Exposição Labirinto: Uma abordagem poética sobre a finitude da vida

  Inédita na capital paranaense, exposição do artista gaúcho André Severo está em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba                                                                  Exposição “Labirinto”, de André Severo – Cred André Severo  Drive de imprensa: https://drive.google.com/drive/folders/1acoMajgsMGBuqBeXSiQlMre9PSxFOSK1?usp=drive_link A exposiçaõ do artista gaúcho André Severo, “Labirinto”, está em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba. A mostra, que propõe uma experiência imersiva que utiliza imagens, sons e textos para provocar reflexões sobre memória, tempo e consciência, é inédita na capital paranaense e pode ser conferida até o dia 25 de janeiro de 2026. A visitação ocorre de terça-feira a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos e feriados, das 10h às 19h. Sob curadoria de Marília Panitz, a instalação integra e finaliza a trilogia “El Mensajero”, composta também pelas obras Metáfora e Espelho, que abordam os anos da pandemia – período marcado pela interrupção súbita de muitas vidas, forçando profundas transformações individuais e coletivas. Em Labirinto, o ambiente da exposição conta com cerca de 400 fotografias e seis filmes, posicionadas propositalmente em forma de labirinto para provocar reflexões, resgatar memórias e sentimentos sobre finitude do ser.                                                       Exposição “Labirinto” em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba – Cred André Severo   Segundo o idealizador e artista, André Severo, a exposição é uma obra-libelo – não se tratando de discurso direto e sim de uma manifestação poética, construída a partir de ruínas que revelam vestígios visuais de situações e pessoas que passaram a existir somente no campo da lembrança e, ainda assim, podem provocar sentimentos intensos. “Mergulhamos nas imagens ‘daquilo que já não é’, mas ainda pulsam, soam e nos abduzem para dentro de suas linhas de fuga”, ressaltou. Sobre o artista: Natural de Porto Alegre, André Severo é mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem trajetória marcada por projetos como Areal, Lomba Alta e Dois Vazios, além de publicações como Consciência Errante e Soma e Deriva de Sentidos. Atuou como curador associado da 30ª Bienal de São Paulo e co-curador da representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza. Serviço: [EXPOSIÇÃO] Labirinto de André Severo Visitação: Até 25 de janeiro de 2026 Local: CAIXA Cultural Curitiba – Galeria Mezanino, Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba Horário de visitação: Terça a Sábado, das 10h às 20h. Domingos e feriados das 10h às 19h Ingressos: Gratuitos  Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Acessibilidade: As imagens contarão com audiodescrição Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155       Foto capa: enlarge-LABIRINTO-semana  

CAIXA Cultural Curitiba recebe a exposição interativa “Solfejo – Felippe Moraes”

  Mostra inédita investiga o som, o samba e a música das esferas em diálogo com a cosmologia     A CAIXA Cultural Curitiba recebe a exposição interativa “Solfejo – Felippe Moraes”, primeira mostra individual do artista carioca no Paraná. A abertura será no dia 15 de julho, e a visitação segue até 21 de setembro, com entrada gratuita. Com curadoria de Marc Pottier, curador do Museu Oscar Niemeyer, a exposição reúne 38 obras que exploram o som, o samba e a cosmologia por meio de instalações interativas, luzes de néon, caixas de luz, fotografias de ondas sonoras e concertos das músicas dos planetas. A mostra propõe uma experiência sensorial e reflexiva, cruzando arte contemporânea, ciência e espiritualidade.     “Solfejo foi pensada como uma exposição de arte total, incluindo o design gráfico, a iluminação, a expografia e a relação coesa entre as obras. Vamos contando uma história e apresentando narrativas ao redor das criações, baseada em pesquisas de muitos anos, partindo da consulta de outros pensadores, de séculos e milênios atrás”, comenta Felippe Moraes. O título da exposição faz referência à técnica musical que envolve a leitura cantada de notas musicais. Para o artista, essa prática se transforma em metáfora para a organização de ideias e saberes. “Em Solfejo, organizo pensamentos de diversas áreas do conhecimento para levantar questões que dizem respeito à condição humana. Aqui, a arte contemporânea nos permite falar de matemática, física, espiritualidade, misticismo, história e cultura. Todas através da música”, completa Moraes.     Entre os destaques da mostra está a série Samba Exaltação (2021), que homenageia o samba e o Carnaval com fotografias em backlight e letreiros com versos de sambas históricos. Já a instalação Solaris Discotecum (2023) convida o público a dançar com os planetas e as estrelas, em uma pista de dança cósmica iluminada por constelações em néon. A exposição já passou por São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, reunindo mais de 40 mil visitantes, e agora chega à capital paranaense com a proposta de provocar o público a refletir sobre o universo, a música e a condição humana.   SERVIÇO [Exposição] Solfejo – Felippe Moraes Local: CAIXA Cultural Curitiba, Galeria Mezanino – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro Abertura: 15 de julho, às 19h Visitação: 15 de julho a 21 de setembro de 2025 Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h Classificação: Livre Entrada gratuita Acesso para pessoas com deficiência Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2165     Imagens (Crédito Rodolfo Viana)

