Os ingressos começam a ser vendidos neste sábado, dia 3.

Escute aqui um samba recém gravado por ela: Alana Moraes | Verso Ligeiro (Clipe Oficial)
Produtos com potencial de Indicação Geográfica são apresentados em encontro, no Sebrae/PR

Evento reforçou o valor da origem e das histórias por trás de produtos que carregam o sabor e a cultura de diferentes regiões do Paraná Por ASN Paraná Nesta terça-feira (29), a sede do Sebrae/PR em Curitiba recebeu o Café com as Indicações Geográficas (IGs), um encontro voltado à valorização de produtos paranaenses com identidade territorial. O evento destacou 13 produtos com pedidos de IG depositados e também outros já concedidos, para reforçar o papel estratégico da certificação no fortalecimento de produtores locais e o desenvolvimento das regiões de origem. Participaram produtores, representantes do Fórum Origens Paraná, Sebrae/PR, Senac PR, Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) — responsável pela concessão da IG, jornalistas e influenciadores. A iniciativa também serviu para promover o diálogo entre diferentes atores do ecossistema de produtos de origem, evidenciando o potencial do Paraná no contexto. Após a apresentação do conceito de Indicação Geográfica, dos produtos depositados e de um percurso histórico do trabalho feito pelo Fórum Origens Paraná, que trabalha junto aos produtores, os participantes puderam apreciar pratos elaborados para o encontro. Eles continham, entre outros ingredientes, o mel de Prudentópolis, a ponkan de Cerro Azul, o café de Mandaguari, o mel de Capanema, além do Pão com Bafo de Palmeira e a Carne de Onça de Curitiba. A consultora do Sebrae/PR, Maria Isabel Guimarães, abriu o evento com uma apresentação do conceito de indicação geográfica, elaborado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Ao fazer uma retrospectiva da atuação junto aos produtores, a consultora reforçou a necessidade de reconhecer o trabalho de excelência desses empreendedores em todas as regiões do Paraná. “Para promover a conquista de IGs nos preparamos participando de treinamento e fazendo levantamentos de possíveis produtos que pudessem receber o registro. Já haviam, por exemplo, produtos ”˜famosos’ em cidades como Morretes e Antonina, mas queríamos ampliar e, desde 2010, contribuímos para que diversos empreendedores em todo o Estado possam ter a sua produção reconhecida”, afirma Maria Isabel. Para Kaio Trevizan, gerente do Senac PR, os produtos paranaenses são uma referência que deve ser compartilhada, pois a qualidade reconhecida tem potencial para alcançar o setor gastronômico em nível nacional. “Sempre que nós participamos de eventos em outros estados, costumamos levar produtos locais e, com isso, apresentar o melhor da nossa gastronomia para chefs e cozinheiros de todo o Brasil. Temos um compromisso de compartilhar essa riqueza que o Paraná possui”, aponta Trevizan. Produtos de qualidade O evento deu aos responsáveis pelos produtos com IG uma oportunidade de mostrar a excelência que justifica busca pelo registro. Jonas Aparecido da Silva, que produz café com o selo da IG de cafés especiais do Norte Pioneiro e também é presidente da Associação dos Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (ACENPP), ressalta que o produto carrega mais que um sabor: é o resultado de um processo que envolve toda uma comunidade. Jonas Aparecido da Silva, cafeicultor e presidente da Associação dos Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (ACENPP), ressalta o impacto positivo da IG para a região.Foto: Adriano Oltramari. “Um produto com IG, como é o nosso café, traz o amor, as famílias, a tradição e um sabor para quem o compra. Quem consome o produto pode ver que temos um selo de origem, saber que ele foi fabricado no nosso Estado e possui processo de produção extremamente cuidadoso, o que reflete a sua qualidade”, pontua o cafeicultor. Sérgio Medeiros, editor da plataforma Curitiba Honesta e presidente da Associação dos Amigos da Carne de Onça de Curitiba (Aaonça), teve a chance de preparar, durante o evento, o famoso prato curitibano que é um dos candidatos a receber a IG. “O que mostramos foi a forma como essas indicações levam progresso para as regiões dos produtos que possuem tal reconhecimento, além das características de vários deles e do modo como são feitos. Graças ao Sebrae/PR, temos conseguido fazer um grande