JBS inaugura centro de biotecnologia avançada para desenvolver “superproteínas”

JBS Biotech terá foco em saúde animal, nutrição de precisão e desenvolvimento de proteínas funcionais e alternativas A JBS inaugurou nesta quarta-feira (1º), em Florianópolis (SC), a JBS Biotech, centro de biotecnologia avançada dedicado ao desenvolvimento de ciência aplicada à cadeia produtiva, para criar e agregar valor à produção de alimentos. A cerimônia de abertura contou com a presença de Wesley Batista, acionista da J&F e membro do Conselho de Administração da JBS; Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS; e Fernanda Berti, CEO da JBS Biotech. A unidade atua em saúde animal, nutrição de precisão e desenvolvimento de proteínas funcionais e alternativas, elevando o padrão competitivo da cadeia de proteína animal. Instalado no Sapiens Parque, o complexo é liderado pela engenheira química Fernanda Berti, doutora em Desenvolvimento de Processos Químicos e Biotecnológicos, e foi estruturado para atuar desde a pesquisa inicial até a validação de novas tecnologias para aplicação industrial. Com estrutura de mais de 4.000 m2 dedicados à pesquisa e desenvolvimento, a JBS Biotech conta com mais de 20 laboratórios altamente especializados, projetados segundo padrões internacionais de qualidade e segurança operacional, assegurando excelência e flexibilidade para atender demandas estratégicas da companhia de forma sustentável e contínua. A atuação da unidade abrange todo o ciclo de desenvolvimento tecnológico, da ciência básica à ciência aplicada, incluindo desde biologia celular e molecular a engenharia, simulação de dados e validação de resultados. “A JBS Biotech é capaz de desenvolver desde proteínas funcionais – as chamadas superproteínas – até novos ingredientes bioativos para o mercado de suplementos e alimentos. Mais do que produzir um produto acabado, nosso objetivo é desenvolver conhecimento e tecnologia, acelerar provas de conceito e abrir caminhos para futuras aplicações em escala industrial”, destaca o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni. “Estamos entrando em uma nova fronteira, em que é possível entender o potencial dos alimentos proteicos em nível molecular e desenvolver soluções com características nutricionais e funcionais sob medida para diferentes necessidades dos consumidores”, afirma Fernanda Berti, CEO da JBS Biotech. “Isso inclui o avanço da nutrição de precisão, com o desenvolvimento de ingredientes e proteínas desenhadas para modular respostas fisiológicas específicas, tanto em humanos quanto em animais”. O mercado de suplementos proteicos está estimado em US$ 30 bilhões, com crescimento de 10% ao ano. No centro dessa iniciativa está o compromisso de oferecer ao consumidor proteínas de alta qualidade, ampliar o acesso a novas tecnologias de produção de proteínas e contribuir para a construção de um modelo produtivo cada vez mais eficiente. Na prática, isso abre caminho para proteínas de alta qualidade nutricional, ricas em aminoácidos essenciais, na proporção adequada ao consumo. Esses ingredientes podem ser desenhados para atuar de forma direcionada, desde ganho de massa muscular até suporte imunológico e desempenho metabólico, ampliando o conceito de nutrição tradicional para uma nutrição mais personalizada e baseada em ciência. O conhecimento gerado também é aplicado na melhoria de produtos já existentes, ampliando qualidade e valor nutricional. “Esta iniciativa nasce da nossa convicção de que ciência, tecnologia e inovação são essenciais para garantir a segurança alimentar em um mundo em rápida transformação”, completa Tomazoni. Ciência aplicada à inovação industrial O avanço da biotecnologia tem impulsionado o crescimento de setores estratégicos da economia global ao viabilizar produtos de alto valor agregado, associados à eficiência produtiva, à responsabilidade ambiental e à segurança alimentar. Alinhado a esse cenário, o centro conta com uma estrutura que integra sequenciadores de última geração, análises moleculares avançadas, ciência de dados ômicos ‒ genômicos, proteômicos e metabolômicos ‒, além de capacidade completa para culturas celulares, de micro-organismos e de plantas. Essa infraestrutura posiciona a JBS Biotech como um centro de excelência para inovação, reduzindo a distância entre ciência, indústria e consumidor. Um dos pilares dessa visão é a criação de um biobanco — uma estrutura dedicada à preservação e organização de amostras biológicas —, que, combinado ao uso estratégico da ciência e da tecnologia, permite extrair mais valor de cada etapa da cadeia agroindustrial. Sustentada por um time de cientistas e especialistas altamente qualificados, aliada a uma estrutura sólida de suporte estratégico e garantia da qualidade, a JBS Biotech integra competências multidisciplinares que abrangem desde a ciência básica — como biologia, química e física — até a ciência aplicada — engenharia química, bioquímica, bioprocessos e ciência de alimentos — com o objetivo de otimizar processos produtivos convencionais e viabilizar a criação de novos processos tecnológicos. Essa base permite ao centro atuar tanto em inovação incremental, com melhorias em processos e produtos já existentes, quanto em inovação disruptiva, voltada à criação de novas soluções para a cadeia de alimentos. Valor agregado à cadeia Aprofundar o modelo de economia circular já consolidado pela JBS é outro eixo estratégico do centro. Pesquisas utilizam tecnologias de extração e bioconversão para transformar coprodutos em bioingredientes de maior valor agregado, como proteínas funcionais, suplementos alimentares e compostos bioativos. A cadeia produtiva permite aproveitar melhor os recursos gerados nos processos convencionas para atender diferentes setores, como de insumos e produtos farmacêuticos, cosméticos, médicos e de suplementos alimentares. “Estamos mapeando aquilo que hoje é tratado como subproduto para desenvolver novas aplicações industriais”, afirma Fernanda Berti. Saúde animal e eficiência A biotecnologia tem um papel cada vez mais relevante na saúde dos animais, ao apoiar o desenvolvimento de produtos veterinários seguros e eficientes, que se integram às práticas já consolidadas de manejo e cuidado nos diferentes sistemas de produção. Essas soluções contribuem para o fortalecimento das estratégias de prevenção e controle sanitário, apoiando o bem‑estar animal e a produção responsável de alimentos ao longo de toda a cadeia. Além disso, a biotecnologia contribui para a eficiência operacional da produção de proteína animal, ao auxiliar na organização de dados relacionados aos sistemas produtivos. Nova etapa de investimento em biotecnologia A inauguração do centro se conecta a iniciativas anteriores da companhia em biotecnologia, incluindo investimentos em proteína cultivada na Europa. Com o novo centro no Brasil, a empresa amplia sua capacidade de desenvolver soluções em diferentes frentes da cadeia de alimentos. Em um cenário de crescimento da demanda
