Nova edição do Festival Ilha do Mel Jazz leva música, cultura e atividades artísticas e de bem-estar para toda a família na paradisíaca Ilha do Mel

  Festival ocorre nos fins de semana do mês de agosto em Nova Brasília, com aulas de ioga, aulas de pintura e mais de 90 atrações musicais de Jaz   Festival Ilha do Mel Jazz movimenta Nova Brasília na Ilha do Mel com dezenas de atividades  Durante os fins de semana do mês de agosto (sexta–feira a domingo), a Ilha do Mel, em Nova Brasília, recebe a nova edição do Festival Ilha do Mel Jazz. Com uma programação repleta de atrações para toda a família, o evento contará com apresentações de jazz music, atividades de pintura ao vivo, aulas de ioga na praia, exposição de quadros e obras de arte de artistas locais, oficina de pintura para as crianças, educação ambiental, entre outros. Toda a programação é gratuita.     “Estamos muito felizes em poder proporcionar esse grande evento cultural para os moradores e turistas na Ilha do Mel. Temos a expectativa de receber um público de cerca de 40 mil pessoas, oferecendo atividades culturais, consciência ambiental e muita diversão para toda a família”, comenta Giselle Furtado, uma das organizadoras do Festival Ilha do Mel Jazz.      Serão mais de 90 atrações musicais, entre cantores e bandas, que passarão pelo festival, entre eles, o cantor e compositor Wes Ventura, o músico Derico, o cantor e músico Nego Blue da Ilha do Mel, entre outros. A programação completa será disponibilizada no perfil oficial no instagram: @ilhadomeljazz.    O Festival Ilha do Mel Jazz tem produção da Loba do Mar Eventos, com patrocínio da Heineken e apoio da Fecomércio, Sesc, Senac, Secretaria do Turismo do Paraná e Rádio Transamérica.   Serviço: Festival Ilha do Mel Jazz  Data: Fins de semana de agosto (sexta-feira a domingo) Programação gratuita Rede social oficial: instagram: @ilhadomeljazz.  Produção: Loba do Mar Eventos Patrocínio: Heineken Apoio: Fecomércio, Sesc, Senac e Secretaria do Turismo do Paraná, Rádio Transamérica        

Nova edição do Ilha do Mel Jazz Festival leva música, cultura e atividades artísticas e de bem-estar para toda a família na paradisíaca Ilha do Mel

  Festival ocorre nos fins de semana do mês de agosto em Nova Brasília, com aulas de ioga, aulas de pintura e mais de 90 atrações musicais de Jazz Nova edição do Ilha do Mel Jazz Festival reúne mais de 90 atraões musicais durante todo o mês de agosto – Cred Durigan Agência  Durante os fins de semana do mês de agosto (sexta–feira a domingo), a Ilha do Mel, em Nova Brasília, recebe a nova edição do Ilha do Mel Jazz Festival.  Com uma programação repleta de atrações para toda a família, o evento contará com apresentações de jazz music, atividades de pintura ao vivo, aulas de ioga na praia, exposição de quadros e obras de arte de artistas locais, oficina de pintura para as crianças, educação ambiental, entre outros. Toda a programação é gratuita.   No último ano, a cantora e compositora Letícia Sabatella fez parte da programação – Cred Paola Koenig “Estamos muito felizes em poder proporcionar esse grande evento cultural para os moradores e turistas na Ilha do Mel. Temos a expectativa de receber um público de cerca de 40 mil pessoas, oferecendo atividades culturais, consciência ambiental e muita diversão para toda a família”, comenta Giselle Furtado, uma das organizadoras do Ilha do Mel Jazz Festival.  Serão mais de 90 atrações musicais, entre cantores e bandas, que passarão pelo festival, entre eles, o cantor e compositor Wes Ventura, o músico Derico, o cantor e músico Nego Blue da Ilha do Mel, entre outros. A programação completa será disponibilizada no perfil oficial no instagram: @ilhadomeljazz.      Nego Blue da Ilha do Mel é atração confirmada no Ilha do Mel Jazz Festival – Cred Paola Koenig O Ilha do Mel Jazz Festival tem produção da Loba do Mar Eventos, com patrocínio da Heineken e apoio da Fecomércio, Sesc, Senac, Secretaria do Turismo do Paraná e Rádio Transamérica Serviço: Ilha do Mel Jazz Festival Data: Fins de semana de agosto (sexta-feira a domingo) Programação gratuita Rede social oficial: instagram: @ilhadomeljazz.  Produção: Loba do Mar Eventos Patrocínio: Heineken Apoio: Fecomércio, Sesc, Senac e Secretaria do Turismo do Paraná, Rádio Transamérica   Foto capa: Nova-edicao-do-Ilha-do-Mel-Jazz-Festival-reune-mais-de-90-atraoes-musicais-durante-todo-o-mes-de-agosto—Cred-Durigan-Agencia