trabalho e obter avanços para que mais produtos possam ser indicados”, comenta Medeiros. Indicação Geográfica A Indicação Geográfica (IG) é um selo concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para produtos de determinada região. A IG garante que aquele produto possui características únicas que vêm exclusivamente do território onde é feito, o que envolve fatores como a qualidade, a sua história e o modo como é produzido. Na visão de Cassandra Medeiros, analista do INPI, o número crescente de produtos com a IG (ou em busca dela) é o reflexo de uma mentalidade na qual a indicação é vista não apenas como a consequência de um bom trabalho, mas como um objetivo a ser alcançado. “O que pudemos notar, ao longo dos anos, é que os produtores começaram a pensar a questão da indicação geográfica no dia a dia. Ou seja, aqui no Paraná, quem produz já incorporou esse conceito ou pensa nele com o objetivo de buscar a indicação”, observa Cassandra. Atualmente, o Paraná é o segundo estado brasileiro com a maior quantidade de IGs, contabilizando 16 indicações. São elas: cracóvia de Prudentópolis; mel de Ortigueira; queijos coloniais de Witmarsum; cachaça e aguardente de Morretes; melado de Capanema; cafés especiais do Norte Pioneiro; morango do Norte Pioneiro; vinhos de Bituruna; goiaba de Carlópolis; mel do Oeste do Paraná; barreado do Litoral do Paraná; bala de banana de Antonina; erva-mate São Matheus; camomila de Mandirituba; uvas finas de Marialva e broas de centeio de Curitiba. Além dessas, há ainda uma Indicação Geográfica concedida a Santa Catarina, que envolve também municípios do Paraná e do Rio Grande do Sul: o mel de melato da bracatinga do Planalto Sul do Brasil. O Estado ainda possui 13 produtos com a IG depositada, mas ainda em processo de análise no INPI: o mel de Capanema; pão no bafo de Palmeira; tortas de Carambeí; mel de Prudentópolis; urucum de Paranacity; queijos do Sudoeste do Paraná; carne de onça de Curitiba, café de Mandaguari, ponkan de Cerro Azul; ovinos e caprinos
Atum mais caro do mundo será servido em restaurante curitibano

O atum Bluefin estreia no menu do Nuu Nikkei; iguaria vai ser a estrela de preparos assinados pelo consagrado chef peruano Carlos Alata O Dia Mundial do Atum, celebrado em 2 de maio, vai ganhar um sabor especial no restaurante curitibano Nuu Nikkei. Comandado pelo consagrado chef Carlos Alata, a casa vai proporcionar uma experiência única com o Bluefin, considerado o atum mais caro do mundo. A iguaria será utilizada em preparos como sashimi e niguiri, para que o cliente possa sentir na plenitude o seu sabor. O Bluefin, considerado o “Rei dos Atuns”, é o maior da sua espécie. Em 2019, uma unidade com 278 quilos chegou a ser vendida por US$ 3,1 milhões em um leilão no mercado de Toyosu, no Japão. Em Curitiba (PR), o Nuu Nikkei é um dos restaurantes mais criativos no preparo do atum e demais frutos do mar. Os preparos com o Bluefin serão assinados pelo premiado chef peruano Carlos Alata, e estarão disponíveis enquanto durar o estoque. A casa propõe uma travessia gastronômica que conecta os sabores do Japão, Peru e outros países da costa do Pacífico, em um menu que combina técnicas ancestrais e ingredientes típicos dessas regiões, destacando a diversidade de culturas, trazendo para o atum um toque especial. “Aqui no Nuu Nikkei, sempre valorizamos muito o atum. Sua versatilidade proporciona preparos diferenciados em experiências únicas”, conta Alata. Opções tradicionais No menu tradicional da casa, o atum é encontrado em diversos preparos, entre eles na saborosa trilogia de ceviches com peixes variados. O tiradito, um prato de origem peruana, similar ao ceviche, mas com o peixe cortado em fatias finas e servido cru, com molho cítrico e picante, é apresentado em uma versão com lâminas de atum, molho cítrico com perfume de gergelin e furikake artesanal. Outra opção é o Inka Spicy Tuna, um tartar de atum com sriracha, por fora atum e quinoa. Para quem ainda não experimentou, o Inka faz parte da cultura inca e remete aos sabores peruanos. Para fechar o menu, os clássicos sashimis de atum. O Nuu Nikkei funciona na Rua Fernando Simas (n ° 333), no bairro Bigorrilho, durante o jantar, de terça a domingo, a partir das 18h; e almoço, aos sábados e domingos, das 12h à s 15h. Reservas e informações no perfil oficial do restaurante no Instagram: @nuunikkei.
