabam de anunciar o Cantuca Brasero & Bar, empreendimento gastronômico que tem tudo para conquistar os curitibanos e turistas apaixonados por carne de qualidade feita na brasa. Instalado na tradicional Saldanha Marinho, no ponto do antigo Seu Saldanha, o Cantuca será inaugurado oficialmente no dia 28 de janeiro. Mesmo funcionando em “soft opening” desde meados do último mês de dezembro, a casa já é um sucesso de público e promete ser uma das sensações de 2026 em Curitiba. O projeto conta com toda expertise dos empresários que atuam com muito destaque e excelência no mercado gastronômico curitibano, comandando, entre outros, o badalado Canto – Bar de Parrilla, empreendimento que revolucionou a Alameda Prudente de Moraes, na capital paranaense. “O Cantuca é o ‘irmão’ mais novo do Canto trazendo. Eles carregam a mesma essência e o mesmo amor pela brasa, pela carne preparada com excelência, pelo atendimento impecável e, principalmente, pela valorização das relações humanas. Queremos que nossas casas sejam sinônimo de satisfação. Para isso, ouvimos diariamente o nosso público e procuramos oferecer experiências únicas”, destaca Silvio Mariz Neto. Comer e beber No menu do Cantuca, comida de qualidade com preço justo, com destaque para as tabuas para compartilhar, entre elas a Tábua Braserito (R$ 170), que leva aproximadamente 300g de bife ancho, 300g de matambrito, 150g de linguiça de pernil, pão de alho da casa e batata frita palito ou legumada na brasa; e a Tábua Cantuca (R$ 224), que traz aproximadamente 300g de bife ancho, 500g de cupim, galeto e linguiça de pernil. Para levar os preparos a um nível de excelência, a casa conta com três estações de fogo para o preparo das carnes: parrilla, churrasqueira giratória com espeto e defumadora. A casa conta ainda com diversas outras opções, que passam pelas entradas (para começar), com destaque para o Pastrami Fries (R$ 45) e o Tio de Bao (R$ 59), preparados com pastrami, cupim e costela; pelos assados individuais ou compartilhados, entre eles T-bone, Assado de tira, Entranã à Provençal e Costela de cordeiro; pelos sanduíches exclusivos, como os saborosos de Pastrami clássico (R$ 59) e de Cupim (R$ 46); e pelas saladas, com destaque para a Salada Cantuca (R$ 39), uma releitura da salada Juliene, que leva alface, cenoura, tomate e palmito, finalizada com maionese de páprica artesanal, batata palha e queijo parmesão. “No cardápio do Cantuca, os clientes vão encontrar receitas que seguem a mesma linha de preparos do Canto. A diferença é que, pelo porte da casa, conseguimos oferecer uma quantidade maior de opções. Uma coisa é certa: o menu da casa vai surpreender positivamente aqueles que ainda não conhecem o nosso trabalho e, também, os clientes fiéis dos nossos outros empreendimentos”, ressalta Luís Otávio Pires. Como todo bom bar precisa de bebida de qualidade, o Cantuca caprichou da carta de drinks, doses e cervejas. São dezenas de opções para todos os gostos e bolsos, dos coquetéis autorais, como o Coltrane (R$ 33), que leva xarope de flor de sabugueiro, café espresso, geleia de pimenta de abacaxi, Amaro Olívia Sal e licor de avelã, aos clássicos Whisky Sour (R$ 33), Penicillin (R$ 31), Negroni (R$ 32), e Moscow Mule (R$ 29). Já no ousado menu de caipirinhas, servidas em compotas de 500ml (R$ 32), diversas opções irresistíveis: Clássicas – Limão taiti, maracujá ou morango, Tangerina com geleia de pimenta, Limão caipira, Iracema (maracujá e mel), Dois Limões (taiti, siciliano, hortelã e manjericão), Melancia, Uva com manjericão e Caju com limão. Ambiente e funcionamento Com capacidade para atender 106 pessoas sentadas, em ambientes externos e internos, o Cantuca tem o projeto arquitetônico assinado por André Henning, considerado uma das principais referências do Brasil na “arquitetura de negócios” e conhecido por projetos que unem arquitetura, cenografia, funcionalidade e narrativa. “Desde os primeiros esboços do projeto, buscávamos um espaço que fosse funcional, descontraído, confortável e que, antes de tudo, desse uma sensação de liberdade para o nosso público, com grandes áreas abertas, com muita luz e circulação de ar”, relembra Silvio, destacando o grande salão com balcão aberto e a parrilla visível para o público. Inicialmente, o Cantuca vai funcionar de terça a domingo, com programação de almoço e jantar. Durante as noites, a casa terá uma “pegada” de bar, com música ao vivo nas noites de quarta a sábado. Já para quem busca um almoço rápido nos intervalos dos dias corridos, a casa vai oferecer, além das opções fixas, um buffet de acompanhamento para as carnes assadas. “Queremos que o Cantuca seja um verdadeiro ‘oásis’ para quem busca uma experiência única ao redor da brasa. Do almoço diário a um encontro entre amigos, estaremos preparados para oferecer o melhor programa para o nosso público, passando por um vasto cardápio, carta de bebidas impecável, atendimento premium e muita música durante as noites, tudo isso potencializado por um ambiente confortável e descomplicado”, completa Matheus Sperandio. O Cantuca Brasero & Bar vai funcionar, a partir do dia 21 de janeiro, na Rua Saldanha Marinho (nº 2031). A casa abrirá as portas de terça a sábado, das 11h30 às 23h30, e aos domingos, das 11h30 às 19h. As reservas podem ser feitas no site www.cantucabrasero.com.br. Mais informações no perfil oficial no Instagram: @cantucabrasero.