CAIXA Cultural Curitiba promove oficinas gratuitas sobre a obra de Nelson Leirner, artista em exposiçã

  Ministrada pela artista paulista Stela Barbieri, oficinas ocorrem nos dias 16 e 17 de maio. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site oficial da CAIXA   Exposição Nelson Leirner: Parque de Diversões segue em cartaz até o dia 29 de junho   A primeira exposição póstuma sobre a vida e obra de um dos artistas mais inventivos do Brasil, Nelson Leirner, segue em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba. Intitulada “Nelson Leirner: Parque de Diversões”, a mostra reúne um acervo com mais de 70 obras criadas nos últimos 20 anos de sua vida, compreendendo esculturas, pinturas, tapeçarias e objetos que exaltam seu processo transgressor, tanto como artista como professor, tendo sido responsável por uma geração de artistas.   Uma dessas artistas que foram impactadas pela obra de Leirner é Stela Barbieri, que foi uma de suas alunas em cursos livres durante os anos 1980. Stela ocupa a exposição com a instalação “Mirantes: Mirando Nelson Leirner”, em que convida o público ao exercício da atenção e da experiência, em uma viagem enlevada por materiais e instrumentos que culminam na construção de lugares, mirantes que contemplam o mundo a partir de perspectivas e ângulos que fogem do comum, dando margem à fertil substância das surpresas, utilizando técnica mista, com desenhos em nanquim, tinta acrílica e carrinhos de ferro, platô de madeira, estacas de madeira, tecidos e lãs.     Stela Barbieri ministra, nos dias 16 e 17 de maio, à s 15h, duas atividades especiais e gratuitas sobre Nelson Leirner, seguidas de ações colaborativas com os participantes.   Na sexta-feira (16), ocorre o bate-papo “O que é uma obra-oficina? Conversa sobre a obra ”˜Mirantes: Mirando Nelson Leirner’”, em que Stela compartilhará os processos de invenção de sua obra, em suas diversas instâncias de realização, do encontro com um mirante natural e seus convites ao olhar à s investigações em diferentes linguagens, como desenhos, maquetes e os estudos para a construção da obra e suas ativações. Como os mirantes se transformam e se mesclam à s paisagens e espacialidades existentes? Quais as diferentes relações e escalas do mirar no cotidiano? Que brechas abrimos para essas relações? Quais as diferentes qualidades dos mirantes conhecidos, desconhecidos e inventados? As inscrições podem ser feitas pelo: https://forms.gle/dzcv9fhiZ6QrNNcr8       Já no sábado (17), é a vez da vivência “Ativando a obra-oficina mirando Nelson Leirner”, que consiste em uma visita guiada com Stela Barbieri, em que os participantes poderão entrar em contato não apenas com as possibilidades táteis e relações de movimentos e encontros com os materiais e materialidades da obra, mas também dialogar ao redor das perguntas que impulsionam a pesquisa e seus processos de invenção. As inscrições podem ser feitas pelo: https://forms.gle/fBw9czYs9ca2BeGz5   A exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” segue em cartaz em Curitiba até o dia 29 de junho na CAIXA Cultural Curitiba. O espaço localizado na R. Conselheiro Laurindo, 280, Centro e tem visitação gratuita com funcionamento de terça-feira a sábado, das 10h à s 20h, e domingos e feriados, das 10h à s 19h. A mostra é apresentada pela CAIXA Cultural, com patrocínio da CAIXA e Governo Federal Brasil – União e Reconstrução, com apoio da Silvia Cintra + Box04 e realização da Phi Projetos e Cinnamon.   SERVIÇO: Exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” Local: CAIXA Cultural Curitiba (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro) Data: até 29 de junho Entrada gratuita Horário de visitação: terça-feira a sábado, das 10h à s 20h; domingos e feriados, das 10h à s 19h. Rede social oficial: Instagram | @nelsonleirnerparquedediversoes e @caixaculturalcuritiba   Palestra-Oficina: “O que é uma obra-oficina? Conversa sobre a obra ”˜Mirantes: mirando Nelson Leirner’”- com Stela Barbieri Data: 16 de maio Horário: 15h Inscrições gratuitas: https://forms.gle/dzcv9fhiZ6QrNNcr8 (50 vagas) Classificação Livre   Vivência: “Ativando a obra-oficina mirando Nelson Leirner” – Com Stela Barbieri Data: 17 de maio Horário: 15h Inscrições gratuitas: https://forms.gle/fBw9czYs9ca2BeGz5 (30 vagas) Classificação Livre     Foto capa: Nelson Leirner. Cred esq, Cia-da-Foto. Dir Liliana-Leirner  

