Terror com Paolla Oliveira ganha cartaz oficial. “Herança de Narcisa” estreia no Festival do Rio

    Com direção de Clarissa Appelt e Daniel Dias, produção aborda a ancestralidade feminina e faz parte da “Mostra Première Brasil: Competição Novos Rumos”. Estreia ocorre no dia 6 de outubro   Paolla Oliveira estreia no gênero terror em “A Herança de Narcisa” – Cred Olhar Filmes O aguardado longa-metragem “Herança de Narcisa”, que marca a estreia de Paolla Oliveira no gênero terror, ganhou um cartaz oficial. O filme, que leva direção de Clarissa Appelt e Daniel Dias, estreia no Festival do Rio no dia 6 de outubro e faz parte da “Mostra Première Brasil: Competição Novos Rumos”, um espaço dedicado a longas-metragens de ficção e documentários que apostam em narrativas inéditas e que apresentam as tendências na sétima arte brasileira. “No sincretismo religioso brasileiro, acredita-se que somente reconhecendo as projeções e questões um do outro, fantasmas e hospedeiros podem se libertar. ‘Herança de Narcisa’ é uma versão diferente do clássico filme de possessão, em que não falamos sobre a possessão pelo mal ou pelo diabo, mas sobre a possessão pelas questões não resolvidas do relacionamento entre mãe e filha. Para quebrar o ciclo, a única maneira é um exorcismo mútuo”, comenta a dupla de cineastas sobre o terror psicológico. A produção acompanha Ana (Paolla Oliveira) e o seu retorno à casa em que passou a infância após a morte recente de sua mãe, a ex-vedete Narcisa. O casarão, localizado no Rio de Janeiro, foi a única herança deixada a ela e a seu irmão, Diego, vivido pelo ator Pedro Henrique Müller. Decidida a vender a casa e dividir o dinheiro com Diego, Ana começa a revirar o imóvel e dar início ao processo de limpeza, revelando uma herança bem diferente do que ela imaginava.     ‘Heranca de Narcisa estreia no Festival do Rio na Mostra Première Brasil- Competicao Novos Rumos. Cred-Olhar-Filmes   À medida que explora o local, Ana navega por um mar de antigos traumas e mistérios, passando a ser assombrada por uma maldição ancestral e pelo espírito da mãe. Para sobreviver, ela precisará confrontar as mágoas e as memórias de uma relação tóxica mal resolvida. “Eu senti que o único jeito de me livrar das minhas cicatrizes ancestrais era através de algum tipo de ritual. Compartilhei a ideia com Daniel, meu parceiro, e nós escrevemos esse filme. Essa é uma produção sobre ancestralidade feminina e a fita vermelha representa o que nos amarra e nos separa, ao mesmo tempo”, completa Clarissa Appelt.  “A onda de terror psicológico dos anos 40, como em “Cat People” (1942) e “I Walked With a Zombie” (1943), ambos de Jacques Tourner, serviram de grandes inspirações, assim como o mais recente “The Night House”, de David Bruckner”, explica Daniel Dias.    ‘Heranca de Narcisa estreia no Festival do Rio na Mostra Première Brasil- Competicao Novos Rumos. Cred-Olhar-Filmes   Com produção da Camisa Preta Filmes, coprodução da Urca Filmes e Telecine, e distribuição da Olhar Filmes, “Herança de Narcisa” tem sessão de estreia no dia 6 de outubro, às 18h45, no Estação Gávea. No dia 7 de outubro, às 16h, o filme será exibido no Estação Rio – essa sessão será com debate). E no dia 8 de outubro, às 18h, exibição no Cine Carioca José Wilker. Ficha técnica: “Herança de Narcisa” (Dir. Clarissa Appelt e Daniel Dias / 85’ / Ficção / Brasil / 2025) Elenco: Paolla Oliveira, Rosamaria Murtinho, Pedro Henrique Müller, Elvira Helena Roteiro: Clarissa Appelt e Daniel Dias Direção de Fotografia: Zhai Sichen Montagem: Daniel Dias Direção de Arte: Fernanda Teixeira Figurino: Roberta Pupo Caracterização: Cleber de Oliveira Direção de Som: João Henrique Costa Edição de Som: Bernardo Uzeda Trilha Sonora: Marcelo Conti Produção: Camisa Preta Filmes Coprodução: Urca Filmes e Telecine Distribuição: Olhar Filmes Produtores: Amanda Amorim, Leonardo Edde, Eduardo Albergaria Classificação indicativa: 14 anos   Sobre os diretores: Clarissa Appelt e Daniel Dias têm pós-graduação (MFA) em roteiro