Entre fronteiras e fonemas: curitibano Guilherme Canever lança livro de viagem que aborda a identidade lusófona
Em “Onde se Fala Português — Uma Viagem pelos Países Lusófonos”, autor percorre por nove países e revela o que a língua une, mesmo em territórios culturalmente tão distintos O português é falado por mais de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo. Mas como essa língua se expressa, se transforma e se enraíza em realidades tão diversas quanto o interior da Angola, uma ilha do Cabo Verde ou um bairro no Brasil? É essa a pergunta que orienta o novo livro do viajante e escritor curitibano Guilherme Canever, intitulado “Onde se Fala Português — Uma Viagem pelos Países Lusófonos”, que será lançado no próximo dia 08 de maio, pela editora Pulp. “Minha proposta é que o leitor possa navegar por outras culturas através daquilo que mais nos aproxima, a Língua Portuguesa”, conta o escritor. Com um olhar atento à s nuances culturais e políticas da lusofonia, Canever propõe um itinerário pouco comum na literatura de viagem pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que contempla diversas viagens por países como Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial. Há ainda um capítulo dedicado aos territórios onde o português ainda ecoa como herança, como Goa, Macau e Galiza. “A primeira vez que viajei para um país de língua portuguesa fora do Brasil, percebi o quanto o idioma pode transformar uma experiência. Mesmo com desafios logísticos, como pegar carona ou navegar entre ilhas numa jangada, tudo parecia mais simples pelo simples fato de poder me comunicar em português. A língua criava uma ponte imediata: não éramos desconhecidos, éramos, no mínimo, primos distantes. E essa conexão ia além do prático. As conversas fluíam com mais profundidade, os vínculos se formavam de maneira mais rápida e verdadeira. Com o tempo, percebi que essa experiência se repetia em cada novo país lusófono que visitava. Era evidente que minha percepção dos lugares era distinta da de outros viajantes que não falavam a língua. O português revelava camadas invisíveis, acessava histórias e afetos que ficariam escondidos atrás de uma barreira linguística. Foi então que compreendi a força que a língua tem em formar comunidades ”” e que, de alguma forma, eu havia encontrado um novo lugar no mundo”, destaca Guilherme Canever. Mas o livro vai além da geopolítica. “Não é um livro de gramática histórica ou de fonologia, é obra de vida, de aventura e de amor a uma fraternidade específica, a lusófona”, conta Leandro Karnal na orelha do livro. Com estilo narrativo ágil e sensível, o autor relata deslocamentos fora das rotas turísticas, travessias de barco, hospedagens precárias e encontros memoráveis. Ao contar como a língua portuguesa se adapta e resiste em contextos adversos, Canever revela um projeto identitário em construção. Sobre Guilherme Canever Guilherme Canever traz na genética o gosto pela viagem e pelos livros. Nasceu em uma família de viajantes e escritores. Formado em Engenharia Florestal, dedica boa parte da sua vida à s viagens para lugares que fogem das tradicionais rotas turísticas. Nessas jornadas, ele surpreende-se com a hospitalidade de gente simples, experimenta comidas exóticas, vê paisagens deslumbrantes e coleciona histórias, contadas nos livros “De Cape Town a Muscat: Uma Aventura pela África”, “De Istambul a Nova Délhi: Uma Aventura pela Rota da Seda”, “Uma Viagem pelos Países que Não Existem e Destinos Invisíveis”. “Onde se Fala Português — Uma Viagem pelos Países Lusófonos” é o seu quinto livro. Sobre a editora Pulp A Pulp é uma editora especializada em viagens que tem em seu portfólio guias consagrados como “Minha Nova York”, de Didi Wagner; O Guia de Viagem de Alexandre Herchcovitch; “Paris pra você”, de Lelê Saddi; “Crianças a Bordo — Como viajar com seus filhos sem enlouquecer”, de Patrícia Papp; e “Nova York com Crianças”, de Fernanda Ávila. Os sites Viajo Com Filhos, Tutano Gastronomia e TravelVince também fazem parte do portfólio da editora O lançamento oficial da obra “Onde se Fala Português — Uma Viagem pelos Países Lusófonos” acontece no próximo dia 08 de maio, a partir das 18h, no La Rauxa Café (Rua Eurípedes Garcez do Nascimento, 906), em Curitiba.
