Dupla curitibana “Papi” lança o single “Santinha Pero No Mucho”,com ritmos latinos e influências do funk e do pop

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Projeto Papi, formado por Allan Furtado e DJ Fefo, apresenta a faixa “Santinha Pero No Mucho”, que veio acompanhada de videoclipe

Assista o clipe: https://www.youtube.com/watch?v=bVsjf7DO_JE&ab_channel=Papi 

 Os músicos e produtores Allan Furtado e o DJ Fefo anunciam o lançamento de sua primeira música de trabalho autoral. A dupla, que atua junto desde 2017, agora se prepara para uma nova jornada com o projeto Papi, apostando na combinação de ritmos latinos com o pop, o hip hop e o funk, resultando na faixa “Santinha Pero No Mucho”, que já está disponível nas plataformas digitais pela One rpm.


“Essa nossa primeira música de trabalho transmite um pouco da nossa energia no palco, já conhecida pelo público, trazendo todo o calor musical que o Brasil tem com direito a pitadas de funk e hip hop em um beat que não deixa ninguém parado”, 
diz Allan Fefo sobre a música inédita, que traz influências de Pedro Sampaio, J Balvin, Stromae, entre outros.

A canção foi gravada no Click Audioworks, com mixagem e masterização por Paulo Bueno e produção musical de Joshua Medeiros. “Santinha Pero No Mucho”, que foi composta por Allan Furtado, Dj Fefo, Bruno Lima, Dani Zan, Jean Quevedo, Jowjow Vieira e Tiano, foi lançada junto com um videoclipe irreverente, dirigido por Marcelo Veron e João Guinho. A gravação ocorreu em pontos conhecidos de Curitiba, como o tradicional Karaokê Bar, na Al. Cabral, e no Bar do Preto, no Cristo Rei, com um roteiro divertido e que mostra a essência do Papi.

“Queremos divertir as pessoas e levar uma musicalidade democrática, com muita dança, entusiasmo, energia e carisma”, completa a dupla. 

A experiência no cenário musical não é recente. Allan Furtado, que já é conhecido na cena musical local e nacional, foi um dos participantes do programa Superstar, da Rede Globo, em 2015, na época com a Banda Leash. Há 7 anos, o cantor e compositor se juntou ao DJ Fefo, outra figura com uma longa história musical, criando assim o “Funk Pero no Mucho”, com versões de sucessos conhecidos pelo público com uma levada que remete ao Funk, e uma agenda de shows em eventos como casamentos, formaturas e debutantes pelo país todo.


Agora, com o Papi, a dupla segue levando sua arte com músicas autorais aos palcos de todo o Brasil, com shows já confirmados para o ano de 2024. “Santinha Pero No Mucho” é o primeiro lançamento autoral de uma sequência de três singles, que serão disponibilizados ao longo dos próximos meses. 


Acompanhe a dupla Papi no perfil oficial no Instagram (@escutepapi)Tik Tok (@escutepapi) ,no Spotify e pelo canal no Youtube

Serviço:
Papi – Allan Furtado e Dj Fefo
Redes sociais oficiais: Instagram (@escutepapi) | Spotify  |  Youtube |  Tik Tok
Videoclipe “Santinha Pero no Mucho”: 

https://www.youtube.com/watch?v=bVsjf7DO_JE&ab_channel=Papi

Ficha Ficha Técnica (Áudio) 

Estúdio: Click Audioworks

Produção Musical: Joshua Medeiros

Mixagem & Masterização: Paulo Bueno

Intérprete: PAPI

Compositores: Allan Furtado, Bruno Lima, Dani Zan, Dj Fefo, Jean Quevedo, Jow jow Vieira e Tiano.

