Junta Comercial do Paraná proporciona liberdade econômica à livre iniciativa
Jornalista Luiz Augusto Juk é recebido por Sebastião Motta presidente em exercício da Junta Comercial do Paraná
A atividade moderna da Junta Comercial do Paraná (Jucepar), que em julho próximo completa 134 anos de fundação, representa o pilar fundamental para a consolidação da livre iniciativa e da liberdade econômica no estado, transformando o Paraná no líder nacional em dispensa de alvarás e licenças.
Criada em 1892 pela Lei estadual n° 32, de 2 de julho daquele ano, a Jucepar atualmente é um órgão vinculado à Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços. Para as micro e pequenas empresas, que compõem a esmagadora maioria do tecido empresarial paranaense, essa atuação significa a transição de um modelo estatal burocrático e punitivo para um ecossistema parceiro, ágil e digital.
O jornalista Luiz Augusto Juk, responsável pelo espaço CAPITAL & NEGÓCIO, no jornal DIÁRIO INDÚSTRIA & COMÉRCIO, visitou recentemente aquele órgão, quando foi recebido pelo presidente em exercício da Jucepar, Sebastião Motta.
Entre as informações que o jornalista obteve, está a de que o tempo médio de abertura de empresas, que historicamente passava de 50 dias, foi reduzido para menos de 24 horas, ocorrendo frequentemente em questão de minutos através do integrador estadual Empesa Fácil.
Outra informação, é de que a Jucepar atua em convênio com as prefeituras para automatizar a consulta de viabilidade urbana, eliminando o maior gargalo físico do processo de registro.
Também merece destaque o item de que a operação 100% online elimina gastos com deslocamentos, autenticações em cartórios e uso de papel. O microempresário do interior do estado possui exatamente o mesmo acesso que o da capital.
A Jucepar (www.juntacomercial.pr.gov.br) é uma das Juntas Comerciais mais antigas do Brasil, criada em 1892 (portanto 134 anos) quando registrou a primeira empresa paranaense. Desde a fundação, o órgão já passou por oito endereços, iniciando os trabalhos em uma sala na Associação Comercial do Paraná (ACP).
O último endereço ocupado foi na Rua Barão do Serro Azul, onde os servidores da Jucepar permaneceram por 44 anos. A entidade, que tem como presidente Marcos Sebastião Rigoni de Mello está atualmente localizada, desde 2024, na Rua Ébano Pereira, 309 (centro).
Brasil entre os líderes globais em cripto institucional
Foto 2 – Stijn Vander Straeten, CEO da Crypto Finance : “O Brasil está passando por uma mudança clara oferecendo cada vez mais serviços em cripto
Em 2026, o Brasil se consolida como um dos mercados mais estruturados do mundo para cripto voltado a instituições. De acordo com a Crypto Finance, empresa do grupo Deutsche Börse, a combinação entre avanços regulatórios e engajamento do setor financeiro tem acelerado a transformação das criptomoedas, que deixam de ser vistas como ativos especulativos e passam a integrar a infraestrutura financeira regulada.
Diferentemente de outros mercados, onde o crescimento é puxado por pessoas físicas, o Brasil registra aumento na participação de bancos, corretoras e investidores institucionais.
“O Brasil está passando por uma mudança clara, caminhando em direção a plataformas reguladas e maior participação institucional, com bancos, corretoras e fintechs oferecendo cada vez mais serviços em cripto. Isso indica uma transição de um ambiente dominado por investidores individuais para uma estrutura mais equilibrada, com apoio institucional”, afirma Stijn Vander Straeten, CEO da Crypto Finance.
Para o executivo, o modelo brasileiro é singular. “Em grande parte do mundo, o crescimento do mercado cripto aconteceu de baixo para cima. No Brasil, a adoção ocorre cada vez mais de cima para baixo, com instituições financeiras incorporando serviços de cripto em seus produtos. A regulação funciona como um facilitador, trazendo previsibilidade para a participação institucional em escala.”
Como parte do grupo Deutsche Börse, a Crypto Finance oferece infraestrutura para custódia, negociação, tokenização e liquidação, e vem ampliando parcerias no Brasil e na Argentina. “A capacidade de oferecer esses serviços com segurança e conformidade tem se tornado um fator competitivo importante para o setor financeiro no Brasil”, conclui Vander Straeten.
Jornalistas debatem inclusão financeira e tecnologia na AL
foto 3 – o jornal Diário Industria & Comércio, participou desse webinar que debateu a importante pauta
A LatAm Intersect promoveu o webinar “Promovendo a Inclusão Financeira por meio do Jornalismo na América Latina”, reunindo especialistas, por webinar, para debater o papel do jornalismo na conexão entre finanças, tecnologia e decisões do cotidiano.
O jornalista Luiz Augusto Juk, do jornal DIÁRIO INDUSTRIA & COMÉRCIO, de Curitiba (Pr) participou desse encontro que contou com os especialistas Raphael Veleda, diretor de sucursal do Metrópoles; Victor Barboza, fundador da GF Criativa e Paulo Aragão, country manager do Cointelegraph Brasil.
Para embasar o debate, a LatAm Intersect apresentou pesquisa com quase 200 jornalistas da região. Os dados revelam um descompasso: 45,5% consideram inclusão financeira um tema muito relevante, mas apenas 35,5% o cobrem com frequência.
Inovação tecnológica lidera os assuntos de maior interesse (31,8%), seguida por educação financeira (22,7%). Entre as tendências com maior potencial, identidade digital e crédito alternativo aparecem em destaque para 46,3% dos respondentes.
No debate, Raphael Veleda alertou que a inclusão bancária pode estar acelerando o endividamento das famílias brasileiras quando desacompanhada de educação financeira, expondo consumidores a juros predatórios.
Já Victor Barboza reconheceu iniciativas como o Pix e o Open Finance como avanços regulatórios, mas ponderou que “a regulação define as regras do jogo, mas não ensina ninguém a jogar.”
E Paulo Aragão chamou atenção para o uso do FOMO — medo de ficar de fora — por golpistas em momentos de alta do mercado cripto, e defendeu que stablecoins já funcionam como alternativa concreta em países com inflação alta e baixa bancarização.
O painel convergiu para um consenso: educação financeira é a base para transformar acesso em autonomia — e o jornalismo, o principal vetor dessa tradução.













