Diretor do Olhar de Cinema representará o Brasil em homenagem no Marché du Film, durante o 78º Festival de Cannes

  Diretor da produtora curitibana Grafo Audiovisual e do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, Antonio Gonçalves Júnior integra a delegação brasileira no maior mercado internacional da indústria cinematográfica O Marché du Film, o maior mercado internacional da indústria cinematográfica, revelou que o Brasil será o homenageado em sua edição 2025, que ocorre de 13 a 21 de maio, durante o 78º Festival de Cannes. A homenagem visa destacar a vitalidade da indústria audiovisual brasileira, seus talentos criativos e seu compromisso com a cooperação internacional. Foram anunciados 10 produtores brasileiros que representarão o país durante a edição, cuja participação foi organizada pelo Ministério da Cultura, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, por meio do Instituto Guimarães Rosa (IGR) e da Embaixada do Brasil em Paris, além da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (apex Brasil).   Entre eles, está o diretor da produtora curitibana Grafo Audiovisual, Antonio Gonçalves Jr. e um dos idealizadores de importantes festivais que disseminam a sétima arte, como o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, dedicado ao cinema independente mundial, e o Cinenaguá – Festival de Cinema de Paranaguá, que leva grandes produções do cinema, entre clássicos e contemporâneos, para exibições gratuitas em áreas de baixo acesso. “Ser selecionado para representar o nosso país no maior mercado audiovisual do mundo é uma alegria enorme! A gente trabalha muito para contar histórias que nascem aqui, no Brasil, e poder levá-las para um espaço como o Marché du Film é a chance de mostrar que elas têm potência para dialogar com o mundo. Mais do que uma honra pessoal, é uma oportunidade de estreitar parcerias e coproduções que valorizem o nosso cinema e a cultura brasileira”, comenta o produtor. Os selecionados farão parte de uma programação voltada à internacionalização e conexão com o mercado global, com acesso a encontros estratégicos, pitchings, sessões de networking e paineis com players internacionais com foco na viabilização de parcerias e coproduções, assim como mostras de trabalhos em andamento de filmes e documentário. Formado em Comunicação Social pela UEL, Especialista em Comunicação e Cultural pela UTFPR e bacharel em Cinema e Audiovisual pela FAP, Antonio Gonçalves Jr. já assinou a produção de diversas produções, como “Deserto Particular”, “Jesus Kid”, “A Mesma Parte de um Homem”, “Ferrugem”, “A Fábrica”, entre outros. A escolha do Brasil como País de Honra, além de coincidir com a Temporada Cultural Brasil-França, que celebra os 200 anos de relações diplomáticas entre os dois países, também é uma oportunidade estratégica para fortalecer parcerias, promover a cinematografia nacional e ampliar o alcance das produções brasileiras no mercado internacional. “Ver o Brasil como País de Honra em Cannes é um reconhecimento da força criativa e da diversidade do nosso audiovisual. É uma chance de mostrar ao mundo o que temos produzido com tanto talento e resiliência, e de fortalecer pontes para que nossas histórias cheguem ainda mais longe”, finaliza Antonio Gonçalves Jr. Quem também integra a delegação brasileira no Marché du Film 2025 são os produtores Camilo CavalCanti (Clariô FIlmes), Diogo Dahl (Coqueirão Pictures), Ivan Carlos de Melo (CUP Filmes), Rafaella Costa (Manjericão Filmes), Gustavo Gontijo (O2 Filmes), Adrien Muselet (Paris Entretenimento), Dora Amorin (Zebra Filmes), Fernanda Thurann (Brisa Filmes) e Juliana Capelini (Conspiração). Mais informações no site oficial.   Foto capa: Antonio-Goncalves-Junior-diretor-do-Olhar-de-Cinema—Cred-Ezequiel-Prestes

