Terror com Paolla Oliveira ganha cartaz oficial. “Herança de Narcisa” estreia no Festival do Rio

    Com direção de Clarissa Appelt e Daniel Dias, produção aborda a ancestralidade feminina e faz parte da “Mostra Première Brasil: Competição Novos Rumos”. Estreia ocorre no dia 6 de outubro   Paolla Oliveira estreia no gênero terror em “A Herança de Narcisa” – Cred Olhar Filmes O aguardado longa-metragem “Herança de Narcisa”, que marca a estreia de Paolla Oliveira no gênero terror, ganhou um cartaz oficial. O filme, que leva direção de Clarissa Appelt e Daniel Dias, estreia no Festival do Rio no dia 6 de outubro e faz parte da “Mostra Première Brasil: Competição Novos Rumos”, um espaço dedicado a longas-metragens de ficção e documentários que apostam em narrativas inéditas e que apresentam as tendências na sétima arte brasileira. “No sincretismo religioso brasileiro, acredita-se que somente reconhecendo as projeções e questões um do outro, fantasmas e hospedeiros podem se libertar. ‘Herança de Narcisa’ é uma versão diferente do clássico filme de possessão, em que não falamos sobre a possessão pelo mal ou pelo diabo, mas sobre a possessão pelas questões não resolvidas do relacionamento entre mãe e filha. Para quebrar o ciclo, a única maneira é um exorcismo mútuo”, comenta a dupla de cineastas sobre o terror psicológico. A produção acompanha Ana (Paolla Oliveira) e o seu retorno à casa em que passou a infância após a morte recente de sua mãe, a ex-vedete Narcisa. O casarão, localizado no Rio de Janeiro, foi a única herança deixada a ela e a seu irmão, Diego, vivido pelo ator Pedro Henrique Müller. Decidida a vender a casa e dividir o dinheiro com Diego, Ana começa a revirar o imóvel e dar início ao processo de limpeza, revelando uma herança bem diferente do que ela imaginava.     ‘Heranca de Narcisa estreia no Festival do Rio na Mostra Première Brasil- Competicao Novos Rumos. Cred-Olhar-Filmes   À medida que explora o local, Ana navega por um mar de antigos traumas e mistérios, passando a ser assombrada por uma maldição ancestral e pelo espírito da mãe. Para sobreviver, ela precisará confrontar as mágoas e as memórias de uma relação tóxica mal resolvida. “Eu senti que o único jeito de me livrar das minhas cicatrizes ancestrais era através de algum tipo de ritual. Compartilhei a ideia com Daniel, meu parceiro, e nós escrevemos esse filme. Essa é uma produção sobre ancestralidade feminina e a fita vermelha representa o que nos amarra e nos separa, ao mesmo tempo”, completa Clarissa Appelt.  “A onda de terror psicológico dos anos 40, como em “Cat People” (1942) e “I Walked With a Zombie” (1943), ambos de Jacques Tourner, serviram de grandes inspirações, assim como o mais recente “The Night House”, de David Bruckner”, explica Daniel Dias.    ‘Heranca de Narcisa estreia no Festival do Rio na Mostra Première Brasil- Competicao Novos Rumos. Cred-Olhar-Filmes   Com produção da Camisa Preta Filmes, coprodução da Urca Filmes e Telecine, e distribuição da Olhar Filmes, “Herança de Narcisa” tem sessão de estreia no dia 6 de outubro, às 18h45, no Estação Gávea. No dia 7 de outubro, às 16h, o filme será exibido no Estação Rio – essa sessão será com debate). E no dia 8 de outubro, às 18h, exibição no Cine Carioca José Wilker. Ficha técnica: “Herança de Narcisa” (Dir. Clarissa Appelt e Daniel Dias / 85’ / Ficção / Brasil / 2025) Elenco: Paolla Oliveira, Rosamaria Murtinho, Pedro Henrique Müller, Elvira Helena Roteiro: Clarissa Appelt e Daniel Dias Direção de Fotografia: Zhai Sichen Montagem: Daniel Dias Direção de Arte: Fernanda Teixeira Figurino: Roberta Pupo Caracterização: Cleber de Oliveira Direção de Som: João Henrique Costa Edição de Som: Bernardo Uzeda Trilha Sonora: Marcelo Conti Produção: Camisa Preta Filmes Coprodução: Urca Filmes e Telecine Distribuição: Olhar Filmes Produtores: Amanda Amorim, Leonardo Edde, Eduardo Albergaria Classificação indicativa: 14 anos   Sobre os diretores: Clarissa Appelt e Daniel Dias têm pós-graduação (MFA) em roteiro nos EUA com bolsa Fulbright/Capes e são fundadores do Programa New Voices, voltado a vozes sub-representadas e patrocinado pela Fulbright, Embaixada Americana, SPcine e Projeto Paradiso. Clarissa dirigiu o longa “A Casa de Cecília” (2015) e Daniel é roteirista de “Nosso Sonho” (2023), “Herança de Narcisa” é o primeiro longa-metragem da dupla. Sobre a Olhar Filmes – Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é Político” de Alice Riff; “Nóis por Nóis”, de Aly Muritiba e Jandir Santin; “Os Primeiros Soldados” de Rodrigo de Oliveira; “Alice Júnior” de Gil Baroni;“Meu Nome é Daniel” e “Assexybilidade” de Daniel Gonçalves; “Vento Seco” de Daniel Nolasco; “A Mesma Parte de Um Homem” de Ana Johann; “UÝRA, A Retomada da Floresta” de Juliana Curi; “Rafiki” da diretora queniana Wanuri Kahiu; e “Praia Formosa” de Julia De Simone. Mais informações no site oficial: www.olharfilmes.com.br . Sobre a Camisa Preta Filmes: Produtora carioca que atua desde 2018 e é dedicada a narrativas de impacto e branded content em parceria com agências e canais de TV, criando conteúdos para múltiplas plataformas. Em sua trajetória autoral, produziu o curta “Mães Possíveis” e co-produziu o documentário “Leda”. “Herança de Narcisa”, coprodução com a Urca Filmes e Telecine, marca seu primeiro longa-metragem de ficção. www.camisapretafilmes.com.br Sobre a Urca Filmes: Há mais de 20

“Papagaios” é escolhido o melhor filme pelo público do 53º Festival de Gramado e Gero Camilo leva o prêmio de Melhor Ator

