TITÃS CELEBRAM 40 ANOS DO DISCO “CABEÇA DINOSSAURO” EM CURITIBA 

“No sábado, dia 18 de julho, a turnê faz uma escala na capital paranaense para apresentação inédita no Igloo Super Hall”.   Os Titãs chegam a Curitiba no sábado, dia 18 de julho com a turnê que celebra 40 anos do disco ‘Cabeça de Dinossauro’. Lançado em 1986, o álbum é considerado um dos mais importantes do rock nacional e marcou a trajetória do grupo. Com realização da 30e e apresentada pelo Itaú Unibanco, a turnê fez a estreia em São Paulo e já passou por Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Com realização local da Prime, a apresentação inédita na capital paranaense acontece no Igloo Super Hall (R: Dino Bertoldi, 740), novo espaço para shows e eventos que integra o complexo da Arena Jockey Eventos. A casa abre às 19h e o show têm início às 21h. A turnê ‘Titãs – Cabeça de Dinossauro 40 anos’, com Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto, promete revisitar não somente o repertório do álbum, mas também outras canções que fazem parte da trajetória da banda. Os ingressos estão à venda pela plataforma www.eventim.com.brcom valoresa partir de R$87,50 (meia-entrada), de acordo com o setor. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. PISTA – R$175,00 (inteira)/ R$87,50 (meia-entrada) / ÁREA VIP – R$275,00 (inteira)/ R$137,50 (meia-entrada) / BISTRÔ (cada bistrô acomoda 6 pessoas sem cadeiras e o espaço está localizado em frente ao palco com banheiros exclusivos) –  R$365,85 (por pessoa).***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. INGRESSO SOCIAL – doadores de 1kg de alimento não-perecível, possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento e as doações serão recebidas por entidades específicas a serem cadastradas e definidas. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.        Sonoridade marcante O disco é considerado um dos principais trabalhos transformadores da banda, já que rompeu padrões, desafiou o conservadorismo e traduziu o espírito de um país em transição. Na época, o Brasil reaprendia o significado de liberdade após duas décadas de censura e autorismo da ditadura militar. O Brasil tentava reaprender o significado de liberdade depois de duas décadas de censura e autoritarismo, e o álbum virou o retrato cru de uma geração inconformada. Quatro décadas depois, em um país novamente atravessado por polarização e intolerância, o grito de Cabeça Dinossauro volta a soar necessário e atual. É essa força de expressão — de resistir, de questionar e de pensar opresente — que os Titãs Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto pretendem reacender com a turnê “Titãs – Cabeça Dinossauro 40 anos”, que tem estreia marcada para 28 de março de 2026, no Espaço Unimed, em São Paulo, em uma realização da 30e, maior companhia de entretenimento ao vivo do país, e apresentado pelo Itaú.  “Cabeça Dinossauro marcou a nossa carreira e a história do rock nacional, não há como negar. Inventamos ali o nosso vocabulário – riffs fortes, vocais gritados, letras sintéticas e precisas, etc. Isso, somado à temática das canções, deixou uma marca profunda na nossa trajetória”, conta Sérgio Britto. Tony Bellotto comemora o acontecimento. “É emocionante celebrar um álbum que permanece atual depois de 40 anos”. “Cabeça Dinossauro, Pança de Mamute, Espírito de Porco’. Dessa pequena e poderosa letra composta em 1986 nasceu o título de um dos álbuns mais lembrados e celebrados da nossa história. Cabeça Dinossauro está fazendo 40 anos e é com imenso prazer que comemoraremos com nosso público essa data tão especial”, completa Branco Mello. Lançado em meio ao processo de redemocratização do Brasil, Cabeça Dinossauro foi um divisor de águas. O país tentava se reencontrar após duas décadas de ditadura, enfrentando uma crise econômica e social profunda. Em um cenário em que a democracia ainda era uma promessa frágil, os Titãs lançaram um álbum que abordava censura, fé, violência e poder com uma crueza inédita. Com faixas como “Polícia”,“Igreja”, “Bichos Escrotos” e “AAUU”, a banda confrontou a hipocrisia e o autoritarismo de uma sociedade em busca de identidade. Produzido por Liminha, Vitor Farias e Pena Schmidt, o trabalho se destacou pelo som agressivo, pela estética minimalista e pelas letras que ecoavam o grito de uma juventude que queria ser ouvida. A recepção da crítica foi explosiva. Cabeça Dinossauro foi descrito como “violento”, “áspero” e “revolucionário” por jornais e revistas da época. Adjetivos que, longe de reduzir sua potência, o consagraram como um marco da cultura nacional. Décadas depois, o álbum figura em praticamente todas as listas dos maiores álbuns da história do rock brasileiro e permanece atual em sua mensagem de inconformismo. O espetáculo terá direção de Otávio Juliano, profissional renomado que também assinou o show do Titãs Encontro e trabalhou com nomes importantes da música brasileira, entre eles Caetano Veloso e Maria Bethânia. SERVIÇO: TITÃS – Turnê “Cabeça de Dinossauro 40 anos” Realização tour:30e e Itaú Unibanco QUANDO: 18 de julho de 2026 (sábado)   LOCAL: Igloo Super Hall/Jockey Club do Paraná (R: Dino Bertoldi,740, Tarumã)    HORÁRIO: Abertura: 19hs / Início do show: 21h VALORES: a partir de R$87,50 (meia-entrada), de acordo com o setor. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.  PISTA – R$175,00 (inteira)/ R$87,50 (meia-entrada); ÁREA VIP – R$275,00 (inteira)/ R$137,50 (meia-entrada); BISTRÔ (cada bistrô acomoda 6 pessoas sem cadeiras e o espaço está localizado em frente ao palco com banheiros exclusivos) – R$365,85 (por pessoa).***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer.       INGRESSO SOC Fotos: Pedro Dimitrow  