Festival de Curitiba: a anatomia de uma festa

Em 2026, os curadores Daniele Sampaio, Giovana Soar e Patrick Pessoa apostam em programação para celebrar e falam sobre o processo de seleção dos espetáculos Por Sandoval Matheus Um país à altura de sua festa. É o Brasil que quer ajudar a construir o trio de curadores do Festival de Curitiba. Em 2026, Daniele Sampaio, Giovana Soar e Patrick Pessoa fizeram do talento nacional para os folguedos a inspiração para um dos eixos que compõem a Mostra Lucia Camargo, a grande vitrine das artes cênicas dentro da programação. Ao todo, seis dos 28 espetáculos se dedicam ao júbilo, mas sem deixar que isso se transforme no famigerado “ópio do povo” ou em alienação pura e simples: “Tim Maia Vale Tudo – o musical”, com texto de Nelson Motta e direção de Pedro Brício; “O Grande Cabaré Combo Drag Week”, com direção de Juana Profunda; “Édipo REC”, do Grupo Magiluth; “Deriva”, da Súbita Companhia de Teatro; “{Fé}sta”, do Coletivo Prot{agô}nistas; e “Bailarinas Incendiadas”, com direção de Luciana Acuña. “É uma curadoria que comemora e celebra mesmo. Pode ser que estejamos otimistas”, brinca a atriz, diretora e tradutora Giovana Soar. “A gente quer pensar a democracia como uma festa, não como um fardo. A diversidade é tesuda, é interessante”, completa Patrick Pessoa, crítico de teatro, dramaturgo e professor de Filosofia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Não que esse tenha sido o plano desde o início. O triunvirato atualmente responsável pela Mostra Lucia Camargo gosta de praticar o que, quem entende do riscado, chama de curadoria aberta, ou método “empírico”, de “indução”. Nesse caso, tudo começa com a avaliação rigorosa dos resultados da edição anterior, com suas “felizes surpresas e pequenos deslizes”, nas palavras da pesquisadora e produtora Daniele Sampaio. “Não tem ideia pré-concebida”, garante ela. Feito o balanço, é necessário então assistir a tudo em que se conseguir botar os olhos, Brasil afora. Os três têm base nas praças de São Paulo (Daniele), Rio de Janeiro (Patrick) e Curitiba (Giovana), mas viajam pelo país assistindo a tantos espetáculos quantos forem possíveis. Em reuniões regulares, que podem ser presenciais ou remotas, passam tudo por um primeiro filtro. “A partir daí a gente vai criando princípios, linhas de força que vão conduzir a programação. É claro que influenciados pela conjuntura do Brasil e do mundo”, explica Patrick. Em meio aos debates, costuma irromper de cara uma lista de quatro ou cinco encenações consideradas “imprescindíveis”, às quais a plateia curitibana deve necessariamente ter acesso. Uma delas, este ano, foi “(Um) Ensaio Sobre a Cegueira”, dos mineiros do Grupo Galpão, baseada no clássico de José Saramago. “É um espetáculo que, inclusive, ajudou a gente a formular outra linha da programação, a do teatro de grupo”, conta Giovana. Aberta essa porta, outras nove peças de companhias e grupos estabelecidos, com integrantes habituados a trabalhar juntos, foram selecionadas, de quatro regiões: Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Ao contrário do ano passado, quando a curadoria cobriu o Brasil todo, dessa vez a região Norte ficou de fora. “Tem um pouco de frustração, porque a gente tentou e correu atrás, mas não foi possível repetir o que fizemos”, admite Giovana. “Temos um compromisso com a nacionalização, em trazer pra cá o teatro de todas as cinco regiões, e também da América Latina, mas não estamos dispostos a fazer isso só pela hashtag. Os espetáculos têm que dialogar com o restante da programação”, argumenta Daniele. “A meta não pode estar acima de outros critérios. A nacionalização não pode acontecer a qualquer custo”, concorda Giovana. Um eventual entrave para a curadoria é que ela fica circunscrita a uma variável incontornável: o conjunto de teatros e equipamentos culturais disponíveis. Em 2026, por exemplo, a impossibilidade de usar o Teatro da Reitoria acabou por derrubar montagens até então previstas na grade. E a cada edição, por exemplo, a programação deve prever cinco espetáculos do tipo arrasa-quarteirão (embora a ideia seja sempre fugir do teatro tido como “fácil”), para ocupar o Teatro Guaíra, um dos maiores do país. É claro, existem as “apostas”, aquelas peças que são listadas sem que se possa dimensionar de antemão a aceitação do público. Neste ano, são pelo menos quatro: “Bailarinas Incendiadas” (“uma história terrível contada de uma maneira muito inusitada”, o que inclui um DJ), “Cabo Enrolado” (monólogo da Zona Leste de São Paulo que em outros tempos estaria “condenado” exclusivamente ao circuito underground), “Jonathan” (outro monólogo, uma fábula que parte da história real de uma “tartaruga gay”) e “História de Teatro e Circo: três gerações de arte brincante”, dos cearenses da Carroça de Mamulengos, patrimônio vivo do teatro popular com cinquenta anos de existência. “Estamos muito orgulhosos por trazer para o Festival tantos artistas desconhecidos do grande público daqui”, diz Giovana. “No Festival, tentamos desconstruir essa ideia de que a produção cultural de determinada região é apenas ‘regional’. Do Nordeste, este ano, além da Carroça de Mamulengos temos o Grupo Magiluth, que trabalha com uma linguagem extremamente contemporânea, o que por si só mostra como aquele ambiente é rico, capaz de produzir coisas tão diferentes”, atesta Daniele. No frigir dos ovos, o que um espetáculo precisa ter pra entrar na programação da Mostra Lucia Camargo do Festival de Curitiba? A réplica não é direta. “Tudo depende do impacto que ele causa em um dos curadores”, responde Patrick. “Não existem critérios de teatralidade, a priori. E ‘qualidade’ é um conceito que está sempre em disputa.” “O Festival é pensado pra cidade. Não pra nós, nem pros artistas apenas. Senão a gente cai na armadilha de ficar pregando aos convertidos, e não forma público”, diz Daniele Sampaio. “Muitas vezes a gente programa coisas que nenhum de nós três gosta tanto, mas que cumprem essa função. Mas não estamos preocupados em fazer uma curadoria que agrade, necessariamente. Existem desconfortos que são importantíssimos, reflexivos.” Nem sempre, no entanto, a curadoria está de acordo sobre o que fazer. E quando as divergências parecem insuperáveis, não é prudente contar apenas com a nobre arte do convencimento para criar consensos. “Nós somos três.
