Visitantes do Eco Park Foz escolhem nome de onça encontrada no Parque Nacional do Iguaçu

  Os visitantes do Eco Park Foz, em Foz do Iguaçu, escolheram Cauã como nome da onça-pintada encontrada no Parque Nacional do Iguaçu (PNI). A votação foi realizada de forma presencial e pelas redes sociais do atrativo e do Projeto Onças do Iguaçu. Entre as opções, o público poderia escolher dois nomes: Cauã (significa gavião, símbolo de visão aguçada) e poder, e Tekó (representa equilíbrio). Cauã foi o nome vencedor, com 61% dos votos. A contagem dos votos ocorreu em uma cerimônia no Eco Park Foz durante as atividades de Carnaval. Cauã foi registrado pela primeira vez em dezembro, por meio de armadilhas fotográficas da equipe do Projeto Onças do Iguaçu e integra um grupo de aproximadamente 90 onças-pintadas que vivem no corredor verde do parque e são monitoradas pelo projeto. Segundo socio-fundador do Eco Park Foz, Leandro Mautone, a participação do público na escolha do nome fortalece a conexão entre as pessoas e a conservação da espécie. “Quando damos um nome a um animal, criamos uma conexão. Ele deixa de ser apenas mais um e passa a ser um indivíduo importante para o ambiente”, destacou Mautone.     O Eco Park Foz é parceiro do projeto desde 2023. Nesse período, construiu um galinheiro por meio do programa Ciscando o Futuro, patrocinou do livro infantil “Cuidando dos Cães e das Onças”, apoia o monitoramento das onças com armadilhas fotográficas, homenageia e comercializa, em sua loja de souvenirs, pelúcias produzidas pelas “Crocheteiras do Iguaçu”, um projeto social cujo objetivo é empoderar mulheres do entorno do (PNI) através da geração de renda alternativa, unindo o crochê com a conservação da onça-pintada, entre outras iniciativas. “Essas ações reforçam nosso compromisso com a educação ambiental e com a aproximação da comunidade na conservação da onça-pintada”, reforçou. Eco Park Foz O Eco Park Foz é um zoológico moderno em uma área 30 mil metros quadrados cuja missão é promover a conexão das pessoas com a natureza e os animais, reunindo emoção e aprendizado. Entre as atividades está o “Momento Coruja”, uma imersão na história dessas aves repletas de simbolismo, realizado às 9h30 e às 15h. Outro destaque é o Voo das Aves de Rapina, que resgata a história da falcoaria em uma experiência considerada única na América Latina. As apresentações acontecem às 10h30 e às 16h. O parque conta ainda com a Floresta dos Primatas, primeiro viveiro de imersão com macacos do Brasil, além do Meliponário – espaço dedicado a espécies de abelhas nativas sem ferrão. Os visitantes também podem conhecer recintos de animais domésticos e selvagens, com espaços de interação.   “O Eco Park Foz é um zoológico moderno que aproxima os visitantes dos animais de forma respeitosa e envolvente. É um convite para passar o dia ao ar livre e criar memórias em família em contato com a natureza”, destaca Mautone. O parque está localizado ao lado do Dreams Park Show, na Rodovia das Cataratas, e funciona diariamente das 9h às 17h. Mais informações e políticas de descontos estão disponíveis no site www.dreamsecopark.com.br ou pelo telefone 0800 200 2019.