Filme de Douglas Soares foi um dos destaques da edição, conquistando quatro Kikitos, incluindo também “Melhor Direção de Arte” e de “Melhor Desenho de Som” Filme do diretor Douglas Soares recebeu no total quatro Kikitos, como um dos maiores destaques da 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado. Confira aqui o Teaser Oficial:     Fechando a programação do 53º Festival de Cinema de Gramado, ocorreu no último sábado (23), no Palácio dos Festivais, na cidade turística da Serra Gaúcha, a cerimônia de premiações da Mostra Competitiva de Longas-metragens Brasileiros. Competindo com mais cinco filmes em 12 categorias, o longa-metragem “Papagaios”, do diretor Douglas Soares, conquistou a escolha do público do festival como “Melhor Longa-metragem Brasileiro pelo Júri Popular”, além do protagonista, o ator Gero Camilo, que dá vida a Tunico, o mais famoso “papagaio de pirata” do Rio de Janeiro, como “Melhor Ator”. O filme ainda venceu os Kikitos – troféus que representam a maior premiação do cinema nacional – de Melhor Direção de Arte, por Elsa Romero, e de Melhor Desenho de Som, por Bernardo Uzeda, Thiago Sobral e Damião Lopes, completando no total quatro categorias.       “Muito feliz com essa premiação que é a resposta do público para o filme e, realmente, nós buscamos fazer uma produção que dialogasse com o espectador. Foi muito legal perceber que ‘Papagaios’ foi bem comentado pelo público e pela crítica no Festival de Gramado. Eu quero agradecer a toda a nossa equipe, pelo empenho e pela brilhante entrega”, comenta o diretor Douglas Soares. “Papagaios” traz uma sátira social sobre os limites éticos da fama, em um suspense marcado por mistérios e uma pitada de comédia, indagando sobre o que o ser humano está disposto a fazer para aparecer na televisão. O ator Gero Camilo dá vida a Tunico, o mais famoso “papagaio de pirata” do Rio de Janeiro, um grande representante da classe e que sempre está perseguindo repórteres para aparecer na TV, seja em tragédias, velórios de famosos ou nos noticiários. Depois de uma matéria sobre um grave acidente em um parque de diversões da cidade, ele conhece Beto, interpretado por Ruan Aguiar, um jovem misterioso que se torna seu aprendiz. Esse encontro revelará a face oculta da busca pela fama a qualquer custo, em um Brasil com mais de 70 milhões de televisores ligados todos os dias. “O trabalho com Gero Camilo vem de uma paixão de anos. Ele completa agora 25 anos de cinema e eu sempre quis fazer esse filme com ele, proporcionando também que ele participasse ativamente em uma construção coletiva”, explica o cineasta. Premiado como o Melhor Ator na 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado, Gero Camilo, que participou pela primeira vez do evento, agradeceu o destaque do seu trabalho pelo júri da edição e referiu o seu Kikito para toda a equipe do filme. “Não existe ‘melhor ator’, existem destaques, que são apoiados em um coletivo de trabalhos. O cinema é uma arte coletiva. Eu não sou o melhor, eu sou um destaque, que representa uma voz comunitária, de uma indústria e de uma equipe que busca a sua narrativa e fortalece a cinematografia brasileira. Estou muito feliz com a honraria que recebemos”, comenta o ator.     O Júri Oficial de longas-metragens de ficção da edição de 2025 do Festival de Cinema de Gramado foi composto pelo ator Edson Celulari, pela atriz Isabel Fillardis e pelos cineastas Sergio Rezende, Fernanda Lomba e Petrus Cariry. Após sua primeira exibição em Gramado, “Papagaios” segue em possíveis seleções de outros festivais nacionais e internacionais, com lançamento nos cinemas previsto para o mês de março de 2026. Distribuído pela Olhar Filmes, o filme tem a produção da Glaz Entretenimento e da Meus Russos.   Ficha Técnica: “Papagaios” (90’) Direção: Douglas Soares Empresas produtoras: Glaz Entretenimento & Meus Russos Co-Produção: Riofilme Roteiro: Douglas Soares Produção: Mayra Lucas, Luiza Favale, Andy Malafaia, Paulo Serpa, Heitor Franulovic, Lucas Barão Produção Executiva: Heitor Franulovic e Paulo Serpa Elenco: Gero Camilo (Tunico), Ruan Aguiar (Beto), Leo Jaime, Angela Paz (Livia Paz), Ernesto Piccolo (Clau), Babi Xavier, Claudete Troiano, Marcello Escorel (Russo), Roney Villela (Borges), Jorge Maya (Matias), Flavio Birman (Batista), Cristiano Lopes (Clóvis) Preparação de Elenco: Tati Muniz Direção de Fotografia: Guilherme Tostes Direção de Arte: Elsa Romero Figurino: Dani Lima e Fernanda Garcia Maquiagem e Caracterização: Ana Simiema Som Direto: Thiago Sobral Desenho de Som: Bernardo Uzeda Mixagem: Damião Lopes Trilha Sonora Original: Reno Duarte Montagem: Allan Ribeiro Distribuição: Olhar Filmes Classificação: 14 anos Sobre o Diretor Douglas Soares: Vindo do universo de documentários, Douglas Soares já ganhou mais de 40 prêmios com seus documentários longas e curtas, como “Xale” (2016), “A Alma das Coisas” (2023), “Inocentes” (2017), “Contos da Maré” (2013), entre outros. Na televisão, foi produtor e co-diretor da série documental “Noturnas”, um retrato sobre a vida de grandes nomes do transformismo carioca que embalam a noite LGBTQIAPN+ do RJ, resgatando memórias e ajudando a formar uma visão mais aprofundada sobre o movimento no Brasil. “Papagaios” é seu primeiro longa-metragem de ficção.     Sobre o ator Gero Camilo: Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Gero Camilo estreou no teatro profissional em “Cândida Erêndira e Sua Avó Desalmada”, de Gabriel García Márquez. Depois escreveu, dirigiu e protagonizou o monólogo “A Procissão”, que mantém em repertório. Teve sua primeira participação nos cinemas com “Cronicamente Inviável” (2000). Em 2001, Camilo atuou em “Abril Despedaçado, Domésticas – O Filme” e “Bicho de Sete Cabeças”, sendo que este último lhe rendeu prêmios nos Festivais de Brasília e do Recife. Atuou em dois dos maiores sucessos de bilheteria do cinema brasileiro pós-retomada, “Cidade de Deus” e “Carandiru”, e chamou a atenção em “Narradores de Javé”, quando contracenou com José Dumont e Matheus Nachtergaele. Em 2004, faz sua estreia no cinema internacional com “Chamas da Vingança”, de Tony Scott.         Créd. fotos: Edison Vara e Cleiton Thiele/Ag.Pressphoto 

Gero Camilo, Leo Jaime, Babi Xavier, Claudete Troiano, Ruan Aguiar, entre outros famosos no Tapete Vermelho do 53º Festival de Cinema de Gramado

