Com participação especial de Ana Botafogo, espetáculo de Ballet Giselle tem duas sessões no Teatro Guaira

Apresentado pela Curitiba Cia. de Dança, espetáculo tem apresentações nos dias 8 e 9 de abril, à s 20h, e também réune no elenco os primeiros bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Juliana Valadão e Cícero Gomes. Ingressos à venda Nos dias 8 e 9 de abril, o Teatro Guaíra recebe duas apresentações do renomado balé clássico Giselle. Produzido pela prestigiada Curitiba Cia. de Dança — um dos repertórios mais consagrados do mundo — o espetáculo contará com a participação da bailarina Ana Botafogo, no papel de Bathilde, além dos primeiros bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Juliana Valadão e Cícero Gomes, que interpretarão os papéis principais de Giselle e Albrecht. O espetáculo explora temas como amor e traição, abordando as consequências da infidelidade e o poder redentor do amor verdadeiro, em uma celebração da técnica e da graça dos personagens. No segundo ato, o contraste entre o mundo dos vivos e o reino dos espíritos ganha vida, criando uma atmosfera de mistério e magia. Os ingressos estão à venda pelo Disk Ingressos, com valores a partir de R$37,50 (meia-entrada), acrescidos da taxa de administração. Ballet Giselle O ballet clássico “Giselle” foi coreografado por Jean Coralli e Jules Perrot, com a colaboração de Marius Petipa em algumas versões, e música composta por Adolphe Adam. O espetáculo se inicia em uma aldeia pitoresca, onde a jovem Giselle, uma camponesa simples e apaixonada pela dança, vive com sua mãe. Giselle é conhecida por sua alegria e delicadeza, sendo admirada por muitos, entre eles, Albrecht, um nobre disfarçado de camponês que se apaixona pela jovem e ganha seu coração. A paz na aldeia é perturbada por Hilarion, um caçador que também ama Giselle e que está ciente do verdadeiro status de Albrecht. Hilarion tenta alertar a garota sobre o nobre disfarçado, mas ela não acredita em suas palavras e continua a sonhar com um futuro ao Durante uma festa de colheita, Giselle e Albrecht celebram seu amor com a dança. No entanto, o momento de felicidade é interrompido quando um grupo de nobres chega à aldeia. Giselle descobre que Albrecht é, na verdade, um príncipe e já está prometido a outra mulher, a condessa Bathilde. A revelação devastadora leva Giselle à loucura. Desesperada e com o coração partido, ela morre de choque e exaustão. O segundo ato se passa na floresta, onde Giselle é sepultada em um cemitério. Albrecht, devastado pela morte de Giselle, visita seu túmulo para lamentar sua perda. Ele é encontrado pelas Wilis, espíritos de jovens mulheres que morreram antes do casamento. As Wilis, lideradas pela rainha Myrtha, vingam-se dos homens que as abandonaram, dançando-os até a exaustão e a morte. Giselle, agora um espírito Wili, aparece e se compadece de Albrecht. Ela tenta proteger Albrecht das Wilis e dança com ele para ajudá-lo a escapar do destino que lhe espera. A dança de Giselle é marcada por uma combinação de ternura e força, demonstrando seu amor eterno e sua capacidade de perdoar. No final, o poder do amor de Giselle e o arrependimento de Albrecht são suficientes para salvar o nobre da destruição. Com o amanhecer, as Wilis retornam aos seus túmulos, e Giselle desaparece, voltando à paz eterna. Albrecht permanece em luto, mas com a consciência de que Giselle sempre estará em seu coração. Sobre a Curitiba Cia. de Dança – Fundada em 2013 pela empresária e bailarina Nicole Vanoni, a Curitiba Cia. de Dança surgiu com a proposta de experimentação, pesquisa e criação em dança contemporânea, além de preservar e reinterpretar repertórios clássicos. Entre suas principais produções, estão “O Quebra-Nozes”, “Dom Quixote”, “O Lago dos Cisnes”, assim como criações exclusivas, como “A Lenda das Cataratas”, “Quando se Calam os Anjos” de Airton Rodrigues, “Memória de Brinquedo” de Luiz Fernando Bongiovanni, “Relações” de Carlos Laerte e “Dançando Villa” de Rosa Antuña. Em uma década de atuação, a companhia já realizou mais de 1000 apresentações em mais de 200 cidades, tanto no Brasil quanto no exterior (Itália), abrangendo 16 estados brasileiros. A Curitiba Cia. de Dança é reconhecida por ser uma das companhias que mais oferece oportunidades e emprega jovens talentos no Brasil. Serviço: “Ballet Giselle”, apresentado pela Curitiba Cia. de Dança Datas: 8 e 9 de abril Horário: 20h Local: Teatro Guaira (R. XV de Novembro, 971 – Centro – Curitiba) Ingressos: a partir de R$37,50 (meia-entrada) + taxa adm pelo Disk Ingressos Duração: 1h40m Realização: Fundação Cultural de Curitiba, Icac e Curitiba Cia. de Dança Apoio: Teatro Guaíra, Madero, Festval, Dona Helena e Dom Antônio Foto capa: Espetáculo de Ballet Giselle tem duas sessões no Teatro Guaira – Cred Daniel Ebendinger