Feira de Vinil movimenta o Shopping Crystal neste fim de semana com mais de 5 mil discos

Os apaixonados por música e cultura analógica já têm compromisso marcado: nos dias 11 e 12 de abril, o Shopping Crystal recebe mais uma edição da tradicional Feira de Vinil, reunindo colecionadores, curiosos e amantes da boa música em um ambiente que combina nostalgia, descoberta e estilo de vida. O evento acontece no mesmo espaço das últimas edições, em frente à Kopenhagen, reforçando um ponto já conhecido do público que acompanha a feira e transformando o local em um verdadeiro ponto de encontro para quem valoriza o vinil. Com a participação de expositores do Paraná e de Santa Catarina, a feira reúne uma seleção de mais de 5 mil títulos em discos de vinil, que vão desde clássicos da MPB e do rock internacional até raridades e edições especiais para colecionadores. Durante os dois dias, o público também poderá aproveitar a discotecagem 100% em vinil, criando uma atmosfera única, onde o som da agulha no disco se transforma na trilha sonora do passeio. O crescimento do vinil segue como uma das principais tendências da indústria musical. Em 2024, o formato consolidou sua força no mercado físico, representando a maior fatia do faturamento do setor no Brasil, impulsionado tanto por colecionadores quanto por um novo público jovem, que busca uma experiência mais sensorial, afetiva e autêntica com a música. Para Marcos Rosa, proprietário da Rose Vinyl Records e expositor da feira, o evento vai além da compra e venda de discos: “O vinil proporciona uma conexão diferente com a música. É uma experiência completa, que envolve som, arte e memória. A feira é um espaço onde pessoas de diferentes gerações se encontram e compartilham essa paixão.” Com entrada gratuita, a Feira de Vinil reforça o posicionamento do Shopping Crystal como um espaço que valoriza experiências culturais e tendências de comportamento. Serviço – Feira de Vinil Shopping Crystal Data: 11 e 12 de abril de 2026 Local: Shopping Crystal – em frente à Kopenhagen Endereço: R. Comendador Araújo, 731 – Batel, Curitiba – PR Entrada: Gratuita Sobre o Shopping Crystal Localizado em uma das regiões mais charmosas de Curitiba, o Shopping Crystal é referência em sofisticação, cultura e experiências diferenciadas. Com um mix de lojas premium, gastronomia e eventos, o espaço se consolida como ponto de encontro para quem busca mais do que compras, busca estilo de vida
The Lumineers anuncia show em Curitiba

E mais um show chegando em Curitiba! The Lumineers anunciam um show em Curitiba, no dia 24 de abril, na Live. A apresentação faz parte da turnê que celebra o recente álbum do grupo. As vendas de ingressos para o público em geral estará disponível a partir desta sexta-feira, 30 de janeiro, começando às 10h online na Ticketmaster e às 11h na bilheteria oficial, na própria Live. Haverá uma pré-venda para os fãs no dia 28 de janeiro, a partir das 10h. Os fãs já podem se cadastrar para ter acesso antecipado à pré-venda de ingressos para artistas, inscrevendo-se no site da banda. Além de Curitiba, a banda passa ainda pelo Rio de Janeiro, no dia 22 e São Paulo, no dia 25. Depois seguem por Buenos Aires, Santiago, Bogotá e Lima, antes de encerrar em 09 de maio em Quito, no Equador. A turnê celebra o lançamento do mais recente álbum do The Lumineers, Automatic, lançado pelo selo Dualtone e que marca o trabalho mais pessoal e criativamente expansivo da banda até hoje. Elogiado por sua emoção crua e seus hinos coletivos, Automatic consolidou ainda mais a reputação do The Lumineers como um dos shows ao vivo mais poderosos do rock moderno — reputação refletida em estádios, arenas e apresentações como headliners em festivais esgotados ao redor do mundo. Serviço – The Lumineers em Curitiba Quando: 24 de abril de 2026 (sexta-feira) Onde: Live Curitiba (Rua Itajubá, 143) Horários: portões às 18h e show às 21h Quanto: a partir de R$ 295 Vendas: Ticke Por Augusto Tortato
Projeto de Lei pretende criar a Semana da Gastronomia Curitibana

O texto do vereador Pier Petruzziello (PP) prevê dias com muitas atividades em uma verdadeira celebração da culinária da capital paranaense A gastronomia curitibana pode ganhar, em breve, um reconhecimento oficial que vai muito além de um título simbólico. Está em tramitação na Câmara Municipal de Curitiba o projeto de lei 005.00089.2026, de autoria do vereador Pier Petruzziello (PP), que propõe a criação da Semana da Gastronomia Curitibana, a ser celebrada anualmente na segunda semana de outubro. A iniciativa foi concebida em parceria com Vinicius França, fundador do Sabores de Curitiba, e representa a consolidação de um movimento que há mais de 15 anos trabalha para colocar a capital paranaense no mapa gastronômico nacional e internacional. Somando mais de 460 mil seguidores através das plataformas e com missão clara de fomentar a gastronomia da cidade, Vinícius identificou a necessidade de criar uma estrutura que celebrasse, educasse e movimentasse toda a cadeia produtiva local. “Grande parte do meu dia é dentro dos restaurantes, provando receitas, conversando com quem faz a gastronomia acontecer e impossível não ficar deslumbrado com o potencial que a cidade tem”, conta o empresário. Ao apresentar a proposta ao vereador Pier Petruzziello, a ideia tomou forma legislativa. “A gastronomia curitibana não é apenas uma expressão de hábitos alimentares: é um patrimônio vivo, integrado à economia criativa, ao turismo e à identidade cultural da cidade”, afirma Petruzziello na justificativa do projeto. O que é a gastronomia curitibana e por que ela merece uma semana Curitiba é uma cidade construída por camadas. Sua cozinha reflete isso: é multiétnica, plural, formada