Premiado drama “Dois Papas” ganha montagem brasileira no Festival de Curitiba

No palco do Guairão, dentro da programação da Mostra Lucia Camargo, espetáculo transforma imaginado encontro entre Bento XVI e Jorge Bergoglio em um diálogo sobre polarização, tradição e mudança  Em tempos de polarização, o palco reafirma sua posição de campo de confronto. É nesse contexto que a Mostra Lucia Camargo, do Festival de Curitiba, recebe “Dois Papas”, nos dias 6 e 7 de abril, no Guairão. A encenação brasileira do texto de Anthony McCarten reúne Celso Frateschi e Zécarlos Machado em um duelo cênico de ideias, fé e poder.  Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico). Com direção de Munir Kanaan, a peça leva aos palcos o encontro imaginado entre dois líderes da Igreja Católica com visões de mundo opostas: o conservador Papa Bento XVI, interpretado por Zécarlos Machado, e o progressista cardeal argentino Jorge Bergoglio, então futuro Papa Francisco, vivido por Celso Frateschi. Primeira montagem internacional do texto teatral de Anthony McCarten, autor também do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix dirigido por Fernando Meirelles, a dramaturgia ganhou projeção mundial ao ser indicada a três Oscars, quatro Globos de Ouro e cinco BAFTAs. No palco, a encenação brasileira propõe uma imersão na intimidade e nos dilemas desses dois homens públicos, revelando a humanidade por trás das vestes papais. A trama parte do momento em que Bergoglio viaja a Roma decidido a pedir aposentadoria. Para sua surpresa, é convocado para uma conversa pessoal com Bento XVI, que considera renunciar ao cargo diante das pressões enfrentadas pela Igreja. O que se desenha é um diálogo carregado de tensão, respeito e humor, no qual visões antagônicas encontram espaço para escuta, conflito e transformação. “Apesar de ser um homem mais aberto, é Bergoglio quem chega hesitante ao encontro. Já Bento XVI, mais conservador, é quem propõe o diálogo. É nesse jogo de complexidades que a trama se desenrola. O que move essa história é justamente a possibilidade de escuta mútua diante das diferenças”, observa o diretor Munir Kanaan. Além de Frateschi e Machado — que voltam a dividir o palco após “Santa Joana”, de Bernard Shaw, nos anos 1980 — o elenco conta com Carol Godoy e Eliana Guttman, intérpretes de personagens femininas próximas aos protagonistas: Irmã Sofia, jovem freira argentina transformada pelos ensinamentos de Bergoglio, e Irmã Brigitta, editora de livros religiosos e confidente de Bento XVI. A encenação aposta em forte aparato visual. O cenário branco, concebido como instalação cênica, se transforma a partir de figurinos, objetos e projeções, construindo desde ambientes sacros até momentos de intimidade. O videomapping insere conteúdos documentais e amplia o impacto estético do espetáculo, enquanto a trilha sonora conduz as transições com sutileza. O ator Zécarlos Machado destaca a atualidade da obra: “Vivemos um tempo em que cada um tem sua própria verdade, muitas vezes de forma agressiva. A peça propõe um caminho de reconciliação pela escuta, pelo reconhecimento do humano no outro — mesmo que ele pense diferente.” Celso Frateschi, que traz no repertório montagens como “O Grande Inquisidor” e “Processo de Giordano Bruno”, ressalta que a discussão extrapola o universo religioso: “São duas visões de mundo antagônicas que nos fazem refletir sobre a polarização e os impasses do nosso tempo. A dramaturgia é potente, filosófica, mas profundamente acessível.” Trajetória e reconhecimento Estreada mundialmente em junho de 2019, no Royal & Derngate Theatre, na Inglaterra, a peça chega ao Brasil com produção da Gengibre Multimídia e da Zug Produções. Após temporada de estreia no Sesc-SP, com sessões esgotadas e ampla repercussão crítica, o espetáculo foi convidado para inaugurar a Sala Nobre do Teatro Cultura Artística, em São Paulo, marcando a retomada das apresentações teatrais no espaço histórico. “Dois Papas” foi vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura como Melhor Drama do Ano 2025 e teve seus protagonistas indicados ao Prêmio APCA 2025 na categoria Melhor Ator, consolidando-se como uma das montagens mais relevantes da temporada. A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal – Do lado do povo brasileiro. O espetáculo conta com acessibilidade de intérprete de Libras. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.  FICHA TÉCNICA: Direção: Munir Kanaan Dramaturgia: Anthony McCarten Elenco: Celso Frateschi, Zécarlos Machado, Carol Godoy e Eliana Guttman Equipe Criativa: Dramaturgia: Anthony McCarten Tradução: Rui Xavier Diretor Assistente: Gustavo Trestini Trilha Sonora: Dan Maia Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud Cenário: Eric Lenate Figurino: Carol Roz Iluminação: Beto Bruel Produção: Gengibre Multimídia e Zug Produções Instagram: @doispapasteatro @munir_kanaan @carolgodoyatriz @celsofrateschi @zecarlosmachadooficial @eguttman Serviço: Dois Papas – Mostra Lucia Camargo 34º Festival de Curitiba Local: Teatro Guaíra (Guairão) Rua Conselheiro Laurindo, 175 – Centro Data: 6 de 7 de abril Horário: 20h30 Categoria: Drama Classificação: Livre Duração: 135 min (+15 min de intervalo) 34.º Festival de Curitiba Data: De 30/3 até 12/4 de 2026 Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85  (mais taxas administrativas). Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller – Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h). Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo. Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações. Foto capa: Castel Gandolfo – Dois Papas (Créd. Zug Produções)

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais *Por Sandoval Matheus Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024). Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista. As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico). Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade. Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco. Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado. A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.   Leia abaixo os principais trechos da entrevista: No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei? Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo. Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini. O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo. Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes. Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia. Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia. É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano. Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa. A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando. Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a