  Famosos estiveram na estreia mundial do filme “Papagaios”, do diretor Douglas Soares, que participa da Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros   Neste domingo (17), o 53º Festival de Cinema de Gramado promoveu mais uma sessão da Mostra Competitiva de Longas Brasileiros, dessa vez com o filme “Papagaios”, de Douglas Soares, seu primeiro longa-metragem de ficção. Concorrendo com outros cinco títulos, resultado de um processo de curadoria assinada pelo diretor e ator Caio Blat, pela atriz Camila Morgado e pelo jornalista, professor e crítico, Marcos Santuario, a produção foi exibida no Palácio dos Festivais, para um público de cerca de 800 pessoas. Antes da estreia, passaram pelo famoso tapete vermelho do Festival de Cinema de Gramado, os atores Gero Camilo (Tunico), Ruan Aguiar (Beto), Leo Jaime, Angela Paz (Livia Paz), Ernesto Piccolo (Clau), Babi Xavier, Claudete Troiano, Marcello Escorel (Russo), Roney Villela (Borges), Jorge Maya (Matias), Flavio Birman (Batista), Cristiano Lopes (Clóvis), além da equipe de produção, acompanhados do diretor Douglas Soares, arrancando aplausos do público presente.     “Papagaios” aborda o peculiar universo dos “papagaios de pirata”, que são pessoas que ficam atrás dos repórteres para ganhar algum tipo de fama na região onde moram, trazendo uma sátira social sobre os limites éticos da fama, em um suspense marcado por mistérios e uma pitada de comédia, indagando sobre o que o ser humano está disposto a fazer para aparecer na televisão.       Gero Camilo dá vida a Tunico, o mais famoso “papagaio de pirata” do Rio de Janeiro, um grande representante da classe e que sempre está perseguindo repórteres para aparecer na TV, seja em tragédias, velórios de famosos ou nos noticiários. Depois de uma matéria sobre um grave acidente em uma parque de diversões da cidade, ele conhece Beto, interpretado por Ruan Aguiar, um jovem misterioso que se torna seu aprendiz. Esse encontro revelará a face oculta da busca pela fama a qualquer custo, em um Brasil com mais de 70 milhões de televisores ligados todos os dias.     “Para falarmos sobre televisão no filme, não poderíamos deixar de fora a participação de nomes conhecidos desse universo, como a apresentadora Claudete Troiano, a apresentadora e atriz Babi Xavier, o jornalista Eduardo Grillo, que foi apresentador do primeiro telejornal ao vivo da Globo News, e o cantor e músico Leo Jaime, que tem papel fundamental no filme. Todos eles interpretam a si mesmos, numa realidade paralela curiosa”, finaliza o diretor Douglas Soares.             O Festival de Cinema de Gramado é um dos principais eventos do gênero do Brasil. Realizado anualmente na Serra Gaúcha, é palco de debates e encontros entre artistas, realizadores, estudantes, pesquisadores, imprensa e público em geral. “Papagaios” tem produção da Glaz Entretenimento & Meus Russos, e distribuição da Olhar Filmes. A previsão de estreia é para 2026.   Assista ao teaser:       Ficha técnica “Papagaios” (90’) Direção: Douglas Soares Empresas produtoras: Glaz Entretenimento & Meus Russos Co-Produção: Riofilme Roteiro: Douglas Soares Produção: Mayra Lucas, Luiza Favale, Andy Malafaia, Paulo Serpa, Heitor Franulovic, Lucas Barão Produção Executiva: Heitor Franulovic e Paulo Serpa Elenco: Gero Camilo (Tunico), Ruan Aguiar (Beto), Leo Jaime, Angela Paz (Livia Paz), Ernesto Piccolo (Clau), Babi Xavier, Claudete Troiano, Marcello Escorel (Russo), Roney Villela (Borges), Jorge Maya (Matias), Flavio Birman (Batista), Cristiano Lopes (Clóvis) Preparação de Elenco: Tati Muniz Direção de Fotografia: Guilherme Tostes Direção de Arte: Elsa Romero Figurino: Dani Lima e Fernanda Garcia Maquiagem e Caracterização: Ana Simiema Som Direto: Thiago Sobral Desenho de Som: Bernardo Uzeda Mixagem: Damião Lopes Trilha Sonora Original: Reno Duarte Montagem: Allan Ribeiro Distribuição: Olhar Filmes Classificação: 14 anos   Sobre o diretor: Vindo do universo de documentários, Douglas Soares já ganhou mais de 40 prêmios com seus documentários longas e curtas, como “Xale” (2016), “A Alma das Coisas” (2023), “Inocentes” (2017), “Contos da Maré” (2013), entre outros. Na televisão, foi produtor e co-diretor da série documental “Noturnas”, um retrato sobre a vida de grandes nomes do transformismo carioca que embalam a noite LGBTQIAPN+ do RJ, resgatando memórias e ajudando a formar uma visão mais aprofundada sobre o movimento no Brasil. “Papagaios” é seu primeiro longa-metragem de ficção.   Sobre a Olhar Filmes – Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no Brasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é Político” de Alice Riff; “Nóis por Nóis”, de Aly Muritiba e Jandir Santin; “Os Primeiros Soldados” de Rodrigo de Oliveira; “Alice Júnior” de Gil Baroni;“Meu Nome é Daniel” e “Assexybilidade” de Daniel Gonçalves; “Vento Seco” de Daniel Nolasco; “A Mesma Parte de Um Homem” de Ana Johann; “UÝRA, A Retomada da Floresta” de Juliana Curi; “Rafiki” da diretora queniana Wanuri Kahiu; e “Praia Formosa” de Julia De Simone. Mais informações no site oficial: www.olharfilmes.com.br .   Foto capa: Equipe-do-longa-metragem-brasileiro-Papagaios-no-Kikito-do-Tapete-Vermelho-do-Festival-de-Cinema-de-Gramado–Foto-oficial-Cleiton-ThieleAg.Pressphoto

“Papagaios”, primeiro longa de ficção de Douglas Soares, concorre ao Kikito no 53º Festival de Cinema de Gramado

Produção explora os limites éticos da fama e gira em torno do universo dos papagaios de pirata, aqueles que estão dispostos a qualquer coisa para aparecer na televisão   Abordando o peculiar universo dos “papagaios de pirata”, que são pessoas que ficam atrás dos repórteres para ganhar algum tipo de fama na região onde moram, o diretor Douglas Soares apresenta o seu primeiro longa-metragem de ficção, “Papagaios”.     Vindo do segmento de documentários e com mais de 40 prêmios em sua trajetória, o cineasta carioca estreia mundialmente com a produção na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros no 53º Festival de Cinema de Gramado, ao lado de “A Natureza das Coisas Invisíveis” (DF, de Rafaela Camelo), “Cinco Tipos de Medo” (MS, de Bruno Bini), “Nó” (PR, de Laís Melo), “Querido Mundo” (RJ, de Miguel Falabella), e “Sonhar com Leões” (SP, de Paolo Marinou-Blanco). Os filmes concorrem em 12 categorias, sendo Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Trilha Musical, Melhor Direção de Arte, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Desenho de Som. O ganhador de Melhor Filme recebe, além do Kikito, o prêmio de R$40 mil, o de “Melhor Direção”, o prêmio de R$10 mil, e as demais categorias, o valor de R$5 mil cada.   “Estamos muito felizes com a estreia mundial de ‘Papagaios’ no 53º Festival de Cinema de Gramado, tendo essa oportunidade para que o filme possa ser visto e debatido por uma mídia especializada. Para um realizador que está fazendo o seu primeiro longa-metragem, isso é muito importante”, comenta Soares, que também assina o roteiro da produção.     “Papagaios” traz uma sátira social sobre os limites éticos da fama, em um suspense marcado por mistérios e uma pitada de comédia, indagando sobre o que o ser humano está disposto a fazer para aparecer na televisão.   O ator Gero Camilo dá vida a Tunico, o mais famoso “papagaio de pirata” do Rio de Janeiro, um grande representante da classe e que sempre está perseguindo repórteres para aparecer na TV, seja em tragédias, velórios de famosos ou nos noticiários. Depois de uma matéria sobre um grave acidente em uma parque de diversões da cidade, ele conhece Beto, interpretado por Ruan Aguiar, um jovem misterioso que se torna seu aprendiz. Esse encontro revelará a face oculta da busca pela fama a qualquer custo, em um Brasil com mais de 70 milhões de televisores ligados todos os dias.     “O trabalho com Gero Camilo vem de uma paixão de anos. Ele completa agora 25 anos de cinema e eu sempre quis fazer esse filme com ele, proporcionando também que ele participasse ativamente em uma construção coletiva”, explica o cineasta – “E a parceria com o Ruan veio de seus últimos trabalhos na TV, que acompanhei e percebi nele um olhar e uma inteligência que me interessavam muito. Beto é um personagem silencioso e era importante que esse ator transmitisse muitas das intenções em um corpo bastante expressivo”, completa.   Apesar de serem personagens ficcionais, Tunico e Beto são muito inspirados em diversos  papagaios de pirata que existem. Para deixar a história com essa atmosfera de realidade, Douglas Soares também apresenta figuras televisivas conhecidas pelo público.     “Para falarmos sobre televisão, não poderíamos deixar de fora a participação de nomes conhecidos desse universo, como a apresentadora Claudete Troiano, a apresentadora e atriz Babi Xavier, o jornalista Eduardo Grillo, que foi apresentador do primeiro telejornal ao vivo da Globo News, e o cantor e músico Léo Jaime, que tem papel fundamental no filme. Todos eles interpretam a si mesmos, numa realidade paralela curiosa”, finaliza o diretor Douglas Soares.   A estreia de “Papagaios” no 53º Festival de Cinema de Gramado ocorre no dia 17 de agosto, às 18h, no Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697 – Centro). Ingressos à venda pelo site oficial.     No dia 18 de agosto, às 10h, haverá bate papo com o diretor Douglas Soares e os atores Gero Camilo e Ruan Aguiar na Sociedade Recreio Gramadense.  (R. Garibaldi, 328 – Centro). *Há reprise no dia 18 de agosto, às 9h, no Teatro Elisabeth Rosenfeld (R. São Pedro, 369 – Centro).   Ficha Técnica: “Papagaios” (90’) Direção: Douglas Soares Empresas produtoras: Glaz Entretenimento & Meus Russos Co-Produção: Riofilme Roteiro: Douglas Soares Produção: Mayra Lucas, Luiza Favale, Andy Malafaia, Paulo Serpa, Heitor Franulovic, Lucas Barão Produção Executiva: Heitor Franulovic e Paulo Serpa Elenco: Gero Camilo (Tunico), Ruan Aguiar (Beto), Leo Jaime, Angela Paz (Livia Paz), Ernesto Piccolo (Clau), Babi Xavier, Claudete Troiano, Marcello Escorel (Russo), Roney Villela (Borges), Jorge Maya (Matias), Flavio Birman (Batista), Cristiano Lopes (Clóvis) Preparação de Elenco: Tati Muniz Direção de Fotografia: Guilherme Tostes Direção de Arte: Elsa Romero Figurino: Dani Lima e Fernanda Garcia Maquiagem e Caracterização: Ana Simiema Som Direto: Thiago Sobral Desenho de Som: Bernardo Uzeda Mixagem: Damião Lopes Trilha Sonora Original: Reno Duarte Montagem: Allan Ribeiro Distribuição: Olhar Filmes Classificação: 14 anos     Sobre o diretor: Vindo do universo de documentários, Douglas Soares já ganhou mais de 40 prêmios com seus documentários longas e curtas, como “Xale” (2016), “A Alma das Coisas” (2023), “Inocentes” (2017), “Contos da Maré” (2013), entre outros. Na televisão, foi produtor e co-diretor da série documental “Noturnas”, um retrato sobre a vida de grandes nomes do transformismo carioca que embalam a noite LGBTQIAPN+ do RJ, resgatando memórias e ajudando a formar uma visão mais aprofundada sobre o movimento no Brasil. “Papagaios” é seu primeiro longa-metragem de ficção.     Serviço: Estreia mundial “Papagaios” no 53º Festival de Cinema de Gramado Data: 17 de agosto Horário: 18h Local: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697 – Centro). Ingressos pelo site oficial.     Debate sobre “Papagaios” com Douglas Soares, Gero Camilo e Ruan Aguiar Data: 18 de agosto Horário: 10h Local: Sociedade Recreio Gramadense.  (R. Garibaldi, 328 – Centro)     Foto capa – Diretor Douglas Soares apresenta seu primeiro longa de ficção, ‘Papagaios’ – Cred Iuri Sorokin