Exposição abre as portas do antigo Centro de Triagem para reflexão sobre o sistema prisional e os direitos humanos
Mostra do projeto Cárcere, realizado pelo MIS-PR, estreia em 1º de maio no espaço histórico integrado ao museu como passo importante para revitalização do local O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) inaugura, no dia 1º de maio, a exposição “Desse Lado do Muro”, como parte do Projeto Cárcere, que ocupa o prédio do antigo Centro de Triagem da Rua Barão do Rio Branco, no Centro de Curitiba. A mostra, realizada em parceria com a Agência Farpa, apresenta uma potente seleção de imagens feitas em 18 presídios de sete países da América Latina pelos fotógrafos Erick Dau, Francisco Proner e Thiago Dezan. O projeto tem patrocínio do Instituto Humanitas 360 via Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. A proposta de “Desse Lado do Muro” é escancarar os muros da invisibilidade, provocando empatia, desconforto e reflexão sobre as condições humanas das pessoas privadas de liberdade. Ambientada entre celas e grades originais, a exposição convida o público a refletir sobre a realidade do sistema prisional latino-americano, por meio de fotografias em grande escala, vídeos captados nos presídios visitados, lambes e projeções ”” entre elas, um dos destaques: a exibição de imagens dentro de uma antiga solitária, tornando o espectador testemunha da aflição do detento. Cartas de presos narradas irão compor a sonoplastia. A diretora do MIS-PR, Mirele Camargo, conta que toda expografia reforça o clima, muitas vezes dramático e claustrofóbico, dos pavilhões prisionais. “Não há como não ser impactado pela atmosfera desse espaço, que nos leva inevitavelmente a refletir sobre o clausuramento, as condições de vida das pessoas privadas de liberdade e os efeitos disso sobre a saúde mental”, diz. A produção conta com uma equipe de referência como o premiado iluminador Beto Bruel, responsável pelo projeto luminotécnico; a arquiteta e urbanista Pamela Santos, que assina o projeto arquitetônico; e a cenografia de Muga Riesemberg e Elerton Alerta Bertrão. Ressignificação do espaço histórico Integrada à iniciativa de expansão do MIS-PR, a mostra marca o início da readequação do antigo Centro de Triagem, que por anos funcionou como local de custódia temporária sob responsabilidade da Polícia Civil do Paraná. O prédio, anexo ao Palácio da Liberdade, sede histórica do MIS-PR, foi desativado em 2023 após um acordo entre as secretarias estaduais da Segurança Pública e da Cultura, e agora passa a integrar o projeto Cárcere, que prevê uma profunda transformação do espaço, com foco em cultura, direitos humanos e memória. “A ideia é reocupar e ressignificar esse espaço emblemático com ações culturais e debates que promovam reflexão sobre o sistema carcerário e outras questões sociais urgentes”, afirma Mirele. Segundo ela, a exposição é apenas o começo de uma série de ações previstas para os próximos 12 meses, incluindo palestras, exibição de filmes, rodas de conversa e outras mostras. A ocupação cultural foi pensada a partir de amplo processo de pesquisa, com visitas técnicas a instituições como o Museu do Carandiru e o Museu da Resistência (SP), e articulação com parceiros como a Defensoria Pública do Paraná, a Polícia Penal do Paraná (PPPR), o Instituto Médico Legal (IML) e a Comissão de Direitos Humanos da OAB-PR. Farpa e a documentação da realidade aprisionada Ao documentar a rotina de presídios em diferentes países da América Latina, o trabalho da Agência Farpa — criada em 2017 e reconhecida internacionalmente por seu jornalismo visual — expõe um cenário marcado por superlotação, violações de direitos humanos, precariedade estrutural e negligência. O trabalho da Farpa já foi publicado em meios como Vice, The Intercept, The New York Times, The Guardian, The New Yorker, Folha de São Paulo, El País, O Globo, National Geographic, Greenpeace, Al Jazeera, The Globe and Mail, Washington Post e CIDH – Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Teve ainda trabalhos premiados no Pictures of the Year – POY Latam 2019 – Menção Honrosa categoria “Notícias Individuais” e também no SND (Society of News Design) na categoria Photography – Single-Day Photo Series em 2019. Serviço: Exposição: Desse Lado do Muro Abertura: 1º de maio de 2025 Local: MIS-PR I Antigo Centro de Triagem — Rua Barão do Rio Branco, Curitiba/PR Realização: AAMIS (Associação de Amigos do Museu da Imagem e do Som do Paraná) com recursos da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura Patrocínio: Instituto Humanitas 360 Projeto: Cárcere Visitação: Gratuita, com agendamento prévio em três turmas diárias Mais informações: @mis_pr
TRAMA: Editoras independentes organizam festival literário em Curitiba