Literatura e viagem: conheça locais do Brasil que foram cenário para livros famosos

Autores consagrados da literatura nacional têm em suas obras as cidades e regiões como personagens importantes de suas narrativas Ter a chance de caminhar pelas ruas descritas em um romance, atravessar paisagens que inspiraram poetas ou visitar cenários eternizados pela ficção: essa é uma das experiências mais enriquecedoras que unem leitura e viagem. Cada vez mais, leitores apaixonados buscam destinos que dialogam com suas obras favoritas, conectando-se ao território de maneira profunda, sensorial e afetiva. Entre as iniciativas que têm apostado na união entre literatura e viagem está a NomadRoots, produtora de viagens com conhecimento que, além de organizar viagens personalizadas, promove roteiros em pequenos grupos para destinos que inspiraram grandes obras. Alguns de seus itinerários já passaram por lugares como Salvador, Paraíba, Pantanal, Amazônia e o Parque Nacional Grande Sertão Veredas, oferecendo aos viajantes uma imersão profunda entre paisagem, memória e narrativa. “É uma vivência transformadora. Os livros ganham novas camadas quando visitamos os locais que os inspiraram. A leitura se mistura ao olhar e à vivência, e o entendimento das obras se aprofunda”, conta Paola Gulin, sócia fundadora da NomadRoots. Do sertão mineiro ao coração da Amazônia, passando pela capital paranaense e pelo litoral baiano, o Brasil abriga cenários que são tão protagonistas quanto os personagens que habitam as páginas da literatura nacional. Confira alguns destinos que marcam a literatura brasileira: Curitiba (PR) Conhecido como Vampiro de Curitiba, Dalton Trevisan é um dos mais importantes escritores do Brasil, tendo a capital paranaense como cenário de suas histórias. Falecido em 2024, colecionou prêmios como Jabuti, Camões, Machado de Assis e muito mais, consolidando sua escrita singular. “Novelas Nada Exemplares”, “Cemitério de Elefantes”, “O Vampiro de Curitiba” e a “A Polaquinha” são parte de seu acervo e traduzem uma Curitiba gélida, peculiar e muitas vezes, provinciana. Alguns dos locais que aparecem em seus livros incluem a Rua Ubaldino do Amaral, o bairro Alto da Glória, o centro de Curitiba e a Boca Maldita, ponto turístico que todo viajante precisa conhecer. A casa onde Trevisan morou, na esquina da Ubaldino do Amaral com a Amintas de Barros, se tornou um ponto turístico não oficial, com fãs visitando o local. Pantanal Localizado entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é repleto de histórias que fazem parte do imaginário do brasileiro, presente em novelas, livros e outras obras artísticas. O poeta cuiabano Manoel de Barros, um dos expoentes da região, foi a inspiração da NomadRoots para um roteiro. Manoel de Barros em o “Livro de Pré-Coisas: Roteiro para uma Excursão Poética no Pantanal” e seus poemas e textos autobiográficos, como “Memórias Inventadas”, têm o Pantanal como pano de fundo, destacando as belezas e as particularidades de quem habita a região. Amazônia Um dos maiores escritores vivos do Brasil é Milton Assi Hatoum, com relatos contemporâneos da história. Seus livros venderam mais de 400 mil exemplares no Brasil e foram traduzidos em dezessete países, como a Itália, os Estados Unidos, a França e a Espanha. A Amazônia sempre está presente, em romances como “Relato de um Certo Oriente”, “Dois Irmãos”, “Cinzas do Norte” e “Órfãos do Eldorado”. A destruição da região é outra constante, relatada em poemas como “O Fim que Se Aproxima”. Salvador (BA) O baiano Jorge Amado é um dos autores mais traduzidos do Brasil, além de deter o título de escritor com o maior número de adaptações para o cinema, teatro e televisão. Um dos marcos da teledramaturgia brasileira, “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, leva sua assinatura, além de outros clássicos, como “Tieta”, “Gabriela Cravo e Canela”, entre outros. Várias obras de Jorge Amado se passam em Salvador, incluindo “Mar Morto”, “Jubiabá”, “Bahia de Todos os Santos” e “O País do Carnaval”. Suas obras retratam o dia a dia da cidade, explorando a cultura e história. Vale do Urucuia (MG) A obra “Grande Sertão Veredas” é emblemática, um marco da literatura nacional e lusófona. A história se passa no sertão do norte e noroeste de Minas Gerais, mais