Premiado filme sobre influenciadora periférica de Recife, “Tijolo por Tijolo”, é uma manifestação sobre dignidade, maternidade e o direto à moradia

  Com direção de Victória Álvares e Quentin Delaroche, longa-metragem chega aos cinemas no dia 14 de agosto. Assista ao trailer     Assista ao trailer Depois de percorrer vários festivais nacionais e internacionais, com sucesso de crítica e público, o longa-metragem “Tijolo por Tijolo” chega aos cinemas de todo o Brasil no mês de agosto. Com direção de Victória Álvares e Quentin Delaroche, o documentário traz uma história real, em que a luta diária de uma família é eternizada em tela, por meio de um olhar cuidadoso e humanizado da dupla de cineastas. Cris Martins é uma moradora do Ibura, periferia do Recife, e, no início da pandemia, após ela e o marido perderem seus empregos formais, descobre sua quarta gravidez e que sua casa sofre o sério risco de desabamento. Preocupada com o futuro de sua família, Cris passa a atuar como micro-influenciadora digital, mostrando o seu cotidiano e dando dicas sobre maternidade e outros assuntos, aparecendo em diversas frentes dentro da periferia, promovendo ações voltadas ao empoderamento feminino e ensaios fotográficos para seu perfil oficial no Instagram (@crismartinsventura). Enquanto isso, seu marido trabalha por conta própria na ampliação de sua casa, aprendendo os processos de construção por meio de vídeos tutoriais no Youtube. Além das preocupações básicas, como moradia e sustento, Cris ainda luta pelo seu direito à laqueadura, um procedimento voluntário de esterilização definitiva da mulher. Cris Martins representa a força da mulher periférica e suas batalhas em meio às desigualdades sociais – Cred Olhar Filmes “‘Tijolo por Tijolo’ vai além de um registro documental. O longa é uma manifestação sobre dignidade, maternidade e o direto à moradia, uma história que ecoa as vozes de tantas outras ‘Cris’ espalhadas pelo Brasil, apostando no cinema como uma ferramenta de autoconhecimento, reflexão e transformação da sociedade”, comentam os diretores Victória Álvares e Quentin Delaroche, que também assinam o roteiro e a produção do longa-metragem. O processo de gravação foi iniciado após a disponibilização da vacina contra a COVID-19, tornando possível o acompanhamento do dia-a-dia da família, mostrando suas intimidades, cumplicidades e promovendo um diálogo íntimo de troca, por meio de um olhar sensível da luta pela sobrevivência de Cris e seus entes queridos. “O processo de filmagem resultou em uma troca de relações humanas com o objetivo de apresentar o debate sobre desigualdades em retrato íntimo de luta da mulher periférica do Brasil”, completam os cineastas, que levam ao público questionamentos políticos sobre o racismo ambiental e desigualdades sistêmicas. ‘Tijolo por Tijolo’ é a história real de uma família do Ibura, periferia do Recife – Cred Olhar Filmes “Tijolo por Tijolo” é um longa-metragem documentário de luta, resistência e sonho, em que os espectadores acompanham e se apaixonam pelo retrato íntimo de Cris, que representa a mulher periférica, sua força e suas batalhas em meio às desigualdades sociais enfrentadas e seu processo de reconstrução ‘tijolo por tijolo’, equilibrando sua função de mãe e influenciadora digital. Com produção da Revoada Filmes e distribuição da Olhar Filmes, “Tijolo por Tijolo” chega aos cinemas no dia 14 de agosto. Prêmios de “Tijolo por Tijolo” “Tijolo por Tijolo” levou diversos prêmios desde a sua estreia nos circuitos de festivais. Entre eles, estão os prêmios de Melhor Direção, melhor Montagem e Prêmio da Crítica Abraccine no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba em 2024; o Prêmio de Melhor Longa-Metragem, no Festival Visões Periféricas; os prêmios de Melhor Filme, Melhor DIreção, Prêmio do Júri Jovem e o Prêmio da Imprensa, no FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental; os prêmios de Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Personagem, no Festival de Triunfo; o Prêmio de Melhor Atuação, o Prêmio da Crítica e o Prêmio FICCI no Festival da Fronteira; a Menção Honrosa no Festival Internacional de Goiânia; e os prêmios Melhor Direção e Melhor Montagem no 11º Festival Goiamum Audiovisual. Assista ao trailer: https://www.youtube.com/watch?v=puQnSdEwjRo   Sinopse: Acompanhamos Cris e sua família, moradores do Ibura, na periferia do Recife, que no início da pandemia de Covid-19 tiveram que abandonar sua casa devido ao risco de desabamento. Grávida do quarto filho e lutando por uma laqueadura, Cris trabalha como influenciadora digital enquanto a família reconstrói sua moradia. Abordando temas relevantes ao Brasil de hoje, como maternidade, empreendedorismo e direitos reprodutivos e à moradia, entremeados com momentos de leveza cotidiana, o filme ressalta o protagonismo coletivo que torna possível erguer as paredes de um lar, dia após dia. Ficha técnica:  “Tijolo por Tijolo”  (Dir. Victória Álvares, Quentin Delaroche | Brasil | 2024 | 103’) Duração: 103 minutos Classificação: Livre Data de lançamento: 14 de agosto Direção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Roteiro: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Produção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Elenco: Cris Martins, Albert Ventura, Caique de Souza Ventura, Isaque de Souza Ventura, Helena Vitoria de Souza Ventura, Yasmin de Souza Ventura e Cecília Martins de Souza, Produção executiva: Danielle Valentim, Dora Amorim, Julia Machado, Adonis Liranza Edição de som/mixagem : Nicolau Domingues  Trilha : Jarbas Bittencourt  Cor : Germana Glasner  Design gráfico: Diana Barros Pintura cartaz: Magdala Gomes  Imagem: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Som: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Montagem : Quentin Delaroche Fotografia : Victoria Álvares, Quentin Delaroche Som: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Produção : Revoada Filmes Distribuidora : Olhar Filmes Redes sociais oficiais: Instagram (@tijoloportijolo.filme)  Sobre a Olhar Filmes – Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é