Evento valoriza autores locais, amplia o acesso à leitura e movimenta a economia criativa em Curitiba Em maio Curitiba recebe um evento inédito voltado à promoção de editoras independentes da cidade e região. O festival literário TRAMA tem como proposta fortalecer a cena literária local, dando visibilidade a autoras e autores paranaenses e fomentando uma cadeia criativa que vai muito além das grandes livrarias e editoras tradicionais. Foto capa: Integrantes do GREI, Grupo de Editoras Independentes de Curitiba e Região Metropolitana Organizado pelo GREI — Grupo de Editoras Independentes de Curitiba e Região, a iniciativa nasce da necessidade de ocupar novos espaços com literatura diversa e acessível. Para Lua Bueno, editora da Laboralivros, uma das editoras participantes, a cidade ainda carece de feiras literárias consolidadas. “Em Curitiba, falta espaço para eventos literários. A gente tem um público muito leitor, mas não tem esse tipo de iniciativa da cidade, onde as editoras possam vender seus livros diretamente. E editoras independentes publicam materiais muito mais diversos do que as grandes editoras”, afirma. Ela também destaca a importância de ações regionais para valorizar quem produz na cidade. “Já passou da hora da gente consolidar eventos literários aqui. As editoras locais têm pouca visibilidade, inclusive entre as pessoas da própria cidade. É preciso que sejam mais divulgadas e consumidas localmente.” Para Andréia Gavitta, da Donizela Editora, a proposta vai além do mercado editorial: trata-se de um movimento com impacto cultural, econômico e social. “Editoras independentes costumam publicar autores marginais, experimentais ou regionais que não encontram espaço no mercado tradicional. Um evento como esse fortalece a identidade cultural de Curitiba e do Paraná”, ressalta. Entre os benefícios destacados por Gavitta estão a democratização do acesso à leitura, com livros mais acessíveis e programação gratuita, e a movimentação econômica de uma cadeia produtiva que envolve editoras, gráficas, ilustradores, tradutores e livreiros locais. “É uma forma de resistência à concentração do mercado editorial. As editoras independentes desafiam o domínio de poucas empresas e garantem que visões plurais cheguem ao público”, completa. Inspirado em iniciativas como a Feira Plana, em São Paulo, e a FELIT, em Belo Horizonte, o festival paranaense pretende se consolidar como um novo espaço para o livro independente no Sul do país. Além de comercializar publicações, o evento contará com oficinas, bate-papos, lançamentos e rodas de leitura ”” tudo com entrada gratuita ou a preços populares. A programação completa já pode ser conferida no link: https://greicwb.substack.com/p/programacao-trama-festival-literario?triedRedirect=true Para editoras que desejam participar, as inscrições devem ser feitas através de formulário online. A comissão organizadora fará a seleção e entrará em contato via e-mail com os selecionados. Após a confirmação, os participantes terão 48 horas para efetuar o pagamento via PIX. Caso contrário, a vaga será repassada a outro candidato. Os expositores deverão se apresentar para montagem à s 9h30 do dia 17 de maio e desmontar seus espaços ao final do evento no dia 18 de maio, até as 19h. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. Não perca a oportunidade de fazer parte desse encontro que promete marcar a cena literária independente do Paraná! SERVIÇO TRAMA — Festival Literário Independente de Curitiba e Região Local: Alfaiataria — R. Riachuelo, 274, Centro, Curitiba Data: 17 e 18 de maio Horários: Sáb 10h-20h | Dom 11h-18h Informações e Inscrições: grei@laboralivros.com | (41) 99714-9649 (somente WhatsApp — Lua Bueno) Edital: https://drive.google.com/file/d/1inEJkJElYst24-R41Dv8ymlSWaXhoCs9/view?pli=1
coluna BUSINESS WOMAN dia 29 de abril
Rede paranaense pioneira no procedimento ginecológico em crescimento Ginecologista Mirelle José Ruivo: “as pacientes estão cada vez mais cientes de que podem buscar soluções” A saúde feminina, nos últimos anos, tem conquistado relevância não apenas no aspecto funcional, mas também no campo estético. O ESPAÇO BUSINESS WOMAN CWB colheu interessantes dados sobre o tema, inclusive depoimento de uma renomada ginecologista e obstetra que comenta o crescimento dos procedimentos ginecológicos íntimos com o avanço da tecnologia. E que é responsável pela criação de uma rede paranaense, neste segmento, que atualmente possui quatro unidades e planeja fechar o ano de 2025 com 50 clínicas, projetando, para este ano, um faturamento de R$ 6 milhões. De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o Brasil registrou 12.870 procedimentos de labioplastia em 2015. Avançando para 2021, o