Coluna BUSINESS WOMAN – por Luiz Augusto JUK

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SulAlmérica distribui vouchers de mamografia no mês “Outubro Rosa” 

(crédito da foto: Bob Wolfenson)

 Raquel Reis: : “facilitar o acesso à informação, estimular a prevenção e oferecer suporte para que cada mulher possa tomar decisões com mais segurança”

 

 

                         Neste Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama, a SulAmérica realiza uma campanha especial, distribuindo cerca de 50 mil vouchers de mamografia a clientes entre 40 a 69 anos que não realizaram o exame recentemente. 

                         Em parceria com a Rede D’Or, a iniciativa facilita o acesso à prevenção, permitindo o agendamento do exame sem necessidade de pedido médico prévio e garantindo atendimento médico especializado após a realização do exame. 

                        O perfil das mulheres impactadas foi selecionado a partir do cruzamento de dados do comportamento de exames preventivos das clientes SulAmérica nos últimos anos. 

                         As clientes selecionadas pela inteligência médica são contatadas a partir de mensagens no WhatsApp e e-mail e tem um canal exclusivo para o atendimento, no qual poderão agendar o exame em uma unidade da Rede D’Or, sem a necessidade de um pedido médico prévio. 

                         Após a realização da mamografia, o cuidado continua. Em parceria com a Docway, as mulheres contarão com a flexibilidade de teleconsultas, com atendimento médico especializado para apoiar no diagnóstico e em toda a esteira de navegação necessária caso ocorram achados com suspeita de malignidade (a partir do BI-RADS 4).                      

                         “Como uma empresa responsável pela gestão da saúde, queremos estar cada vez mais presentes em todas as etapas do cuidado. Isso significa facilitar o acesso à informação, estimular a prevenção e oferecer suporte para que cada mulher possa tomar decisões com mais segurança.” afirma Raquel Reis, CEO da SulAmérica Saúde e Odonto. “A prevenção salva vidas. Só que, entre saber que a mamografia precisa ser feita e conseguir fazê-la, existe uma distância. Foi essa distância que resolvemos encurtar”, completa.   

                         Além de incentivar a prevenção, a campanha deste ano amplia a conversa para as dúvidas e os desafios que podem surgir diante de uma suspeita ou diagnóstico de câncer de mama.

                        Para isso, a SulAmérica convidou o mastologista Dr. Daniel Buttros (CRM-SP 117037) para ser uma das principais vozes da campanha. Professor e pesquisador da Faculdade de Medicina de Botucatu/UNESP, presidente da Comissão de Comunicação da Sociedade Brasileira de Mastologia e fundador do projeto Caminhos de Cura, Buttros. Hoje, reúne mais de 2 milhões de seguidores em suas plataformas digitais. 

                              Ao longo do Outubro Rosa, o médico estará junto com a SulAmérica participando ativamente para esclarecer dúvidas relacionadas a câncer de mama, pré e pós-tratamento, além de outros temas relacionados como a menopausa pós-tratamento. 

 

Alerta de   decisões que  comprometem continuidade de  negócios 

 Cecília Seabra :  “Quando uma empresa estabelece metas sem considerar os recursos disponíveis ou reduz equipes sem rever as entregas, ela pode estar criando condições que favorecem o adoecimento.”

 

 

                       Metas incompatíveis com os recursos disponíveis, redução de equipes sem revisão das responsabilidades, cobranças excessivas e falta de autonomia estão entre os fatores que as empresas precisam avaliar no planejamento para 2027. 

                        O alerta faz parte do estudo “Antes do Burnout”, que analisa como decisões tomadas pela alta gestão aumentam os riscos de adoecimento dos profissionais e comprometem os resultados das organizações.

                        Desenvolvido por Cecília Seabra  (@ceciliaseabra), criadora da metodologia Allboarding®️, o trabalho foi elaborado a partir de dados públicos, pesquisas acadêmicas e documentos de instituições como a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério Público do Trabalho e a Fundacentro. 

                         A análise também considera a experiência acumulada pela especialista ao longo de oito anos de pesquisa e atuação em mais de 300 organizações, a maioria de grandes empresas, nacionais e globais, líderes em seus mercados, com cerca de 20 mil pessoas impactadas diretamente por programas, diagnósticos, palestras e processos de desenvolvimento.

                     Segundo o estudo, decisões tomadas para reduzir despesas ou aumentar a produtividade podem produzir efeitos contrários aos esperados quando não consideram as condições em que o trabalho será realizado. 

                       Entre os exemplos estão a redução do número de funcionários sem alteração das metas, a ampliação das responsabilidades sem recursos adicionais e a adoção de sistemas de avaliação que aumentam a pressão sobre as equipes.

                       “Quando uma empresa estabelece metas sem considerar os recursos disponíveis ou reduz equipes sem rever as entregas, ela pode estar criando condições que favorecem o adoecimento. Muitas vezes, essas decisões são tomadas com foco no resultado financeiro imediato, sem avaliar o que acontece depois com as pessoas e com a própria operação”, afirma Cecília.

                       Entre os afastamentos acidentários por saúde mental registrados em 2024, nos quais houve reconhecimento formal da relação com o trabalho, 28,6% estavam associados a reações ao estresse, 27,4% à ansiedade, 25,1% a episódios depressivos e 8,46% à depressão recorrente.

                     “Uma redução de custos pode funcionar muito bem na planilha e criar problemas na operação. Se a empresa diminui a equipe, mas mantém as mesmas exigências, alguém vai absorver esse trabalho. O empresário precisa olhar para o que acontece depois da decisão, inclusive para os custos que não aparecem imediatamente no orçamento”, diz Cecília.

                      A adoção de inteligência artificial também aparece entre os temas que devem ser considerados pelas empresas no planejamento de 2027. Segundo o estudo, a automação pode reduzir tarefas repetitivas e liberar tempo dos profissionais, mas seus efeitos dependem de como os ganhos de produtividade são utilizados.

                       

                   “A inteligência artificial pode ajudar muito, mas precisamos olhar para o que as empresas fazem com o tempo que ela economiza. Se a tecnologia permite executar uma tarefa em menos tempo e a resposta é simplesmente aumentar a cobrança, podemos acabar criando outro problema. Essa é uma decisão de gestão”, afirma Cecília.

                

                  Criadora de Allboarding®️, mentalidade que conecta pessoas, estratégia e impacto, Cecília Seabra é pesquisadora, palestrante, professora, conselheira consultiva e consultora, com quase 30 anos de experiência. 

                  Sua trajetória combina atuação em gestão e tomada de decisão dentro das empresas com projetos em mais de 300 organizações e impacto direto em mais de 20 mil pessoas. Mestre em Comunicação pela UERJ e especialista em Economia e Gestão da Sustentabilidade pela UFRJ, é pesquisadora associada ao Observatório de Brechas Digitales da Fundación Esplai, na Espanha.

                   

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