A luta pela moradia e direitos de uma influenciadora periférica do Recife em “Tijolo por Tijolo”

A luta pela moradia e direitos de uma influenciadora periférica do Recife em “Tijolo por Tijolo” Com direção de Victória Álvares e Quentin Delaroche, longa-metragem apresenta uma história real de luta,resistência feminina e sonho, por meio de um olhar sensível e humanizado. “Tijolo por Tijolo” estreia no dia 14 de agosto Depois de percorrer vários festivais nacionais e internacionais, com sucesso de crítica e público, o longa-metragem “Tijolo por Tijolo” chega aos cinemas de todo o Brasil no mês de agosto. Com direção de Victória Álvares e Quentin Delaroche, o documentário traz uma história real, em que a luta diária de uma família é eternizada em tela, por meio de um olhar cuidadoso e humanizado da dupla de cineastas. Cris Martins é uma moradora do Ibura, periferia do Recife, e, no início da pandemia, após ela e o marido perderem seus empregos formais, descobre sua quarta gravidez e que sua casa sofre o sério risco de desabamento. Preocupada com o futuro de sua família, Cris passa a atuar como micro-influenciadora digital, mostrando o seu cotidiano e dando dicas sobre maternidade e outros assuntos, aparecendo em diversas frentes dentro da periferia, promovendo ações voltadas ao empoderamento feminino e ensaios fotográficos para seu perfil oficial no Instagram (@crismartinsventura). Enquanto isso, seu marido trabalha por conta própria na ampliação de sua casa, aprendendo os processos de construção por meio de vídeos tutoriais no Youtube. Além das preocupações básicas, como moradia e sustento, Cris ainda luta pelo seu direito à laqueadura, um procedimento voluntário de esterilização definitiva da mulher. “‘Tijolo por Tijolo’ vai além de um registro documental. O longa é uma manifestação sobre dignidade, maternidade e o direto à moradia, uma história que ecoa as vozes de tantas outras ‘Cris’ espalhadas pelo Brasil, apostando no cinema como uma ferramenta de autoconhecimento, reflexão e transformação da sociedade”, comentam os diretores Victória Álvares e Quentin Delaroche, que também assinam o roteiro e a produção do longa-metragem. O processo de gravação foi iniciado após a disponibilização da vacina contra a COVID-19, tornando possível o acompanhamento do dia-a-dia da família, mostrando suas intimidades, cumplicidades e promovendo um diálogo íntimo de troca, por meio de um olhar sensível da luta pela sobrevivência de Cris e seus entes queridos.   “O processo de filmagem resultou em uma troca de relações humanas com o objetivo de apresentar o debate sobre desigualdades em retrato íntimo de luta da mulher periférica do Brasil”, completam os cineastas, que levam ao público questionamentos políticos sobre o racismo ambiental e desigualdades sistêmicas. “Tijolo por Tijolo” é um longa-metragem documentário de luta, resistência e sonho, em que os espectadores acompanham e se apaixonam pelo retrato íntimo de Cris, que representa a mulher periférica, sua força e suas batalhas em meio às desigualdades sociais enfrentadas e seu processo de reconstrução ‘tijolo por tijolo’, equilibrando sua função de mãe e influenciadora digital. Com produção da Revoada Filmes e distribuição da Olhar Filmes, “Tijolo por Tijolo” chega aos cinemas no dia 14 de agosto. Prêmios de “Tijolo por Tijolo” “Tijolo por Tijolo” levou diversos prêmios desde a sua estreia nos circuitos de festivais. Entre eles, estão os prêmios de Melhor Direção, melhor Montagem e Prêmio da Crítica Abraccine no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba em 2024; o Prêmio de Melhor Longa-Metragem, no Festival Visões Periféricas; os prêmios de Melhor Filme, Melhor DIreção, Prêmio do Júri Jovem e o Prêmio da Imprensa, no FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental; os prêmios de Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Personagem, no Festival de Triunfo; o Prêmio de Melhor Atuação, o Prêmio da Crítica e o Prêmio FICCI no Festival da Fronteira; a Menção Honrosa no Festival Internacional de Goiânia; e os prêmios Melhor Direção e Melhor Montagem no 11º Festival Goiamum Audiovisual. Assista ao trailer: https://www.youtube.com/watch?v=puQnSdEwjRo   Sinopse: Acompanhamos Cris e sua família, moradores do Ibura, na periferia do Recife, que no início da pandemia de Covid-19 tiveram que abandonar sua casa devido ao risco de desabamento. Grávida do quarto filho e lutando por uma laqueadura, Cris trabalha como influenciadora digital enquanto a família reconstrói sua moradia. Abordando temas relevantes ao Brasil de hoje, como maternidade, empreendedorismo e direitos reprodutivos e à moradia, entremeados com momentos de leveza cotidiana, o filme ressalta o protagonismo coletivo que torna possível erguer as paredes de um lar, dia após dia. Ficha técnica:  “Tijolo por Tijolo”  (Dir. Victória Álvares, Quentin Delaroche | Brasil | 2024 | 103’) Duração: 103 minutos Classificação: Livre Data de lançamento: 14 de agosto Direção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Roteiro: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Produção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Elenco: Cris Martins, Albert Ventura, Caique de Souza Ventura, Isaque de Souza Ventura, Helena Vitoria de Souza Ventura, Yasmin de Souza Ventura e Cecília Martins de Souza, Produção executiva: Danielle Valentim, Dora Amorim, Julia Machado, Adonis Liranza Edição de som/mixagem : Nicolau Domingues Trilha : Jarbas Bittencourt Cor : Germana Glasner Design gráfico: Diana Barros Pintura cartaz: Magdala Gomes Imagem: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Som: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Montagem : Quentin Delaroche Fotografia : Victoria Álvares, Quentin Delaroche Som: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Produção : Revoada Filmes Distribuidora : Olhar Filmes Redes sociais oficiais: Instagram (@tijoloportijolo.filme) , Kwai (@XXXXXX) Sobre a Olhar Filmes – Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre

Premiado “O Silêncio das Ostras” chega aos cinemas nesta quinta-feira (26)