pelo encontro entre tradições polonesas, italianas, alemãs, ucranianas, portuguesas, indígenas e tropeiras. O resultado não é uma gastronomia folclórica e engessada, mas uma culinária viva, urbana e em constante transformação. A carne de onça, reconhecida como patrimônio cultural imaterial por lei municipal e citada como o prato mais marcante por 11% dos turistas que visitam Curitiba, resume bem esse espírito: a influência europeia do steak tartare, a adaptação regional da broa de milho e a sociabilidade dos bares de bairro. Junto ao barreado e ao pinhão, compõe um repertório identitário que vai muito além do prato em si. Nos últimos anos, Curitiba também se consolidou como polo de inovação gastronômica, com chefs e empreendedores que reinterpretam tradições, valorizam produtores locais e projetam a cidade no cenário nacional. A proposta é que a Semana da Gastronomia Curitibana seja o catalisador institucional desse movimento. Inspirado em referências mundiais como o Madrid Fusión e o Festival Mistura, do Peru, a Semana da Gastronomia Curitibana está sendo planejada para ser muito mais do que uma celebração pontual. A proposta prevê uma programação robusta, com mais de 50 mini eventos, incluindo: Circuitos gastronômicos pela cidade e região metropolitana; Jantar beneficente; Summit para empresários e empreendedores do setor; Cursos, oficinas e atividades educativas; Feiras e eventos de valorização de produtores locais. “O objetivo é fortalecer toda a cadeia gastronômica de Curitiba e da região metropolitana, gerando impacto cultural, econômico e turístico”, ressalta Pier. O projeto foi protocolado em 9 de março de 2026 e está sendo avaliado pelas comissões temáticas da Câmara Municipal. Após os pareceres dos colegiados, seguirá para votação em plenário. Caso aprovado pelos vereadores e sancionado pelo prefeito, a lei entra em vigor a partir de sua publicação no Diário Oficial do Município.
Deva Premal & Miten: ícones da música New Age anunciam apresentação em Curitiba

O duo reconhecido mundialmente por unir mantras, meditação e arte sonora vem a Curitiba para apresentação no Teatro Positivo Depois de mais de dez anos, Deva Premal & Miten voltam ao Brasil em 2026 com uma turnê que promete reunir o público em noites de emoção, presença e harmonia. Referências da música e do movimento New Age, os artistas convidam os brasileiros a vivenciar uma experiência sonora dedicada à meditação, à devoção e à energia dos mantras milenares. Em Curitiba, o duo se apresenta no dia 30 de abril, quinta-feira, às 20h, no Teatro Positivo. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 115, pelo Disk Ingressos. Confira o serviço completo abaixo Além da capital paranaense, os concertos acontecem no Rio de Janeiro (26 de abril, Vivo Rio), Porto Alegre (28 de abril, Salão de Atos da PUC), Florianópolis (2 de maio, Stage Music Park) e São Paulo (5 de maio, Espaço Unimed). Com mais de 2 milhões de álbuns vendidos e uma trajetória que atravessa fronteiras, o duo é reverenciado por artistas e mestres como Cher, Tony Robbins e o Dalai Lama, além de um público global que encontra em suas apresentações um refúgio de paz e contemplação. Suas composições também integram trilhas sonoras de filmes, retiros espirituais e playlists de ioga e meditação em todo o mundo, ampliando ainda mais o alcance de sua influência. Indicados ao Grammy de Melhor Álbum New Age em 2020, Deva Premal & Miten seguem como expoentes da música devocional contemporânea. As apresentações também contarão com os músicos convidados Joby Baker (baixo, teclados e produção musical) e Lady Phyl (vocais e percussão). “Nossos concertos são encontros de oração em forma de som”, afirmam Deva Premal & Miten. “Compartilhamos a experiência de uma comunidade em plena voz, cantando mantras sagrados e conectando-se profundamente ao coração. É uma celebração da arte, da meditação e da alma.” A música espiritual, baseada nos mantras, é considerada uma arte de natureza subjetiva e sagrada, cujo propósito é harmonizar o indivíduo com a consciência universal. Cada mantra atua como um veículo de comunhão divina, em que o som é compreendido como força criadora e transformadora. O canto devocional desperta uma vibração interior que toca os centros energéticos — os chacras — promovendo alegria imediata e uma lembrança da origem divina de cada ser. Deva Premal, com sua voz serena e luminosa, cresceu imersa na tradição védica indiana e entoa desde a infância o Gayatri Mantra — um dos mais antigos e poderosos cânticos da cultura védica. Miten, ex-integrante da cena roqueira britânica dos anos 1970, transformou sua trajetória ao descobrir na Índia o poder da música como instrumento de meditação e amor. Juntos há mais de 35 anos, já se apresentaram em mais de 50 países. Seus concertos são conhecidos pela atmosfera de comunhão e pela fusão entre espiritualidade, arte e som — uma experiência transformadora que transcende o formato tradicional de espetáculo musical, transformando o palco em um espaço de contemplação compartilhada, onde o público canta, silencia e sente a energia coletiva em profunda harmonia. A turnê Deva Premal & Miten Brasil 2026 é uma realização da Agência Pineall com apoio da Virada Zen, Aviva e Yoganaya Sobre os artistas foto: Carmen Trappenberg Fotografie Deva Premal e Miten formam um duo reconhecido internacionalmente por unir mantras sânscritos e música contemporânea dentro da estética do movimento New Age. Deva Premal nasceu em Nuremberg, Alemanha, e cresceu em um ambiente musical e espiritual, ouvindo e cantando o Gayatri Mantra desde a infância. Sua trajetória é marcada pela combinação entre técnica vocal refinada e profundo sentido devocional. Desde o