número aumentou para 30.457, uma expansão de 136%. Em 2022, o crescimento foi ainda mais expressivo, atingindo 37.170 intervenções, o que representa uma elevação de 21,95% em comparação ao ano anterior. A rede paranaense Mulherez ( @ mulherez.cianorte) , pioneira nesse segmento, se destaca ao oferecer rejuvenescimento íntimo e procedimentos cirúrgicos. A Dra. Mirelle José Ruivo (@mirellejoseruivo ) , ginecologista e CEO da rede, ressalta que “as pacientes estão cada vez mais cientes de que podem buscar soluções que não apenas aprimoram a aparência, mas também melhoram o funcionamento da região, sem ser invasivas ou comprometer a rotina diária. Essa praticidade tem sido um fator determinante na escolha dos tratamentos”. Ela observa ainda que a procura por métodos minimamente agressivos e de rápida recuperação aumentou 100%. Alternativas eficazes com avanços tecnológicos “Os procedimentos proporcionam uma combinação ideal entre estética e saúde”, salienta Mirelle Ruivo A clínica Mulherez, é a primeira na franchising em cirurgia e rejuvenescimento íntimo, além de transplante de sobrancelhas. A tecnologia desempenha um papel importante no desenvolvimento de tratamentos com menor tempo de reabilitação. Segundo Mirelle José Ruivo : “O laser CO2, por exemplo, é fundamental para a regeneração dos tecidos e melhoria da elasticidade na região íntima. A radiofrequência, por sua vez, tem se mostrado uma excelente alternativa para combater a flacidez vaginal, um efeito comum após o parto ou devido ao envelhecimento natural”. Outro avanço é o uso de ácido hialurônico ou da toxina botulínica, amplamente aplicados para hidratar e dar volume à área íntima, oferecendo resultados satisfatórios inclusive para mulheres na menopausa. Segundo a Dra. Mirelle, “esses procedimentos proporcionam uma combinação ideal entre estética e saúde, promovendo não apenas a recuperação da autoestima, mas também o aumento da segurança e bem-estar de maneira duradoura”, relata. Na Mulherez, a adesão a esses tratamentos cresce constantemente, com uma média mensal de 30 a 50 rejuvenescimentos íntimos e 30 ninfoplastias realizadas em cada unidade. Em 2024, a rede registrou um crescimento de 50%, impulsionado pela alta demanda por procedimentos minimamente invasivos. A Dra. Mirelle José Ruivo, ginecologista e obstetra, iniciou sua carreira na estética em 2016, com um pequeno consultório, após enfrentar dificuldades pessoais e profissionais ao mudar-se para Cianorte (Paraná). Em 2024, a clínica evoluiu para a rede Mulherez, a primeira na franchising em cirurgia e rejuvenescimento íntimo, além de transplante de sobrancelhas.
Duda Beat é uma das atrações em Curitiba na 9ª edição da FIMS – Feira Internacional de Música do Sul
Nova edição contará com etapas em várias cidades brasileiras. A programação no Sul ocorrerá de de 4 a 7 de junho, em Curitiba, e contará com o show de encerramento da artista recifense Duda Beat A nova edição da FIMS – Feira Internacional de Música do Sul já está programada e, este ano, ocorrerá por meio de várias etapas em diferentes cidades do Brasil. O evento, que segue para seu 9º ano, agora conta com estágios com programações e editais específicos para variadas regiões do país, promovendo a integração entre músicos experientes e novos talentos, fortalecendo o mercado musical regional e nacional. Em Curitiba, a feira, que promete transformar a cidade no epicentro da música e da cultura criativa do Sul, ocorre de 4 a 7 de junho, reunindo uma ampla programação com paineis, rodadas de negócios, cursos de capacitação e showcases artísticos. Apostando em uma abordagem 360º com foco no segmento musical, a FIMS navega por processos artísticos importantes, indo da formação à capacitação de negócios, apresentando ainda pocket shows, em que artistas e bandas performam seus trabalhos para um público formado por profissionais do mercado e formadores de opinião. Show de encerramento com Duda Beat Para fechar com chave de ouro a edição de 2025, a FIMS contará com o show de encerramento da cantora e compositora Duda Beat, que vem a Curitiba com a turnê inédita “Tara e Tal”. O novo trabalho da artista recifense é um traçado de rumos existenciais, musicais, artísticos e estéticos. Um passo natural em sua carreira, usando a arte para refletir sobre os caminhos da construção do feminino em si. A apresentação está marcada para o dia 7 de junho, a partir das 20h, e ocorre no Concept Hall Event Space (R. Doutor Reynaldo Machado, 1097 – bairro Prado Velho). Ingressos à venda pelo Shotgun com valores a partir de R$30 (meia-entrada / 1º lote). DROPS FIMS – Etapa Sul Em sua 9ª edição, a FIMS apresenta uma novidade em sua programação, passando por várias cidades brasileiras, promovendo a integração