especificamente na região do Vale do Urucuia. O livro também inclui partes de Goiás e Bahia, envolvendo as nascentes do rio Urucuia e áreas próximas ao Rio São Francisco. O livro é um romance experimental modernista e sua primeira capa teve a assinatura do também consagrado artista Poty Lazarotto. A história versa sobre o jagunço Riobaldo, também conhecido como Tatarana ou Urutu-Branco, revelando o sertão. Em maio de 2002, o Clube do Livro da Noruega, entidade que congrega editores noruegueses, incluiu Grande Sertão: Veredas em sua lista dos cem melhores livros de todos os tempos — único brasileiro entre 100 escritores de 54 países. Na divisa de Minas Gerais com a Bahia foi criado o Parque Nacional Grande Sertão Veredas, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, uma homenagem a Guimarães Rosa, que revela aos viajantes um pouco do universo do autor. Porto Alegre (RS) Érico Veríssimo tornou por meio da sua escrita simples e direta um dos autores mais populares do Brasil. É dele os clássicos “Olhai os Lírios do Campo”, “Noite” e o “O Tempo e o Vento”, que inclusive foi transportado para a televisão. O Rio Grande do Sul é a sua paixão e Porto Alegre é o cenário de algumas de suas histórias. Em “Noite”, parques, igrejas e o Centro da capital gaúcha são narrados e despertam no leitor a vontade de conhecer de perto estes locais. Para quem desejar sentir um pouco de Porto Alegre, “Noite” virou filme e a sob direção de Gilberto Loureiro, tendo Paulo Cesar Pereio, Otávio Augusto e Nelson Dantas nos papéis principais, recebeu os prêmios de melhor filme, melhor ator (Pereio), melhor ator coadjuvante (Otávio Augusto) e Prêmio Especial do Juri, no Festival de Gramado. Paraíba e Pernambuco Um dos maiores intelectuais brasileiros é Ariano Suassuna, autor da emblemática obra “O Auto da Compadecida”, que virou filme e série, além dos consagrados “‘Romance d’A Pedra do Reino” e o “Príncipe do Sangue do
Tim-tim, verão: Maria Eugênia lança nova carta com drinks

Um brinde ao verão! É isto que propõe o Restaurante Maria Eugênia com sua nova carta de drinks. Ela apresenta uma seleção de onze novos coquetéis que chegam para refrescar a estação mais quente do ano, com destaque para releituras mais arejadas de grandes clássicos da coquetelaria e, também, versões da caipirinha com frutas tropicais. Assinada pela equipe de bartenders do Maria Eugênia, que tem à frente o mixologista Gian Victor, a carta recriou clássicos da coquetelaria inserindo toques autorais, referências ao espaço e conceito do restaurante, ingredientes refrescantes, leveza e preocupação com a sustentabilidade. “Trouxemos novas formas de se ver e beber os clássicos, com um toque todo especial do Maria Eugênia, com aromas e sabores silvestres, especiarias, frutas e herbáceos que exaltem a essência do verão”, conta Gian. Homenagens Os nomes dos novos drinks fazem referência às receitas homenageadas. O Sex on the Jungle, por exemplo, é uma releitura do Sex on the Beach. “Mantivemos a base alcoólica — vodka, licor de pêssego e suco de laranja — mas substituímos o xarope de grenadine pelo nosso xarope artesanal de frutas vermelhas, que traz a pegada selvagem e silvestre do Maria Eugênia”, conta Gian, lembrando que a natureza do bosque é um dos destaques da casa. O Strawberry Mojito, por sua vez, é uma nova versão do Mojito, um clássico do século XVI que evoluiu ao longo dos anos. “No Maria Eugênia, damos um toque especial: infusionamos a hortelã-menta no rum Bacardi, intensificando o frescor. Substituímos o xarope simples pelo xarope artesanal de morango, que adiciona um toque tropical e silvestre — perfeito para os dias quentes de verão”, completa o bartender. Já o Yellow Bird foi inspirado no clássico havaiano Mai Thai. Leva rum Bacardi, suco e xarope de maracujá e um toque de amaretto, que traz um retrogosto envolvente e tropical. “Um drink vibrante, com o espírito das ilhas e o calor do verão brasileiro, ressalta Gian. O Passion Blonde recria o conhecido Maracujack, mas com uma identidade própria. “Substituímos a base por Johnnie Blonde, usamos xarope artesanal de maracujá e completamos com refrigerante citrus. O destaque é a nossa espuma de maracujá artesanal, que fez sucesso num outro drink autoral nosso, o Poseidon, e agora brilha neste cardápio”, aponta o bartender. Nome