início de sua carreira, tem se dedicado a compartilhar os sons e as vibrações dos mantras como forma de meditação e cura. Miten, nascido Andy Desmond no Reino Unido, iniciou sua carreira nos anos 1970 como cantor e compositor ligado ao folk e ao rock britânico. Após uma jornada espiritual na Índia, redirecionou sua música para o campo meditativo, unindo poesia e harmonia em canções voltadas à consciência interior. Depoimentos de fãs “Obrigado pelo concerto e pela experiência mais maravilhosa e especial de ontem à noite — pura bem-aventurança!” “Minha alma está plena e há um sorriso no meu rosto que vem diretamente do que vivi no concerto de ontem.” “Um dos melhores concertos da minha vida! Fui abençoado por estar lá pessoalmente e cantar com eles, literalmente vibrando a alguns centímetros do chão.” “Foi além da magia. O amor naquele espaço era quase palpável. Posso viver dessa energia por semanas.” “Cantar com vocês me trouxe uma cura maravilhosa, ainda não consigo acreditar!” SERVIÇO – DEVA PREMAL & MITEN EM CURITIBA Quando: 30 de abril de 2026 (quinta-feira) Onde: Teatro Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300) Horário: abertura da casa às 18h e concerto às 20h Ingressos: os ingressos variam de R$ 115 a R$ 480, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br) Realização: Agência Pineall
Visita a Domicílio: coprodução Brasil-Argentina faz estreia nacional nesta terça

O que você faria se encontrasse seu primeiro grande amor da adolescência 25 anos depois de forma inesperada? A situação surpreendente movimenta o espetáculo Visita a Domicílio, peça em coprodução internacional Brasil-Argentina que faz sua estreia nacional nesta terça-feira 7 de abril, no 34º Festival de Curitiba. Serão três sessões nos dias 7, 8 e 9 de abril, terça, quarta e quinta, às 18h30, no Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51, Prado Velho, Curitiba), dentro da Mostra Plataforma Fringe BR, com ingressos à venda a partir de R$ 20 no site do festival (https://festivaldecuritiba.com.br/programacao/visita-a-domicilio/) e na bilheteria do Shopping Mueller. O ator argentino Juan Tellategui e o ator brasileiro Cícero de Andrade protagonizam o texto inédito do argentino Alberto Romero, dirigido pelos brasileiros Zé Guilherme Bueno e Miguel Arcanjo Prado. No time criativo, a obra ainda tem direção de movimento de Zuba Janaina, cenografia e figurino de Kleber Montanheiro, iluminação de Nicolas Manfredini, sonoplastia de Eder Sousa, produção executiva de Fabio Camara e assistência de direção de Julia Zann e Luiza Carvalho. A realização é das produtoras Arcanjo e 4Ever, em coprodução com Lugibi e Mosaico e coprodução internacional da Mundo Giras. Visita a Domicílio é uma sensível comédia dramática sobre um amor entre dois homens que foi interrompido bruscamente durante a adolescência. Por um acaso do destino, 25 anos depois, Gabo (Juan Tellategui) e Fernando (Cícero de Andrade) ganham a chance de acertar as contas com o passado. A história se passa em um apartamento da icônica Avenida Corrientes, no centro de Buenos Aires, capital da Argentina. Idealizador do projeto, o ator Juan Tellategui comemora 30 anos de carreira com o espetáculo, no qual interpreta Gabo, marcando sua volta ao Festival de Curitiba após 10 anos: “Celebrar 30 anos de carreira com a estreia de Visita a Domicílio é consolidar uma travessia que começou em Buenos Aires e floresceu em São Paulo, onde vivo há 15 anos. Metade da minha trajetória foi construída no Brasil, e voltar ao Festival de Curitiba, após 10 anos, com um personagem como o Gabo, confirma o meu desejo de manter e estimular essa ponte que criei entre os dois países. A peça traz um recado forte que sempre precisamos lembrar: o preconceito não destrói o amor. Fazer esta peça agora significa compartilhar com o público o meu momento de maior liberdade criativa e maturidade no palco, conectado com tudo o que aprendi nesta caminhada de três décadas.” O ator Cícero de Andrade, que comemora 20 anos de carreira com Visita a Domicílio, na qual dá vida a Fernando, reforça a importância do espetáculo. “Em tempos em que tantas narrativas e identidades ainda correm o risco de serem apagadas, colocar essa história em cena é um gesto de presença e de resistência. Celebrar meus 20 anos de carreira dando vida a Fernando e fazendo minha estreia no Festival de Curitiba não é apenas significativo, mas também profundamente simbólico”, afirma. A proposta cênica bebe de fontes como a telenovela, a comédia e o drama, além de recriar a atmosfera do centro portenho. Para os diretores Zé Guilherme Bueno e Miguel Arcanjo Prado, a peça mostra que histórias mal resolvidas atravessam o tempo. “São situações que, por não terem sido elaboradas ou encerradas, acabam influenciando escolhas, relações e caminhos, podendo desviar completamente o curso de uma vida. A peça convida o público a olhar para esses atravessamentos, para aquilo que fica em aberto, e a refletir sobre o impacto silencioso que essas questões podem ter ao longo do tempo”, diz o encenador Zé Guilherme Bueno. “Visita a Domicílio vem para tocar profundamente o coração do público. Traz um amor que o preconceito ao redor tentou destruir, mas que ganha uma chance de ser revivido e, quem sabe, resolvido”, complementa Miguel Arcanjo Prado. O dramaturgo argentino Alberto Romero define como “uma honra estrear no Festival de Curitiba” e lembra que a peça mostra que todos merecem ser felizes no amor. “Muitas pessoas da comunidade LGBT+ não tiveram a chance de viver um primeiro amor em sua adolescência, porque era difícil assumir quem éramos, porque nos dava vergonha ou simplesmente porque negávamos o que sentíamos. Os personagens Gabo e Fernando se