CAIXA Cultural Curitiba promove oficinas gratuitas sobre a obra de Nelson Leirner, artista em exposiçã

  Ministrada pela artista paulista Stela Barbieri, oficinas ocorrem nos dias 16 e 17 de maio. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site oficial da CAIXA   Exposição Nelson Leirner: Parque de Diversões segue em cartaz até o dia 29 de junho   A primeira exposição póstuma sobre a vida e obra de um dos artistas mais inventivos do Brasil, Nelson Leirner, segue em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba. Intitulada “Nelson Leirner: Parque de Diversões”, a mostra reúne um acervo com mais de 70 obras criadas nos últimos 20 anos de sua vida, compreendendo esculturas, pinturas, tapeçarias e objetos que exaltam seu processo transgressor, tanto como artista como professor, tendo sido responsável por uma geração de artistas.   Uma dessas artistas que foram impactadas pela obra de Leirner é Stela Barbieri, que foi uma de suas alunas em cursos livres durante os anos 1980. Stela ocupa a exposição com a instalação “Mirantes: Mirando Nelson Leirner”, em que convida o público ao exercício da atenção e da experiência, em uma viagem enlevada por materiais e instrumentos que culminam na construção de lugares, mirantes que contemplam o mundo a partir de perspectivas e ângulos que fogem do comum, dando margem à fertil substância das surpresas, utilizando técnica mista, com desenhos em nanquim, tinta acrílica e carrinhos de ferro, platô de madeira, estacas de madeira, tecidos e lãs.     Stela Barbieri ministra, nos dias 16 e 17 de maio, à s 15h, duas atividades especiais e gratuitas sobre Nelson Leirner, seguidas de ações colaborativas com os participantes.   Na sexta-feira (16), ocorre o bate-papo “O que é uma obra-oficina? Conversa sobre a obra ”˜Mirantes: Mirando Nelson Leirner’”, em que Stela compartilhará os processos de invenção de sua obra, em suas diversas instâncias de realização, do encontro com um mirante natural e seus convites ao olhar à s investigações em diferentes linguagens, como desenhos, maquetes e os estudos para a construção da obra e suas ativações. Como os mirantes se transformam e se mesclam à s paisagens e espacialidades existentes? Quais as diferentes relações e escalas do mirar no cotidiano? Que brechas abrimos para essas relações? Quais as diferentes qualidades dos mirantes conhecidos, desconhecidos e inventados? As inscrições podem ser feitas pelo: https://forms.gle/dzcv9fhiZ6QrNNcr8       Já no sábado (17), é a vez da vivência “Ativando a obra-oficina mirando Nelson Leirner”, que consiste em uma visita guiada com Stela Barbieri, em que os participantes poderão entrar em contato não apenas com as possibilidades táteis e relações de movimentos e encontros com os materiais e materialidades da obra, mas também dialogar ao redor das perguntas que impulsionam a pesquisa e seus processos de invenção. As inscrições podem ser feitas pelo: https://forms.gle/fBw9czYs9ca2BeGz5   A exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” segue em cartaz em Curitiba até o dia 29 de junho na CAIXA Cultural Curitiba. O espaço localizado na R. Conselheiro Laurindo, 280, Centro e tem visitação gratuita com funcionamento de terça-feira a sábado, das 10h à s 20h, e domingos e feriados, das 10h à s 19h. A mostra é apresentada pela CAIXA Cultural, com patrocínio da CAIXA e Governo Federal Brasil – União e Reconstrução, com apoio da Silvia Cintra + Box04 e realização da Phi Projetos e Cinnamon.   SERVIÇO: Exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” Local: CAIXA Cultural Curitiba (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro) Data: até 29 de junho Entrada gratuita Horário de visitação: terça-feira a sábado, das 10h à s 20h; domingos e feriados, das 10h à s 19h. Rede social oficial: Instagram | @nelsonleirnerparquedediversoes e @caixaculturalcuritiba   Palestra-Oficina: “O que é uma obra-oficina? Conversa sobre a obra ”˜Mirantes: mirando Nelson Leirner’”- com Stela Barbieri Data: 16 de maio Horário: 15h Inscrições gratuitas: https://forms.gle/dzcv9fhiZ6QrNNcr8 (50 vagas) Classificação Livre   Vivência: “Ativando a obra-oficina mirando Nelson Leirner” – Com Stela Barbieri Data: 17 de maio Horário: 15h Inscrições gratuitas: https://forms.gle/fBw9czYs9ca2BeGz5 (30 vagas) Classificação Livre     Foto capa: Nelson Leirner. Cred esq, Cia-da-Foto. Dir Liliana-Leirner  

