Brazza 41 lança cardápio especial de happy hour

Um dos novos endereços para saborear carnes assadas em Curitiba, a steakhouse Brazza 41 lança um cardápio especial de happy hour. De terça a sexta-feira, das 17h às 20h, o menu reúne porções, hambúrgueres e bebidas com preços promocionais para aproveitar o fim da tarde e o início da noite. Ideais para compartilhar, as porções abrem o cardápio com opções tradicionais e especialidades da casa. Entre as sugestões estão a mandioca frita, acompanhada de maionese da casa e cebolinha, e a batata frita, ambas por R$ 25. A batata também pode receber uma porção adicional de queijo cheddar e bacon por mais R$ 9,90. O cardápio traz ainda tulipa assada, servida com molho de alho e óleo (R$ 30); torresmo acompanhado de limão à francesa e pimenta biquinho (R$ 30); e polenta frita finalizada com queijo parmesão e cebolinha (R$ 32). Já a porção com seis minipastéis, nos sabores carne, queijo, pizza ou misto, sai por R$ 16. Preparados na parrilla, os hambúrgueres aparecem no happy hour em duas versões. O X-Burger combina hambúrguer, maionese da casa e queijo prato (R$ 23). Já o Choripan Brazza é preparado com linguiça Blumenau, queijo muçarela, picles de cebola-roxa e maionese (R$ 27). Para brindar o fim do dia, a seleção de bebidas inclui chopes e caipirinhas com preços especiais. A Caipirinha Brazza, preparada com cachaça, limão e açúcar, custa R$ 19 e pode ser pedida nos sabores limão, morango ou abacaxi. A bebida também pode ser feita com gin, vodca, rum, saquê ou Steinhäger, mediante acréscimo de R$ 4. O chope de 400 ml sai por R$ 13, enquanto o chope black, oferecido conforme a disponibilidade, custa R$ 16.     Churrascaria Brazza 41 Endereço: Av. Nossa Senhora Aparecida, 582 – Seminário, Curitiba – PR Happy hour: de terça a sexta-feira, das 17h às 20h. Horário de funcionamento: de terça a quinta-feira, das 11h30 às 22h30; sexta-feira e sábado, das 11h30 às 23h30; domingo, das 12h às 16h. Reservas e informações: (41) 3209-0095 Instagram : www.instagram.com/brazza41steak     Foto capa: Caipirinha – foto Fellipe Ferraz

Curitiba recebe “G20 da gastronomia” e abre inscrições para evento gratuito em 8 de novembro

Programação aberta ao público reunirá chefs brasileiros e internacionais no Memorial de Curitiba para discutir gastronomia, sustentabilidade, identidade e o futuro da alimentação    Estão abertas as inscrições gratuitas para “Gastronomia, Identidade e Transformação”, evento aberto ao público que integra o XVI International Council Meeting do Basque Culinary Center (BCC) e será realizado no dia 8 de novembro, no Memorial de Curitiba. Conhecido como uma espécie de “G20 da gastronomia”, o encontro internacional chega pela primeira vez ao Paraná e reunirá chefs e especialistas para compartilhar conhecimento e debater temas como sustentabilidade, biodiversidade, cultura alimentar, inovação e transformação social. Os ingressos gratuitos podem ser reservados pela plataforma Sympla. A participação mediante inscrição garante acesso ao setor reservado do Palco Principal e à área de Cozinha ao Vivo, ambos com capacidade limitada. A programação reunirá chefs, pesquisadores, produtores, empreendedores e especialistas em atividades de intercâmbio e debates sobre os desafios e as oportunidades relacionados ao futuro da alimentação. A programação completa e eventuais atualizações estarão disponíveis no site do Basque Culinary Center. Ao abrir parte das atividades do International Council à população, o encontro no Memorial de Curitiba aproxima algumas das principais referências da gastronomia contemporânea de profissionais do setor, estudantes, pesquisadores, produtores e demais interessados no tema. Ao longo do dia, serão realizadas palestras, mesas-redondas e outras atividades que abordarão sustentabilidade, saúde, criatividade, identidade cultural, biodiversidade, território e os caminhos da alimentação nas próximas décadas. Entre os nomes previstos na programação do Palco Principal estão Joxe Mari Aizega, Manu Buffara, Joan Roca, Trine Hahnemann, Elena Reygadas, Dominique Crenn, Ángel León, Michel Bras, Narda Lepes, João Rodrigues, Alex Atala e Josh Niland. O evento também terá o anúncio do vencedor da 11ª edição do Basque Culinary World Prize, além de mesas-redondas dedicadas à gastronomia social e aos desafios atuais da cozinha brasileira. A programação é preliminar e está sujeita a alterações. A agenda contará ainda com demonstrações práticas na Cozinha ao Vivo, conduzidas por chefs brasileiros de diferentes regiões do país. Entre os participantes previstos estão Felipe Cavalcanti, Saulo Jennings, André Saburó, Léo Paixão, Rafael Costa e Silva, Fred Caffarena, Manu Ferraz, Bianca Mirabili, Ivan Ralston, Tássia Magalhães e Eneko Izcue. Pedro Soares e Rodrigo Bellora também integram a programação, com horários em fechamento. As apresentações irão explorar ingredientes, técnicas e histórias ligadas às origens dos alimentos, ampliando o debate sobre a relação entre gastronomia, produção, biodiversidade e cultura alimentar. Outro destaque será a Rua das IGs, dedicada a produtores com Indicação Geográfica do Paraná e do Sul do Brasil. No espaço, os visitantes poderão conhecer produtos, participar de degustações e comprar diretamente dos produtores, além de compreender a relação desses alimentos com a identidade, os saberes e as características de suas regiões de origem. O acesso à Rua das IGs e à exposição será livre, sem necessidade de inscrição. “Receber o International Council do Basque Culinary Center no Paraná é uma oportunidade de mostrar ao mundo a riqueza do nosso território, da nossa biodiversidade e das pessoas que constroem a gastronomia brasileira diariamente. Queremos promover um encontro que gere conexões, compartilhe conhecimento e fortaleça a gastronomia como instrumento de transformação social”, afirma Manu Buffara, chef brasileira e integrante do International Council do Basque Culinary Center. A realização do encontro no Paraná insere Curitiba na agenda internacional de discussões promovidas pelo Basque Culinary Center sobre gastronomia, sustentabilidade, inovação e sistemas alimentares. “A iniciativa também cria uma oportunidade para apresentar a chefs e especialistas de diferentes países a biodiversidade, os ingredientes, os produtores e os saberes associados à cultura alimentar brasileira”, completa Manu Buffara. SERVIÇO Gastronomia, Identidade e Transformação – XVI International Council Meeting Paraná 2026 Data: 08/11/2026 Horário: das 9h às 16h Local: Memorial de Curitiba Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 79 – São Francisco – Curitiba (PR ) Entrada: gratuita Ingressos: gratuitos e obrigatórios para acesso ao setor reservado do Palco Principal e à área de cozinha ao vivo; vagas limitadas Rua das IGs e exposição: acesso livre, sem necessidade de ingresso Inscrições: Sympla https://www.sympla.com.br/ evento/xvi-international- council-meeting-parana-2026- gastronomia-identidade-e- transformacao/3555895? referrer=bcc.coezo.com.br& referrer=bcc.coezo.com.br Mais informações: https://bcc.coezo.com.br/   Sobre o Basque Culinary Center O Basque Culinary Center constitui um ecossistema único onde educação, inovação, pesquisa e empreendedorismo coexistem com o objetivo de desenvolver e impulsionar a gastronomia, entendida como o conhecimento fundamentado sobre o que comemos e como preparamos os alimentos. Sua missão é baseada em valores como paixão, inovação, compromisso com a excelência e responsabilidade social. Desde sua fundação, em 2011, em Donostia-San Sebastián, essa instituição pioneira vem desenvolvendo sua visão de Gastronomia 360º por meio de diversas iniciativas de grande impacto. Atualmente, o Basque Culinary Center consolidou-se como um projeto de alcance internacional, composto pela Faculdade de Ciências Gastronômicas; pelo GOe – Gastronomy Open Ecosystem, onde talento, conhecimento e inovação convergem para promover uma alimentação saborosa, saudável e sustentável, contribuindo para a construção de um futuro mais delicioso; e pelo EDA Drinks & Wine Campus, uma iniciativa voltada ao fortalecimento do setor de vinhos e bebidas por meio da educação, pesquisa, inovação e apoio ao empreendedorismo. Sobre Manu Buffara Manu Buffara é uma das chefs mais influentes da gastronomia contemporânea. Reconhecida pela cozinha autoral e pelo compromisso com a sustentabilidade, lidera o restaurante Manu, em Curitiba, e as iniciativas do Instituto Manu Buffara. Seu trabalho valoriza a biodiversidade brasileira, os ingredientes sazonais e os produtores locais, conectando tradição, afeto e inovação. Ao longo da carreira, recebeu importantes reconhecimentos nacionais e internacionais, tornando-se referência na promoção da cultura alimentar brasileira.       Foto capa: Reunión Consejo Japón