Ramone Days no Jokers

Atenção Ramonemaníacos! Nesta quarta-feira, dia 30, acontece a 12ª edição do Ramones Day no Jokers (R. São Francisco, 164 — Centro Histórico) a casa mais eclética de Curitiba. A festa começa as 21 horas e homenageia o álbum “End Of The Century”, que completa 45 anos de lançamento em 2025. No palco, a banda Magaivers apresenta seu set clássico de todas as épocas dos Ramones, e depois aquela super-jam session com músicos da cena rock de Curitiba e de várias outras cidades tocando na íntegra o disco “End Of The Century”. Na pista, DJ Ronypek comandando a melhor seleção de Punk Rock nacional e gringo. E no sábado (03) tem um tributo ao Rock Nacional (Paralamas + Barão+ Titãs) com as bandas: Veraneios, Paralelos do Sucesso e CWBichos. Conhecida por abrigar vários gêneros musicais — a tradicional casa noturna de Curitiba comemora 24 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351. A abertura do Jokers é à s 18h, de segunda a sexta-feira, e à s 21h nos sábados, com os shows iniciando à s 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul — ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa. Confira a programação até o dia 03 de maio: QUARTA 30 ABR, 21 horas — 12ª edição do Ramones Day no Jokers. No palco, a banda Magaivers apresenta seu set clássico de todas as épocas dos Ramones, e depois aquela super-jam session com músicos da cena rock de Curitiba e de várias outras cidades tocando na íntegra o disco “End Of The Century”, que completa 45 anos de lançamento em 2025. Na pista, DJ Ronypek comandando a melhor seleção de Punk Rock nacional e gringo. Ingressos antecipados R$35 pelo link: https://goingressos.com.br/evento/ramones-day-1 SÁBADO 03, MAI, 22 horas — um tributo ao Rock Nacional (Paralamas + Barão+ Titãs) com as bandas: Veraneios, Paralelos do Sucesso e CWBichos. Ingressos antecipados R$30 pelo link: goingressos.com.br/evento/tributo-ao-rock-nacional Jokers — R. São Francisco, 164 — Centro Histórico. Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

INGRESSOS À VENDA: Parque Barigui vai receber maior festa junina da história de Curitiba

  Promovido pela CWB Brasil e Joy Eventos, o São João de Curitiba vai reunir gastronomia, atrações nacionais, cultura local e diversão para toda a família no feriadão de Corpus Christi   Amada por diferentes gerações e aguardada com entusiasmo pelo público, as tradicionais festas juninas são reconhecidas por reunir famílias, amigos e comunidades em torno de tradições que atravessam o tempo ”” entre comidas típicas, como pinhão e quentão, danças, brincadeiras e o clima acolhedor que convida à celebração coletiva. É nesse espírito que, entre os dias 19 e 22 de junho, durante o feriado prolongado de Corpus Christi, Curitiba vai receber a maior festa junina de sua história e a maior do Sul do Brasil: São João de Curitiba.   O evento, idealizado e produzido pelas produtoras CWB Brasil e Joy Eventos ”” responsáveis por grandes festas e produções com artistas de renome nacional ”” promete transformar o Centro de Eventos do Parque Barigui em um grande arraial urbano com identidade curitibana e uma intensa programação para todas as idades. De acordo com a organização, o evento deverá reunir aproximadamente 30 mil pessoas.     Com quatro dias de festa, o projeto reúne espaços temáticos, brincadeiras itinerantes, experiências gastronômicas e ativações que celebram a cultura junina em grande escala. “A proposta é incentivar a reunião das famílias em torno de uma tradição popular, resgatando o espírito coletivo da época com estrutura e inovação inéditas na cidade”, destaca João Gilberto, diretor da CWB Brasil.   O público pode esperar uma verdadeira imersão junina, com experiências gastronômicas típicas, clima acolhedor e atrações que celebram as tradições do período com um toque curitibano. A festa promete reunir famílias, grupos de amigos e visitantes de todas as idades em torno de uma programação diversa, pensada para resgatar memórias afetivas e criar novas vivências em um dos cartões-postais da cidade.     As atrações artísticas do evento serão anunciadas nas próximas semanas. “Estamos preparando uma festa com tudo aquilo que de melhor existe em uma festança de São João. O evento nasce com a missão de se tornar uma tradição anual no calendário da capital paranaense”, completa João Gilberto. A primeira edição do São João de Curitiba será realizada entre os dias 19 e 22 de junho, das 11h à s 22h, no Parque Barigui — Centro de Eventos Positivo. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Blueticket (https://www.blueticket.com.br/evento/37783). Na promoção de abertura de vendas, o ingresso é em dobro (comprou um, ganhou outro). Mais informações sobre a programação e atrações serão divulgadas em breve nos perfis oficiais da CWB Brasil e da festa: @cwbbrasil e @saojoaodecuritiba.