Primeira exposição póstuma de Nelson Leirner, um dos artistas mais inventivos do Brasil, segue em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba

Com curadoria de Agnaldo Farias, “Nelson Leirner: Parque de Diversões” reúne mais de 70 obras de um dos principais artistas da arte contemporânea brasileira e conta com instalação interativa da artista convidada Stela Barbieri. Visitação e participação nas atividades paralelas do projeto são gratuitos A exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” segue em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). A mostra inédita no Sul é uma celebração das obras de um dos artistas mais inventivos do Brasil e é a primeira individual póstuma, reunindo um acervo com mais de 70 obras criadas nos seus últimos 20 anos de vida, compreendendo esculturas, pinturas, tapeçarias, colagens, fotografias e objetos que representam seu processo transgressor, tanto como artista, quanto professor, tendo sido responsável por uma geração de artistas. “Esta exposição de Nelson Leirner foca em trabalhos produzidos em suas duas últimas décadas de vida, porém contém também exemplares de séries e ações importantes, realizadas nos anos 1960 e 1970. A mostra dedica-se a reapresentar uma obra superlativa e seminal, predicados decorrentes de sua densidade crítica, se alimentando de aspectos da vida cotidiana, mas não só, discutindo também a figura do artista, a natureza da obra de arte e a sobredeterminação de ambos pela história”, comenta Agnaldo Farias, curador da exposição. Recorde de público Em sua passagem por Recife, a exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” reuniu mais de 80 mil visitas durante a temporada. Além do público geral, a mostra também contou com a visita de escolas e grupos educacionais, em que puderam aprender mais sobre um dos principais artistas da arte contemporânea brasileira. Depois de Recife, a mostra seguiu para São Paulo, onde foi realizada entre 23/11/2024 e 23/02/2025. Em Curitiba, a exposição fica em cartaz até o dia 29 de junho. A exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” é apresentada pela CAIXA Cultural, com patrocínio da CAIXA e Governo Federal Brasil – União e Reconstrução, com apoio da Silvia Cintra + Box04 e realização da Phi Projetos e Cinnamon. Instalação “Mirantes: Mirando Nelson Leirner” Dentro da mostra, o público também poderá conferir a instalação “Mirantes: mirando Nelson Leirner”, de Stela Barbieri. A artista, que foi aluna de Leirner em cursos livres durante os anos 1980, foi convidada para apresentar sua obra artística, que convida o público ao exercício da atenção e da experiência, uma viagem enlevada por materiais e instrumentos que culminam na construção de lugares, mirantes que contemplam o mundo ao redor, a partir de perspectivas e ângulos que fogem do comum, dando margem à fertil substância das surpresas. Em sua instalação, Barbieri utiliza técnica mista, com desenhos em nanquim, tinta acrílica e o uso de carrinhos de ferro, platôs de madeira, estacas de madeira, tecidos e lãs. “Honrando o interesse de Nelson Leirner pela aproximação da arte com o público, assim como seu esforço em incutir essa orientação em seus alunos, convidamos