Michel Teló, César Menotti & Fabiano e João Bosco & Vinícius celebram a nostalgia do sertanejo universitário em Curitiba

Primeira edição do Festival Tempo Bom reúne os três artistas em um único show, com mais de três horas de duração, no Complexo Durival de Britto   Michel Teló, César Menotti & Fabiano e João Bosco & Vinícius vão dividir o mesmo palco em um encontro inédito na estreia do Festival Tempo Bom. Pela primeira vez, os três artistas cantarão juntos em um único show, que será realizado no dia 11 de outubro, véspera de feriado, no Complexo Durival de Britto, em Curitiba. Com mais de três horas de duração, o show foi pensado para levar o público de volta a uma das fases mais marcantes do sertanejo universitário: o período entre 2005 e 2015, quando o gênero ganhou força em todo o país e uma série de músicas passou a fazer parte da trilha sonora de festas, viagens, encontros e histórias de uma geração. A proposta do Festival Tempo Bom é justamente revisitar essa época ao lado dos artistas que ajudaram a construir essa memória. Em um único espetáculo, Michel Teló, César Menotti & Fabiano e João Bosco & Vinícius compartilharão o palco e o repertório, criando uma experiência diferente dos formatos tradicionais de shows individuais. O repertório reúne sucessos que atravessaram os anos e permanecem presentes na memória do público, como “Fugidinha”, “Ai Se Eu Te Pego”, “Leilão”, “Caso Marcado”, “Chora, Me Liga” e “Insegurança”. São músicas que marcaram uma fase de transformação do sertanejo e ajudaram a consolidar o gênero como um dos principais movimentos da música brasileira na década de 2000 e início dos anos 2010.   Artistas cantando juntos A reunião dos três artistas é o principal diferencial do Festival Tempo Bom. O público acompanhará uma noite construída a partir da interação entre os músicos, com repertório compartilhado e sucessos que fazem parte da trajetória de cada artista. A ideia é proporcionar uma experiência de nostalgia, mas também mostrar a força de músicas que continuam atravessando gerações. A produção também conta com a experiência de Ivan Miyazato, um dos principais empresários e produtores do sertanejo no Brasil, que integra a equipe responsável pelo festival. “Queremos criar uma noite que tenha a dimensão dos grandes encontros. São artistas que carregam músicas que atravessaram gerações e que ainda hoje despertam lembranças muito fortes. O Tempo Bom nasce para reunir esse público e proporcionar a oportunidade de viver novamente essa época ao lado dos artistas que fizeram parte dela”, destaca João Gilberto Abrão, sócio da CWB Brasil. A venda de ingressos para o Festival Tempo Bom está aberta na plataforma Blueticket. As informações e novidades sobre o evento estão disponíveis nos perfis oficiais no Instagram: @cwbbrasil e @festivaltempobom.