Ficha Técnica (Vídeoclipe)

Diretores: Marcelo Veron & João Guinho

Produtores: André Bronx & Ricardo Estevão

1º Assistente de Câmera: Juliano Iskandar

Assistente Geral: Lucas Ueda

Elenco: Tay Stofella (Santinha) & Rodrigo Fowolski (Bartender)

Participações Especiais: Ariel Mujica & Jorge Mujica

Figurino: Sabrina Marques 

Catering: Fernanda Linzmeyer Robassa 

Coreografia: Jennyfer Loren

Ballet: Jennyfer Loren & Karolina Dal Degan

Equipamentos: BackBros

Locação: Karaokê Bar & Bar do Preto (Depósito)

Produção: Polaris Filmes & BRX

Clima de mar embala o feriado em Curitiba

O gastrobar Nacional Bar & Mar terá programação especial e promoções para embalar o feriadão. Na terça-feira (8/9), Dia da Padroeira de Curitiba, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, a casa funcionará do meio-dia às 23h55. Durante todo o período, uma seleção de vinhos será vendida com 30% de desconto, enquanto o chope Heineken sairá de R$ 15 por R$ 10,99. Na segunda-feira, 7 de setembro, a casa estará fechada. No fim de semana que antecede os feriados, funcionará nos horários normais: sábado, do meio-dia às 23h55, e domingo, do meio-dia às 17h. Recém-inaugurado no Batel, o Nacional Bar & Mar combina a inspiração do litoral, o clima descontraído de bar e o cuidado gastronômico de restaurante para apresentar um cardápio completo. Além de mais de 30 opções de petiscos, com destaque para camarão e polvo na brasa, oferece cerca de 20 pratos principais, entre individuais, compartilháveis e infantis. Entre os individuais, brilham receitas que mesclam influências brasileiras, mediterrâneas e europeias. Fazem parte do cardápio opções como o Arroz com Frutos do Mar, preparado com lula, camarões, vôngole e mariscos; o Polvo na Brasa; e o Peixe do Dia na Brasa com risoto de limão-siciliano. A seleção inclui ainda pratos com bacalhau e talharim com frutos do mar. Na seção de pratos para compartilhar, predominam os sabores inspirados no litoral brasileiro. O cardápio apresenta opções como Moqueca de Peixe e Moqueca Mista — esta preparada com peixe, camarão-rosa, lula, polvo e mariscos —, além de Bobó de Camarão-Rosa e Peixe do Dia na Brasa. Neste último, o protagonista é o pescado mais fresco disponível, que pode variar entre tainha, olhete, anchova, olho-de-cachorro, robalo e carapau. Os peixes são servidos com arroz de castanhas, vinagrete, farofa e pirão. Os preços variam de R$ 179 a R$ 289, enquanto as moquecas e o bobó saem entre R$ 179 e R$ 279. National Bar & Sea Endereço: Rua Comendador Araújo, 731 – Batel, Curitiba – PR Horários: de terça a quinta-feira, das 18h às 23h55; sexta-feira, das 17h às 23h55; sábado, do meio-dia às 23h55; domingo, do meio-dia às 17h. Informações e reservas pelo WhatsApp: (41) 98509-5998 Instagram : www.instagram.com/nacionalbaremar   Nacional Bar e Mar – fotos Xuulioo

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“Colagem Continuada” reúne 19 artistas em nova exposição da Bienal de Curitiba