Primeira exposição póstuma de Nelson Leirner, um dos artistas mais inventivos do Brasil, segue em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba

Com curadoria de Agnaldo Farias, “Nelson Leirner: Parque de Diversões” reúne mais de 70 obras de um dos principais artistas da arte contemporânea brasileira e conta com instalação interativa da artista convidada Stela Barbieri. Visitação e participação nas atividades paralelas do projeto são gratuitos A exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” segue em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). A mostra inédita no Sul é uma celebração das obras de um dos artistas mais inventivos do Brasil e é a primeira individual póstuma, reunindo um acervo com mais de 70 obras criadas nos seus últimos 20 anos de vida, compreendendo esculturas, pinturas, tapeçarias, colagens, fotografias e objetos que representam seu processo transgressor, tanto como artista, quanto professor, tendo sido responsável por uma geração de artistas. “Esta exposição de Nelson Leirner foca em trabalhos produzidos em suas duas últimas décadas de vida, porém contém também exemplares de séries e ações importantes, realizadas nos anos 1960 e 1970. A mostra dedica-se a reapresentar uma obra superlativa e seminal, predicados decorrentes de sua densidade crítica, se alimentando de aspectos da vida cotidiana, mas não só, discutindo também a figura do artista, a natureza da obra de arte e a sobredeterminação de ambos pela história”, comenta Agnaldo Farias, curador da exposição. Recorde de público Em sua passagem por Recife, a exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” reuniu mais de 80 mil visitas durante a temporada. Além do público geral, a mostra também contou com a visita de escolas e grupos educacionais, em que puderam aprender mais sobre um dos principais artistas da arte contemporânea brasileira. Depois de Recife, a mostra seguiu para São Paulo, onde foi realizada entre 23/11/2024 e 23/02/2025. Em Curitiba, a exposição fica em cartaz até o dia 29 de junho. A exposição “Nelson Leirner: Parque de Diversões” é apresentada pela CAIXA Cultural, com patrocínio da CAIXA e Governo Federal Brasil – União e Reconstrução, com apoio da Silvia Cintra + Box04 e realização da Phi Projetos e Cinnamon. Instalação “Mirantes: Mirando Nelson Leirner” Dentro da mostra, o público também poderá conferir a instalação “Mirantes: mirando Nelson Leirner”, de Stela Barbieri. A artista, que foi aluna de Leirner em cursos livres durante os anos 1980, foi convidada para apresentar sua obra artística, que convida o público ao exercício da atenção e da experiência, uma viagem enlevada por materiais e instrumentos que culminam na construção de lugares, mirantes que contemplam o mundo ao redor, a partir de perspectivas e ângulos que fogem do comum, dando margem à fertil substância das surpresas. Em sua instalação, Barbieri utiliza técnica mista, com desenhos em nanquim, tinta acrílica e o uso de carrinhos de ferro, platôs de madeira, estacas de madeira, tecidos e lãs. “Honrando o interesse de Nelson Leirner pela aproximação da arte com o público, assim como seu esforço em incutir essa orientação em seus alunos, convidamos a artista Stela Barbieri, que foi aluna de Leirner nos anos 80. Ela, que quando menina gastava horas deitada no chão contemplando a lenta procissão das nuvens no céu, nos traz ”˜Mirantes: Mirando Nelson Leirner’, uma obra voltada sobretudo, mas não exclusivamente, à s crianças”, comenta o curador Agnaldo Farias. Palestras gratuitas A artista Stela Barbieri apresenta sua Palestra-Oficina, no dia 16 de maio, à s 15h. A artista compartilhará os processos de invenção da obra-oficina “Mirantes: mirando Nelson Leirner”, em suas diversas instâncias de realização, do encontro com um mirante natural e seus convites ao olhar à s investigações em diferentes linguagens, como desenhos, maquetes e os estudos para a construção da obra e suas ativação. “Como os mirantes se transformam e se mesclam à s paisagens e espacialidades existentes? Quais as diferentes relações e escalas do mirar no cotidiano? Que brechas abrimos para essas relações? Quais as diferentes qualidades dos mirantes conhecidos, desconhecidos e inventados?”, indaga Barbieri. Após a palestra, a artista realiza uma oficina de ativação da obra junto ao público. Já no dia 17 de maio, também à s 15h, Stela promove uma visita guiada pela instalação, em que os participantes poderão entrar em contato não apenas com as possibilidades táteis, relações de movimentos e encontros com os materiais e materialidades da obra, assim como dialogar ao redor das perguntas que impulsionam a pesquisa e seus processos e invenção. A CAIXA Cultural Curitiba fica localizada na R. Conselheiro Laurindo, 280, Centro. O horário de visitação da exposição é de terça-feira a sábado, das 10h à s 20h, e domingos e feriados, das 10h à s 19h. A entrada é gratuita. Mais informações pelo perfil oficial da exposição no Instagram | @nelsonleirnerparquedediversoes. O legado de Nelson Leirner Nelson Leirner nasceu na cidade de São Paulo, em 1932. Foi um artista intermídia. Viveu nos Estados Unidos entre 1947 e 1952. De volta ao Brasil, estudou pintura com Joan Ponç, em 1956. Entre 1960 e 1965, começou a trabalhar com “apropriações”, culminando com uma exposição com Geraldo de Barros na Atrium Galeria, que depois itinerou para o Museu de Arte Moderna de Buenos Aires. Participou da Nova Objetividade Brasileira, no MAM-Rio, e Opinião, em São Paulo, exposições que deram início ao movimento de vanguarda no Brasil. Em 1966, fundou o Grupo Rex, com Wesley Duke Lee, Geraldo de Barros, Thomaz Souto Corrêa, José Resende, Carlos Fajardo e Frederico Nasser. No mesmo ano, recebeu prêmio na Bienal de Tóquio, com os trabalhos Homenagem a Fontana, que deram início à realização de múltiplos no Brasil. Em 1967, realizou a Exposição-Não-Exposição, happening de encerramento das atividades do Grupo Rex, em que ofereceu obras de sua autoria gratuitamente ao público. No mesmo ano, enviou ao 4o Salão de Arte Moderna de Brasília um porco empalhado e questionou, publicamente, por meio de artigo no Jornal da Tarde, os critérios que levaram o júri a aceitar a obra. Foi também um dos pioneiros no uso do outdoor como suporte. Ganhou o prêmio Itamaraty na 7a Bienal de São Paulo. Em 1969 e 1971, foi convidado a participar da Bienal de São Paulo, mas recusou-se a tomar