6ª edição do Curitiba Volksfest ocorre neste fim de semana com dezenas de atrações no Bosque São Cristóvão

Evento ocorre de 2 a 4 de maio e reúne exposição de carros antigos e automóveis exclusivos da marca Volkswagen, além de ampla programação musical, gastronomia e chopes     Centenas de carros da marca Volkswagen vindos de vários estados e países estarão no Curitiba Volksfest (Créd. Capturing Moments). De 2 a 4 de maio, o Curitiba Volksfest chega a sua 6ª edição, promovendo, além de uma ampla exposição de carros antigos, customizados e seleções de automóveis exclusivos da marca Volkswagen, também música, gastronomia e atividades para toda a família. O evento ocupará o Bosque São Cristóvão (R. Margarida ngela Zardo Miranda, 188 – Santa Felicidade), a partir das 10h, e os ingressos estão à venda por meio da plataforma Meu Ipay, com valores a partir de R$20. “Queremos celebrar não só as montagens de carros icônicos de uma das mais respeitadas marcas de automóveis do mundo, mas, também, exaltar o encontro. O Curitiba Volksfest nasceu da união de apaixonados por automóveis, com o objetivo de fortalecer o encontro entre amigos, famílias, colecionadores, apaixonados por automóveis e, também, de apreciadores de boa música”, explica Renan de Morais, um dos idealizadores do Curitiba Volksfest. O Curitiba Volksfest recebe visitantes de vários estados e de todas as regiões do Brasil, assim como de países vizinhos, como Uruguai, Chile, Argentina e Paraguai, que acabam vindo para a capital paranaense com seus automóveis para a exposição e para acompanhar a programação do evento, que já é referência nacional e internacional, fomentando assim o turismo da cidade e de Santa Felicidade. “Somos referência no segmento e atraímos colecionadores de carros de forma exclusiva, ou seja, que não participam de outros eventos e festivais. Nesta edição, por exemplo, teremos um encontro de carros alemães raros, das famílias Type 3, Type 4 e Type 34, fabricados nas décadas de 1960 e 1970, pela Volkswagen da Alemanha, em uma série de modelos que ampliou significativamente seu portfólio e sinalizou avanços em design, tecnologia e conforto. Nenhum desses modelos foi oficialmente vendido no Brasil”, comenta Morais, destacando algumas das raridades da Volkswagen que marcarão presença no evento.     Outro destaque na programação é uma exposição com Fuscas dos modelos Split e Oval, da década de 50, todos importados da Alemanha, como também Kombis da década de 50, como as Kombis Pick-Up e Furgão, também conhecidas como “Barndoor”, com as portas traseiras maiores, produzidas após a Segunda Guerra Mundial. “Deste modelo de kombis temos a notícia de que são apenas 2 unidades restantes no Brasil e 91 no mundo”, complementa Renan de Morais.   Programação musical com muito rock n’ roll, blues, jazz e outlaw country Além da exposição de carros, o Curitiba Volksfest contará com uma programação de atrações musicais durante os três dias de evento, com bandas e músicos de destaque local, nacional e, até mesmo, internacional. Na sexta-feira (2), à s 16h, show de blues com Ricardo Maranhão Trio; à s 18h, sobe ao palco Rogério Cordoni e seu tributo a Elvis Presley; e fechando as atrações do dia, à s 20h, a Banda Top Tape com sucessos que marcaram diferentes gerações.   No sábado (3), à s 14h, uma atração internacional vinda diretamente da Argentina, a banda Star Beatles, considerada um dos melhores covers dos The Beatles do mundo, com mais de 2000 shows em diversos países, incluindo Uruguai, Argentina, Equador, Colômbia, México e Inglaterra; já à s 16h, a Banda Aslan com o melhor dos clássicos do rock n ´roll; e finalizando, a aclamada banda cover YOUNGS, com os sucessos de hard rock australiano do AC/DC. E no domingo (4), à s 12h, a apresentação do D ´Folks, com os destaques do southern rock; à s 14h, a eminente Milk’n Blues, com sua qualidade única misturando blues, rock e pop com uma roupagem própria; e encerrando as atrações, a Hillbilly Rawhide, banda curitibana de country rock alternativo. Gastronomia de qualidade e mais de 30 torneiras de chopes da Way Beer     Outro ponto alto do Curitiba Volksfest é sua gastronomia, com dezenas de opções para toda a família. Destaque para o Burger Gasoline (R$35), do Armazém Garagem, composto por pão australiano, hambúrguer bovino, queijo cheddar e cebola caramelizada; a Porção de Costela desossada (600g), servida com arroz carreteiro, farofa e pepino agridoce (R$120 – Serve duas pessoas), do Bucaneiro, também disponível na versão individual (R$60 – com 200 g de costela desossada); os pasteis da Avenida Gourmet, de Carne, Queijo e Pizza (R$15), as pizzas (a partir de R$25) da Pizzaria Dom Fávero, disponível nos sabores de calabresa, marguerita, 4 queijos, portuguesa, peperoni e lombo com cheddar; e os espetinhos da Espetinhos Curitiba, podendo ser de frango (R$13), alcatra (R$15), coração de frango (R$15) e queijo coalho(R$13). Para a sobremesa, a dica vai para os sorvetes e açaí (a partir de R$10) e para o tradicional Churros (R$15), disponível nos sabores de doce de leite, brigadeiro, creme de avelã ou chocolate branco. Para acompanhar, os premiados chopes da Way Beer marcam presença nos estilos Pilsen, APA, IPA, Sour, Brown Ale, American IPA, New England IPA, Saison, entre outros, com valores a partir de R$14. Acompanhe a programação oficial do 6º Curitiba Volksfest pelas redes sociais oficiais: Instagram | @curitibavolksfest. Serviço: 6º Curitiba Volksfest Data: 2,3 e 4 de maio Horário: a partir das 10h Local: Bosque São Cristóvão (R. Margarida ngela Zardo Miranda, 85 – Santa Felicidade) Ingressos: A partir de R$20 pelo Meu Ipay Rede social: Instagram | @curitibavolksfest Foto Capa: Exposição com centenas de carros estão no Curitiba Volksfest (Créd. Capturing Moments