Nova mostra na Sala Adalice Araújo, na SEEC, apresenta obras que partem da colagem como forma de pensamento. Com isso, aproximam imagens, materiais, histórias e diferentes gerações da produção contemporânea.   Curitiba, agosto de 2026 | Como nomear algo que é uma novidade mas sempre esteve aqui? Recortar, aproximar, sobrepor, deslocar, justapor, aglutinar. Uma imagem tirada de seu contexto encontra outra; um fragmento aparentemente sem importância ganha novo sentido quando muda de lugar; tecidos, papéis, fotografias, pinturas e referências de tempos distintos passam a compartilhar uma mesma superfície. É desse princípio, tão simples quanto radical, que parte “Colagem Continuada”, nova exposição da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES, que inaugura dia 17 de setembro, às 17 horas, n a Sala Adalice Araújo, espaço da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) que integra as sedes do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná). Com curadoria de Jhon Voese e Mário de Alencar, a mostra reúne 19 artistas e expande a ideia de colagem para além de uma técnica artística. Aqui, colar também significa aproximar pessoas, pensamentos, referências e modos de fazer. A própria construção da exposição é entendida pelos curadores como uma operação de montagem: artistas que já desenvolviam suas pesquisas encontram obras produzidas em outros momentos, pessoas entram no projeto ao longo do percurso e novas relações aparecem justamente porque elementos inicialmente separados passam a conviver. “O ato de curar uma exposição aqui é encarado como um ato de colagem”, escreve Jhon Voese no texto curatorial. “Colagem é o impacto fulminante do passado com o futuro”, escreve Mário de Alencar completando. Para eles, uma mostra também nasce dessa sucessão de encontros: “A ideia que se justapõe a outra e que faz nascer um projeto”, ou “A colagem não começa, e a colagem nunca termina. A colagem continua…” A exposição apresenta trabalhos de Alexandre Cruz Sesper, Alysson Mazzochin, Ana Camargo, André Bergamin, Annette Skarbek, Arnaldo Baptista, Bia Franzolin, Bomju Coelho, Castrenhos (Gabriel Castro), Dedé Ribeiro, Emerson Persona, Guilherme Lepca, Joana de Lima, Juan Pablo Mapeto, Lucas Fier, Marilene Ropelato, Mário de Alencar, Moira Lacowicz e Yara Osman. Embora reunidos pela colagem, os artistas não obedecem a uma fórmula única. A força da mostra está na multiplicidade de procedimentos. Papel encontra tecido; imagens extraídas de enciclopédias ou ilustrações antigas são deslocadas, transferidas e transformadas; recortes adicionam volume à pintura; restos, rasgos e sobras deixam de ser descarte para assumir protagonismo. Em outros trabalhos, é a própria associação entre imagens e ideias que funciona como colagem. Essa diversidade também impede que o gênero seja reduzido à sua aparência mais conhecida. Colagem não é simplesmente recortar uma figura e colocá-la sobre outra superfície. É um modo de pensar por aproximações, rupturas e recombinações. Uma imagem pode esconder parcialmente outra sem apagá-la; materiais carregam suas próprias memórias; aquilo que estava destinado a desaparecer reaparece ocupando uma posição completamente diferente. Colagem são as sobras do almoço dentro de um pote plástico. Colagem é a revista recortada, a fita cassete copiada, o