arriscaram na adolescência e hoje, 25 anos depois, ganham a oportunidade de fechar ou reabrir essa primeira história que ficou inconclusa. Visita a Domicílio é uma peça otimista e que traz a mensagem que o amor é mais forte, como canta um roqueiro argentino”, finaliza. Depois do Festival de Curitiba, o espetáculo Visita a Domicílio estreia em São Paulo, onde faz temporada no Teatro Sérgio Cardoso (R. Rui Barbosa, 153, Bela Vista, SP), às quartas e quintas, às 19h, de 20 de maio a 25 de junho, ficando em cartaz no mês da diversidade. Visita a Domicílio @visitaadomicilio 34º Festival de Curitiba – Mostra Plataforma Fringe BR 7, 8 e 9/4/2026 – Terça, quarta e quinta, 18h30 Teatro Paiol (R. Cel. Zacarias, 51 – Prado Velho, Curitiba, Paraná) Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada) Vendas: https://festivaldecuritiba.com.br/programacao/visita-a-domicilio/ Gênero: Comédia Dramática Duração: 60 minutos Classificação: 18 anos Temporada em São Paulo 20/05/2026 a 25/06/2026 Quartas e quintas, 19h Ingressos: https://site.bileto.sympla.com.br/teatrosergiocardoso/ Ficha técnica “VISITA A DOMICÍLIO” @visitaadomicilio Uma coprodução internacional Brasil-Argentina Idealização: Juan Tellategui Tradução e adaptação: Juan Tellategui e Miguel Arcanjo Autor: Alberto Romero Direção artística e de produção: Zé Guilherme Bueno e Miguel Arcanjo Prado Elenco: Juan Tellategui e Cícero de Andrade Encenação: Zé Guilherme Bueno Direção de movimento: Zuba Janaina Produção Executiva: Fabio Camara Assistência de direção: Julia Zann e Luiza Carvalho Cenografia e figurino: Kleber Montanheiro Iluminação: Nicolas Manfredini Sonoplastia: Éder Sousa Assistente de produção: Jean Lizo Estágio: Flávia Caldeira, Flora Carneiro, Julia Barrichello, Julia Brum e Victor Stella Locução: Diego Herrera Design: Aro 8 – Vinicius Campiolo Direção de Comunicação: Miguel Arcanjo Direção de Marketing: Julia Zann Direção de Arte e IA: Juan Tellategui Fotografia: Rafa Marques Assessoria de imprensa: André Nunes (Curitiba) e Adriana Balsanelli e Renato Fernandes (São Paulo) Apoio institucional: Consulado da Argentina em Curitiba, Festival de Curitiba – Mostra Fringe, Espaço Cia da Revista, Escola A Voz em Cena, Aro 8, Teatro Sérgio Cardoso – APAA Produtoras associada: Mosaico e Lugibi Produtora internacional associada: Mundo Giras Realização: Arcanjo Produção e 4Ever Produções Foto capa: Os atores Juan Tellategui e Cícero de Andrade. Foto: Rafa Marques
José Carreras anuncia show em Curitiba de sua turnê de despedida, Farewell Tour

Apresentação acontece no dia 23 de setembro no Teatro Positivo; a venda para o público em geral estará disponível a partir do dia 09 de abril, meio-dia O lendário tenor espanhol José Carreras traz sua turnê mundial de despedida ao Brasil, a Farewell Tour, e anuncia três shows pelo país com a regência de David Giménez. Curitiba recebe a primeira apresentação da turnê no dia 23 de setembro, no Teatro Positivo. Além de Curitiba, a turnê ainda passa no dia 26 de setembro em São Paulo (Vibra São Paulo) e 29 de setembro em Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna). A turnê brasileira é uma realização da Infinito Entretenimento e MCA Concerts. Com um repertório cuidadosamente selecionado e que abrange os momentos mais marcantes de sua carreira, irá interpretar árias de ópera famosas, clássicos da música popular e suas canções mais renomadas. Ingressos: A venda de ingressos para o público em geral estará disponível a partir do dia 09 de abril, às 12h online e nas bilheterias oficiais (mais informações abaixo no serviço). Sobre José Carreras foto: Divulgação José Carreras ocupa uma posição privilegiada no mundo da música. Nascido em Barcelona, estudou música em sua cidade natal. Em 1970, iniciou sua carreira profissional no Gran Teatre del Liceu de Barcelona, interpretando Nabuco e Lucrécia Borgia. Sua meteórica carreira musical resultou em estreias precoces nos mais prestigiados teatros e festivais de ópera do mundo, incluindo o Théâtre alla Scala de Milão; o Metropolitan Opera House de Nova York; a Ópera de São Francisco; a Ópera Estatal de Viena; a Royal Opera House de Londres; a Ópera de Munique; a Lyric Opera de Chicago; e os festivais de Salzburgo; Aix-en-Provence; Edimburgo e Verona. José Carreras colaborou com os mais conceituados maestros de orquestra, incluindo Herbert von Karajan (uma relação artística e pessoal que durou mais de doze anos e incluiu actuações em Salzburgo, Berlim e Viena), Claudio Abbado, Riccardo Muti, Lorin Maazel, Riccardo Chailly, Colin Davis, Giuseppe Sinopoli, James Levine, Carlo Maria Giulini, Leonard Bernstein e Zubin Metha, e com encenadores de destaque como: Franco Zeffirelli, Jean Pierre Ponnelle, Giorgio Strehler, Luigi Comencini e Harold Prince. Sua extensa discografia inclui mais de 150 gravações, notadamente 50 óperas completas, oratórios, recitais populares e clássicos. Ele recebeu inúmeros discos de ouro e platina em todo o mundo. O seu repertório inclui mais de sessenta óperas, das quais se destacam: Andrea Chenier, La Bohème, Tosca, Werther, Don Carlo, Carmen, La Forza del Destino, I Pagliacci, L’Elisir d’Amore e Un Ballo in Maschera. José Carreras interpretou o papel principal em diversos filmes operísticos para televisão, cinema e vídeo. Paralelamente às suas atividades operísticas, apresentou-se frequentemente em recitais nas salas de concerto mais famosas do mundo. Apresentou-se no Carnegie Hall e no Avery Fisher Hall, em Nova Iorque; no Royal Festival Hall, no Barbican e no Royal Albert Hall, em Londres; na Salle Pleyel, em Paris; no Musikverein e no Konzerthaus, em Viena; na Filarmônica de Berlim, no Suntory Hall e no NHK Hall, em Tóquio; no Grosses