Produtos com potencial de Indicação Geográfica são apresentados em encontro, no Sebrae/PR

Evento reforçou o valor da origem e das histórias por trás de produtos que carregam o sabor e a cultura de diferentes regiões do Paraná     Por ASN Paraná Nesta terça-feira (29), a sede do Sebrae/PR em Curitiba recebeu o Café com as Indicações Geográficas (IGs), um encontro voltado à valorização de produtos paranaenses com identidade territorial. O evento destacou 13 produtos com pedidos de IG depositados e também outros já concedidos, para reforçar o papel estratégico da certificação no fortalecimento de produtores locais e o desenvolvimento das regiões de origem.     Participaram produtores, representantes do Fórum Origens Paraná, Sebrae/PR, Senac PR, Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) — responsável pela concessão da IG, jornalistas e influenciadores. A iniciativa também serviu para promover o diálogo entre diferentes atores do ecossistema de produtos de origem, evidenciando o potencial do Paraná no contexto.     Após a apresentação do conceito de Indicação Geográfica, dos produtos depositados e de um percurso histórico do trabalho feito pelo Fórum Origens Paraná, que trabalha junto aos produtores, os participantes puderam apreciar pratos elaborados para o encontro. Eles continham, entre outros ingredientes, o mel de Prudentópolis, a ponkan de Cerro Azul, o café de Mandaguari, o mel de Capanema, além do Pão com Bafo de Palmeira e a Carne de Onça de Curitiba.   A consultora do Sebrae/PR, Maria Isabel Guimarães, abriu o evento com uma apresentação do conceito de indicação geográfica, elaborado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Ao fazer uma retrospectiva da atuação junto aos produtores, a consultora reforçou a necessidade de reconhecer o trabalho de excelência desses empreendedores em todas as regiões do Paraná.     “Para promover a conquista de IGs nos preparamos participando de treinamento e fazendo levantamentos de possíveis produtos que pudessem receber o registro. Já haviam, por exemplo, produtos ”˜famosos’ em cidades como Morretes e Antonina, mas queríamos ampliar e, desde 2010, contribuímos para que diversos empreendedores em todo o Estado possam ter a sua produção reconhecida”, afirma Maria Isabel.     Para Kaio Trevizan, gerente do Senac PR, os produtos paranaenses são uma referência que deve ser compartilhada, pois a qualidade reconhecida tem potencial para alcançar o setor gastronômico em nível nacional. “Sempre que nós participamos de eventos em outros estados, costumamos levar produtos locais e, com isso, apresentar o melhor da nossa gastronomia para chefs e cozinheiros de todo o Brasil. Temos um compromisso de compartilhar essa riqueza que o Paraná possui”, aponta Trevizan.   Produtos de qualidade O evento deu aos responsáveis pelos produtos com IG uma oportunidade de mostrar a excelência que justifica busca pelo registro. Jonas Aparecido da Silva, que produz café com o selo da IG de cafés especiais do Norte Pioneiro e também é presidente da Associação dos Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (ACENPP), ressalta que o produto carrega mais que um sabor: é o resultado de um processo que envolve toda uma comunidade.     Jonas Aparecido da Silva, cafeicultor e presidente da Associação dos Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (ACENPP), ressalta o impacto positivo da IG para a região.Foto: Adriano Oltramari. “Um produto com IG, como é o nosso café, traz o amor, as famílias, a tradição e um sabor para quem o compra. Quem consome o produto pode ver que temos um selo de origem, saber que ele foi fabricado no nosso Estado e possui processo de produção extremamente cuidadoso, o que reflete a sua qualidade”, pontua o cafeicultor.   Sérgio Medeiros, editor da plataforma Curitiba Honesta e presidente da Associação dos Amigos da Carne de Onça de Curitiba (Aaonça), teve a chance de preparar, durante o evento, o famoso prato curitibano que é um dos candidatos a receber a IG.   “O que mostramos foi a forma como essas indicações levam progresso para as regiões dos produtos que possuem tal reconhecimento, além das características de vários deles e do modo como são feitos. Graças ao Sebrae/PR, temos conseguido fazer um grande trabalho e obter avanços para que mais produtos possam ser indicados”, comenta Medeiros.     Indicação Geográfica A Indicação Geográfica (IG) é um selo concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para produtos de determinada região. A IG garante que aquele produto possui características únicas que vêm exclusivamente do território onde é feito, o que envolve fatores como a qualidade, a sua história e o modo como é produzido. Na visão de Cassandra Medeiros, analista do INPI, o número crescente de produtos com a IG (ou em busca dela) é o reflexo de uma mentalidade na qual a indicação é vista não apenas como a consequência de um bom trabalho, mas como um objetivo a ser alcançado. “O que pudemos notar, ao longo dos anos, é que os produtores começaram a pensar a questão da indicação geográfica no dia a dia. Ou seja, aqui no Paraná, quem produz já incorporou esse conceito ou pensa nele com o objetivo de buscar a indicação”, observa Cassandra.     Atualmente, o Paraná é o segundo estado brasileiro com a maior quantidade de IGs, contabilizando 16 indicações. São elas: cracóvia de Prudentópolis; mel de Ortigueira; queijos coloniais de Witmarsum; cachaça e aguardente de Morretes; melado de Capanema; cafés especiais do Norte Pioneiro; morango do Norte Pioneiro; vinhos de Bituruna; goiaba de Carlópolis; mel do Oeste do Paraná; barreado do Litoral do Paraná; bala de banana de Antonina; erva-mate São Matheus; camomila de Mandirituba; uvas finas de Marialva e broas de centeio de Curitiba. Além dessas, há ainda uma Indicação Geográfica concedida a Santa Catarina, que envolve também municípios do Paraná e do Rio Grande do Sul: o mel de melato da bracatinga do Planalto Sul do Brasil. O Estado ainda possui 13 produtos com a IG depositada, mas ainda em processo de análise no INPI: o mel de Capanema; pão no bafo de Palmeira; tortas de Carambeí; mel de Prudentópolis; urucum de Paranacity; queijos do Sudoeste do Paraná; carne de onça de Curitiba, café de Mandaguari, ponkan de Cerro Azul; ovinos e caprinos