filme pirateado, a farofa de domingo e a roupa velha costurada. A história da colagem acompanha alguns dos momentos mais transformadores da arte moderna e contemporânea. Picasso e os cubistas incorporaram fragmentos da vida cotidiana às obras; os dadaístas fizeram do corte e da montagem instrumentos de crítica; artistas como Hannah Höch utilizaram imagens da imprensa para desmontar e reconstruir visualmente a sociedade de seu tempo. Mais tarde, procedimentos semelhantes atravessariam o Fluxus, a pop art e inúmeras experiências que dissolveram as fronteiras entre pintura, fotografia, objeto, palavra e vida cotidiana. Os curadores recuperam essas referências sem transformá-las em uma genealogia rígida. Duchamp, Picasso, Matisse e Hannah Höch aparecem em seu texto ao lado de artistas brasileiras e de experiências posteriores justamente porque a própria história da arte também pode ser percebida como uma colagem. São ideias que se acumulam, se contradizem, são retomadas e modificadas. No Brasil, essa lógica encontra terreno particularmente fértil. Os curadores mencionam um universo “articulado, colado por Rosanas, Reginas e Lygias”, evocando uma produção que historicamente desafiou separações entre objeto e experiência, arte e cotidiano, matéria e participação. “A colagem não para, a colagem só cresce, o de cima esconde o que o de baixo tece”, parafraseia Voese. Ao que de Alencar completa: “Seria ela uma técnica que surge diante dos excessos visuais e do lixo gráfico criados pela Revolução Industrial? Talvez uma ferramenta conceitual fabricada pelos modernistas para remover o verniz de seriedade da arte. Ou possivelmente algo muito mais ancestral e onipresente na cultura humana: um gatilho para a apropriação daquilo que vem de fora, um mecanismo para transformar o outro naquilo que é nosso”. Nesse ponto que a exposição encontra LIMIARES, conceito da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba. Se esta edição investiga fronteiras em transformação entre humano e tecnológico, material e imaterial, natureza e cultura, passado e futuro, a colagem opera naturalmente nessas zonas intermediárias. Uma fotografia antiga torna-se material contemporâneo. O retalho carrega a memória do tecido ao mesmo tempo em que integra outra composição. Uma imagem perde sua função original e passa a produzir novos sentidos. Cada fragmento permanece sendo aquilo que era e, simultaneamente, torna-se outra coisa ao entrar em relação com os demais. “Quando iniciei eu tinha uma ideia, mas a ela foram sendo coladas novas”, afirma Voese. “É impossível ter uma ideia que não seja fruto de uma colagem daquilo que se tinha e daquilo que veio”. Alencar reflete: “Porque, no fim das contas, essa é a pergunta que precisamos responder: qual o papel da colagem brasileira, pautada na antropofagia vanguardista e no caldeirão de misturas que é nossa cultura, para a arte contemporânea? A resposta é fácil, contudo: Colagem é aquilo que chamarmos de colagem”. A 16ª Bienal Internacional de Curitiba é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal – Do lado do povo brasileiro, MON, MAC Paraná e Paraná Festival – Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) – Governo do Paraná. Apoio: Fundação Cultural de Curitiba (FCC) – Prefeitura de Curitiba. Patrocínio: Aurora Coop. Acompanhe pelos sites