nos EUA com bolsa Fulbright/Capes e são fundadores do Programa New Voices, voltado a vozes sub-representadas e patrocinado pela Fulbright, Embaixada Americana, SPcine e Projeto Paradiso. Clarissa dirigiu o longa “A Casa de Cecília” (2015) e Daniel é roteirista de “Nosso Sonho” (2023), “Herança de Narcisa” é o primeiro longa-metragem da dupla. Sobre a Olhar Filmes – Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é Político” de Alice Riff; “Nóis por Nóis”, de Aly Muritiba e Jandir Santin; “Os Primeiros Soldados” de Rodrigo de Oliveira; “Alice Júnior” de Gil Baroni;“Meu Nome é Daniel” e “Assexybilidade” de Daniel Gonçalves; “Vento Seco” de Daniel Nolasco; “A Mesma Parte de Um Homem” de Ana Johann; “UÝRA, A Retomada da Floresta” de Juliana Curi; “Rafiki” da diretora queniana Wanuri Kahiu; e “Praia Formosa” de Julia De Simone. Mais informações no site oficial: www.olharfilmes.com.br . Sobre a Camisa Preta Filmes: Produtora carioca que atua desde 2018 e é dedicada a narrativas de impacto e branded content em parceria com agências e canais de TV, criando conteúdos para múltiplas plataformas. Em sua trajetória autoral, produziu o curta “Mães Possíveis” e co-produziu o documentário “Leda”. “Herança de Narcisa”, coprodução com a Urca Filmes e Telecine, marca seu primeiro longa-metragem de ficção. www.camisapretafilmes.com.br Sobre a Urca Filmes: Há mais de 20

Premiado filme sobre influenciadora periférica de Recife, “Tijolo por Tijolo”, é uma manifestação sobre dignidade, maternidade e o direto à moradia

  Com direção de Victória Álvares e Quentin Delaroche, longa-metragem chega aos cinemas no dia 14 de agosto. Assista ao trailer     Assista ao trailer Depois de percorrer vários festivais nacionais e internacionais, com sucesso de crítica e público, o longa-metragem “Tijolo por Tijolo” chega aos cinemas de todo o Brasil no mês de agosto. Com direção de Victória Álvares e Quentin Delaroche, o documentário traz uma história real, em que a luta diária de uma família é eternizada em tela, por meio de um olhar cuidadoso e humanizado da dupla de cineastas. Cris Martins é uma moradora do Ibura, periferia do Recife, e, no início da pandemia, após ela e o marido perderem seus empregos formais, descobre sua quarta gravidez e que sua casa sofre o sério risco de desabamento. Preocupada com o futuro de sua família, Cris passa a atuar como micro-influenciadora digital, mostrando o seu cotidiano e dando dicas sobre maternidade e outros assuntos, aparecendo em diversas frentes dentro da periferia, promovendo ações voltadas ao empoderamento feminino e ensaios fotográficos para seu perfil oficial no Instagram (@crismartinsventura). Enquanto isso, seu marido trabalha por conta própria na ampliação de sua casa, aprendendo os processos de construção por meio de vídeos tutoriais no Youtube. Além das preocupações básicas, como moradia e sustento, Cris ainda luta pelo seu direito à laqueadura, um procedimento voluntário de esterilização definitiva da mulher. Cris Martins representa a força da mulher periférica e suas batalhas em meio às desigualdades sociais – Cred Olhar Filmes “‘Tijolo por Tijolo’ vai além de um registro documental. O longa é uma manifestação sobre dignidade, maternidade e o direto à moradia, uma história que ecoa as vozes de tantas outras ‘Cris’ espalhadas pelo Brasil, apostando no cinema como uma ferramenta de autoconhecimento, reflexão e transformação da sociedade”, comentam os diretores Victória Álvares e Quentin Delaroche, que também assinam o roteiro e a produção do longa-metragem. O processo de gravação foi iniciado após a disponibilização da vacina contra a COVID-19, tornando possível o acompanhamento do dia-a-dia da família, mostrando suas intimidades, cumplicidades e promovendo um diálogo íntimo de troca, por meio de um olhar sensível da luta pela sobrevivência de Cris e seus entes queridos. “O processo de filmagem resultou em uma troca de relações humanas com o objetivo de apresentar o debate sobre desigualdades em retrato íntimo de