Atum mais caro do mundo será servido em restaurante curitibano

O atum Bluefin estreia no menu do Nuu Nikkei; iguaria vai ser a estrela de preparos assinados pelo consagrado chef peruano Carlos Alata O Dia Mundial do Atum, celebrado em 2 de maio, vai ganhar um sabor especial no restaurante curitibano Nuu Nikkei. Comandado pelo consagrado chef Carlos Alata, a casa vai proporcionar uma experiência única com o Bluefin, considerado o atum mais caro do mundo. A iguaria será utilizada em preparos como sashimi e niguiri, para que o cliente possa sentir na plenitude o seu sabor. O Bluefin, considerado o “Rei dos Atuns”, é o maior da sua espécie. Em 2019, uma unidade com 278 quilos chegou a ser vendida por US$ 3,1 milhões em um leilão no mercado de Toyosu, no Japão. Em Curitiba (PR), o Nuu Nikkei é um dos restaurantes mais criativos no preparo do atum e demais frutos do mar. Os preparos com o Bluefin serão assinados pelo premiado chef peruano Carlos Alata, e estarão disponíveis enquanto durar o estoque. A casa propõe uma travessia gastronômica que conecta os sabores do Japão, Peru e outros países da costa do Pacífico, em um menu que combina técnicas ancestrais e ingredientes típicos dessas regiões, destacando a diversidade de culturas, trazendo para o atum um toque especial. “Aqui no Nuu Nikkei, sempre valorizamos muito o atum. Sua versatilidade proporciona preparos diferenciados em experiências únicas”, conta Alata.     Opções tradicionais No menu tradicional da casa, o atum é encontrado em diversos preparos, entre eles na saborosa trilogia de ceviches com peixes variados. O tiradito, um prato de origem peruana, similar ao ceviche, mas com o peixe cortado em fatias finas e servido cru, com molho cítrico e picante, é apresentado em uma versão com lâminas de atum, molho cítrico com perfume de gergelin e furikake artesanal. Outra opção é o Inka Spicy Tuna, um tartar de atum com sriracha, por fora atum e quinoa. Para quem ainda não experimentou, o Inka faz parte da cultura inca e remete aos sabores peruanos. Para fechar o menu, os clássicos sashimis de atum. O Nuu Nikkei funciona na Rua Fernando Simas (n ° 333), no bairro Bigorrilho, durante o jantar, de terça a domingo, a partir das 18h; e almoço, aos sábados e domingos, das 12h à s 15h. Reservas e informações no perfil oficial do restaurante no Instagram: @nuunikkei.