Protagonizado por Bárbara Colen e Lavínia Castelari, filme de Marcos Pimentel reflete sobre o impacto ambiental e humanitário da ação inconsequente das mineradoras, trazendo imagens reais das tragédias de Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais Nesta quinta-feira (26), “O Silêncio das Ostras” (“Oysters’ Silence”), primeira obra de ficção do diretor e roteirista Marcos Pimentel, chega aos cinemas de todo o Brasil.   O longa, que vem chamando a atenção da crítica nacional e internacional por apresentar uma realidade muito comum, porém constantemente suprimida em um Brasil displicente,  foi um dos mais aclamados na 26ª edição do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro e também foi selecionado para a edição 2025 do FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental. Além disso, foi exibido em festivais internacionais, como o Los Angeles Art Film Festival, levando o prêmio de Melhor Longa de Ficção, assim como no New York City Independent Film Festival, recebendo os prêmios de Melhor Direção e Melhor Fotografia. A produção apresenta uma história de solidão e despedidas, em um ambiente devastado pela ambição humana e de grandes empresas, resultando em um filme-denúncia delicado, expondo, por meio de um drama familiar recorrente, a falta de futuro dos trabalhadores e moradores da região e o impacto de um dos maiores desastres ambientais e humanitários do Brasil. “Por entre montanhas e futuras ‘ex-montanhas’ de Minas Gerais, acompanhamos Kaylane e suas andanças pelas paisagens que a habitam e a consomem. A atividade mineradora resultou em inúmeros lugarejos e cidades-fantasmas em Minas Gerais”, explica o diretor Marcos Pimentel. “De certa maneira, o filme busca reabitar, reocupar e repovoar esses lugares, como se a narrativa do filme aspirasse conferir uma possibilidade de permanência para cenários que foram extraídos à exaustão. A mineração roubou-lhes não somente o solo, mas também a crença e a alma”, completa. Ambientada a partir da década de 80, a produção é protagonizada pelas atrizes Bárbara Colen e Lavínia Castelari, em três diferentes tempos,e é vista sob o olhar da personagem Kaylane, a caçula de uma família formada por mais quatro irmãos, que vive instigada por suas reflexões e pelo medo de possíveis mudanças e perdas da vida. Sua mãe, Cleude (Sinara Telles), é uma mulher repleta de sonhos e perturbada por uma carga emocional de uma vida inteira arrasada pelas mineradoras. Viúva de um marido vivo, incapacitado devido às condições insalubres de trabalho, ela vê os filhos seguirem o caminho do pai, já que a fonte de renda da região vem da mineração. Na trama, as partidas se tornam algo comum na vida de Kaylane, que vive e cresce na comunidade de operários. Ela vê o tempo passar em um ritmo diferente do imposto pela produtividade do capitalismo, nutrindo uma curiosidade única pela vida e permeada não só pelo instinto de sobrevivência, mas também sua sensibilidade, imaginação e sua forma singular de se relacionar com a natureza e os insetos que encontra durante suas andanças. Sozinha em um cenário ocre e destruído pela inconsequente ação das mineradoras na região, ela se torna vítima do êxodo de sua própria história, buscando caminhos e direções para seguir em frente. Além de mostrar toda a exploração da região e a extração da vida e nutrientes presentes na natureza e no vilarejo, “O Silêncio das Ostras” traz cenas reais do rompimentos de barragens no estado de Minas Gerais, que resultou na morte de 270 pessoas e no despejo de mais de 12 milhões de metros cúbicos em dejetos tóxicos em uma área de cerca de 270 hectares, equivalente a 378 campos de futebol, que chegou até o mar. “Neste ano, completamos 10 anos da tragédia do rompimento da barragem do Fundão e seis anos da tragédia em Brumadinho. Desastres reais que silenciaram sonhos e destruíram vidas. ‘O Silêncio das Ostras’ retrata uma tragédia que virou ficção de uma dor que ainda é real”, finaliza o cineasta Marcos Pimentel. Com distribuição da Olhar Filmes, “O Silêncio das Ostras” tem sessões confirmadas em Curitiba, Porto Alegre, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, Manaus, Belo Horizonte, Recife e Belém. Consulte a programação do seu cinema local. Sinopse: A vida de uma menina que nasceu em uma vila de operários de uma mina e tem que aprender a lidar com as sucessivas perdas que a vida lhe reservou. Depois de perder todos os seus mundos, Kaylane insiste em sobreviver e resistir. Um filme sobre crescer, sobreviver e sonhar em meio à poeira, à lama e ao silêncio. Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=OZIJZOdZ5Uk Ficha Técnica: “O Silêncio das Ostras” Classificação: 12 anos (Ficção, Drama | Brasil| 127’ | 2024) Elenco: Bárbara Colen, Lavínia Castelari, Sinara Teles, Adyr Assumpção, Lucas Oranmian, João Filho, Kaio Santos, Daniel Victor, Israel Xavier, Ryan Talles, Carlos Morelli, Lenine Martins, Renato Novaes Oliveira, Lira Ribas, Dinho Lima Flor, Cláudio Lima e Helvécio Izabel Direção e Roteiro: Marcos Pimentel Produção: Luana Melgaço, Marcos Pimentel Produção Executiva: Luana Melgaço, Fernanda Vidigal Direção de Produção: Clara Bastos Direção de Fotografia: Petrus Cariry Direção de Arte: Juliana Lobo Direção de Som: Camila Machado Montagem:  Ivan Morales Jr. Edição de Som e Mixagem: Vitor Coroa Tratamento de imagem: João Gabriel Riveres Assistência de Direção: Débora de Oliveira Figurinista: Gabriella Marra Caracterização: Ju Bolze Consultoria de Roteiro: Thais Fujinaga 1º Assistente de Direção: Débora de Oliveira 2º Assistente de Direção: Vinícius Rezende Morais, Gabi Filippo Produção de Elenco:Ricardo Alves Jr, Germano Melo Preparação de Elenco: Anna Kutner Pesquisa de Locação: Mariana Andrade, Djalma Café Produção: Tempero, Anavilhana Distribuição: Olhar Filmes Apoio na distribuição: Projeto Paradiso – Prêmio Seminário de Exibição Panorama. Hashtag oficial: #NãoFoiFicçãoSobre o Diretor – Marcos Pimentel é documentarista formado pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba) e especializado em Cinema Documentário pela Filmakademie Baden-Württemberg, na Alemanha. Também é graduado, no Brasil, em Comunicação Social (UFJF) e Psicologia (CES-JF). Diretor e roteirista de documentários que ganharam 100 prêmios por festivais nacionais e internacionais e foram exibidos em mais de 700 festivais de 52 países. Desde 2009, é professor do departamento de documentários do curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba). O Silêncio das

No Feriado de Páscoa, praia da Ilha do Mel recebe exibições gratuitas de grandes produções do cinema em telão com mais de 400 polegadas

Segunda edição do Festival de Cinema de Paranaguá segue para a Ilha do Mel, na Praia do Trapiche, com exibição de longas como o “O Rei Leão”, “As Luzes da Cidade”, “Para Minha Amada Morta” e a estreia “Oeste Outra Vez”     O Cinenaguá – Festival de Cinema de Paranaguá apresenta, de 18 a 20 de abril, grandes produções do cinema de forma gratuita na Ilha do Mel, em Nova Brasília. Um telão de cerca de 400 polegadas será montado na Praia do Trapiche para a exibição de longas como “O Rei Leão”, clássico do Walt Disney Studios, dirigido por Roger Allers e Rob Minkoff e ganhador de dois Oscars, por Melhor Canção Original e Melhor Trilha Sonora; “Luzes da Cidade”, com direção de Charles Chaplin; “Durval Discos”, de Anna Muylaert; a estreia de “Oeste Outra Vez”, de Erico Rassi; entre outros.     Haverá ainda a exibição do premiado filme paranaense “Para Minha Amada Morta”, do diretor Aly Muritiba, que completa 10 anos do seu lançamento. O ator Fernando Alves Pinto participa de um bate-papo especial com o público para falar sobre o longa.       Confira a programação: Na sexta-feira (18), estão confirmadas as exibições de “O Rei Leão”, à s 18h30, e a estreia do filme nacional “Oeste Outra Vez”, de Erico Rassi, à s 20h30. No sábado (19), é a vez do público conferir, à s 18h30, “Durval Discos”, dirigido por Anna Muylaert; seguido por “Stop Making Sense”, produção de 1984 dirigida por Jonathan Demme, apresentada em versão remasterizada, que foca na icônica banda Talking Head, responsável pelo sucesso atemporal “Psycho Killer”, à s 20h30.     No domingo, à s 18h30, ocorre a exibição do clássico “Luzes da Cidade”, dirigido por Charles Chaplin; seguido, à s 20h30, do filme nacional “Para Minha Amada Morta”, do diretor Aly Muritiba. Após a exibição, ocorrerá um bate-papo com o ator Fernando Alves Pinto falando sobre os 10 anos do lançamento do longa, que foi o primeiro de Muritiba. Primeira semana do Cinenaguá reúne mais de 800 pessoas na Estação Ferroviária de Paranaguá De 11 a 13 de abril, a Estação Ferroviária de Paranaguá foi o palco da segunda edição do Cinenaguá – Festival de Cinema de Paranaguá, com a exibição gratuita de grandes produções do cinema em uma telão montado sobre os trilhos do prédio histórico. A noite de abertura reuniu autoridades locais e o ator Sérgio Marone, que foi o Mestre de Cerimônias do evento, abrindo oficialmente a edição. Em seguida, o longa de Steven Spielberg, “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, ganhador do Oscar de 1978 nas categorias de Melhor Fotografia e Edição de Som, foi exibido em versão remasterizada. Após a sessão, Marone participou de um bate-papo especial aberto ao público, mediado pela jornalista Luciana Mello, contando um pouco de sua carreira e pontuando alguns de seus principais papeis. O ator ainda comentou sobre a importância do investimento no segmento da cultural, para democratizar seu acesso e mudar vidas por meio da arte.     No sábado (12), foram exibidas as produções “Virgínia e Adelaide”, dirigido por Yasmin Thayná e Jorge Furtado, em duas sessões, sendo uma com recursos de acessibilidade. Após a exibição ao ar livre, a atriz Gabriela Correa, uma das protagonistas do longa, participou de um bate-papo com o público. Na data, ainda foi exibida a animação dos Estúdios Ghibli, “Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar”, que lotou a histórica Estação Ferroviária de Paranaguá. No domingo (13), foi a vez do público conferir o clássico da Walt Disney Studios “O Rei Leão”; o mini documentário parnaguara “Desabandonar: tudo que é sólido desmancha no tempo”, de Juan Roseno; “Durval Discos”, de Anna Muylaert (exibido com recursos de acessibilidade); e o pioneiro “Nosferatu – O Vampiro”, produção alemão de 1922 com direção de F. W Murnau, que influenciou diversos outros filmes de vampiro nas décadas seguintes. Acompanhe a programação do Cinenágua pelo site oficial www.cinenagua.com.br e pelo perfil na rede social: Instagram (@cinenaguá). A segunda edição do Cinenaguá – Festival de Cinema de Paranaguá é apresentada pelo TCP – Terminal de Contêineres do Paraná, com patrocínio da Cattalini e apoio da Prefeitura de Paranaguá. A produção é da Grafo Audiovisual e Oxigênio Eventos. A realização é via Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura/ Governo Federal Brasil – União e Reconstrução. Serviço: Cinenaguá – Clássicos do Cinema em Paranaguá Ilha do Mel – Nova Brasília Data: 18 a 20 de abril de 2025 Site oficial: www.cinenagua.com.br Instagram: @cinenagua Apresentação/Patrocínio: TCP – Terminal de Contêineres do Paraná Patrocínio: Cattalini Apoio: Prefeitura de Paranaguá Realização: Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura/ Governo Federal Brasil – União e Reconstrução Produção: Grafo Audiovisual e Oxigênio Eventos