Paixão pelo fogo vira negócio e coloca carnes na brasa no centro da experiência em Curitiba

Grupo Canto transforma interesse dos sócios pelo churrasco em operações dedicadas à parrilla, com diferentes técnicas de fogo, cortes de raças britânicas e experiências que chegam também ao delivery   O que começou como uma paixão pelo churrasco e pelos encontros ao redor da brasa se transformou em um negócio gastronômico que tem o fogo como elemento central. Em Curitiba, o Grupo Canto reúne operações dedicadas à cultura da parrilla e à preparação de carnes, com propostas que valorizam cortes de qualidade, diferentes técnicas de fogo e uma experiência construída em torno da gastronomia. Comandado pelos empresários Luís Otávio Pires, Matheus Sperandio e Silvio Mariz Neto, o grupo é responsável pelo Cantuca Brasero & Bar e pelo Canto Bar de Parrilla. As casas trabalham com carnes de raças britânicas, como Angus e Hereford, preparadas em diferentes métodos, entre eles parrilla, churrasqueira giratória e defumação. A trajetória do grupo também passa pela mudança de carreira dos sócios, como é o caso de Silvio Mariz Neto, que deixou o mercado financeiro para transformar a relação com o churrasco em um empreendimento. A ideia era levar para o negócio a mesma atmosfera dos encontros entre amigos em torno do fogo, criando espaços em que a carne e a brasa ocupassem papel central. “Durante muitos anos trabalhei no mercado financeiro, mas percebi que queria construir algo que tivesse mais conexão com a minha paixão de verdade. A brasa sempre esteve presente na minha vida, nos encontros com amigos, na forma de receber as pessoas. O Grupo Canto nasceu justamente dessa vontade de transformar essa paixão em negócio, criando lugares onde a experiência vai muito além da comida”, destaca Silvio Mariz Neto, sócio fundador do Grupo Canto.     Experiência do público com a parrilla  No Cantuca Brasero & Bar, a parrilla está integrada ao salão e faz parte da experiência do público. O projeto arquitetônico, assinado por André Henning, foi pensado para aproximar cozinha e salão, com áreas abertas, iluminação natural e o fogo visível durante o preparo dos pratos. A casa trabalha diferentes possibilidades para a carne, que vão dos cortes preparados diretamente na parrilla a processos de cocção lenta e defumação. O pastrami é um dos exemplos: produzido artesanalmente, passa por um processo de 14 dias entre cura, defumação e cocção lenta. A carne também aparece em receitas que fogem do formato tradicional de prato. Entre os destaques estão o sanduíche de cupim, com carne desfiada, cogumelos salteados, queijo e maionese da casa no pão baguete (R$ 46), e o sanduíche de costela, servido com cebola caramelizada, rúcula e queijo (R$ 44). Agora, parte dessa experiência também pode ser levada para casa. O Cantuca acaba de iniciar sua operação no iFood, com uma seleção de sanduíches preparados na brasa, opções com pastrami, carnes e acompanhamentos. A plataforma também reúne combos e a batata chips produzida na própria casa.     Mulher no comando do fogo A cozinha do Cantuca tem ainda uma presença que chama atenção em um segmento historicamente associado aos homens: Shirlei Batista está à frente da parrilla da casa. Natural do interior de São Paulo, Shirlei chegou a Curitiba sem uma profissão definida, formou-se cozinheira pelo Senac, cursou Gastronomia e também é bacharel em História pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Hoje, lidera as operações de fogo da casa em dias de grande movimento e integra a nova geração de profissionais que ajudam a ampliar a presença feminina nas cozinhas especializadas em carnes. O Cantuca Brasero & Bar funciona na R. Saldanha Marinho, 2031 , de terça a sábado, das 11h30 às 23h30, e aos domingos, das 11h30 às 19h. Reservas pelo site www.cantucabrasero.com.br . Mais informações: @cantucabrasero. O Canto Bar de Parrilla fica na Alameda Prudente de Moraes e funciona como opção para almoço e happy hour. Mais informações: @cantobardeparrilla.       Foto capa: Albori / Cantuca-Brasero-e-Bar