Entre fronteiras e fonemas: curitibano Guilherme Canever lança livro de viagem que aborda a identidade lusófona

Em “Onde se Fala Português — Uma Viagem pelos Países Lusófonos”, autor percorre por nove países e revela o que a língua une, mesmo em territórios culturalmente tão distintos O português é falado por mais de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo. Mas como essa língua se expressa, se transforma e se enraíza em realidades tão diversas quanto o interior da Angola, uma ilha do Cabo Verde ou um bairro no Brasil? É essa a pergunta que orienta o novo livro do viajante e escritor curitibano Guilherme Canever, intitulado “Onde se Fala Português — Uma Viagem pelos Países Lusófonos”, que será lançado no próximo dia 08 de maio, pela editora Pulp. “Minha proposta é que o leitor possa navegar por outras culturas através daquilo que mais nos aproxima, a Língua Portuguesa”, conta o escritor.   Com um olhar atento à s nuances culturais e políticas da lusofonia, Canever propõe um itinerário pouco comum na literatura de viagem pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que contempla diversas viagens por países como Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial. Há ainda um capítulo dedicado aos territórios onde o português ainda ecoa como herança, como Goa, Macau e Galiza.     “A primeira vez que viajei para um país de língua portuguesa fora do Brasil, percebi o quanto o idioma pode transformar uma experiência. Mesmo com desafios logísticos, como pegar carona ou navegar entre ilhas numa jangada, tudo parecia mais simples pelo simples fato de poder me comunicar em português. A língua criava uma ponte imediata: não éramos desconhecidos, éramos, no mínimo, primos distantes. E essa conexão ia além do prático. As conversas fluíam com mais profundidade, os vínculos se formavam de maneira mais rápida e verdadeira. Com o tempo, percebi que essa experiência se repetia em cada novo país lusófono que visitava. Era evidente que minha percepção dos lugares era distinta da de outros viajantes que não falavam a língua. O português revelava camadas invisíveis, acessava histórias e afetos que ficariam escondidos atrás de uma barreira linguística. Foi então que compreendi a força que a língua tem em formar comunidades ”” e que, de alguma forma, eu havia encontrado um novo lugar no mundo”, destaca Guilherme Canever.     Mas o livro vai além da geopolítica. “Não é um livro de gramática histórica ou de fonologia, é obra de vida, de aventura e de amor a uma fraternidade específica, a lusófona”, conta Leandro Karnal na orelha do livro. Com estilo narrativo ágil e sensível, o autor relata deslocamentos fora das rotas turísticas, travessias de barco, hospedagens precárias e encontros memoráveis. Ao contar como a língua portuguesa se adapta e resiste em contextos adversos, Canever revela um projeto identitário em construção.     Sobre Guilherme Canever Guilherme Canever traz na genética o gosto pela viagem e pelos livros. Nasceu em uma família de viajantes e escritores. Formado em Engenharia Florestal, dedica boa parte da sua vida à s viagens para lugares que fogem das tradicionais rotas turísticas. Nessas jornadas, ele surpreende-se com a hospitalidade de gente simples, experimenta comidas exóticas, vê paisagens deslumbrantes e coleciona histórias, contadas nos livros “De Cape Town a Muscat: Uma Aventura pela África”, “De Istambul a Nova Délhi: Uma Aventura pela Rota da Seda”, “Uma Viagem pelos Países que Não Existem e Destinos Invisíveis”. “Onde se Fala Português — Uma Viagem pelos Países Lusófonos” é o seu quinto livro.     Sobre a editora Pulp A Pulp é uma editora especializada em viagens que tem em seu portfólio guias consagrados como “Minha Nova York”, de Didi Wagner; O Guia de Viagem de Alexandre Herchcovitch; “Paris pra você”, de Lelê Saddi; “Crianças a Bordo — Como viajar com seus filhos sem enlouquecer”, de Patrícia Papp; e “Nova York com Crianças”, de Fernanda Ávila. Os sites Viajo Com Filhos, Tutano Gastronomia e TravelVince também fazem parte do portfólio da editora O lançamento oficial da obra “Onde se Fala Português — Uma Viagem pelos Países Lusófonos” acontece no próximo dia 08 de maio, a partir das 18h, no La Rauxa Café (Rua Eurípedes Garcez do Nascimento, 906), em Curitiba.