curioso Com um nome tão divertido como curioso, o drink da legítima coquetelaria de boteco brasileira “Água de Valeta”, que ganhou este nome por conta da cor turva, foi homenageado no sofisticado Stream Water, ou Água do Riacho, em português. Combina brandy de Jerez (conhaque), Amaro, xarope de capim-limão e limão-siciliano, finalizado com água tônica em copo alto. “Um equilíbrio entre o amargo, o cítrico e o herbal”, define o Bartender. Outro ícone de balcões pelo mundo afora, o Dry Martini foi o ponto de partida conceitual para a elaboração do Sweet Herbs. Combina vodka infusionada com hortelã e menta, xarope de tangerina e erva-doce, e vermute extra dry. É finalizado com um toque de limão e água com gás, para uma leveza perfeita. Mais brasileiro Completando os novos autorais, o Green Grass buscou referências em diferentes clássicos. Traz o xarope de capim-limão como protagonista, junto com o chá matcha, que dá cor e complexidade. A base alcoólica vem da vodka infusionada com hortelã-menta, e o toque tropical é garantido pelo suco de limão e abacaxi. Para fechar a nova carta, o drink mais brasileiro de todos não poderia ficar de fora, e por isso recebeu um tributo: a caipirinha. Quatro sabores chegam para tropicalizar ainda mais a carta: caju, jambu, abacaxi e tangerina. Restaurante Maria Eugênia Endereço: Rua Capitão Antônio Pedri, 408 – Santa Felicidade, Curitiba – PR Reservas pelo WhatsApp: (41) 99788-0080 Horários: Jantar de quarta-feira a sábado, das 19h às 23h30; almoço na sexta-feira (do meio-dia às 16h) e sábados e domingos (das 11h30 até às 16h). Instagram: www.instagram.com/restaurantemariaeugenia/ Foto capa : Maria Eugenia – Foto Kauana Bechtloff
Alô Produção: curso Gratuito para músicos em Campo Mourão

Em janeiro e fevereiro será oferecido o curso gratuito “Alô Produção – Iniciação à Produção Cultural para Músicos” na Casa da Cultura de Campo Mourão (Av. Comendador Norberto Marcondes, 684, Centro). As aulas acontecem entre os dias 28 de janeiro a 06 de fevereiro, e serão ministradas por profissionais atuantes na cena cultural e musical do Paraná: Du Gomide (produção musical), Marcela Zanette (produção cultural), Rodrigo Milek (redes sociais) e Thatá Medeiros (currículo e portfólio). As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até 25 de janeiro pelo link: Alô Produção!. “Alô Produção – Iniciação à Produção Cultural para Músicos” é uma formação de 50 horas voltada especialmente para músicos que desejam profissionalizar sua carreira e ampliar seus conhecimentos na área de produção musical e cultural. A proposta é oferecer ferramentas práticas e estratégicas para que os participantes possam atuar de forma mais sólida e sustentável no mercado da música. O conteúdo inclui temas como produção musical (home studio, gravação, mixagem, masterização, distribuição), elaboração de projetos culturais, leis de incentivo, gestão de recursos, redes sociais e presença digital. As aulas acontecem diariamente, exceto sábado e domingo, na Casa da Cultura de Campo Mourão, sempre nos períodos da tarde (13h45 às 17h) e da noite (19h às 22h). O projeto que encerra em Campo Mourão, já passou pelas cidades de Umuarama, Pato Branco e Medianeira. “Alô Produção” foi aprovado pelo Edital Qualifica PR- Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná com recursos da política nacional Aldir Blanc de fomento à cultura – Ministério da cultura – Governo federal. Serviço: Alô Produção – Iniciação à Produção Cultural para Músicos – Campo Mourão Ministrantes: Du Gomide (produção musical), Marcela Zanette (produção cultural), Rodrigo Milek (redes sociais) e Thatá Medeiros (currículo e portfólio) Período: de 28 de janeiro a 06 de fevereiro de 2026. Horários: tarde (13h45 às 17h) e noite (19h às 22h) – exceto sábado e domingo. Local: Casa da Cultura de Campo Mourão (Av. Comendador Norberto Marcondes, 684, Centro) Inscrições abertas até 25 de janeiro pelo link: Alô Produção!. Carga horária: 50 horas. Classificação etária: 16 anos Mais informações: cursoaloproducao@gmail.com ou marcelazanette@gmail.com Mais informações e entrevistas: RB Escritório de Comunicação Marcela Zanette – Foto capa: Márcia Kohatsu
Conheça o Testarossa, bar do melhor bartender do Brasil inaugurado em Curitiba (PR)