Roteirista de “Ilhados com a Sogra” apresenta masterclass gratuita no FRIACA

  Terceira edição do Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba ocorre de 10 a 13 de setembro. Programação inteiramente gratuita reúne grandes nomes do mercado audiovisual, como a roteirista de séries, documentários e realities, Jessica Reis Com o objetivo de promover conexões, trocas e aprimorar conhecimentos no desenvolvimento de roteiros de produtos audiovisuais, o FRIACA – Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba chega com sua terceira edição. De 10 a 13 de setembro, o Cine Passeio e a Cinemateca de Curitiba recebem o evento, que ocorre em formato presencial, reunindo roteiristas, produtoras, distribuidoras, alunos e professores de cinema, assim como profissionais e amantes da área do audiovisual. Na programação deste ano, estão confirmados o autor Gustavo Reiz, um dos grandes destaques nas artes cênicas do Brasil, com a masterclass “Microdrama – Entendendo a Revolução Vertical”, apresentando um panorama sobre as principais características do microdrama e suas diferenças de outros formatos. Reiz é um dos precursores do microdrama no Brasil, sendo responsável pela adaptação do sucesso internacional “Encontrei um marido bilionário e sem-teto para o Natal”, que já ultrapassou 180 milhões de visualizações no ReelShort. Além disso, o autor ainda assina seis produções originais para o Globoplay. A roteirista de séries, documentários e realities, Jessica Reis, também participa da edição. Ela apresenta o seminário “Roteiro de Reality Shows: Como escrever o imprevisível?”, em que explora o papel do roteirista, a construção de formatos, personagens e conflitos, abordando a estruturação de episódios e os desafios de transformar acontecimentos reais em narrativa. Reis é roteirista do popular programa “Ilhados com a Sogra” que atuou como diretora criativa de “Terceira Metade”. O diretor André Fischer, que é criador e diretor do Festival MixBrasil de Cultura e Diversidade e Doutorando e Mestre em Imagem e Som pela UFSCar, também integra a programação com a masterclass “Quem faz cinema queer? Cannes, Brasil, IA e as condições de uma autoria dissidente”, em que debate sobre a autoria do cinema queer, demonstrando como essa linguagem se reflete em tensões estruturais do filme, independente do orçamento ou da origem da produção. O encontro aborda ainda o impacto ambivalente da inteligência artificial generativa no audiovisual, que introduz novas formas de dependência, filtro e controle, mas, ao mesmo tempo, democratiza o acesso técnico para realizadores historicamente excluídos. André Araújo, diretor do aclamado longa-metragem “Feito Pipa”, que foi premiado em Berlim e no Festival de Cinema de Gramado, é outro importante nome na programação. Araújo compartilha os caminhos de construção do roteiro, desde a ideia inicial até o último tratamento, abordando a criação de personagens, do universo criativo, as escolhas de ponto de vista e os desafios de uma história atravessada pela infância, pelo território e pela experiência queer. Outro nome confirmado na terceira edição do FRIACA é o do Pedro Faissol, que promove uma masterclass que passeia pelos quatro reinos do drama – tragédia, comédia, farsa e melodrama, indo da Grécia Antiga ao Cinema Contemporâneo, passando pela noção de trágico no cinema, pelo melodrama clássico hollywoodiano, pelas esquetes farsescas e pelo cinema de comédia. O roteirista e diretor André Hayato Saito, vencedor do prêmio Grande Otelo, na categoria Ficção, apresenta uma masterclass em que compartilha sua trajetória e metodologias sobre a passagem do curta ao longa-metragem. A diretora, roteirista e produtora Luísa Giesteira, que atua como agente de talentos off-screen da Atena Agenciamento Artístico, participa com um bate-papo sobre como funciona a curadoria de talentos, projetos e a parceria do cotidiano. A cineasta Caroline Biagi apresenta uma masterclass que entra na estrutura do curta-metragem, seus diferenciais e possibilidades, discutindo sobre as possibilidades de abordagens da  produção como espaço de construção narrativa e experimentação. Outro grande nome confirmado é de Jeff Pugsley, que atua à frente da área de distribuição da Imagem Filmes na América Latina. Ele apresentará um panorama de atuação da distribuidora independente de alcance internacional e multiplataformas, abordando ainda formatos e perfis de projetos de interesse e caminhos da distribuição para roteiristas no mercado audiovisual. Além das masterclasses, a programação do FRIACA ainda conta com uma oficina com o roteirista e consultor de filmes e séries Henrique dos Santos. O Mestre em Cinema e Vídeo pela Universidade Estadual do Paraná abordará a logline como uma ferramenta essencial para a construção narrativa e para a apresentação de projetos audiovisuais. O diretor geral do Festival de Roteiro Audiovisual de Curitiba, Eduardo Calegari, participa também com o workshop de Pitchings, abordando elementos, recursos e estruturas de base para uma boa apresentação de projetos. Confira a programação completa: 10 de setembro Local: Cine Passeio 18h30 – Abertura oficial – Apresentação dos 10 trabalhos do FRIACA LAB 2026 – Speed Pitching Bate-papo: Agenciamento de roteiristas – Perguntas e respostas com Luisa Giesteira, da Agência Atena 11 de setembro Local: Cine Passeio 14h – Masterclass: “Microdrama – Entendendo a Revolução Vertical”, com Gustavo Reiz (Sala Valêncio Xavier) 14h – Workshop de Pitchings: “O que não pode faltar no seu pitching: estudos e prática” – com Eduardo Calegari (Sala de Cursos) 16h – Masterclass: “Roteiro de Reality Shows: Como escrever o imprevisível?, com Jessica Reis (Sala Valêncio Xavier) 16h – Oficina: “Logline | Peça de construção narrativa – estudo teórico e prático da logline”, com Henrique dos Santos (Sala de Cursos) 18h – Exibição do curta-metragem “Amarela”, de André Gayato Saito (Sala Valêncio Xavier) 18h30 – Masterclass: “Do Curta ao Longa”, com André Hayato Saito (Sala Valêncio Xavier) 12 de setembro Local: Cine Passeio 11h – Palestra: “Os 4 reinos do Drama: Tragédia, Comédia, Farsa e Melodrama”, com Pedro Faissol (Sala Valêncio Xavier) 14h- Masterclass: “Quem faz cinema queer? Cannes, Brasil, IA e as condições de uma autoria dissidente”, com André Fischer (Sala Valêncio Xavier) 14h – Palestra: “Escrita de roteiros para iniciantes. Primeiros passos da narrativa audiovisual”, com Luísa Melara (Sala de Cursos) 16h – Conversa sobre o panorama da Imagem Filmes, distribuição e os caminhos para projetos, com Jeff Pugsley (Sala Valêncio Xavier) 16h – Palestra: “A estrutura do curta-metragem: diferenciais e possibilidades”, com Carol Biagi (Sala de Cursos) 18h – Masterclass: “Feito Pipa: O Desenvolvimento do Roteiro do filme consagrado em Berlim e Gramado”, com André Araújo (Sala Valêncio Xavier) 13 de setembro Local: Cinemateca de Curitiba 14h – Painel: FRIACA CONVIDA – Diretores de Festivais abrem o jogo A importância dos Festivais na Cultura – Curadoria,