Festspielhaus, em Salzburgo; na Filarmônica e no Hercules Saal, em Munique; no Palau de la Música, em Barcelona; no Teatro Real, em Madrid; e na Accademia Santa Cecilia, em Roma. Seu vasto repertório de concertos inclui mais de 600 obras dos mais diversos estilos, que vão do barroco à música contemporânea. Entre os inúmeros prêmios e distinções nacionais e internacionais que foram concedido a José Carreras, há o Grand Prix du Disque da Academia de Paris; o Prêmio Luigi Illica; um Grammy Award de 1991; o Prêmio Sir Lawrence Olivier por sua performance em “Stiffelio” na Royal Opera House, Covent Garden; Kammersänger e Membro Honorário Vitalício do Staatsoper de Viena; Membro Honorário do Royal London Academia de Música, além de muitas outras premiações e condecorações. Em 1992, José Carreras foi contratado como diretor musical dos Jogos Olímpicos realizados em Barcelona. Em “Os Três Tenores”, Carreras fez parte do projeto lendário ao lado de seus colegas Plácido Domingo e Luciano Pavarotti. Desde 1988, preside com total dedicação e entusiasmo o José Carreras Fundação Internacional da Leucemia estabelecida em Barcelona, com filiais nos Estados Unidos, Suíça e Alemanha. Sobre David Giménez Nascido em Barcelona, David Giménez estudou piano e composição no Conservatório del Liceu, em sua cidade natal. Posteriormente, especializou-se em regência na Hochschule für Musik de Viena com Karl Österreicher e na Royal Academy of Music de Londres com Sir Colin Davis. Desde sua estreia com a Orquestra NDR de Hannover em 1994, apresentou-se em todo o mundo, regendo as orquestras e solistas mais importantes em salas de concerto como o Royal Albert Hall, a Filarmônica de Berlim, a Salle Pleyel, o Konzerthaus de Viena, o Suntory Hall de Tóquio e o Carnegie Hall e o Avery Fisher Hall de Nova York. Ao longo de sua carreira, David Giménez regeu orquestras como a Filarmônica de Viena, a Sinfônica de Londres, a Philharmonia, a Filarmônica de Munique, a Orquestra de Paris e a Filarmônica da Scala. A ópera ocupa um lugar importante na agenda de apresentações do Maestro Giménez. Apresentou um vasto repertório operístico em teatros como o Teatro alla Scala, a Staatsoper de Viena, a Royal Opera House de Covent Garden, a Ópera de Zurique, a Deutsche Oper de Berlim, o Théâtre du Champs Elysées, a Ópera de Washington, o Gran Teatre del Liceu de Barcelona, o Teatro Real de Madrid ou a Ópera de Sydney. Com um excepcional conhecimento de vozes, o Maestro Giménez colabora regularmente com cantores como José Carreras, Plácido Domingo, Anna Netrebko, Angela Gheorghiu, Roberto Alagna, José Cura, Bryn Terfel, Joseph Calleja e Charles Castronovo. O Maestro Giménez também fez parte do júri de vários concursos, como o concurso de canto Verdi em Parma, Operalia e o concurso de composição Reina Sofia em Madrid. Em 2022, tornou-se Diretor Artístico do Festival Sons de Oradea, em Oradea, Romênia, e em 2024, Maestro Titular da Filarmônica Podkarpacka, em Rzeszów, Polônia. Nesta temporada, o Maestro Giménez apresentou-se, entre outros, nos pódios da Orquestra Filarmônica Real, da Orquestra Nacional da Bélgica, da Orquestra da Arena de Verona, da Orquestra Sinfônica Nacional da RAI, da
Referência do metal europeu, In Flames confirma show em Curitiba

A banda sueca carrega um vasto repertório que atravessa mais de três décadas de carreira. Apresentação acontece na Ópera de Arame, no dia 26 de abril Um dos nomes mais influentes do metal europeu, o In Flames acaba de confirmar seu retorno ao Brasil em 2026. Como não poderia ser diferente, a turnê da banda sueca no país terá, além da cidade de São Paulo, Curitiba na agenda: dia 26 de abril, com única apresentação na Ópera de Arame, com assinatura Bangers Open Air, Planeta Brasil Entretenimento e Honorsounds. A banda, formada em 1990, na cidade de Gotemburgo, é reconhecida por sua contribuição ao death metal melódico e por uma trajetória que atravessa gerações sem perder relevância. Idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad, o In Flames começou como uma proposta ousada no underground, mesclando a agressividade do death metal com harmonias melódicas inspiradas no metal tradicional. Essa fusão logo se tornaria a base do chamado Gothenburg Sound, estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo. Com 13 álbuns de estúdio e uma carreira construída entre tradição e reinvenção, o grupo mantém como marca a combinação de riffs precisos, melodias marcantes e composições que equilibram agressividade e densidade emocional. Desde os primeiros trabalhos, como “Lunar Strain” (1994) e “The Jester Race” (1996), até títulos que ampliaram seu alcance global, como “Soundtrack to Your Escape” (2004) e “Come Clarity” (2006), a banda construiu um repertório que dialoga tanto com os fãs da fase clássica quanto com o público que a acompanhou nas transformações sonoras dos anos 2000 em diante. O resultado é um repertório que sustenta apresentações intensas, com setlists que costumam atravessar diferentes momentos da discografia. Em Curitiba, o In Flames vai apresentar a turnê mundial do aclamado álbum “Foregone”, de 2023, que celebra as mais de três décadas de carreira da banda. A formação atual reúne Anders Fridén (vocal), Niclas Engelin (guitarra), Björn Gelotte (guitarra) e Joe Rickard (bateria), músicos responsáveis por sustentar a identidade sonora que projetou o In Flames. O show da banda In Flames em Curitiba acontece no dia 26 de abril, na Ópera de Arame, com abertura dos portões a partir das 19h. Os ingressos estão à venda pela plataforma Disk Ingressos (www.diskingressos.com.br). Mais informações nos perfis oficiais no Instagram: @planetabrasilentretenimento, @honorsounds, @bangersopenair e @inflames.