luta da mulher periférica do Brasil”, completam os cineastas, que levam ao público questionamentos políticos sobre o racismo ambiental e desigualdades sistêmicas. ‘Tijolo por Tijolo’ é a história real de uma família do Ibura, periferia do Recife – Cred Olhar Filmes “Tijolo por Tijolo” é um longa-metragem documentário de luta, resistência e sonho, em que os espectadores acompanham e se apaixonam pelo retrato íntimo de Cris, que representa a mulher periférica, sua força e suas batalhas em meio às desigualdades sociais enfrentadas e seu processo de reconstrução ‘tijolo por tijolo’, equilibrando sua função de mãe e influenciadora digital. Com produção da Revoada Filmes e distribuição da Olhar Filmes, “Tijolo por Tijolo” chega aos cinemas no dia 14 de agosto. Prêmios de “Tijolo por Tijolo” “Tijolo por Tijolo” levou diversos prêmios desde a sua estreia nos circuitos de festivais. Entre eles, estão os prêmios de Melhor Direção, melhor Montagem e Prêmio da Crítica Abraccine no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba em 2024; o Prêmio de Melhor Longa-Metragem, no Festival Visões Periféricas; os prêmios de Melhor Filme, Melhor DIreção, Prêmio do Júri Jovem e o Prêmio da Imprensa, no FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental; os prêmios de Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Personagem, no Festival de Triunfo; o Prêmio de Melhor Atuação, o Prêmio da Crítica e o Prêmio FICCI no Festival da Fronteira; a Menção Honrosa no Festival Internacional de Goiânia; e os prêmios Melhor Direção e Melhor Montagem no 11º Festival Goiamum Audiovisual. Assista ao trailer: https://www.youtube.com/watch?v=puQnSdEwjRo   Sinopse: Acompanhamos Cris e sua família, moradores do Ibura, na periferia do Recife, que no início da pandemia de Covid-19 tiveram que abandonar sua casa devido ao risco de desabamento. Grávida do quarto filho e lutando por uma laqueadura, Cris trabalha como influenciadora digital enquanto a família reconstrói sua moradia. Abordando temas relevantes ao Brasil de hoje, como maternidade, empreendedorismo e direitos reprodutivos e à moradia, entremeados com momentos de leveza cotidiana, o filme ressalta o protagonismo coletivo que torna possível erguer as paredes de um lar, dia após dia. Ficha técnica:  “Tijolo por Tijolo”  (Dir. Victória Álvares, Quentin Delaroche | Brasil | 2024 | 103’) Duração: 103 minutos Classificação: Livre Data de lançamento: 14 de agosto Direção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Roteiro: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Produção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Elenco: Cris Martins, Albert Ventura, Caique de Souza Ventura, Isaque de Souza Ventura, Helena Vitoria de Souza Ventura, Yasmin de Souza Ventura e Cecília Martins de Souza, Produção executiva: Danielle Valentim, Dora Amorim, Julia Machado, Adonis Liranza Edição de som/mixagem : Nicolau Domingues  Trilha : Jarbas Bittencourt  Cor : Germana Glasner  Design gráfico: Diana Barros Pintura cartaz: Magdala Gomes  Imagem: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Som: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Montagem : Quentin Delaroche Fotografia : Victoria Álvares, Quentin Delaroche Som: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Produção : Revoada Filmes Distribuidora : Olhar Filmes Redes sociais oficiais: Instagram (@tijoloportijolo.filme)  Sobre a Olhar Filmes – Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é

A luta pela moradia e direitos de uma influenciadora periférica do Recife em “Tijolo por Tijolo”