Inspirado em Heitor Villa-Lobos, espetáculo “Dançando Villa” fica em cartaz no Festival de Curitiba

Curitiba Cia. de Dança apresenta, dentro da programação do Festival de Curitiba, na Mostra Fringe, espetáculo de dança contemporânea nos dias 4, 5 e 6 de abril. Ingressos à venda De 4 a 6 de abril, a prestigiada Curitiba Cia. de Dança, que completa 10 anos de história em 2025, apresenta o espetáculo de dança contemporânea “Dançando Villa”, no Sesc da Esquina, localizado no bairro Mercês, que integra o Fringe, da 33ª edição do Festival de Curitiba. Inspirada na vida e obra de Heitor Villa-Lobos, considerado a figura criativa mais significativa do século XX na música clássica brasileira, a peça busca levar lampejos das danças brasileiras, aliadas a um estado corporal de entrega exaltando a diversa e vasta cultura brasileira. “Estamos muito felizes em poder apresentar esse aclamado espetáculo, homenageando o grande compositor, maestro e músico Heitor Villa-Lobos, o compositor sul-americano mais conhecido de todos os tempos”, comenta Nicole Vanoni, diretora da Curitiba Cia. de Dança. Com patrocínio da Sanepar, Festval e Quimagraf, o espetáculo navega pela grandeza de Villa, que ampliou o imaginário do Brasil para os brasileiros por meio de sua música, explorando sua diversidade cultural, identitária e sonora. “Foi por meio de sua música, que Villa-Lobos abriu os ouvidos e o coração para o Brasil, para a cultura popular, sobretudo do Nordeste e Norte do país, que nas primeiras décadas do século XX, a musicalidade e a cultura destas regiões não chegavam com facilidade nas regiões Sul e Sudeste”, completa Nicole. O espetáculo de dança contemporânea combina a música de Villa-Lobos com as religiões de matrizes, principalmente a Umbanda, uma expressão autêntica da alma do Brasil, nascida da fusão de tradições africanas, indígenas e europeias. Essas duas forças culturais dividem simbolicamente o palco, representando o encontro entre a música, a espiritualidade e a diversidade do país. Os ingressos para o “Dançando Villa” estão à venda pelo site do Festival de Curitiba com valores a partir de R$10 (meia-entrada) + taxa adm. A Mostra Fringe no Festival de Curitiba é apresentado por Petrobras, Sanepar – Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e CAIXA Cultural, com patrocínio de Copel — Pura Energia, ClearCorrect — Neodent, SEBRAE — Serviço Brasileiro de Apoio à s Micro e Pequenas Empresas, Viaje Paraná — Governo do Estado do Paraná, CNH Capital — New Holland e EBANX, e realização do Ministério da Cultura, Governo Federal – Brasil União e Reconstrução. FICHA TÉCNICA: Direção Geral e Artística: Nicole Vanoni / Criação Coreográfica: Rosa Antuña / Assistentes de Direção: Hamilton Felix e Erika Rosendo / Iluminação: Izabelle Marques eNádia Luciani / Ensaiadores: Cláudio Fontan, Nathália Tedeschi e Hamilton Felix / Figurinista: Lucas Bettin / Elenco: Celina Damiani, Ira Dorsey, Filipe Bueno, Gab Mattoso, Jaime Bernardes, Júlia Lívia, Letícia Karin, Lucas Silva, Hamilton Félix, Naluh Ribeiro, Nicole Vanoni, Ray Guimarães, Rubens Vital / Fotografia: Lucília Guimarães e Cayo Vieira /Direção de Produção: Emirena Telles Sobre a Curitiba Cia. de Dança – Fundada em 2013 pela empresária e bailarina Nicole Vanoni, a Curitiba Cia. de Dança surgiu com a proposta de experimentação, pesquisa e criação em dança contemporânea, além de preservar e reinterpretar repertórios clássicos. Entre suas principais produções, estão “O Quebra-Nozes”, “Dom Quixote”, “O Lago dos Cisnes”, assim como criações exclusivas, como “A Lenda das Cataratas”, “Quando se Calam os Anjos” de Airton Rodrigues, “Memória de Brinquedo” de Luiz Fernando Bongiovanni, “Relações” de Carlos Laerte e “Dançando Villa” de Rosa Antuña. Em uma década de atuação, a companhia já realizou mais de 500 apresentações em mais de 200 cidades, tanto no Brasil quanto no exterior (Itália), abrangendo 16 estados brasileiros. A Curitiba Cia. de Dança é reconhecida por ser uma das companhias que mais oferece oportunidades e emprega jovens talentos no Brasil. Serviço: Curitiba Cia. de Dança apresenta “Dançando Villa” no Fringe – 33º Festival de Curitiba Data: 4, 5 e 6 de abril Horário: sexta-feira e sábado, à s 20h; domingo, à s 18h Ingressos: a partir de R$10 (meia-entrada) + taxa adm pelo site do Festival de Curitiba Local: Sesc da Esquina (R. Visc. do Rio Branco, 969, bairro Mercês) Duração: 55’ Site oficial: www.curitibaciadedanca.com.br Redes sociais: Instagram @curitibaciadedanca Patrocínio: Sanepar, Festval e Quimagraf Realização: Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura | Governo Federal, Associação dos Amigos e Apoiadores da Dança de Curitiba- AADC Apoio: Terreiro Pai Maneco