Clima de mar embala o feriado em Curitiba

O gastrobar Nacional Bar & Mar terá programação especial e promoções para embalar o feriadão. Na terça-feira (8/9), Dia da Padroeira de Curitiba, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, a casa funcionará do meio-dia às 23h55. Durante todo o período, uma seleção de vinhos será vendida com 30% de desconto, enquanto o chope Heineken sairá de R$ 15 por R$ 10,99. Na segunda-feira, 7 de setembro, a casa estará fechada. No fim de semana que antecede os feriados, funcionará nos horários normais: sábado, do meio-dia às 23h55, e domingo, do meio-dia às 17h. Recém-inaugurado no Batel, o Nacional Bar & Mar combina a inspiração do litoral, o clima descontraído de bar e o cuidado gastronômico de restaurante para apresentar um cardápio completo. Além de mais de 30 opções de petiscos, com destaque para camarão e polvo na brasa, oferece cerca de 20 pratos principais, entre individuais, compartilháveis e infantis. Entre os individuais, brilham receitas que mesclam influências brasileiras, mediterrâneas e europeias. Fazem parte do cardápio opções como o Arroz com Frutos do Mar, preparado com lula, camarões, vôngole e mariscos; o Polvo na Brasa; e o Peixe do Dia na Brasa com risoto de limão-siciliano. A seleção inclui ainda pratos com bacalhau e talharim com frutos do mar. Na seção de pratos para compartilhar, predominam os sabores inspirados no litoral brasileiro. O cardápio apresenta opções como Moqueca de Peixe e Moqueca Mista — esta preparada com peixe, camarão-rosa, lula, polvo e mariscos —, além de Bobó de Camarão-Rosa e Peixe do Dia na Brasa. Neste último, o protagonista é o pescado mais fresco disponível, que pode variar entre tainha, olhete, anchova, olho-de-cachorro, robalo e carapau. Os peixes são servidos com arroz de castanhas, vinagrete, farofa e pirão. Os preços variam de R$ 179 a R$ 289, enquanto as moquecas e o bobó saem entre R$ 179 e R$ 279. National Bar & Sea Endereço: Rua Comendador Araújo, 731 – Batel, Curitiba – PR Horários: de terça a quinta-feira, das 18h às 23h55; sexta-feira, das 17h às 23h55; sábado, do meio-dia às 23h55; domingo, do meio-dia às 17h. Informações e reservas pelo WhatsApp: (41) 98509-5998 Instagram : www.instagram.com/nacionalbaremar   Nacional Bar e Mar – fotos Xuulioo

“Colagem Continuada” reúne 19 artistas em nova exposição da Bienal de Curitiba

Nova mostra na Sala Adalice Araújo, na SEEC, apresenta obras que partem da colagem como forma de pensamento. Com isso, aproximam imagens, materiais, histórias e diferentes gerações da produção contemporânea.   Curitiba, agosto de 2026 | Como nomear algo que é uma novidade mas sempre esteve aqui? Recortar, aproximar, sobrepor, deslocar, justapor, aglutinar. Uma imagem tirada de seu contexto encontra outra; um fragmento aparentemente sem importância ganha novo sentido quando muda de lugar; tecidos, papéis, fotografias, pinturas e referências de tempos distintos passam a compartilhar uma mesma superfície. É desse princípio, tão simples quanto radical, que parte “Colagem Continuada”, nova exposição da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES, que inaugura dia 17 de setembro, às 17 horas, n a Sala Adalice Araújo, espaço da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) que integra as sedes do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná). Com curadoria de Jhon Voese e Mário de Alencar, a mostra reúne 19 artistas e expande a ideia de colagem para além de uma técnica artística. Aqui, colar também significa aproximar pessoas, pensamentos, referências e modos de fazer. A própria construção da exposição é entendida pelos curadores como uma operação de montagem: artistas que já desenvolviam suas pesquisas encontram obras produzidas em outros momentos, pessoas entram no projeto ao longo do percurso e novas relações aparecem justamente porque elementos inicialmente separados passam a conviver. “O ato de curar uma exposição aqui é encarado como um ato de colagem”, escreve Jhon Voese no texto curatorial. “Colagem é o impacto fulminante do passado com o futuro”, escreve Mário de Alencar completando. Para eles, uma mostra também nasce dessa sucessão de encontros: “A ideia que se justapõe a outra e que faz nascer um projeto”, ou “A colagem não começa, e a colagem nunca termina. A colagem continua…” A exposição apresenta trabalhos de Alexandre Cruz Sesper, Alysson Mazzochin, Ana Camargo, André Bergamin, Annette Skarbek, Arnaldo Baptista, Bia Franzolin, Bomju Coelho, Castrenhos (Gabriel Castro), Dedé Ribeiro, Emerson Persona, Guilherme Lepca, Joana de Lima, Juan Pablo Mapeto, Lucas Fier, Marilene Ropelato, Mário de Alencar, Moira Lacowicz e Yara Osman. Embora reunidos pela colagem, os artistas não obedecem a uma fórmula única. A força da mostra está na multiplicidade de procedimentos. Papel encontra tecido; imagens extraídas de enciclopédias ou ilustrações antigas são deslocadas, transferidas e transformadas; recortes adicionam volume à pintura; restos, rasgos e sobras deixam de ser descarte para assumir protagonismo. Em outros trabalhos, é a própria associação entre imagens e ideias que funciona como colagem. Essa diversidade também impede que o gênero seja reduzido à sua aparência mais conhecida. Colagem não é simplesmente recortar uma figura e colocá-la sobre outra superfície. É um modo de pensar por aproximações, rupturas e recombinações. Uma imagem pode esconder parcialmente outra sem apagá-la; materiais carregam suas próprias memórias; aquilo que estava destinado a desaparecer reaparece ocupando uma posição completamente diferente. Colagem são as sobras do almoço dentro de um pote plástico. Colagem é a revista recortada, a fita cassete copiada, o filme pirateado, a farofa de domingo e a roupa velha costurada. A história da colagem acompanha alguns dos momentos mais transformadores da arte moderna e contemporânea. Picasso e os cubistas incorporaram fragmentos da vida cotidiana às obras; os dadaístas fizeram do corte e da montagem instrumentos de crítica; artistas como Hannah Höch utilizaram imagens da imprensa para desmontar e reconstruir visualmente a sociedade de seu tempo. Mais tarde, procedimentos semelhantes atravessariam o Fluxus, a pop art e inúmeras experiências que dissolveram as fronteiras entre pintura, fotografia, objeto, palavra e vida cotidiana. Os curadores recuperam essas referências sem transformá-las em uma genealogia rígida. Duchamp, Picasso, Matisse e Hannah Höch aparecem em seu texto ao lado de artistas brasileiras e de experiências posteriores justamente porque a própria história da arte também pode ser percebida como uma colagem. São ideias que se acumulam, se contradizem, são retomadas e modificadas. No Brasil, essa lógica encontra terreno particularmente fértil. Os curadores mencionam um universo “articulado, colado por Rosanas, Reginas e Lygias”, evocando uma produção que historicamente desafiou separações entre objeto e experiência, arte e cotidiano, matéria e participação. “A colagem não para, a colagem só cresce, o de cima esconde o que o de baixo tece”, parafraseia Voese. Ao que de Alencar completa: “Seria ela uma técnica que surge diante dos excessos visuais e do lixo gráfico criados pela Revolução Industrial? Talvez uma ferramenta conceitual fabricada pelos modernistas para remover o verniz de seriedade da arte. Ou possivelmente algo muito mais ancestral e onipresente na cultura humana: um gatilho para a apropriação daquilo que vem de fora, um mecanismo para transformar o outro naquilo que é nosso”. Nesse ponto que a exposição encontra LIMIARES, conceito da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba. Se esta edição investiga fronteiras em transformação entre humano e tecnológico, material e imaterial, natureza e cultura, passado e futuro, a colagem opera naturalmente nessas zonas intermediárias. Uma fotografia antiga torna-se material contemporâneo. O retalho carrega a memória do tecido ao mesmo tempo em que integra outra composição. Uma imagem perde sua função original e passa a produzir novos sentidos. Cada fragmento permanece sendo aquilo que era e, simultaneamente, torna-se outra coisa ao entrar em relação com os demais. “Quando iniciei eu tinha uma ideia, mas a ela foram sendo coladas novas”, afirma Voese. “É impossível ter uma ideia que não seja fruto de uma colagem daquilo que se tinha e daquilo que veio”. Alencar reflete: “Porque, no fim das contas, essa é a pergunta que precisamos responder: qual o papel da colagem brasileira, pautada na antropofagia vanguardista e no caldeirão de misturas que é nossa cultura, para a arte contemporânea? A resposta é fácil, contudo: Colagem é aquilo que chamarmos de colagem”. A 16ª Bienal Internacional de Curitiba é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal – Do lado do povo brasileiro, MON, MAC Paraná e Paraná Festival – Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) – Governo do Paraná. Apoio: Fundação Cultural de Curitiba (FCC) – Prefeitura de Curitiba. Patrocínio: Aurora Coop. Acompanhe pelos sites