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Festival Cultural de Primavera da Bodebrown agita feriadão com cinco dias de programação

Cerveja artesanal, rock, folclore, gastronomia e muita diversão esperam toda a família num evento que vai movimentar Curitiba no feriadão. Com todos esses ingredientes, a cervejaria Bodebrown realiza, desta sexta-feira (4/9) até terça-feira (8/9), a edição 2026 do seu Festival Cultural de Primavera. Serão cinco dias de atrações, aproveitando o feriado prolongado que reúne o Dia da Independência do Brasil e o dia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. A programação reúne 16 bandas e atrações musicais, oito grupos folclóricos, exposição de veículos clássicos e mais de 40 rótulos de cerveja. As atividades tomam conta da fábrica e também do trecho da Rua Carlos de Laet na altura do número 1.015 — via já rebatizada carinhosamente de “Rua da Cerveja”. A entrada é gratuita. Um grande palco coberto instalado no meio da rua — que será fechada para o trânsito de veículos —, além de tendas, mesas, cadeiras, área kids, bar em contêiner e dezenas de chopeiras, se integrarão aos espaços da fábrica, como o bistrô, a loja e a área de alimentação coberta. Para evitar filas, o público pode adquirir combos de cervejas pelo site da Bodebrown: https://loja.bodebrown.com.br/ Os festivais sazonais da cervejaria são uma tradição que completa 11 anos em 2026. A proposta é fomentar a cultura local, como explica o CEO da Bodebrown, Samuel Cavalcanti. “Criamos nossos festivais para celebrar a arte, não apenas a cervejeira, mas também a música, o folclore e as etnias que formam Curitiba”, afirma. Rock e danças típicas O palco recebe uma programação que vai da música e dança folclórica aos clássicos do rock. Na sexta-feira (4/9), a abertura do festival fica por conta da Kiss Experience, que sobe ao palco às 18h interpretando os grandes sucessos da banda norte-americana Kiss. No sábado (5/9), a programação começa às 10h, com o Jazzbop CWB. Na sequência, apresentam-se o Black Sabbath Cover (12h) e o Grupo Japonês Wakaba Taiko (14h). Às 15h, o grupo japonês retorna ao palco para um encontro especial com o Iron Maiden Cover, que prossegue com seu show a partir das 15h30. O Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro Santa Felicidade se apresenta às 17h, e o encerramento do dia será com o AC/DC Cover, às 18h. No domingo (6/9), a Confraria do Vinil abre as atividades às 10h. Depois, sobem ao palco o Rush Tribute (12h), o Grupo Folclórico Italiano Anima Dantis (14h), a banda Judas Priest Tributo (15h), o Grupo Folclórico Ucraniano Poltava (17h) e o Slipknot Tributo (18h). Na segunda-feira (7/9), feriado da Independência do Brasil, a programação começa às 10h com uma exposição de tuk-tuks, Vespas e Lambretas. No mesmo horário, acontece a Blues Session, com tributo ao guitarrista Stevie Ray Vaughan. As atrações prosseguem com Pearl Jam Tributo (12h), Grupo Folclórico Alemão Original Einigkeit Tanzgruppe (14h), System of a Down Tributo (15h), Grupo Folclórico Grego Neolea (17h) e Red Hot Chili Peppers Tributo (18h). Na terça-feira (8/9), feriado de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba, a música começa ao meio-dia com a banda Flash n’ Back. Em seguida, apresentam-se o Grupo Folclórico Siciliano Isola del Sole (14h), Candyman Club, com seu tributo ao pós-punk (15h), o grupo folclórico brasileiro CTB Querência Santa Mônica (17h) e a Silver Moon, com clássicos do hard rock dos anos 1980, às 18h. Comida e cervejas A cultura gastronômica de diferentes países também estará representada. Entre os destaques da praça de alimentação está o yakisoba preparado pela equipe de gastronomia da Associação Cultural Nikkei Curitiba. Seguindo uma receita tradicional japonesa, com carne bovina, frango e porco, o prato custará R$ 35 na porção individual. Outras marcas participantes são San Pietro Espetinhos, Studio Arte Pizzaria e Receitas de Lua Bolos e Doces. Já a Abadia St. Arnould, bistrô da Bodebrown, oferecerá batatas fritas ao estilo belga, carbonade flamande — carne ensopada na cerveja —, sanduíche de costela, empanadas argentinas, além de queijos, frios e outros produtos artesanais. E, para beber, não faltam opções. O público poderá escolher entre mais de 40 rótulos da Bodebrown, disponíveis em chope, growlers PET, latas e garrafas. Entre os destaques está a Run For Your Lives, sexta cerveja desenvolvida pela fábrica curitibana em parceria com o Iron Maiden. Tours pela fábrica, café da manhã cervejeiro durante o feriado e o final de semana, entre outras atrações, também integram a programação. Festival Cultural da Primavera de Bodebrown Quando: de sexta-feira (4/9) a terça-feira (8/9) entrada livre Endereço: Rua Carlos de Laet, 1015 – Hauer, Curitiba – PR     Festival Cultural de Primavera – fotos Maycon Cavalcante

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Consumidor busca experiência além do café e transforma relação com as cafeterias