Localizado no Centro da capital paranaense, o empreendimento mescla o charme da tradição com a criatividade de uma coquetelaria moderna e autoral – A capital paranaense brinda uma nova era da coquetelaria. De portas abertas ao público desde o último dia 28 de novembro, o Testarossa é o novo projeto idealizado por Ariel Todeschini, considerado o melhor bartender do país, campeão do World Class Brasil e nome entre os 20 melhores na etapa global do campeonato, realizada em Toronto, no Canadá. Na nova empreitada, Ariel tem como sócio João Pedro Pennacchi, empresário do setor de alimentos e distribuição. Com mais de uma década de experiência no mercado da coquetelaria, Ariel Todeschini acumula prêmios nacionais e internacionais, como o Coffee in Good Spirits e o próprio World Class Brasil, e agora apresenta um espaço que impulsiona Curitiba no mapa da coquetelaria contemporânea. “O Testarossa surge com o propósito de unir técnica, criatividade e hospitalidade em um ambiente que traduz o estilo ítalo-brasileiro de viver e celebrar”, destaca o bartenter. Localizado na Alameda Júlia da Costa (nº 551), no Centro da capital paranaense, o empreendimento homenageia a cultura ítalo-brasileira a partir de cinco pilares: design, comida, música, arquitetura e coquetéis. A casa adota o conceito HI-LO, que mistura texturas e contrastes em acabamentos rústicos, como cimento queimado e placas cimentícias, em harmonia com mármore brasileiro, madeira e couro. O resultado é um espaço elegante e acolhedor. A carta autoral traz novidades a cada estação, com criações que traduzem o olhar sensorial e narrativo de Ariel. Entre os destaques da casa estão o “Pesto Gimlet”, elaborado com gin, castanhas de caju e manjericão fresco; o “Parmegiano Sour”, que leva cachaça, Moscato Colheita Tardia, limão siciliano, mel, Aquafaba e Parmegiano Reggiano; o “Tiramisu Fizz”, feito com Scotch, Jerez Oloroso, avelã, limão siciliano, espresso, cumaru e leite; e o “Rabo de Galo”, clássico nacional reinterpretado com blend de cachaça da casa. As receitas expressam a fusão entre sabores tradicionais em interpretações modernas. “Cada coquetel nasce de uma história ou memória. Busco inspiração nas origens italianas, nas viagens ao redor do mundo e nas pessoas que cruzam o balcão. Tudo o que gera memória pode virar uma bebida”, ressalta Ariel. Já o menu de comidas valoriza a cultura brasileira de compartilhar, com porções servidas à mesa. Clássicos como tábua de frios e burrata dividem espaço com criações exclusivas, como sanduíches de focaccia e pipoquinhas de lasanha frita. Outro destaque do cardápio é a “Carne Cruda”, preparada com carne bovina crua temperada, amêndoas tostadas e gremolata, servida com uma seleção de pães. Segundo João Pedro Pennacchi, o Testarossa é concebido para valorizar o tempo e o momento de cada pessoa. “Elaboramos a casa com a finalidade de protagonizar quem nos prestigia. O espaço conta com um projeto de arquitetura assinado, uma cozinha com estrutura de ponta para garantir padrão de qualidade e uma logística de serviço pensada para ser ágil e respeitosa com o tempo dos clientes”, explica o empresário. O bar conta com cinco ambientes distintos que funcionam de forma integrada: balcão principal, sala de estar, mesão compartilhado, um espaço de memorabilia que celebra a trajetória da equipe e um jardim de inverno. Cada área convida a uma ocasião de consumo diferente, permitindo que o cliente se sinta à vontade em qualquer momento do dia. “Queremos que as pessoas se sintam em casa, vendo nossa história contada ali por meio de prêmios, memórias e momentos que nos trouxeram até aqui”, complementa Ariel. Para quem está de passagem, o Testarossa ainda oferece um janelão de serviço voltado para a rua, reforçando a proposta de acolher todos os públicos. “O Testarossa é mais do que um bar. É um espaço para a celebração do ato de saborear. Seja nas comidas, cafés ou coquetéis, buscamos enaltecer o momento de desfrutar. Queremos que cada instante seja uma oportunidade de conexão consigo mesmo ou com os demais presentes”, completa João. O Testarossa funciona na Rua Júlia da Costa (nº 551), no Centro de Curitiba (PR), de quinta a segunda, das 19h30 às 02h. Para mais informações, acesse o perfil oficial no Instagram: @otestarossa. Foto capa: Ariel_Todeschini_Foto de Ale Virgílio