Festival Cultural de Primavera da Bodebrown agita feriadão com cinco dias de programação

Cerveja artesanal, rock, folclore, gastronomia e muita diversão esperam toda a família num evento que vai movimentar Curitiba no feriadão. Com todos esses ingredientes, a cervejaria Bodebrown realiza, desta sexta-feira (4/9) até terça-feira (8/9), a edição 2026 do seu Festival Cultural de Primavera. Serão cinco dias de atrações, aproveitando o feriado prolongado que reúne o Dia da Independência do Brasil e o dia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. A programação reúne 16 bandas e atrações musicais, oito grupos folclóricos, exposição de veículos clássicos e mais de 40 rótulos de cerveja. As atividades tomam conta da fábrica e também do trecho da Rua Carlos de Laet na altura do número 1.015 — via já rebatizada carinhosamente de “Rua da Cerveja”. A entrada é gratuita. Um grande palco coberto instalado no meio da rua — que será fechada para o trânsito de veículos —, além de tendas, mesas, cadeiras, área kids, bar em contêiner e dezenas de chopeiras, se integrarão aos espaços da fábrica, como o bistrô, a loja e a área de alimentação coberta. Para evitar filas, o público pode adquirir combos de cervejas pelo site da Bodebrown: https://loja.bodebrown.com.br/ Os festivais sazonais da cervejaria são uma tradição que completa 11 anos em 2026. A proposta é fomentar a cultura local, como explica o CEO da Bodebrown, Samuel Cavalcanti. “Criamos nossos festivais para celebrar a arte, não apenas a cervejeira, mas também a música, o folclore e as etnias que formam Curitiba”, afirma. Rock e danças típicas O palco recebe uma programação que vai da música e dança folclórica aos clássicos do rock. Na sexta-feira (4/9), a abertura do festival fica por conta da Kiss Experience, que sobe ao palco às 18h interpretando os grandes sucessos da banda norte-americana Kiss. No sábado (5/9), a programação começa às 10h, com o Jazzbop CWB. Na sequência, apresentam-se o Black Sabbath Cover (12h) e o Grupo Japonês Wakaba Taiko (14h). Às 15h, o grupo japonês retorna ao palco para um encontro especial com o Iron Maiden Cover, que prossegue com seu show a partir das 15h30. O Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro Santa Felicidade se apresenta às 17h, e o encerramento do dia será com o AC/DC Cover, às 18h. No domingo (6/9), a Confraria do Vinil abre as atividades às 10h. Depois, sobem ao palco o Rush Tribute (12h), o Grupo Folclórico Italiano Anima Dantis (14h), a banda Judas Priest Tributo (15h), o Grupo Folclórico Ucraniano Poltava (17h) e o Slipknot Tributo (18h). Na segunda-feira (7/9), feriado da Independência do Brasil, a programação começa às 10h com uma exposição de tuk-tuks, Vespas e Lambretas. No mesmo horário, acontece a Blues Session, com tributo ao guitarrista Stevie Ray Vaughan. As atrações prosseguem com Pearl Jam Tributo (12h), Grupo Folclórico Alemão Original Einigkeit Tanzgruppe (14h), System of a Down Tributo (15h), Grupo Folclórico Grego Neolea (17h) e Red Hot Chili Peppers Tributo (18h). Na terça-feira (8/9), feriado de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba, a música começa ao meio-dia com a banda Flash n’ Back. Em seguida, apresentam-se o Grupo Folclórico Siciliano Isola del Sole (14h), Candyman Club, com seu tributo ao pós-punk (15h), o grupo folclórico brasileiro CTB Querência Santa Mônica (17h) e a Silver Moon, com clássicos do hard rock dos anos 1980, às 18h. Comida e cervejas A cultura gastronômica de diferentes países também estará representada. Entre os destaques da praça de alimentação está o yakisoba preparado pela equipe de gastronomia da Associação Cultural Nikkei Curitiba. Seguindo uma receita tradicional japonesa, com carne bovina, frango e porco, o prato custará R$ 35 na porção individual. Outras marcas participantes são San Pietro Espetinhos, Studio Arte Pizzaria e Receitas de Lua Bolos e Doces. Já a Abadia St. Arnould, bistrô da Bodebrown, oferecerá batatas fritas ao estilo belga, carbonade flamande — carne ensopada na cerveja —, sanduíche de costela, empanadas argentinas, além de queijos, frios e outros produtos artesanais. E, para beber, não faltam opções. O público poderá escolher entre mais de 40 rótulos da Bodebrown, disponíveis em chope, growlers PET, latas e garrafas. Entre os destaques está a Run For Your Lives, sexta cerveja desenvolvida pela fábrica curitibana em parceria com o Iron Maiden. Tours pela fábrica, café da manhã cervejeiro durante o feriado e o final de semana, entre outras atrações, também integram a programação. Festival Cultural da Primavera de Bodebrown Quando: de sexta-feira (4/9) a terça-feira (8/9) entrada livre Endereço: Rua Carlos de Laet, 1015 – Hauer, Curitiba – PR     Festival Cultural de Primavera – fotos Maycon Cavalcante