Praia da Ilha do Mel e Estação Ferroviária de Paranaguá recebem sessões gratuitas de cinema

  Começa neste fim de semana “Nosferatu, o Vampiro”, Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, “O Rei Leão” e outras produções fazem parte da programação do Cinenaguá, que ocorre de 11 a 20 de abril na cidade de Paranaguá e na Ilha do Mel A segunda edição do Cinenaguá – Festival de Cinema de Paranaguá divulgou os longas-metragens que compõem a sua programação. De 11 a 20 de abril, a cidade de Paranaguá e a Ilha do Mel (Nova Brasília – Praia do Trapiche) recebem estreias brasileiras e filmes clássicos que marcaram diferentes gerações, que poderão ser assistidos em telões especiais montados exclusivamente para o evento. “O público poderá conferir clássicos do cinema em versão restaurada, exibidos em telões com mais de 400 polegadas, montados em locais emblemáticos de Paranaguá, sendo na Estação Ferroviária de Paranaguá e na Praia do Trapiche, em Nova Brasília. Essa é uma oportunidade para os moradores sentirem a experiência da sétima arte no ”˜quintal de casa’”, comenta Antônio Gonçalves Jr., um dos idealizadores do Cinenaguá. Entre algumas das produções na programação, estão os clássicos “Nosferatu – O Vampiro”, “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, “Luzes da Cidade”, as animações “O Rei Leão” e “Ponyo – Uma Amizade que veio do Mar” e as estreias na cidade de longas brasileiros como “Oeste Outra Vez”, com Babu Santana e Angelo Antonio e “Virginia e Adelaide”, dirigido por Yasmin Thainá e Jorge Furtado, além de clássicos brasileiros recentes como “Durval Discos”, “Para Minha Amada Morta”, entre outros. Além das exibições, o Cinenaguá ainda promove um bate-papo especial com o ator Fernando Alves Pinto, sobre os 10 anos do lançamento de “Para Minha Amada Morta”. Haverá ainda uma conversa especial com o ator Sérgio Marone na noite de abertura da edição, na Estação Ferroviária. O curta-metragem parnanguara “Desabandonar: tudo que é sólido desmancha no tempo”, de Juan Roseno, também está na programação. O mini documentário fala sobre o abandono dos casarões e arquitetura parnanguara no Centro Histórico, que trazem o estilo colonial brasileiro, com construções neoclássicas e que seguem resistindo em meio ao abandono. Confira todos os horários e títulos da programação do Cinenaguá: (*Sujeito a alteração sem aviso prévio) – “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (Dir. Steven Spielberg / EUA / 1977 / 137’) – Sinopse: Primeiro grau: Avistamento. Segundo grau: Evidência. Terceiro Grau”¦ Em uma pequena cidade americana, Roy Neary (Richard Dreyfuss) pressente a chegada de alienígenas e começa a ter o seu comportamento alterado. Ele fica obcecado pela ideia e começa uma busca pelo local de contato dos ET’s. Como ele, diversas outras pessoas sentem a presença extraterrestre e rumam para o local do pouso da nave. Assista ao Trailer:   Sessão: 11 de abril, à s 19h, Estação Ferroviária de Paranaguá – “Virgínia e Adelaide” (Dir. Jorge Furtado e Yasmin Thayná / Brasil / 2024 / 96’) Sinopse: A história do encontro de duas mulheres extraordinárias: a brasileira Virgínia Bicudo e a alemã Adelaide Koch. Virgínia, uma mulher negra, foi a primeira psicanalista do país. Adelaide, psicanalista judia, veio para o Brasil fugindo do regime nazista na Alemanha. Elas se conheceram em novembro de 1937 em São Paulo, no exato momento em que Getúlio Vargas decretou o Estado Novo, tornando-se um ditador. Médica e paciente por cinco anos, colegas e amigas a vida inteira, duas figuras que enfrentaram o racismo e participaram ativamente da fundação da psicanálise no Brasil. Assista ao trailer: Sessões: 12 de abril, à s 16h, Saguão da Estação Ferroviária de Paranaguá (Exibição com audiodescrição e LIBRAS) 12 de abril, à s 20h30, Estação Ferroviária de Paranaguá – “Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar” (Dir. Hayao Miyazaki / Japão / 2008 / 101’) Sinopse: Sosuke é um garotinho que mora no litoral. Um dia, ao brincar na praia, ele encontra Ponyo, um peixinho dourado cuja cabeça está presa em um pote de geleia. Sosuke a salva e promete que trata-se de amor à primeira vista, já que Sosuke promete que irá cuidar dela. Só que Fujimoto, que um dia foi humano e hoje é feiticeiro no fundo do mar, exige que Ponyo retorne à s profundezas do oceano. Para ficar ao lado de Sosuke, Ponyo toma a decisão de tornar-se humana. Sessão: 12 de abril, à s 18h30, Estação Ferroviária de Paranaguá – “Durval Discos” (Dir. Anna Muylaert / Brasil / 2002 / 96’) Sinopse: Para ajudar sua mãe, o solteirão Durval contrata uma candidata que faz quitutes extraordinários. Mas, depois de dois dias, ela desaparece, deixando sua filha, a pequena Kiki, que mudará a vida da pequena família. Sessão: 13 de abril, à s 16h, Saguão da Estação Ferroviária de Paranaguá (Exibição com audiodescrição e LIBRAS) 19 de abril, à s 18h30, Praia do Trapiche – Nova Brasília – Ilha do Mel – “O Rei Leão” (Dir. Roger Allers, Rob Minkoff / EUA / 1994 / 89’) – Sinopse: O clássico da Disney acompanha Mufasa, o Rei Leão, e a rainha Sarabi, apresentando Simba, o herdeiro do trono. O recém-nascido recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki, mas ao crescer, acaba se envolvendo nas tramoias do seu tio, o maquiavélico e invejoso Scar, que planeja livrar-se do sobrinho para herdar o trono. A animação ganhou dois Oscars, sendo de Melhor Canção Original e Melhor Trilha Sonora. Sessões: 13 de abril, à s 18h30, Estação Ferroviária de Paranaguá (Exibição com audiodescrição ao vivo) 18 de abril, à s 18h30, Praia do Trapiche – Nova Brasília – Ilha do Mel – “Desabandonar: tudo que é sólido desmancha no tempo” (Dir. Juan Roseno / Brasil – PR / 2023 / 11’53”) Sinopse: O mini documentário “Desabandonar” se apresenta como uma pequena fagulha num assunto tão obscuro, porém totalmente visível na cidade de Paranaguá. O abandono dos casarões e arquitetura parnanguara no Centro Histórico que trazem a arquitetura colonial brasileira, com construções neoclássicas e que nos dias de hoje continuam resistindo em meio ao abandono. Sessão: 13 de abril, à s 20h, Estação Ferroviária de Paranaguá – “Nosferatu – O Vampiro” (Dir. F.W Murnau /