Coluna do JUk – BUSINESS WOMAN janeiro de 2027

Camila e Daniele, a dupla que eleva o alto padrão imobiliário em Curitiba Camila Miranda: “Eu não consigo fechar um negócio sem pensar no médio e no longo prazo. Daniele Hallage: fortalecendo um método de trabalho estratégico e orientado por clareza comercial e leitura de oportunidades Curitiba vive um dos momentos mais aquecidos do mercado imobiliário de alto padrão. Com bairros estruturados, demanda estável e um público criterioso, a cidade se consolidou como uma das grandes praças do país. É nesse cenário que a Valsa Homes — comandada por Camila Miranda e Daniele Hallage, duas das maiores corretoras da capital paranaense — vem ganhando relevância em menos de dois anos de existência. O ESPAÇO BUSINESS WOMAN CWB obteve informações de que a marca, operada apenas pelas duas, sem equipe adicional, ultrapassaram 50 milhões de reais em VGV em 2025, o que as transformou nas principais corretoras do alto padrão na cidade. As cifras são o resultado de um trabalho focado, uma atuação técnica, transparente e orientada ao médio e ao longo prazo em regiões como Ecoville, Batel, Bigorrilho, Mercês, Juvêvê, Santa Felicidade, Campo Comprido, Cabral e Água Verde, consideradas por elas os bairros com melhor liquidez e experiência urbana. “O comprador do alto padrão não quer só o apartamento — quer o entorno funcionando”, afirmam. A trajetória das duas sócias é parte essencial do posicionamento da Valsa. Antes de criarem a marca, Camila e Daniele trabalharam em grandes imobiliárias por cerca de quatro anos e perceberam, ainda em uma negociação em conjunto, que compartilhavam a mesma visão de trabalho, baseada em relações sólidas, leitura técnica do produto e confiança. A afinidade se transformou em parceria e, mais tarde, em marca própria. A entrada da Pilar, maior proptech do alto padrão em valor transacionado no país, permitiu que a dupla focasse exclusivamente no cliente. “A gente sempre foi muito boa corretora, mas tinha receio de assumir outras áreas. Quando conhecemos a Pilar, vimos a solução. Além de nos conectar com uma rede super qualificada, eles assumem toda a parte operacional e nos deixam focadas no cliente”, explica Camila. Em pouco mais de um ano, a Valsa ganhou consistência, presença e reconhecimento no alto padrão curitibano. O diferencial está no repertório técnico que guia cada decisão e no cuidado com a tomada de decisão, sempre pensando no que faz sentido para o cliente. “Eu não consigo fechar um negócio sem pensar no médio e no longo prazo. Se um imóvel está acima do preço, a gente fala. A gente não quer que ele faça só um negócio com a gente, mas vários”, reforça Camila. O desempenho da Valsa Homes tem esse comando Camila Miranda, sócia-fundadora da Valsa Homes, construiu sua carreira na área acadêmica, atuando como professora universitária e pesquisadora antes de migrar para o mercado imobiliário. Viveu em Lyon, na França, experiência que contribuiu para sua formação pessoal e profissional. No setor imobiliário, passou por uma grande imobiliária e desenvolveu um olhar analítico, técnico e centrado na compreensão do produto e das necessidades do cliente. Já Daniele Hallage, sócia-fundadora da Valsa Homes, iniciou sua trajetória como profissional de comunicação e marketing em grandes corporações, onde desenvolveu habilidades sólidas de relacionamento, análise e negociação. Posteriormente, migrou para o mercado imobiliário e atuou em imobiliárias de destaque, fortalecendo um método de trabalho estratégico e orientado por clareza comercial, leitura de oportunidades e construção de vínculos consistentes com clientes. Por outro lado, a Pilar, fundada em 2021 e em operação desde 2022, lidera o alto padrão imobiliário de São Paulo e Curitiba, impulsionando uma ampla rede de corretores com tecnologia e conectando compradores pelo portal exclusivo PilarHomes. A proptech detém o maior portfólio de imóveis de alto padrão em São Paulo e Curitiba, com mais de 30 mil anúncios, 200 imobiliárias parceiras e mais de 700 corretores especialistas. Mais do que oferecer ferramentas, a Pilar promove uma cultura de parceria, na qual os corretores atuam como protagonistas da experiência do cliente e verdadeiros aliados na construção de jornadas de compra mais qualificadas e eficazes.