entre músicos experientes e novos talentos, fortalecendo o mercado musical regional e nacional. O DROPS é a parte do evento que reúne palestras, painéis, workshops e showcases diurnos. Em Curitiba, esta etapa ocorre nos dias 6 e 7 de junho, no Memorial de Curitiba, e os ingressos podem ser adquiridos pelo Shotgun com valores a partir de R$10 (meia-entrada). Inscrições para artistas do Sul Parte da programação da FIMS é composta por apresentações artísticas. Para este ano, as bandas e artistas de Curitiba podem se inscrever para duas oportunidades dentro da feira. Uma delas é a de ser a atração de abertura do show da Duda Beat, um dos principais nomes da música atual. A outra é para integrar a sequência de shows que ocorre dentro do evento, em que os cachês podem ser de R$1.500 ou R$3.000, dependendo das vagas, sendo três voltadas para artistas/bandas do Sul e uma para um artista/banda da capital paranaense. Além disso, os selecionados também podem participar das rodadas de negócios com profissionais da música. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link até o dia 3 de maio. A programação completa da FIMS – Feira Internacional da Música do Sul será divulgada em breve por meio das redes sociais oficiais do evento: instagram | @fimsul e o site www.fims.com.br. Sobre a FIMS – Reunindo uma programação composta por rodadas de negócios, workshops, painéis, cursos de capacitação e apresentações de curta duração em que artistas e bandas performam seus trabalhos para um público de profissionais do mercado da música e formadores de opinião, a FIMS – Feira Internacional da Música do Sul segue em sua 98ª edição. Vencedor do Prêmio Profissionais da Música na categoria Feiras e Congressos de Música, em 2023, o evento promove a integração artística dos estados do Sul com o restante do país e da América Latina, construindo conexões entre artistas independentes e descobrindo novos talentos de todo o território. Além disso, a feira também recebeu o Selo IGUAL, do WME, por seu compromisso com a equidade de gênero. Para este ano, a FIMS conta com variadas etapas em diferentes regiões do Brasil. Serviço: 9ª edição da FIMS – Feira Internacional da Música do Sul Data: 4 a 7 de junho de 2024 Site oficial: www.fims.com.br Instagram: @fimsul DROPS FIMS – https://shotgun.live/pt-br/events/drops-fims-2025 Show de encerramento da 9ª FIMS – Duda Beat Data: 7 de junho Horário: a partir das 20h Local: Concept Hall Event Space (R. Doutor Reynaldo Machado, 1097 – bairro Prado Velho) Inscrições artistas do Sul Data: Até o dia 3 de maio Pelo link: https://groovelist.co/fims2025
No aniversário de 22 anos, GERAR celebra a sua história ao impactar mais de 1 milhão de pessoas
Ao longo desses anos, a GERAR se expandiu e atualmente se encontra nos estados do Paraná e Santa Catarina Ao completar o seu 22º aniversário de operação, a GERAR celebra uma história que impactou a vida de centenas de aprendizes, estagiários e empresas parceiras. Atualmente a GERAR conta com 52 unidades espalhadas nos estados do Paraná e de Santa Catarina. Vale destacar também que, ao longo de 22 anos de história, a GERAR impactou a vida de mais de 1 milhão de pessoas. Alexandre Benatto Cadan, por exemplo, foi um dos primeiros aprendizes contratados pela instituição. Com 32 anos de vida, ele recorda um pouco do trabalho realizado pela instituição e a empresa parceira. “Então, eu me lembro que me inscrevi no programa, e partir disso eu consegui o meu primeiro emprego. Comecei a trabalhar lá como jovem aprendiz, no setor de compras e acabei ficando dois anos e, depois disso, fiquei mais um ano lá como estagiário”, relembra. Por meio de novas responsabilidades, após o término como jovem aprendiz o contrato como estagiário veio e, posteriormente, o primeiro emprego na mesma empresa. A preocupação dos professores e da própria instituição é uma das principais lembranças. “Eu lembro que ia aos sábados para a GERAR, fazer um curso profissionalizante. E eu lembro muito bem de um professor chamado Odair, que a gente teve, que ele era muito bom, muito bom mesmo. Ele era muito preocupado com os alunos, sempre trazia questões novas do mercado”, destaca. Avaliações de desempenho e de acompanhamento sempre fez parte da cultura da GERAR. Atualmente a instituição possui mais de 10 mil aprendizes ativos e 5 mil empresas parceiras. Inspiração e conhecimento Uma das inspirações de Alexandre Benatto, sem dúvida, foi o professor Odair – do qual relembra com apreço e carinho. “Ele me marcou muito. Eu lembro que ele era muito comprometido e trazia muitas questões. Ele falava sobre como funcionavam as indústrias, uma pessoa, assim, muito vivida e com conhecimento. Foi muito, muito enriquecedor”, recorda. Mesmo ouvindo que