Ambiente, atendimento, conveniência, personalização e identidade de marca ganham espaço ao lado da qualidade da bebida na decisão de compra e fidelização  O consumo de café no Brasil passa por uma transformação que vai além da escolha da bebida. Os consumidores buscam cada vez mais experiências que combinem produto, ambiente, atendimento, conveniência e possibilidades de socialização. Movimento que vem alterando a forma como marcas do setor, como a Go Coffee, estruturam suas lojas, seus cardápios e o relacionamento com o público. A mudança acompanha o avanço da chamada economia da experiência e a valorização de momentos significativos ao longo da jornada de consumo. Segundo a Customer Experience Survey 2025, da PwC, 52% dos consumidores deixaram de comprar de uma marca depois de uma experiência ruim com o produto ou serviço, enquanto 29% abandonaram uma empresa por problemas no atendimento presencial ou digital. O levantamento também aponta que 70% dos executivos reconhecem que as expectativas dos consumidores avançam mais rapidamente do que a capacidade das empresas de acompanhá-las. A tendência não está restrita ao setor de cafés. O relatório State of the Consumer 2026, da McKinsey, identifica a economia da experiência como uma das principais transformações do consumo. Entre 2023 e 2025, o mercado global de experiências cresceu aproximadamente 2,6%, ante 0,8% registrado pelos bens não essenciais. Outro estudo da consultoria aponta que os gastos relacionados a experiências chegaram a crescer cerca de quatro vezes mais rapidamente do que o consumo de bens físicos. Nas cafeterias, esse comportamento faz com que a qualidade do café continue relevante, mas deixe de atuar de forma isolada na decisão do consumidor. Ambiente, identidade visual, atendimento, praticidade e novidades no cardápio passam a integrar a percepção de valor. “Deixamos de pensar na loja apenas como ponto de venda de café e passamos a pensar na jornada completa do cliente. O que ele vive desde o momento em que entra até o momento em que sai. Isso aparece em decisões como um ambiente pensado para ser convidativo e compartilhável, atendimento que valoriza a experiência e não só a rapidez do pedido, e um cardápio que vai além do café tradicional”, afirma André Henning, cofundador da Go Coffee. Café ganha espaço em momentos de trabalho, lazer e socialização A mudança também aparece na forma como os consumidores utilizam as cafeterias. Segundo Henning, os clientes permanecem mais tempo nos espaços, encontram amigos, fazem reuniões rápidas e utilizam o ambiente para pausas durante o expediente. A empresa também observa ocasiões de consumo compartilhado, com pedidos para duplas ou grupos, além de maior utilização das unidades fora dos horários tradicionalmente considerados de pico. “O café deixou de ser só o motivo da visita e passou a funcionar também como um pretexto para viver diferentes momentos. A loja pode receber uma reunião rápida, um encontro entre amigos ou uma pausa no meio do trabalho. Isso muda a maneira como pensamos a experiência oferecida ao consumidor”, avalia Henning. Essa transformação também influencia o desenvolvimento de produtos. Na Go Coffee, lançamentos sazonais e parcerias ajudam a renovar o cardápio e a criar novos motivos para visitar as lojas. A personalização aparece em escolhas como o tipo de leite utilizado nas bebidas e, no caso dos frappes, na possibilidade de adicionar ou não café à base de creme. A proposta é atender diferentes preferências sem deixar de lado a agilidade no atendimento. Experiência passa a influenciar fidelização do consumidor O peso da experiência na fidelidade também aparece em pesquisas internacionais. O Consumer Experience Trends Report, da Qualtrics, ouviu mais de 20 mil consumidores em 14 países e aponta que 92% consideram que um bom atendimento influencia mais a satisfação do que simplesmente pagar um preço baixo. Confiança, transparência e consistência ao longo da jornada também aparecem entre os fatores associados à experiência de consumo. Para Henning, a recorrência depende da combinação de diferentes elementos. Consistência entre unidades, ambiente, atendimento e renovação do cardápio ajudam a construir confiança e a manter o interesse do consumidor. A percepção acompanha uma mudança mais ampla no comportamento de consumo: o preço deixa de ser o único elemento decisivo, enquanto o valor percebido e a qualidade da interação com a marca ganham espaço. “Além da qualidade da bebida, a consistência pesa bastante na decisão de voltar. O cliente precisa encontrar a mesma experiência em qualquer unidade da rede. Ambiente e atendimento também têm um papel relevante, assim como a variedade e as novidades no cardápio, que mantêm a curiosidade do consumidor ativa”, afirma Henning. Nesse cenário, a disputa no mercado de cafeterias passa a envolver mais do que produto e preço. Para as marcas, o desafio é equilibrar qualidade, praticidade, inovação, personalização e relacionamento. Ao mesmo tempo, os consumidores passam a considerar toda a jornada antes de decidir onde comprar e, principalmente, onde voltar. Na avaliação da Go Coffee, essa transformação tende a manter a experiência de marca no centro das estratégias do setor.   SOBRE A GO COFFEE Fundada em 2017, em Curitiba, a Go Coffee se consolidou rapidamente como uma das principais referências nacionais no mercado de cafés especiais. Hoje comercializa mensalmente mais de uma tonelada de café, com grãos colhidos principalmente no Sul de Minas e na Alta Mogiana, importante região produtora do estado de São Paulo. A marca se destaca por um cardápio diverso, que reforça sua proposta de unir praticidade, qualidade e experiência. Para mais informações, acesse o site www.gocoffee.com.br ou o perfil oficial da rede no Instagram: @gocoffeebrasil.