Olhar de Cinema abre inscrições para a 15ª edição

Cineastas podem inscrever seus curtas e longas-metragens no Festival Internacional de Curitiba até o dia 26 de fevereiro. 15ª edição ocorre de 4 a 13 de junho O Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba anunciou que estão abertas as inscrições para a sua 15ª edição. Os interessados em participar de um dos mais importantes eventos dedicados ao cinema independente do Brasil, podem inscrever suas produções até o dia 26 de fevereiro pelo site oficial www.olhardecinema.com.br. Serão aceitos curtas e longas-metragens de todos as tipologias e gêneros, inéditos no Brasil. “O Olhar de Cinema segue com o seu compromisso de fortalecer e valorizar a sétima arte independente, por meio de uma curadoria diversa em linguagens, perspectivas e em origens”, comenta Antonio Gonçalves Jr, diretor geral do Olhar de Cinema. O Festival Internacional de Curitiba é composto por diferentes mostras, sendo as Mostras Competitivas, divididas entre produções brasileiras e internacionais; a Mostra Exibições Especiais, que destaca o cinema mundial e também filmes brasileiros não inéditos; a Mostra Novos Olhares, dedicada a filmes com diferentes e inventivas propostas estéticas; a Mirada Paranaense, voltada a cineastas paranaenses e filmes feitos no Paraná; Olhar Retrospectivo, que destaca um grande nome do cinema mundial e algumas de suas produções; a Olhares Clássicos, com um panorama de obras que marcaram a história do cinema; a Mostra Pequenos Olhares, com filmes direcionados ao público infantil; além dos longas de Abertura e Encerramento. Em 2025, o Olhar de Cinema bateu recorde de público, por mais um ano, reunindo mais de 32 mil pessoas e mais de 120 exibições de curtas e longas-metragens, consolidando o evento como um dos maiores do país. Agora, em sua 15ª edição, o Festival Internacional de Curitiba se prepara para celebrar 15 anos de história, com ampliação em sua programação, que vai de 4 a 13 de junho. Novas informações sobre a 15ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba serão anunciadas por meio do site: www.olhardecinema.com.br, assim como pelas redes sociais oficiais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema ; Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema; Tik Tok: @olhardecinema; X/Twitter: @Olhardecinema_. Serviço: Inscrições 15º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba Data: até 26 de fevereiro pelo www.olhardecinema.com.br 15º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba Data: 4 a 13 de junho Site oficial: www.olhardecinema.com.br Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema Tik Tok: @olhardecinema, X/Twitter: @Olhardecinema_ Produção: Grafo Audiovisual Foto capa: Abertura do Olhar de Cinema 2025 na Ópera de Arame – Cred Lina Sumizono
Curitiba ganha casa de shakes saudáveis e lanches proteicos

O The Bar integra alimentação equilibrada, cardápio assinado por nutricionista e ambiente de convivência para ampliar a proposta de saúde física e mental A tendência que une bem-estar, alimentação saudável e experiências de convivência segue ganhando força no Brasil. Espaços de wellness, antes focados exclusivamente em práticas físicas, agora ampliam seus serviços ao incorporar a gastronomia como parte essencial da jornada de autocuidado. Na The House, essa integração se concretiza por meio do The Bar, um espaço de gastronomia criado para oferecer opções nutritivas, saborosas e alinhadas ao estilo de vida de quem busca saúde física, equilíbrio e boa convivência. Projetado como ponto de encontro para clientes e visitantes, o The Bar vai além do conceito tradicional de “lanchonete”. O cardápio é assinado pela nutricionista Thaís Petillo e reúne preparações autorais que combinam frescor, funcionalidade e prazer gastronômico. “O conceito nutricional do The Bar nasce da minha trajetória na nutrição e da convicção de que o equilíbrio é a base de uma vida saudável. A proposta foi unir qualidade nutricional, sabor e praticidade para a rotina de quem se movimenta”, explica a nutricionista. Inserido em um ambiente de atividade física, o desenvolvimento do menu seguiu princípios específicos, como o aporte adequado de proteínas para recuperação e ganho de massa muscular, carboidratos estratégicos para fornecer energia de forma eficiente e micronutrientes essenciais para a performance. “Vitamina E das oleaginosas, magnésio e zinco do cacau, além do potássio da banana, foram pensados de forma intencional e estão concentrados principalmente na nossa linha de shakes”, destaca Thaís. Entre os mais pedidos, estão os shakes criados para diferentes moods do dia. Segundo a nutricionista, o The Boost foi pensado para o início da manhã ou momentos de maior demanda de energia, combinando café espresso, cacau e canela, além de gorduras boas do leite de amêndoas e da pasta de amendoim, promovendo energia sustentada e saciedade. Já o The Unicorn chama atenção pela spirulina azul, superalimento rico em proteínas, vitaminas, minerais e antioxidantes, que contribui para uma alimentação funcional e ainda proporciona uma experiência visual diferenciada. “O The Berries é o carro-chefe e representa com fidelidade a proposta do espaço. A combinação de frutas vermelhas garante alto teor antioxidante, enquanto a banana nanica oferece dulçor natural, cremosidade e potássio, mineral fundamental para a função muscular e prevenção de fadiga”. Ela complementa ainda que o preparo leva iogurte natural, tâmara e whey protein. Além dos shakes, o menu inclui pizzas saudáveis, lanches leves e outras preparações. A pizza low carb, rica em proteínas, surge como opção prática para o pós-treino, enquanto as coxinhas feitas com massa de batata-doce oferecem carboidrato complexo de baixo índice glicêmico, auxiliando na performance e na recuperação muscular. “Cookies sem glúten e com perfil proteico completam a experiência. A ideia é transformar a alimentação em parte essencial da experiência de bem-estar, com escolhas conscientes e viáveis para o cotidiano”, resume Thaís. Além do cardápio Mais do que um espaço gastronômico, o The Bar integra a infraestrutura da The House, criada com a proposta de reunir um ecossistema completo de wellness em um só lugar. O espaço abriga aulas de Spincycle, referência mundial em condicionamento físico com duas modalidades exclusivas, além de áreas pensadas para diferentes momentos da rotina, como cabines de call, mesas de co-working e ambientes internos e externos voltados para encontros e pausas estratégicas. A proposta se completa com a The Clinic, dedicada à saúde e ao atendimento personalizado com profissionais de diferentes especialidades, como nutricionistas e psicólogos, e com o The Spa by Recovery Pro Esporte, voltado a terapias, recuperação física e equilíbrio. “O resultado é um ambiente multifuncional que conecta movimento, nutrição, saúde, socialização e bem-estar em um único lugar”, conclui Thomas Rodrigues, sócio e idealizador do espaço. A The House funciona na Avenida Vicente Machado, nº 1046, região central de Curitiba. Mais informações nos perfis oficiais do empreendimento no Instagram: @thehouseclubbr e @spincyclecuritiba.