13ª edição do Olhar de Cinema — Festival Internacional de Curitiba — começa nesta quarta-feira (12) com evento na Ópera de Arame

Festival Internacional de Curitiba é marcado por estreias nacionais, obras restauradas, filmes para a criançada e sessão exclusiva na Ópera de Arame. Abertura será nesta quarta-feira (12), na Ópera de Arame, com uma super tela de 470 polegadas, para exibir pela primeira vez o filme “Retrato de um Certo Oriente”. Confira a programação completa Começa nesta quarta-feira (12) a 13ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que ocupará até 20 de junho diferentes salas de cinema da capital paranaense com mais de 80 longas e curtas-metragens de todo o mundo. Produções para as crianças, estreias nacionais e internacionais, obras de cineastas paranaenses, clássicos restaurados e reapresentados na telona em alta definição, são algumas das opções que compõem a ampla programação do evento, que se concretiza como um dos mais importantes dedicados à sétima arte do Brasil. A abertura ocorre nesta quarta-feira (12), a partir das 19h30, na Ópera de Arame, um dos pontos turísticos mais populares do Paraná, que contará com uma super tela de 470 polegadas (12m de largura e 6,7m de altura), para exibir pela primeira vez o filme “Retrato de um Certo Oriente”, adaptação do livro do escritor Milton Hatoum. A exibição ocorrerá para convidados entre cineastas, produtores, atores, artistas, imprensa e formadores de opinião da área de Curitiba e do Brasil, além do público em geral que pode adquirir ingresso pelo site oficial. No total do festival serão 10 mostras cinematográficas, cada uma propondo um novo olhar sobre determinado segmento, pauta, idade, diretor ou estilo de produção. São elas, a Competitiva Brasileira, a Competitiva Internacional, a Novos Olhares, a Mirada Paranaense, a Exibições Especiais, a Olhar Retrospectivo, a Olhares Clássicos, a Foco, a Pequenos Olhares e o Filme de abertura e Encerramento. As exibições ocorrem no Cine Passeio, no Cinemark Mueller, na Ópera de Arame e também no Teatro da Vila, no CIC – Cidade Industrial de Curitiba. Os ingressos já estão disponíveis pelo site oficial com valores que vão de R$8 (meia-entrada) a R$16. Todas as sessões no Teatro da Vila são gratuitas. Além disso, de 18 de junho a 7 de julho, os curtas-metragens brasileiros que compõem o festival estarão disponíveis gratuitamente na plataforma de streaming Itaú Cultural Play para todo o Brasil. Jurados e premiações As produções das mostras competitivas, que buscam o equilíbrio entre inventividade, abordagem de temas contemporâneos e potencial de comunicação com o público, concorrem a diferentes prêmios cinematográficos, em que um júri especial, formado por profissionais do cinema, entre cineastas, roteiristas, atores e produtores, é responsável por avaliar os diferentes aspectos dos filmes selecionados. Para este ano, os jurados convidados para avaliar os longas e curtas da Competitiva Brasileira e os Curtas da Competitiva Internacional são o roteirista Bruno Ribeiro, um dos responsáveis pela série “Os Outros”, da Globoplay; o ator, diretor e produtor carioca Johnny Massaro; o programador de festivais e pesquisador Edvinas Puksta, que é