Consumidor busca experiência além do café e transforma relação com as cafeterias

Ambiente, atendimento, conveniência, personalização e identidade de marca ganham espaço ao lado da qualidade da bebida na decisão de compra e fidelização  O consumo de café no Brasil passa por uma transformação que vai além da escolha da bebida. Os consumidores buscam cada vez mais experiências que combinem produto, ambiente, atendimento, conveniência e possibilidades de socialização. Movimento que vem alterando a forma como marcas do setor, como a Go Coffee, estruturam suas lojas, seus cardápios e o relacionamento com o público. A mudança acompanha o avanço da chamada economia da experiência e a valorização de momentos significativos ao longo da jornada de consumo. Segundo a Customer Experience Survey 2025, da PwC, 52% dos consumidores deixaram de comprar de uma marca depois de uma experiência ruim com o produto ou serviço, enquanto 29% abandonaram uma empresa por problemas no atendimento presencial ou digital. O levantamento também aponta que 70% dos executivos reconhecem que as expectativas dos consumidores avançam mais rapidamente do que a capacidade das empresas de acompanhá-las. A tendência não está restrita ao setor de cafés. O relatório State of the Consumer 2026, da McKinsey, identifica a economia da experiência como uma das principais transformações do consumo. Entre 2023 e 2025, o mercado global de experiências cresceu aproximadamente 2,6%, ante 0,8% registrado pelos bens não essenciais. Outro estudo da consultoria aponta que os gastos relacionados a experiências chegaram a crescer cerca de quatro vezes mais rapidamente do que o consumo de bens físicos. Nas cafeterias, esse comportamento faz com que a qualidade do café continue relevante, mas deixe de atuar de forma isolada na decisão do consumidor. Ambiente, identidade visual, atendimento, praticidade e novidades no cardápio passam a integrar a percepção de valor. “Deixamos de pensar na loja apenas como ponto de venda de café e passamos a pensar na jornada completa do cliente. O que ele vive desde o momento em que entra até o momento em que sai. Isso aparece em decisões como um ambiente pensado para ser convidativo e compartilhável, atendimento que valoriza a experiência e não só a rapidez do pedido, e um cardápio que vai além do café tradicional”, afirma André Henning, cofundador da Go Coffee. Café ganha espaço em momentos de trabalho, lazer e socialização A mudança também aparece na forma como os consumidores utilizam as cafeterias. Segundo Henning, os clientes permanecem mais tempo nos espaços, encontram amigos, fazem reuniões rápidas e utilizam o ambiente para pausas durante o expediente. A empresa também observa ocasiões de consumo compartilhado, com pedidos para duplas ou grupos, além de maior utilização das unidades fora dos horários tradicionalmente considerados de pico. “O café deixou de ser só o motivo da visita e passou a funcionar também como um pretexto para viver diferentes momentos. A loja pode receber uma reunião rápida, um encontro entre amigos ou uma pausa no meio do trabalho. Isso muda a maneira como pensamos a experiência oferecida ao consumidor”, avalia Henning. Essa transformação também influencia o desenvolvimento de produtos. Na Go Coffee, lançamentos sazonais e parcerias ajudam a renovar o cardápio e a criar novos motivos para visitar as lojas. A personalização aparece em escolhas como o tipo de leite utilizado nas bebidas e, no caso dos frappes, na possibilidade de adicionar ou não café à base de creme. A proposta é atender diferentes preferências sem deixar de lado a agilidade no atendimento. Experiência passa a influenciar fidelização do consumidor O peso da experiência na fidelidade também aparece em pesquisas internacionais. O Consumer Experience Trends Report, da Qualtrics, ouviu mais de 20 mil consumidores em 14 países e aponta que 92% consideram que um bom atendimento influencia mais a satisfação do que simplesmente pagar um preço baixo. Confiança, transparência e consistência ao longo da jornada também aparecem entre os fatores associados à experiência de consumo. Para Henning, a recorrência depende da combinação de diferentes elementos. Consistência entre unidades, ambiente, atendimento e renovação do cardápio ajudam a construir confiança e a manter o interesse do consumidor. A percepção acompanha uma mudança mais ampla no comportamento de consumo: o preço deixa de ser o único elemento decisivo, enquanto o valor percebido e a qualidade da interação com a marca ganham espaço. “Além da qualidade da bebida, a consistência pesa bastante na decisão de voltar. O cliente precisa encontrar a mesma experiência em qualquer unidade da rede. Ambiente e atendimento também têm um papel relevante, assim como a variedade e as novidades no cardápio, que mantêm a curiosidade do consumidor ativa”, afirma Henning. Nesse cenário, a disputa no mercado de cafeterias passa a envolver mais do que produto e preço. Para as marcas, o desafio é equilibrar qualidade, praticidade, inovação, personalização e relacionamento. Ao mesmo tempo, os consumidores passam a considerar toda a jornada antes de decidir onde comprar e, principalmente, onde voltar. Na avaliação da Go Coffee, essa transformação tende a manter a experiência de marca no centro das estratégias do setor.   SOBRE A GO COFFEE Fundada em 2017, em Curitiba, a Go Coffee se consolidou rapidamente como uma das principais referências nacionais no mercado de cafés especiais. Hoje comercializa mensalmente mais de uma tonelada de café, com grãos colhidos principalmente no Sul de Minas e na Alta Mogiana, importante região produtora do estado de São Paulo. A marca se destaca por um cardápio diverso, que reforça sua proposta de unir praticidade, qualidade e experiência. Para mais informações, acesse o site www.gocoffee.com.br ou o perfil oficial da rede no Instagram: @gocoffeebrasil.