Exposição abre as portas do antigo Centro de Triagem para reflexão sobre o sistema prisional e os direitos humanos

Mostra do projeto Cárcere, realizado pelo MIS-PR, estreia em 1º de maio no espaço histórico integrado ao museu como passo importante para revitalização do local O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) inaugura, no dia 1º de maio, a exposição “Desse Lado do Muro”, como parte do Projeto Cárcere, que ocupa o prédio do antigo Centro de Triagem da Rua Barão do Rio Branco, no Centro de Curitiba. A mostra, realizada em parceria com a Agência Farpa, apresenta uma potente seleção de imagens feitas em 18 presídios de sete países da América Latina pelos fotógrafos Erick Dau, Francisco Proner e Thiago Dezan. O projeto tem patrocínio do Instituto Humanitas 360 via Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. A proposta de “Desse Lado do Muro” é escancarar os muros da invisibilidade, provocando empatia, desconforto e reflexão sobre as condições humanas das pessoas privadas de liberdade. Ambientada entre celas e grades originais, a exposição convida o público a refletir sobre a realidade do sistema prisional latino-americano, por meio de fotografias em grande escala, vídeos captados nos presídios visitados, lambes e projeções ”” entre elas, um dos destaques: a exibição de imagens dentro de uma antiga solitária, tornando o espectador testemunha da aflição do detento. Cartas de presos narradas irão compor a sonoplastia. A diretora do MIS-PR, Mirele Camargo, conta que toda expografia reforça o clima, muitas vezes dramático e claustrofóbico, dos pavilhões prisionais. “Não há como não ser impactado pela atmosfera desse espaço, que nos leva inevitavelmente a refletir sobre o clausuramento, as condições de vida das pessoas privadas de liberdade e os efeitos disso sobre a saúde mental”, diz. A produção conta com uma equipe de referência como o premiado iluminador Beto Bruel, responsável pelo projeto luminotécnico; a arquiteta e urbanista Pamela Santos, que assina o projeto arquitetônico; e a cenografia de Muga Riesemberg e Elerton Alerta Bertrão. Ressignificação do espaço histórico Integrada à iniciativa de expansão do MIS-PR, a mostra marca o início da readequação do antigo Centro de Triagem, que por anos funcionou como local de custódia temporária sob responsabilidade da Polícia Civil do Paraná. O prédio, anexo ao Palácio da Liberdade, sede histórica do MIS-PR, foi desativado em 2023 após um acordo entre as secretarias estaduais da Segurança Pública e da Cultura, e agora passa a integrar o projeto Cárcere, que prevê uma profunda transformação do espaço, com foco em cultura, direitos humanos e memória. “A ideia é reocupar e ressignificar esse espaço emblemático com ações culturais e debates que promovam reflexão sobre o sistema carcerário e outras questões sociais urgentes”, afirma Mirele. Segundo ela, a exposição é apenas o começo de uma série de ações previstas para os próximos 12 meses, incluindo palestras, exibição de filmes, rodas de conversa e outras mostras. A ocupação cultural foi pensada a partir de amplo processo de pesquisa, com visitas técnicas a instituições como o Museu do Carandiru e o Museu da Resistência (SP), e articulação com parceiros como a Defensoria Pública do Paraná, a Polícia Penal do Paraná (PPPR), o Instituto Médico Legal (IML) e a Comissão de Direitos Humanos da OAB-PR. Farpa e a documentação da realidade aprisionada Ao documentar a rotina de presídios em diferentes países da América Latina, o trabalho da Agência Farpa — criada em 2017 e reconhecida internacionalmente por seu jornalismo visual — expõe um cenário marcado por superlotação, violações de direitos humanos, precariedade estrutural e negligência. O trabalho da Farpa já foi publicado em meios como Vice, The Intercept, The New York Times, The Guardian, The New Yorker, Folha de São Paulo, El País, O Globo, National Geographic, Greenpeace, Al Jazeera, The Globe and Mail, Washington Post e CIDH – Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Teve ainda trabalhos premiados no Pictures of the Year – POY Latam 2019 – Menção Honrosa categoria “Notícias Individuais” e também no SND (Society of News Design) na categoria Photography – Single-Day Photo Series em 2019. Serviço: Exposição: Desse Lado do Muro Abertura: 1º de maio de 2025 Local: MIS-PR I Antigo Centro de Triagem — Rua Barão do Rio Branco, Curitiba/PR Realização: AAMIS (Associação de Amigos do Museu da Imagem e do Som do Paraná) com recursos da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura Patrocínio: Instituto Humanitas 360 Projeto: Cárcere Visitação: Gratuita, com agendamento prévio em três turmas diárias Mais informações: @mis_pr