A luta pela moradia e direitos de uma influenciadora periférica do Recife em “Tijolo por Tijolo” Com direção de Victória Álvares e Quentin Delaroche, longa-metragem apresenta uma história real de luta,resistência feminina e sonho, por meio de um olhar sensível e humanizado. “Tijolo por Tijolo” estreia no dia 14 de agosto Depois de percorrer vários festivais nacionais e internacionais, com sucesso de crítica e público, o longa-metragem “Tijolo por Tijolo” chega aos cinemas de todo o Brasil no mês de agosto. Com direção de Victória Álvares e Quentin Delaroche, o documentário traz uma história real, em que a luta diária de uma família é eternizada em tela, por meio de um olhar cuidadoso e humanizado da dupla de cineastas. Cris Martins é uma moradora do Ibura, periferia do Recife, e, no início da pandemia, após ela e o marido perderem seus empregos formais, descobre sua quarta gravidez e que sua casa sofre o sério risco de desabamento. Preocupada com o futuro de sua família, Cris passa a atuar como micro-influenciadora digital, mostrando o seu cotidiano e dando dicas sobre maternidade e outros assuntos, aparecendo em diversas frentes dentro da periferia, promovendo ações voltadas ao empoderamento feminino e ensaios fotográficos para seu perfil oficial no Instagram (@crismartinsventura). Enquanto isso, seu marido trabalha por conta própria na ampliação de sua casa, aprendendo os processos de construção por meio de vídeos tutoriais no Youtube. Além das preocupações básicas, como moradia e sustento, Cris ainda luta pelo seu direito à laqueadura, um procedimento voluntário de esterilização definitiva da mulher. “‘Tijolo por Tijolo’ vai além de um registro documental. O longa é uma manifestação sobre dignidade, maternidade e o direto à moradia, uma história que ecoa as vozes de tantas outras ‘Cris’ espalhadas pelo Brasil, apostando no cinema como uma ferramenta de autoconhecimento, reflexão e transformação da sociedade”, comentam os diretores Victória Álvares e Quentin Delaroche, que também assinam o roteiro e a produção do longa-metragem. O processo de gravação foi iniciado após a disponibilização da vacina contra a COVID-19, tornando possível o acompanhamento do dia-a-dia da família, mostrando suas intimidades, cumplicidades e promovendo um diálogo íntimo de troca, por meio de um olhar sensível da luta pela sobrevivência de Cris e seus entes queridos.   “O processo de filmagem resultou em uma troca de relações humanas com o objetivo de apresentar o debate sobre desigualdades em retrato íntimo de luta da mulher periférica do Brasil”, completam os cineastas, que levam ao público questionamentos políticos sobre o racismo ambiental e desigualdades sistêmicas. “Tijolo por Tijolo” é um longa-metragem documentário de luta, resistência e sonho, em que os espectadores acompanham e se apaixonam pelo retrato íntimo de Cris, que representa a mulher periférica, sua força e suas batalhas em meio às desigualdades sociais enfrentadas e seu processo de reconstrução ‘tijolo por tijolo’, equilibrando sua função de mãe e influenciadora digital. Com produção da Revoada Filmes e distribuição da Olhar Filmes, “Tijolo por Tijolo” chega aos cinemas no dia 14 de agosto. Prêmios de “Tijolo por Tijolo” “Tijolo por Tijolo” levou diversos prêmios desde a sua estreia nos circuitos de festivais. Entre eles, estão os prêmios de Melhor Direção, melhor Montagem e Prêmio da Crítica Abraccine no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba em 2024; o Prêmio de Melhor Longa-Metragem, no Festival Visões Periféricas; os prêmios de Melhor Filme, Melhor DIreção, Prêmio do Júri Jovem e o Prêmio da Imprensa, no FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental; os prêmios de Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Personagem, no Festival de Triunfo; o Prêmio de Melhor Atuação, o Prêmio da Crítica e o Prêmio FICCI no Festival da Fronteira; a Menção Honrosa no Festival Internacional de Goiânia; e os prêmios Melhor Direção e Melhor Montagem no 11º Festival Goiamum Audiovisual. Assista ao trailer: https://www.youtube.com/watch?v=puQnSdEwjRo   Sinopse: Acompanhamos Cris e sua família, moradores do Ibura, na periferia do Recife, que no início da pandemia de Covid-19 tiveram que abandonar sua casa devido ao risco de desabamento. Grávida do quarto filho e lutando por uma laqueadura, Cris trabalha como influenciadora digital enquanto a família reconstrói sua moradia. Abordando temas relevantes