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Shopping São José completa 18 anos com crescimento acima do mercado e dez novas operações em 2026

Empreendimento celebra aniversário em ritmo de expansão: seis lojas já foram inauguradas neste ano e outras quatro marcas estão confirmadas para os próximos meses      O Shopping São José completa 18 anos em setembro celebrando uma nova fase de sua trajetória. Em 2026, o empreendimento ampliou seu mix de lojas, recebeu novas marcas e alcançou crescimento 8% acima do mercado, resultado que ganha ainda mais relevância diante de um cenário de retração do setor de shopping centers no país. De acordo com o Índice Cielo do Varejo em Shopping Centers (ICVS-Abrasce), o setor acumula queda de 1,4% em 2026. No indicador Same Sales Store, que considera o desempenho das mesmas lojas, a retração chega a 4%, enquanto as lojas de rua registram crescimento de 0,6%. É neste contexto que o Shopping São José chega à maioridade mantendo uma trajetória positiva e atraindo novas operações. Somente em 2026, seis marcas já inauguraram unidades no empreendimento: MaisLaser, Democrata, Frank D’Ferran Barbearia, Milon, Pudim Perfeito e Lojinha da Faby. E o movimento de expansão continua. Outras quatro operações estão confirmadas para os próximos meses: KFC, Fabielli Concept, Holk Cervejaria e Bávaro Sports Bar.     “Completar 18 anos é, para nós, celebrar uma história que se entrelaça à própria trajetória de São José dos Pinhais. Somos o único shopping da cidade e temos uma relação muito próxima com a população, acompanhando suas transformações, seus hábitos e suas novas necessidades. O crescimento acima do mercado e a chegada de novas marcas mostram que seguimos relevantes para a cidade. E queremos ir além: o investimento de R$ 130 milhões do Grupo Soifer na expansão do Shopping São José representa justamente a nossa confiança no futuro de São José dos Pinhais e o compromisso de continuar crescendo junto com a cidade”, afirma Vinício Garcia, gerente de Marketing do Shopping São José. A chegada de dez novas operações ao longo de 2026, considerando as lojas já abertas e as próximas inaugurações, também demonstra a atratividade de São José dos Pinhais para o varejo. A presença de marcas de diferentes segmentos permite ampliar as alternativas disponíveis para os moradores da cidade e da Região Metropolitana de Curitiba. De centro de compras a espaço de experiências e serviços Ao longo desses 18 anos, o próprio papel dos shopping centers passou por uma transformação. Além do varejo, empreendimentos como o Shopping São José passaram a concentrar gastronomia, entretenimento, serviços, saúde e atividades que fazem parte da rotina da população. Hoje, além de seu amplo mix de lojas, o Shopping São José reúne cinema, academia, serviços médicos, salões de beleza, barbearia, lavanderia, lotérica e uma unidade do Poupatempo, entre outras operações. Eventos culturais, esportivos, ambientais e de entretenimento também passaram a integrar a programação do empreendimento.     Essa diversificação ajuda a explicar por que os shopping centers deixaram de ser espaços procurados exclusivamente para compras e passaram a funcionar como polos de convivência, entretenimento e serviços. “Completar 18 anos também é olhar para o quanto o Shopping São José se transformou junto com a cidade e com os nossos clientes. O consumidor de hoje busca praticidade, variedade e experiências. Nosso objetivo é continuar acompanhando essas transformações e fortalecendo a presença do shopping na vida de São José dos Pinhais”, completa Vinício. Com novas operações previstas e desempenho acima do mercado, o aniversário marca não apenas os 18 anos de história do Shopping São José, mas também um novo ciclo de crescimento do empreendimento. O Shopping São José está localizado na Rua Dona Izabel A Redentora (n° 1434), no Centro de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. Já a praça de alimentação e as opções de lazer funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 11h às 22h. Mais informações no site www.shoppingsaojose.com.br ou no perfil oficial no Instagram (@shopsaojose).