Inverno musical no Jokers

O inverno continua com muita música no Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico). A programação começa com a tradicional Terça Celta, que traz o HyBrazil (14) numa noite de música medieval. Na quinta-feira (16), a onegirl band Luana Cardoso apresenta grandes sucessos do pop-rock no formato voz, percussão e violão. Sexta-feira (17) tem a noite Rock n’Blues com duas bandas de Curitiba: Great Scott (blues) e Jack Flash (rock). E no sábado (18) acontece a Mega Ritz, encontro dos DJs Mitay, Patricktor4 e Insano Dan, numa experiência retrô-futurista fazendo uma viagem sonora pelos hits dos anos 1990, 2000 e 2010. Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora este ano 25 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351. No Jardim de Inverno da casa está aberta ao público a exposição “Era Uma Vez no Contestado” com obras do quadrinista André Caliman que revisita a Guerra do Contestado, conflito ocorrido entre 1912 e 1916 na divisa entre Paraná e Santa Catarina.     A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.     Confira a programação até o dia 18 de julho: TERÇA 14 JUL, 20 horas – Terça Celta. Hy Brazil – Músicas típicas do folclore celta e medieval. Entrada gratuita. QUARTA 15 JUL, 20 horas – Happy Hour. QUINTA 14 JUL, 20 horas – Luana Cardoso – Apresentação da Onegirl band que apresenta seu projeto tocando pop-rock no formato voz, percussão e violão. Entrada gratuita. SEXTA 17 JUL, 22 horas – Rock n’Blues. Show com duas bandas de Curitiba: Great Scott (blues) e Jack Flash (rock). Ingressos R$20. – a partir das 20 horas. SÁBADO 18 JUL, 22 horas – Mega Ritz. Encontro dos DJs Mitay, Patricktor4 e Insano Dan, numa experiência retrô-futurista fazendo uma viagem sonora pelos hits dos anos 1990, 2000 e 2010. Ingressos antecipados R$30 (1º lote) pelo site: www.sympla.com.br/evento/megaritz-na-jokers. Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