Shopping São José completa 18 anos com crescimento acima do mercado e dez novas operações em 2026

Empreendimento celebra aniversário em ritmo de expansão: seis lojas já foram inauguradas neste ano e outras quatro marcas estão confirmadas para os próximos meses      O Shopping São José completa 18 anos em setembro celebrando uma nova fase de sua trajetória. Em 2026, o empreendimento ampliou seu mix de lojas, recebeu novas marcas e alcançou crescimento 8% acima do mercado, resultado que ganha ainda mais relevância diante de um cenário de retração do setor de shopping centers no país. De acordo com o Índice Cielo do Varejo em Shopping Centers (ICVS-Abrasce), o setor acumula queda de 1,4% em 2026. No indicador Same Sales Store, que considera o desempenho das mesmas lojas, a retração chega a 4%, enquanto as lojas de rua registram crescimento de 0,6%. É neste contexto que o Shopping São José chega à maioridade mantendo uma trajetória positiva e atraindo novas operações. Somente em 2026, seis marcas já inauguraram unidades no empreendimento: MaisLaser, Democrata, Frank D’Ferran Barbearia, Milon, Pudim Perfeito e Lojinha da Faby. E o movimento de expansão continua. Outras quatro operações estão confirmadas para os próximos meses: KFC, Fabielli Concept, Holk Cervejaria e Bávaro Sports Bar.     “Completar 18 anos é, para nós, celebrar uma história que se entrelaça à própria trajetória de São José dos Pinhais. Somos o único shopping da cidade e temos uma relação muito próxima com a população, acompanhando suas transformações, seus hábitos e suas novas necessidades. O crescimento acima do mercado e a chegada de novas marcas mostram que seguimos relevantes para a cidade. E queremos ir além: o investimento de R$ 130 milhões do Grupo Soifer na expansão do Shopping São José representa justamente a nossa confiança no futuro de São José dos Pinhais e o compromisso de continuar crescendo junto com a cidade”, afirma Vinício Garcia, gerente de Marketing do Shopping São José. A chegada de dez novas operações ao longo de 2026, considerando as lojas já abertas e as próximas inaugurações, também demonstra a atratividade de São José dos Pinhais para o varejo. A presença de marcas de diferentes segmentos permite ampliar as alternativas disponíveis para os moradores da cidade e da Região Metropolitana de Curitiba. De centro de compras a espaço de experiências e serviços Ao longo desses 18 anos, o próprio papel dos shopping centers passou por uma transformação. Além do varejo, empreendimentos como o Shopping São José passaram a concentrar gastronomia, entretenimento, serviços, saúde e atividades que fazem parte da rotina da população. Hoje, além de seu amplo mix de lojas, o Shopping São José reúne cinema, academia, serviços médicos, salões de beleza, barbearia, lavanderia, lotérica e uma unidade do Poupatempo, entre outras operações. Eventos culturais, esportivos, ambientais e de entretenimento também passaram a integrar a programação do empreendimento.     Essa diversificação ajuda a explicar por que os shopping centers deixaram de ser espaços procurados exclusivamente para compras e passaram a funcionar como polos de convivência, entretenimento e serviços. “Completar 18 anos também é olhar para o quanto o Shopping São José se transformou junto com a cidade e com os nossos clientes. O consumidor de hoje busca praticidade, variedade e experiências. Nosso objetivo é continuar acompanhando essas transformações e fortalecendo a presença do shopping na vida de São José dos Pinhais”, completa Vinício. Com novas operações previstas e desempenho acima do mercado, o aniversário marca não apenas os 18 anos de história do Shopping São José, mas também um novo ciclo de crescimento do empreendimento. O Shopping São José está localizado na Rua Dona Izabel A Redentora (n° 1434), no Centro de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. Já a praça de alimentação e as opções de lazer funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 11h às 22h. Mais informações no site www.shoppingsaojose.com.br ou no perfil oficial no Instagram (@shopsaojose).