Don Max comemora 30 anos consolidado como referência gastronômica em Curitiba

No coração do bairro Água Verde, restaurante construiu ao longo de três décadas uma história marcada por qualidade, fidelidade do público e encontros que transformaram clientes em amigos. Em março, o Restaurante Don Max celebra 30 anos de história em Curitiba. Localizado no bairro Água Verde, na rua Tenente Max Wolf Filho, que inspirou o nome da casa, o restaurante construiu ao longo de três décadas uma trajetória marcada pela qualidade da gastronomia, pela fidelidade dos clientes e por um ambiente que se tornou ponto de encontro de muitos curitibanos. Criado por Paulo Zanatta, o Don Max nasceu a partir de uma trajetória pouco comum. Antes de abrir o restaurante, Paulo passou oito anos na Europa estudando teatro. Para se manter no período em que viveu no exterior, trabalhou em bares e restaurantes, onde acabou desenvolvendo interesse e experiência na gastronomia. Ao retornar ao Brasil e escolher Curitiba para viver, decidiu abrir o próprio negócio, unindo duas paixões: a cultura e a boa comida. No início, o Don Max funcionava apenas durante o dia. Com o tempo, passou a abrir também à noite para atender o público que saía dos teatros da cidade. Foi nesse período que Paulo começou a criar pratos próprios e adaptar receitas que conheceu na Europa. Nos primeiros anos, o restaurante também ficou conhecido pelo rodízio de petiscos, que ajudou a atrair os primeiros frequentadores. Histórias curiosas marcam o início da casa. Em alguns momentos, Paulo atendia sozinho. Quando a cerveja estava acabando, ele pegava a bicicleta e ia até uma padaria próxima buscar mais garrafas geladas. Enquanto isso, os próprios clientes se serviam das bebidas e anotavam o consumo em um papel até que ele retornasse. O crescimento do restaurante ao longo dos anos também trouxe mudanças ao entorno. Durante muito tempo, o Don Max funcionou no meio da quadra da Tenente Max Wolf Filho. O movimento intenso de clientes acabou se tornando uma marca do local. Era comum ver frequentadores sentados nos tradicionais banquinhos na calçada do outro lado da rua enquanto aguardavam uma mesa ou simplesmente aproveitando o ambiente descontraído. Com o passar do tempo e o aumento do fluxo na região, a prefeitura acabou alterando o sentido da via, que deixou de ser mão dupla. No final de 2025, o restaurante iniciou uma nova fase ao assumir um espaço maior na esquina com a rua Petit Carneiro, ampliando a estrutura para atender melhor o público que cresceu ao longo das décadas. Gastronomia premiada Ao longo de sua trajetória, o Don Max acumulou diversos reconhecimentos gastronômicos. O restaurante soma 13 prêmios da revista Veja Comer & Beber, além de premiações concedidas por guias e publicações como Prêmio Gula e Bom Gourmet, entre outros. Entre os pratos que marcaram a história da casa estão o Macarrão Ernesto, a Berinjela Gratinada, o Mignon Shitake Gengibre e o tradicional barreado, um dos grandes símbolos da culinária paranaense presente no cardápio do restaurante. Outro destaque absoluto é o mignon à parmegiana, considerado um dos carros-chefes da casa e um dos pratos mais pedidos pelos clientes ao longo dos anos. Entre os risotos, um dos mais procurados é o risoto de abobrinha com mignon na crosta de castanha. Além dos pratos principais, o restaurante também ficou conhecido pelas tradicionais comidinhas de boteco e porções para compartilhar, que ajudam a compor o clima descontraído da casa. Outro momento bastante aguardado pelos frequentadores acontece aos sábados, quando o restaurante serve a tradicional feijoada. O prato é acompanhado de música brasileira, com samba, chorinho e MPB. Nos finais de semana à noite, o Don Max também atrai o público pela programação musical. A casa possui um palco para apresentações e costuma valorizar músicos locais, muitos deles já conhecidos do público curitibano. “Quando eu voltei da Europa, queria criar um lugar onde as pessoas pudessem se encontrar, conversar e comer bem. O Don Max nasceu de forma simples, mas sempre com muito carinho. Ver o restaurante completar 30 anos e saber que ele faz parte da vida de tanta gente é algo muito especial”, afirma Paulo Zanatta. Encontro de artistas Com o passar do tempo, o Don Max também se transformou em um ponto de encontro de artistas que passam por Curitiba. Nomes do teatro, da música, do humor e do esporte estão registrados nas paredes da casa, ao lado de clientes que, ao longo dos anos, acabaram se tornando amigos. Entre os artistas que já frequentaram o restaurante estão Toni Ramos, Luís Melo, Marcos Palmeira, Alexandre Nero, Letícia Sabatella e Denise Fraga. Entre os músicos, Zeca Baleiro, Pepeu Gomes, Derico e também a cantora internacional Norah Jones, que em passagem por Curitiba fez questão de conhecer o restaurante. Do universo do futebol, passaram pelo Don Max nomes como Toninho Cerezo, Paulo Autuori, Carlinhos Neves, Mano Menezes e Levir Culpi. Também já estiveram na casa o humorista Diogo Portugal e o cartunista Ziraldo. Parceria de vida Outro capítulo importante da história do Don Max começou em 2004, quando Márcia Almeida passou a frequentar o restaurante. Na época, ela ajudava Paulo na organização financeira do negócio montando planilhas de controle e, em troca, recebia refeições do restaurante. Muitas vezes, as refeições eram feitas ali mesmo, na calçada em frente ao bar. No ano seguinte, Márcia recebeu o convite para assumir a área administrativa e financeira do restaurante e acabou se tornando sócia de Paulo. Formada em administração, ela passou a se dedicar integralmente ao negócio, chegando em alguns períodos a trabalhar até 16 horas por dia. “Eu comecei ajudando com as planilhas e, quando percebi, já estava completamente envolvida com o restaurante. O Don Max virou parte da nossa vida. Ver tudo isso crescer, acompanhar os clientes ao longo dos anos e chegar aos 30 anos de história é muito emocionante”, destaca Márcia Almeida. Para os dois, o Don Max acabou se tornando muito mais do que um restaurante. Ao longo de três décadas, o local se transformou em parte essencial da vida dos proprietários