Regulação da inteligência artificial no trabalho entra no centro das políticas públicas globais

Avanço acelerado da IA pressiona governos a criar regras para proteger direitos sem comprometer a inovação – O uso crescente da inteligência artificial no ambiente de trabalho e em decisões que afetam a sociedade tem obrigado governos de diferentes países a priorizarem a criação de marcos regulatórios para a tecnologia. O debate envolve riscos, oportunidades e o equilíbrio entre inovação, segurança jurídica e proteção de direitos. Inicialmente restrita a ambientes experimentais, a IA passou a influenciar processos decisórios em áreas como contratação, crédito, saúde, logística e atendimento ao consumidor, ampliando seu impacto direto sobre pessoas e organizações. Segundo Fabio Tiepolo, fundador da StaryaAI, empresa que tem como objetivo capacitar organizações e auxiliá-las a transformar operações e decisões com agentes de IA orquestrados com governança, do dado à decisão, a urgência da regulação está relacionada à maturidade da tecnologia. “A IA deixou de ser experimental e passou a impactar decisões reais sobre pessoas, trabalho e direitos. Quando uma tecnologia ganha escala antes das regras, o risco sistêmico cresce. Com isso, entidades governamentais entenderam que precisam agir agora para evitar danos difíceis de reverter no futuro”, afirma. A ausência de regras claras, especialmente no ambiente de trabalho, pode gerar efeitos negativos relevantes. Entre os principais riscos estão a discriminação algorítmica, a opacidade nas decisões automatizadas, a precarização das relações laborais e a perda de confiança entre trabalhadores e empresas. “Sem regras, a IA pode reforçar vieses, automatizar injustiças e gerar insegurança jurídica tanto para trabalhadores quanto para empresas”, diz Tiepolo. Dados de mercado reforçam a dimensão do tema. De acordo com relatório do Fórum Econômico Mundial, cerca de 23% dos empregos globais devem sofrer transformações significativas até 2027 em função da automação e da IA, enquanto a McKinsey estima que até 70% das empresas no mundo já utilizam algum tipo de inteligência artificial em suas operações. Esses números ampliam a pressão por políticas públicas que orientem o uso responsável da tecnologia. Para Tiepolo, o caminho passa por regulações baseadas em risco. “Nem toda IA precisa do mesmo nível de controle. Sistemas de alto impacto, como os que afetam emprego, renda ou acesso a benefícios, devem ter exigências mais rígidas de transparência, auditoria e responsabilização, sem travar a inovação de baixo risco”, explica. Ele destaca ainda que a automação tende a substituir tarefas, e não profissões inteiras, desde que acompanhada de políticas de requalificação profissional. Os primeiros impactos das novas legislações devem ser sentidos por setores intensivos em dados e decisões automatizadas, como tecnologia, serviços financeiros, saúde, recursos humanos, call centers, logística e seguros. Nesses segmentos, a IA já influencia processos críticos e decisões que afetam diretamente indivíduos e consumidores. No contexto brasileiro, Tiepolo avalia que o país avançou no debate, mas ainda enfrenta desafios. “O Brasil precisa evoluir na capacitação técnica do setor público, na clareza de papéis regulatórios e na integração com a LGPD. A boa notícia é que podemos aprender com os erros e os acertos de outros países”, afirma. “A construção de uma regulação eficaz depende do equilíbrio entre sociedade civil, empresas e academia, com diálogo contínuo e base técnica sólida”, completa o especialista. Sobre a StaryaAI Fundada em 2024, a StaryaAI tem como objetivo capacitar organizações e auxiliá-las a transformar operações e decisões com agentes de IA orquestrados com governança, do dado à decisão, proporcionando eficiência, personalização e impacto humano em cada interação. Para mais informações acesse: https://starya.ai/. Foto capa: Sigmund-unsplash