Na sala 7 de MON, Bienal de Curitiba discute os limites do futuro

“Algoritmos do Humano: Imagem e Novas Presenças” e “Tecnologias da Natureza: Arte, Ciência e Futuros Sustentáveis” aproxima artistas de diferentes países para investigar como algoritmos, ecologia e tecnologias ancestrais transformam nossa forma de existir Curitiba, julho de 2026 | A inteligência artificial já produz imagens, interpreta comportamentos e interfere em decisões cotidianas. Ao mesmo tempo, a emergência climática obriga a repensar a relação entre desenvolvimento tecnológico e preservação ambiental. Na Sala 7 do MON, a 16ª Bienal Internacional de Curitiba, esses dois movimentos se encontram pela perspectiva da arte contemporânea. A Bienal prossegue até 15 de novembro, ocupando vários espaços do MON (incluindo o Olho) e de outras instituições culturais de Curitiba e Santa Catarina. Reunindo duas exposições – “Algoritmos do Humano: Imagem e Novas Presenças” e “Tecnologias da Natureza: Arte, Ciência e Futuros Sustentáveis” – o espaço transforma o conceito curatorial LIMIARES em uma experiência concreta, aproximando inteligência artificial, ancestralidade, ciência, ecologia e novas formas de imaginar o futuro. “LIMIARES propõe habitar as zonas de transição, onde fronteiras entre humano e máquina, natureza e tecnologia deixam de ser fixas para abrir espaço a novas formas de convivência”, afirmam as curadoras Adriana Almada e Tereza de Arruda. Reunindo artistas brasileiros e internacionais, a Sala 7 demonstra como essas transformações impactam diferentes culturas, mas convergem em inquietações comuns: quem produz as imagens que consumimos? Como preservar a biodiversidade em uma era de automatização? O que permanece humano quando máquinas passam a criar, interpretar e decidir? Na primeira exposição, “Algoritmos do Humano”, fotografia, vídeo, pintura, escultura e inteligência artificial ampliam as possibilidades da imagem contemporânea. Fernando Aidar utiliza conceitos da microbiologia e sua ancestralidade em uma escultura em cerâmica que tensiona natureza e tecnologia; Carlos Amorales transforma a máscara em metáfora dos algoritmos que moldam relações sociais; Panmela Castro cria pinturas inspiradas nos sonhos narrados por uma inteligência artificial; Mayara Ferrão utiliza IA para reconstruir histórias de afeto apagadas pelo colonialismo; Tom Lisboa investiga as subjetividades produzidas por chatbots; Jaqueline Duhr revela os vieses dos sistemas biométricos; Alessandra Bergero revisita seu próprio arquivo fotográfico com ferramentas de inteligência artificial; enquanto Joseca Yanomami apresenta narrativas visuais que preservam cosmologias indígenas resistentes às interferências tecnológicas. Se a primeira mostra investiga as tecnologias produzidas pelos seres humanos, a segunda inverte a perspectiva. “Tecnologias da Natureza” parte da ideia de que os próprios ecossistemas carregam formas sofisticadas de inteligência e organização. Obras de Giselle Beiguelman, Armarinhos Teixeira, Jack Holmer, Sunjeong Hwang e Kira Xonorika reuniem pesquisa científica, robótica, inteligência artificial, visualização de dados e conhecimentos ancestrais para refletir sobre biodiversidade, preservação ambiental e coexistência. Em vez de opor natureza e tecnologia, os artistas demonstram como ambas podem atuar como formas complementares de compreender o mundo. O resultado é uma sala em permanente estado de diálogo. Algoritmos convivem com cosmologias indígenas; esculturas em cerâmica encontram sistemas digitais; plantas invasoras dialogam com inteligência artificial; organismos microbiológicos dividem espaço com imagens produzidas por máquinas. Neste mix de possibilidades, a Sala 7 convida o visitante a imaginar futuros possíveis. Um futuro em que tecnologia e natureza deixem de representar polos opostos para constituírem novas formas de conhecimento, sensibilidade e existência. A 16ª Bienal Internacional de Curitiba é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal – Do lado do povo brasileiro, MON, MAC Paraná e Paraná Festival – Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) – Governo do Paraná. Apoio: Fundação Cultural de Curitiba (FCC) – Prefeitura de Curitiba. Acompanhe pelos sites www.16bienaldecuritiba.org, www.curitibaartweek.com e pelas redes sociais no Instagram @bienaldecuritiba @cubic.bienal e @curitibaartweek, no Facebook @bienaldecuritiba, no Linkedin @bienaldecuritiba e no Tik Tok @bienaldecuritiba SOBRE A BIENAL DE CURITIBA I A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba é um dos principais eventos de arte da América Latina e uma plataforma de referência para a produção e o pensamento contemporâneo. Realizada desde 1993, ocupa museus, galerias e espaços públicos com uma programação que reúne exposições, performances, instalações e ações educativas. Com forte vocação para o diálogo internacional, a Bienal conecta artistas de diferentes países e promove encontros entre produção local e global. Ao longo de sua trajetória, já recebeu nomes como Marina Abramović, Julio Le Parc, Louise Bourgeois, Anish Kapoor e Cildo Meireles. Além do circuito expositivo, destaca-se pelo impacto cultural e educativo, com programas de formação e ampliação de acesso à arte. Em sua última edição presencial, reuniu mais de um milhão de visitantes, consolidando Curitiba como um polo relevante no circuito internacional da arte contemporânea. Serviço: 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES Sala 7 I Museu Oscar Niemeyer (MON) –  Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba Exposições Algoritmos do Humano: Imagem e Novas Presenças Tecnologias da Natureza: Arte, Ciência e Futuros Sustentáveis Curadoria Adriana Almada e Tereza de Arruda Visitação Até 15 de novembro de 2026 Ingressos R$ 36 (inteira) R$ 18 (meia-entrada) Gratuito Quartas-feiras e no último domingo de cada mês. Mais informações @bienaldecuritiba www.16bienaldecuritiba.org Foto capa: Sala7_MON_foto: Amabili Gomes