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Luiz Fernando Guimarães celebra 50 anos de carreira com a comédia “Baixa Sociedade” em Curitiba

  Apresentações acontecem em setembro e outubro no Teatro Fernanda Montengro; ingressos à venda em Disk Ingressos foto: Tom Peres Até onde você seria capaz de ir para conquistar ascensão social? Essa é a pergunta que move “Baixa Sociedade”, peça de Juca de Oliveira que chega a Curitiba para uma curta temporada nos dias 25, 26 e 27 de setembro e 15, 16 e 17 de outubro, no Teatro Fernanda Montenegro. A nova montagem é protagonizada por Luiz Fernando Guimarães, que celebra 50 anos de carreira nos palcos, e tem direção de Pedro Neschling. Os ingressos estão à venda na Disk Ingressos, a partir de R$ 90. Em “Baixa Sociedade”, o público acompanha Otávio, um homem disposto a tudo para mudar de vida: mentir, fingir, inventar, acreditando que o sucesso depende apenas da aparência certa. A partir dessa trama, Juca de Oliveira constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo: aquele que sonha em subir, mas não percebe que o chão ainda está por fazer. Com humor afiado, “Baixa Sociedade” marca o encontro de dois grandes nomes da cena brasileira e promete fazer o público rir, pensar e se reconhecer. Autor de algumas das comédias mais emblemáticas do teatro brasileiro, Juca de Oliveira retorna aos palcos com “Baixa Sociedade”, um texto afiado que expõe, com humor e ironia, o desejo quase universal de ascensão social e os tropeços que vêm junto com ele. Quem conduz essa jornada é Luiz Fernando Guimarães, um dos nomes mais reconhecidos da comédia nacional, em um papel que combina o humor inteligente e a precisão cênica que o tornaram um ícone. Ao lado dele, Debora Ozório, Paulo Mathias Jr. e Bruna Trindade completam o elenco dirigido por Pedro Neschling, em uma montagem que une ritmo, leveza e crítica social. BAIXA SOCIEDADE Texto: Juca de Oliveira Direção: Pedro Neschling Elenco: Luiz Fernando Guimarães, Paulo Mathias Jr, Bruna Trindade e Debora Ozorio SERVIÇO – Baixa Sociedade em Curitiba Quando: 25, 26 e 27 de setembro e 15, 16 e 17 de outubro (sexta, sábado e domingo) Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517) Horário: 20h Ingressos: os ingressos variam de R$ 90 a R$ 200, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos FORMA DE PAGAMENTO Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito. Parcelamento em até 10x com juros Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br) Classificação: 14 anos (Menores de 14 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial) Foto capa: Baixa Sociedade por Tom Peres

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