ao Brasil de hoje, como maternidade, empreendedorismo e direitos reprodutivos e à moradia, entremeados com momentos de leveza cotidiana, o filme ressalta o protagonismo coletivo que torna possível erguer as paredes de um lar, dia após dia. Ficha técnica:  “Tijolo por Tijolo”  (Dir. Victória Álvares, Quentin Delaroche | Brasil | 2024 | 103’) Duração: 103 minutos Classificação: Livre Data de lançamento: 14 de agosto Direção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Roteiro: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Produção: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Elenco: Cris Martins, Albert Ventura, Caique de Souza Ventura, Isaque de Souza Ventura, Helena Vitoria de Souza Ventura, Yasmin de Souza Ventura e Cecília Martins de Souza, Produção executiva: Danielle Valentim, Dora Amorim, Julia Machado, Adonis Liranza Edição de som/mixagem : Nicolau Domingues Trilha : Jarbas Bittencourt Cor : Germana Glasner Design gráfico: Diana Barros Pintura cartaz: Magdala Gomes Imagem: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Som: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Montagem : Quentin Delaroche Fotografia : Victoria Álvares, Quentin Delaroche Som: Victoria Álvares, Quentin Delaroche Produção : Revoada Filmes Distribuidora : Olhar Filmes Redes sociais oficiais: Instagram (@tijoloportijolo.filme) , Kwai (@XXXXXX) Sobre a Olhar Filmes – Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre

Premiado “O Silêncio das Ostras” chega aos cinemas nesta quinta-feira (26)

Protagonizado por Bárbara Colen e Lavínia Castelari, filme de Marcos Pimentel reflete sobre o impacto ambiental e humanitário da ação inconsequente das mineradoras, trazendo imagens reais das tragédias de Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais Nesta quinta-feira (26), “O Silêncio das Ostras” (“Oysters’ Silence”), primeira obra de ficção do diretor e roteirista Marcos Pimentel, chega aos cinemas de todo o Brasil.   O longa, que vem chamando a atenção da crítica nacional e internacional por apresentar uma realidade muito comum, porém constantemente suprimida em um Brasil displicente,  foi um dos mais aclamados na 26ª edição do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro e também foi selecionado para a edição 2025 do FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental. Além disso, foi exibido em festivais internacionais, como o Los Angeles Art Film Festival, levando o prêmio de Melhor Longa de Ficção, assim como no New York City Independent Film Festival, recebendo os prêmios de Melhor Direção e Melhor Fotografia. A produção apresenta uma história de solidão e despedidas, em um ambiente devastado pela ambição humana e de grandes empresas, resultando em um filme-denúncia delicado, expondo, por meio de um drama familiar recorrente, a falta de futuro dos trabalhadores e moradores da região e o impacto de um dos maiores desastres ambientais e humanitários do Brasil. “Por entre montanhas e futuras ‘ex-montanhas’ de Minas Gerais, acompanhamos Kaylane e suas andanças pelas paisagens que a habitam e a consomem. A atividade mineradora resultou em inúmeros lugarejos e cidades-fantasmas em Minas Gerais”, explica o diretor Marcos Pimentel. “De certa maneira, o filme busca reabitar, reocupar e repovoar esses lugares, como se a narrativa do filme aspirasse conferir uma possibilidade de permanência para cenários que foram extraídos à exaustão. A mineração roubou-lhes não somente o solo, mas também a crença e a alma”, completa. Ambientada a partir da década de 80, a produção é protagonizada pelas atrizes Bárbara Colen e Lavínia Castelari, em três diferentes tempos,e é vista sob o olhar da personagem Kaylane, a caçula de uma família formada por mais quatro irmãos, que vive instigada por suas reflexões e pelo medo de possíveis mudanças e perdas da vida. Sua mãe, Cleude (Sinara Telles), é uma mulher repleta de sonhos e perturbada por uma carga emocional de uma vida inteira arrasada pelas mineradoras. Viúva de um marido