membro da Academia de Cinema Europeu; a mestre em cinema Maria Campaña Ramia, que atua como programadora no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã; e Paola Buontempo, programadora do Festival de Cinema de Mar del Plata e graduada em Artes Visuais pela Universidade Nacional de La Plata, História da Arte (FDA – UNLP). Os jurados encarregados de avaliar os longas da Competitiva Internacional e da Mostra Novos Olhares são o pesquisador, artista e mestre em roteiro de cinema Fábio Andrade; a historiadora, crítica de cinema e programadora de mostras e festivais, Lorenna Rocha; e a diretora, roteirista e bacharel em cinema e vídeo Nathália Tereza. Na Mostra Competitiva Brasileira, os longas-metragens concorrem pelos prêmios de Roteiro, Direção de Arte, Som, Atuação, Fotografia, Direção, Montagem e o Prêmio Olhar de Melhor Filme; e os curtas, pelo Prêmio Especial do Júri e Prêmio Olhar de Melhor Filme. Na Mostra Competitiva Internacional, os curtas concorrem ao Prêmio Olhar de Melhor Filme e ao Prêmio Especial do Júri, também para os longas. Além da votação por parte dos jurados, o público também tem papel essencial para garantir um prêmio para suas produções favoritas das mostras competitivas. Há ainda a premiação por parte dos críticos da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema para as produções das mostras competitivas e a premiação da AVEC – PR (Associação de Vídeo e Cinema do Paraná) para os filmes paranaenses da Mostra Mirada Paranaense. As produções da Mostra Novos Olhares, que é dedicada a longas que têm maior radicalidade em suas propostas estéticas, trilhando caminhos desconhecidos, também concorrem ao Prêmio Olhar de Melhor Filme. Nesta mostra, há filmes que convidam o público a um mergulho lírico, outras que propõem a frieza do distanciamento épico, e também as que investigam as criações alegóricas e as que apostam no encontro com o real. Filme de Abertura — Estreia Nacional — e Filme de Encerramento A estreia nacional do filme “Retrato de um Certo Oriente” ocupará a Ópera de Arame, um dos pontos turísticos mais populares do Paraná, em uma sessão exclusiva. Com direção de Marcelo Gomes (“Paloma”, “Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar”), o longa traz personagens que foram expulsos de suas terras por conflitos sociopolíticos e é baseado no romance do escritor amazonense Milton Hatoum, ganhador do Prêmio Jabuti de Melhor Romance (1990). Os irmãos libaneses, Emilie e Emir, católicos, embarcam do Líbano em uma viagem rumo ao Brasil. No trajeto, Emilie, se apaixona por um comerciante muçulmano, Omar, causando ciúme incontrolável por parte do seu irmão, que usará as diferenças religiosas para separá-los. Porém, antes de chegar ao destino final, em uma briga com Omar, Emir é gravemente ferido em um acidente e a única opção de Emilie é descer em uma aldeia indígena no meio da selva para encontrar um curandeiro que o salve. Após a recuperação do irmão, Emilie toma uma decisão que levará a consequências trágicas. O elenco de “Retrato de um Certo Oriente”, conta com Wafa’a Celine Halawi, Charbel Kamel, Zakaria Kaakour, Rosa Peixoto e Eros Galbiati. O roteiro é de Marcelo Gomes, Maria Camargo e Gustavo Campos.