a artista Stela Barbieri, que foi aluna de Leirner nos anos 80. Ela, que quando menina gastava horas deitada no chão contemplando a lenta procissão das nuvens no céu, nos traz ”˜Mirantes: Mirando Nelson Leirner’, uma obra voltada sobretudo, mas não exclusivamente, à s crianças”, comenta o curador Agnaldo Farias. Palestras gratuitas A artista Stela Barbieri apresenta sua Palestra-Oficina, no dia 16 de maio, à s 15h. A artista compartilhará os processos de invenção da obra-oficina “Mirantes: mirando Nelson Leirner”, em suas diversas instâncias de realização, do encontro com um mirante natural e seus convites ao olhar à s investigações em diferentes linguagens, como desenhos, maquetes e os estudos para a construção da obra e suas ativação. “Como os mirantes se transformam e se mesclam à s paisagens e espacialidades existentes? Quais as diferentes relações e escalas do mirar no cotidiano? Que brechas abrimos para essas relações? Quais as diferentes qualidades dos mirantes conhecidos, desconhecidos e inventados?”, indaga Barbieri. Após a palestra, a artista realiza uma oficina de ativação da obra junto ao público. Já no dia 17 de maio, também à s 15h, Stela promove uma visita guiada pela instalação, em que os participantes poderão entrar em contato não apenas com as possibilidades táteis, relações de movimentos e encontros com os materiais e materialidades da obra, assim como dialogar ao redor das perguntas que impulsionam a pesquisa e seus processos e invenção. A CAIXA Cultural Curitiba fica localizada na R. Conselheiro Laurindo, 280, Centro. O horário de visitação da exposição é de terça-feira a sábado, das 10h à s 20h, e domingos e feriados, das 10h à s 19h. A entrada é gratuita. Mais informações pelo perfil oficial da exposição no Instagram | @nelsonleirnerparquedediversoes. O legado de Nelson Leirner Nelson Leirner nasceu na cidade de São Paulo, em 1932. Foi um artista intermídia. Viveu nos Estados Unidos entre 1947 e 1952. De volta ao Brasil, estudou pintura com Joan Ponç, em 1956. Entre 1960 e 1965, começou a trabalhar com “apropriações”, culminando com uma exposição com Geraldo de Barros na Atrium Galeria, que depois itinerou para o Museu de Arte Moderna de Buenos Aires. Participou da Nova Objetividade Brasileira, no MAM-Rio, e Opinião, em São Paulo, exposições que deram início ao movimento de vanguarda no Brasil. Em 1966, fundou o Grupo Rex, com Wesley Duke Lee, Geraldo de Barros, Thomaz Souto Corrêa, José Resende, Carlos Fajardo e Frederico Nasser. No mesmo ano, recebeu prêmio na Bienal de Tóquio, com os trabalhos Homenagem a Fontana, que deram início à realização de múltiplos no Brasil. Em 1967, realizou a Exposição-Não-Exposição, happening de encerramento das atividades do Grupo Rex, em que ofereceu obras de sua autoria gratuitamente ao público. No mesmo ano, enviou ao 4o Salão de Arte Moderna de Brasília um porco empalhado e questionou, publicamente, por meio de artigo no Jornal da Tarde, os critérios que levaram o júri a aceitar a obra. Foi também um dos pioneiros no uso do outdoor como suporte. Ganhou o prêmio Itamaraty na 7a Bienal de São Paulo. Em 1969 e 1971, foi convidado a participar da Bienal de São Paulo, mas recusou-se a tomar