o mercado de trabalho está muito difícil, Alexandre sequer pensou em desistir. “O conhecimento que você vai adquirindo (no jovem aprendiz) é muito grande, muito enriquecedor. Diferente, por exemplo, de um estágio. Na GERAR ele te dá um direcionamento melhor. Você vai ter um professor, um orientador. A GERAR ia na empresa, fazia acompanhamento. O começo pode ser um pouco difícil, mas vale a troca do conhecimento”, ressalta. Alexandre Benatto recorda que o caráter que adquiriu e o seu comprometimento foi graças a GERAR. “Agradeço por terem me ajudado a conseguir o meu primeiro emprego, onde foi moldado toda a estrutura que eu tenho hoje, o meu caráter e o meu comprometimento. Eu espero que a GERAR tenha muito sucesso com os novos estudantes que estão vindo, porque com certeza a GERAR tem um papel fundamental na sociedade”, finaliza. GERAR em números Com 22 anos de operações, a GERAR impactou a vida de mais de 1 milhão de pessoas. Atualmente a instituição possui 52 unidades, espalhadas pelos estados do Paraná e Santa Catarina. Além disso, a instituição possui 5 mil empresas parceiras e 360 colaboradores que fazem a GERAR acontecer. Vale destacar que a instituição promove o desenvolvimento social através da educação, capacitando indivíduos para serem protagonistas em uma sociedade justa e sustentável, focada em oferecer oportunidades. Entre os programas destacados e desenvolvidos pela instituição, estão o Aprova (curso pré-vestibular), Cidadania Digital, Florescer, GERAR Esquenta, Projeto MEGA, GERAR Estágios e Aprendiz GERAR. Recentemente o Grupo GERAR passou a investir em educação privada e lançou o Colégio Sinerge em Curitiba (PR). A nova instituição é focada na área profissional, reunindo ensino profissionalizante de qualidade e trabalho ao mesmo tempo.
Cidades do litoral paranaense recebem espetáculo gratuito “AMMA Circo Show”
Apresentações fazem parte do projeto itinerante “Furebo e Pinduca pelo Paraná” e passam por Morretes, Guaratuba e Pontal do Paraná e ocorre do dia 25 de abril a 1º de maio Depois de levar apresentações gratuitas do espetáculo “AMMA Circo Show” para as cidades de Antonina e Matinhos, a Cia. Amma, de Londrina, agora leva a peça para Morretes, Guaratuba e Pontal do Paraná. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura por meio da gratuidade da arte, o espetáculo integra o projeto “Furebo e Pinduca pelo Paraná”, realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo – Governo Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, e traz os personagens Furebo e Pinduca que estão prestes a se apresentar para o público. Porém, um deles anunciou que seria um show de circo, enquanto outro acredita que a arte circense não seria para eles. Em meio a mágicas atrapalhadas, acrobacias com bambolê e números clássicos, Furebo e Pinduca descobrem a importância de ser livre por ser quem eles realmente são. As apresentações abertas ao público ocorrem em Guaratuba hoje (25), à s 20h30, no Largo do Carioca – em caso de chuva, a apresentação será no auditório da Secretaria de Cultura de Guaratuba; no sábado (26), à s 16h, na Estação das Artes, em Morretes; e em Pontal do Paraná, no dia 1º de maio, à s 20h, no Calçadão do Balneário de Santa Terezinha – em caso de chuva, a apresentação será no miniauditório da Casa da Cultura no Balneário Primavera. O projeto “Furebo e Pinduca pelo Paraná” ainda promove apresentações exclusivas e a oficina “Tem um Cortejo Lá na Escola”, voltada para estudantes do ensino fundamental da rede pública. As instituições contempladas são a Escola Municipal Professor Desauda Bosco da Costa Pinto, de Morretes; na Escola Municipal de Plácido e Silva, em Guaratuba; e na Escola Municipal Profa Zélia Ceranto, em Pontal do Paraná. Desde a sua estreia em 2021, o “AMMA Circo Show” passou por constantes reinvenções, refletindo o espírito inquieto e lúdico da companhia, que nasceu do desejo de explorar o riso em suas múltiplas formas, com pesquisa e criação dentro da palhaçaria e da arte drag, buscando unir o cômico à potência da transformação. Serviço: Espetáculo “AMMA – Show Circo”, do projeto “Furebo e Pinduca pelo Paraná” Morretes, Guaratuba e Pontal do Paraná Datas: 25 de abril, à s 20h30 – Largo do Carioca – Guaratuba – em caso de chuva, a apresentação será no auditório da Secretaria de Cultura de Guaratuba. 26 de abril, à s 16h – Estação das Artes – Morretes 1º de maio, à s 20h – Calçadão do Balneário de Santa Terezinha – em caso de chuva, a apresentação será no miniauditório da Casa da Cultura no Balneário Primavera. Realização: Lei Paulo Gustavo – Governo Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná Fotos: Tiago Barros Apresentações gratuitas do ‘Amma Circo Show’ passam por cidades do litoral do Paraná