Ator Sérgio Marone marca presença na abertura da segunda edição do Cinenaguá – Festival de Cinema de Paranaguá

  Evento promove exibições gratuitas de grandes produções do cinema em Paranaguá e na Ilha do Mel. Sérgio Marone atua como Mestre de Cerimônia da edição e participa de um bate-papo especial após a exibição do longa “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, de Steven Spielberg, no dia 11 de abril, na Estação Ferroviária, à s 19h   Nesta sexta-feira (11), a partir das 19h, ocorre a abertura oficial da segunda edição do Cinenaguá – Festival de Cinema de Paranaguá. Até o dia 20 de abril, o evento promove sessões gratuitas de grandes produções do cinema, assim como estreias brasileiras, que serão exibidas em telões especiais montados exclusivamente para o evento, sendo de 11 a 13 de abril, na Estação Ferroviária de Paranaguá, e de 18 a 20 de abril, em Nova Brasília, na Ilha do Mel.     A abertura da edição contará com a presença do ator Sérgio Marone, que será o Mestrê de Cerimônia e participará de um bate-papo aberto ao público após a exibição do filme de abertura, “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, do diretor Steven Spielberg. Marone é conhecido por inúmeros papeis na televisão e no cinema. O ator já atuou em “Malhação”, “Cobras & Lagartos” e no longa “Jesus Kid”, de Aly Muritiba. “O público poderá conferir clássicos do cinema em versão restaurada, exibidos em telões com mais de 400 polegadas, montados em locais emblemáticos de Paranaguá, sendo na Estação Ferroviária de Paranaguá e na Praia do Trapiche, em Nova Brasília. Essa é uma oportunidade para os moradores sentirem a experiência da sétima arte no ”˜quintal de casa’”, comenta Antônio Gonçalves Jr., um dos idealizadores do Cinenaguá.       Entre algumas das produções na programação, estão os clássicos “Nosferatu – O Vampiro”, “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, “Luzes da Cidade”, as animações “O Rei Leão” e “Ponyo – Uma Amizade que veio do Mar” e as estreias na cidade de longas brasileiros como “Oeste Outra Vez”, com Babu Santana e Angelo Antonio e “Virginia e Adelaide”, dirigido por Yasmin Thainá e Jorge Furtado, além de clássicos brasileiros recentes como “Durval Discos”, “Para Minha Amada Morta”, entre outros. Além das exibições, o Cinenaguá ainda promove um bate-papo especial com o ator Fernando Alves Pinto, sobre os 10 anos do lançamento de “Para Minha Amada Morta”. O curta-metragem parnanguara “Desabandonar: tudo que é sólido desmancha no tempo”, de Juan Roseno, também está na programação. O mini documentário fala sobre o abandono dos casarões e arquitetura parnanguara no Centro Histórico, que trazem o estilo colonial brasileiro, com construções neoclássicas e que seguem resistindo em meio ao abandono.   Confira todos os horários e títulos da programação do Cinenaguá: (*Sujeito a alteração sem aviso prévio) – “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (Dir. Steven Spielberg / EUA / 1977 / 137’) – Sinopse: Primeiro grau: Avistamento. Segundo grau: Evidência. Terceiro Grau”¦ Em uma pequena cidade americana, Roy Neary (Richard Dreyfuss) pressente a chegada de alienígenas e começa a ter o seu comportamento alterado. Ele fica obcecado pela ideia e começa uma busca pelo local de contato dos ET’s. Como ele, diversas outras pessoas sentem a presença extraterrestre e rumam para o local do pouso da nave.   Sessão: 11 de abril, à s 19h, Estação Ferroviária de Paranaguá   – “Virgínia e Adelaide” (Dir. Jorge Furtado e Yasmin Thayná / Brasil / 2024 / 96’) Sinopse: A história do encontro de duas mulheres extraordinárias: a brasileira Virgínia Bicudo e a alemã Adelaide Koch. Virgínia, uma mulher negra, foi a primeira psicanalista do país. Adelaide, psicanalista judia, veio para o Brasil fugindo do regime nazista na Alemanha. Elas se conheceram em novembro de 1937 em São Paulo, no exato momento em que Getúlio Vargas decretou o Estado Novo, tornando-se um ditador. Médica e paciente por cinco anos, colegas e amigas a vida inteira, duas figuras que enfrentaram o racismo e participaram ativamente da fundação da psicanálise no Brasil     Sessões: 12 de abril, à s 16h, Saguão da Estação Ferroviária de Paranaguá (Exibição com audiodescrição e LIBRAS) 12 de abril, à s 20h30, Estação Ferroviária de Paranaguá   – “Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar” (Dir. Hayao Miyazaki / Japão / 2008 / 101’) Sinopse: Sosuke é um garotinho que mora no litoral. Um dia, ao brincar na praia, ele encontra Ponyo, um peixinho dourado cuja cabeça está presa em um pote de geleia. Sosuke a salva e promete que trata-se de amor à primeira vista, já que Sosuke promete que irá cuidar dela. Só que Fujimoto, que um dia foi humano e hoje é feiticeiro no fundo do mar, exige que Ponyo retorne à s profundezas do oceano. Para ficar ao lado de Sosuke, Ponyo toma a decisão de tornar-se humana. Sessão: 12 de abril, à s 18h30, Estação Ferroviária de Paranaguá   – “Durval Discos” (Dir. Anna Muylaert / Brasil / 2002 / 96’) Sinopse: Para ajudar sua mãe, o solteirão Durval contrata uma candidata que faz quitutes extraordinários. Mas, depois de dois dias, ela desaparece, deixando sua filha, a pequena Kiki, que mudará a vida da pequena família. Sessão: 13 de abril, à s 16h, Saguão da Estação Ferroviária de Paranaguá (Exibição com audiodescrição e LIBRAS) 19 de abril, à s 18h30, Praia do Trapiche – Nova Brasília – Ilha do Mel   – “O Rei Leão” (Dir. Roger Allers, Rob Minkoff / EUA / 1994 / 89’) – Sinopse: O clássico da Disney acompanha Mufasa, o Rei Leão, e a rainha Sarabi, apresentando Simba, o herdeiro do trono. O recém-nascido recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki, mas ao crescer, acaba se envolvendo nas tramoias do seu tio, o maquiavélico e invejoso Scar, que planeja livrar-se do sobrinho para herdar o trono. A animação ganhou dois Oscars, sendo de Melhor Canção Original e Melhor Trilha Sonora. Sessões: 13 de abril, à s 18h30, Estação Ferroviária de Paranaguá (Exibição com audiodescrição ao vivo) 18 de abril, à s 18h30, Praia do Trapiche – Nova Brasília – Ilha do Mel   – “Desabandonar: tudo que