TRAMA: Editoras independentes organizam festival literário em Curitiba

Evento valoriza autores locais, amplia o acesso à leitura e movimenta a economia criativa em Curitiba   Em maio Curitiba recebe um evento inédito voltado à promoção de editoras independentes da cidade e região. O festival literário TRAMA tem como proposta fortalecer a cena literária local, dando visibilidade a autoras e autores paranaenses e fomentando uma cadeia criativa que vai muito além das grandes livrarias e editoras tradicionais. Foto capa: Integrantes do GREI, Grupo de Editoras Independentes de Curitiba e Região Metropolitana Organizado pelo GREI — Grupo de Editoras Independentes de Curitiba e Região, a iniciativa nasce da necessidade de ocupar novos espaços com literatura diversa e acessível. Para Lua Bueno, editora da Laboralivros, uma das editoras participantes, a cidade ainda carece de feiras literárias consolidadas. “Em Curitiba, falta espaço para eventos literários. A gente tem um público muito leitor, mas não tem esse tipo de iniciativa da cidade, onde as editoras possam vender seus livros diretamente. E editoras independentes publicam materiais muito mais diversos do que as grandes editoras”, afirma. Ela também destaca a importância de ações regionais para valorizar quem produz na cidade. “Já passou da hora da gente consolidar eventos literários aqui. As editoras locais têm pouca visibilidade, inclusive entre as pessoas da própria cidade. É preciso que sejam mais divulgadas e consumidas localmente.” Para Andréia Gavitta, da Donizela Editora, a proposta vai além do mercado editorial: trata-se de um movimento com impacto cultural, econômico e social. “Editoras independentes costumam publicar autores marginais, experimentais ou regionais que não encontram espaço no mercado tradicional. Um evento como esse fortalece a identidade cultural de Curitiba e do Paraná”, ressalta. Entre os benefícios destacados por Gavitta estão a democratização do acesso à leitura, com livros mais acessíveis e programação gratuita, e a movimentação econômica de uma cadeia produtiva que envolve editoras, gráficas, ilustradores, tradutores e livreiros locais. “É uma forma de resistência à concentração do mercado editorial. As editoras independentes desafiam o domínio de poucas empresas e garantem que visões plurais cheguem ao público”, completa. Inspirado em iniciativas como a Feira Plana, em São Paulo, e a FELIT, em Belo Horizonte, o festival paranaense pretende se consolidar como um novo espaço para o livro independente no Sul do país. Além de comercializar publicações, o evento contará com oficinas, bate-papos, lançamentos e rodas de leitura ”” tudo com entrada gratuita ou a preços populares. A programação completa já pode ser conferida no link: https://greicwb.substack.com/p/programacao-trama-festival-literario?triedRedirect=true Para editoras que desejam participar, as inscrições devem ser feitas através de formulário online. A comissão organizadora fará a seleção e entrará em contato via e-mail com os selecionados. Após a confirmação, os participantes terão 48 horas para efetuar o pagamento via PIX. Caso contrário, a vaga será repassada a outro candidato. Os expositores deverão se apresentar para montagem à s 9h30 do dia 17 de maio e desmontar seus espaços ao final do evento no dia 18 de maio, até as 19h. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. Não perca a oportunidade de fazer parte desse encontro que promete marcar a cena literária independente do Paraná! SERVIÇO TRAMA — Festival Literário Independente de Curitiba e Região Local: Alfaiataria — R. Riachuelo, 274, Centro, Curitiba Data: 17 e 18 de maio Horários: Sáb 10h-20h | Dom 11h-18h Informações e Inscrições: grei@laboralivros.com | (41) 99714-9649 (somente WhatsApp — Lua Bueno) Edital: https://drive.google.com/file/d/1inEJkJElYst24-R41Dv8ymlSWaXhoCs9/view?pli=1