vivo, incapacitado devido às condições insalubres de trabalho, ela vê os filhos seguirem o caminho do pai, já que a fonte de renda da região vem da mineração. Na trama, as partidas se tornam algo comum na vida de Kaylane, que vive e cresce na comunidade de operários. Ela vê o tempo passar em um ritmo diferente do imposto pela produtividade do capitalismo, nutrindo uma curiosidade única pela vida e permeada não só pelo instinto de sobrevivência, mas também sua sensibilidade, imaginação e sua forma singular de se relacionar com a natureza e os insetos que encontra durante suas andanças. Sozinha em um cenário ocre e destruído pela inconsequente ação das mineradoras na região, ela se torna vítima do êxodo de sua própria história, buscando caminhos e direções para seguir em frente. Além de mostrar toda a exploração da região e a extração da vida e nutrientes presentes na natureza e no vilarejo, “O Silêncio das Ostras” traz cenas reais do rompimentos de barragens no estado de Minas Gerais, que resultou na morte de 270 pessoas e no despejo de mais de 12 milhões de metros cúbicos em dejetos tóxicos em uma área de cerca de 270 hectares, equivalente a 378 campos de futebol, que chegou até o mar. “Neste ano, completamos 10 anos da tragédia do rompimento da barragem do Fundão e seis anos da tragédia em Brumadinho. Desastres reais que silenciaram sonhos e destruíram vidas. ‘O Silêncio das Ostras’ retrata uma tragédia que virou ficção de uma dor que ainda é real”, finaliza o cineasta Marcos Pimentel. Com distribuição da Olhar Filmes, “O Silêncio das Ostras” tem sessões confirmadas em Curitiba, Porto Alegre, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, Manaus, Belo Horizonte, Recife e Belém. Consulte a programação do seu cinema local. Sinopse: A vida de uma menina que nasceu em uma vila de operários de uma mina e tem que aprender a lidar com as sucessivas perdas que a vida lhe reservou. Depois de perder todos os seus mundos, Kaylane insiste em sobreviver e resistir. Um filme sobre crescer, sobreviver e sonhar em meio à poeira, à lama e ao silêncio. Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=OZIJZOdZ5Uk Ficha Técnica: “O Silêncio das Ostras” Classificação: 12 anos (Ficção, Drama | Brasil| 127’ | 2024) Elenco: Bárbara Colen, Lavínia Castelari, Sinara Teles, Adyr Assumpção, Lucas Oranmian, João Filho, Kaio Santos, Daniel Victor, Israel Xavier, Ryan Talles, Carlos Morelli, Lenine Martins, Renato Novaes Oliveira, Lira Ribas, Dinho Lima Flor, Cláudio Lima e Helvécio Izabel Direção e Roteiro: Marcos Pimentel Produção: Luana Melgaço, Marcos Pimentel Produção Executiva: Luana Melgaço, Fernanda Vidigal Direção de Produção: Clara Bastos Direção de Fotografia: Petrus Cariry Direção de Arte: Juliana Lobo Direção de Som: Camila Machado Montagem:  Ivan Morales Jr. Edição de Som e Mixagem: Vitor Coroa Tratamento de imagem: João Gabriel Riveres Assistência de Direção: Débora de Oliveira Figurinista: Gabriella Marra Caracterização: Ju Bolze Consultoria de Roteiro: Thais Fujinaga 1º Assistente de Direção: Débora de Oliveira 2º Assistente de Direção: Vinícius Rezende Morais, Gabi Filippo Produção de Elenco:Ricardo Alves Jr, Germano Melo Preparação de Elenco: Anna Kutner Pesquisa de Locação: Mariana Andrade, Djalma Café Produção: Tempero, Anavilhana Distribuição: Olhar Filmes Apoio na distribuição: Projeto Paradiso – Prêmio Seminário de Exibição Panorama. Hashtag oficial: #NãoFoiFicçãoSobre o Diretor – Marcos Pimentel é documentarista formado pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba) e especializado em Cinema Documentário pela Filmakademie Baden-Württemberg, na Alemanha. Também é graduado, no Brasil, em Comunicação Social (UFJF) e Psicologia (CES-JF). Diretor e roteirista de documentários que ganharam 100 prêmios por festivais nacionais e internacionais e foram exibidos em mais de 700 festivais de 52 países. Desde 2009, é professor do departamento de documentários do curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba). O Silêncio das