Vinícolas da Rota da Uva & Vinho

  A rodada de negócios contou com enocultores de norte a sul do estado do Paraná, trazendo na história da vitivinicultura, tradições e qualidade única, nos vinhos, espumantes, sucos e produtos artesanais.   Os municípios participantes do projeto nesse primeiro momento são são Apucarana, Araucária, Bituruna, Boa Ventura de São Roque, Campo Largo, Chopinzinho, Colombo, Cruz Machado, Curitiba, Francisco Beltrão, Guamiranga, Guarapuava, Inácio Martins, Itapejara D’Oeste, Lapa, Marialva, Mariópolis, Mato Rico, Morretes, Piên, Pinhão, Piraquara, Ponta Grossa, Quatro Barras, Reserva do Iguaçu, Rio Negro, Rosário do Ivaí, Santa Tereza do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste, São José dos Pinhais e União da Vitória. Novos interessados em entrar no programa devem procurar os escritórios regionais do IDR-PR.     VINÍCOLA BERTOLETTI  A Vinícola Bertoletti é uma empresa com uma tradição de várias gerações no cultivo de videiras e produção de vinhos. Fundada nos anos 30, os fundadores partiram de Bento Gonçalves, RS, para estabelecer-se na colônia Santa Bárbara (futura Bituruna), trazendo consigo mudas de videiras. Hoje, estão na quarta geração no Brasil. Com o aumento das vendas e incentivos públicos, a empresa registrou sua marca em 2005 e tem continuamente investido em tecnologia e vinhedos. Além disso, colabora com mais de 40 produtores de uva, produzindo uma ampla variedade de vinhos e outros produtos relacionados. https://vinicolabertoletti.com.br/       VINÍCOLA STRAPASSON Fundada pelas raízes da imigração italiana, a Vinícola Pedrinho Strapasson nasceu em 1889, quando os avós de Pedro Strapasson chegaram ao Brasil e plantaram as primeiras mudas de uva trazidas da Itália, incluindo a variedade terci. Hoje, na terceira geração familiar, a vinícola em Colombo (PR) colhe até 120 mil quilos de uvas por safra, produzindo vinhos, sucos e geleias. Mantém o porte familiar para preservar a qualidade e tradição, e oferece turismo rural, como visitas, piqueniques e “colha e pague”, em meio a parreirais centenários que contam a história da imigração e da vitivinicultura na região. https://vinicolastrapasson.com.br/       VINÍCOLA FAMÍLIA FARDO Foi em 1974 que Ambrósio Fardo deixou a lavoura da família no Rio Grande do Sul para vir trabalhar na estofaria de caminhões do irmão, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Em 1975, migra para a filial da estofaria em Colombo, no Paraná. Do casamento com Justina, nasce uma linda família, que se aventura em outros ramos de negócios bem sucedidos. Mas o coração de Ambrósio ainda batia pelo sonho de seguir a tradição de gerações da família e voltar a produzir vinho. Quase 30 anos depois, ele compra uma chácara em Quatro Barras, região metropolitana de Curitiba, e lá, planta suas primeiras parreiras*, voltando a cultivar a terra. Em 2007, com a perda do irmão, que ainda produzia vinho no Rio Grande do Sul, Ambrósio compra as pipas de madeira da família e decide levar seu antigo sonho adiante. E assim inicia-se a aventura de erigir uma vinícola, construída pedra por pedra trazidas da terra natal. Em 2009, nasce o primeiro vinho da Família Fardo, um presente, um bordô produzido com paixão ao lado de Justina. Seu sabor trazia na memória a infância e a lembrança dos almoços em família. Hoje a vinícola conta com uma linha elaborada de acordo com o lema de seu fundador… “Não faço vinho para beber, faço vinho para saborear!” Home   VINHOS VÔ VITO Naturais de Treviso, Província de Veneto na Itália, a família Pissaia chegou ao Paraná em 1877. A tradição de plantar parreiras e produzir seu próprio vinho, continuou com seus descendentes até hoje. A família estabeleceu-se na Colônia Mergulhão em São José dos Pinhais. Algum tempo depois foram trazidas da Itália algumas mudas de parreiras que foram plantadas para a produção de vinho; plantavam também milho para fazer o fubá. Os vinhos Vô Vito são produzidos em uma pequena vinícola com uvas selecionadas e feito com dedicação por seus sucessores. Dentro da cantina são preservadas antigas pipas de madeira, máquinas de moer uvas, oficina de marcenaria, utilizadas por muito tempo pelo Vô Vito. https://vinhosvovito.com.br/       CASA SCOLARO A Família Scolaro tem mais de 50 anos de tradição em Chopinzinho, PR, produzindo delícias artesanais. Iniciado por Dona Ana, que fazia geleias para a família, o negócio cresceu em 1997, atendendo pedidos, e desde 2003 está presente em mercados da região.  Uma geleia caseira, como as nonnas faziam, com apenas fruta e açúcar. Cuidado e dedicação que se estendem aos vinhos de mesa produzidos pela família (disponíveis no Arte do Campo), e que utilizam as uvas Isabel, Bordô e Niágara, cultivadas na própria propriedade. As geleias produzidas pela Casa Scolaro possuem a certificação Alimentos do Paraná, concedido pelo Sebrae/PR para produtores que demonstram respeito ao consumidor, por atuar com seriedade e ter qualidade e segurança em seus processos de fabricação. https://artedocampo.com.br/lojas/casa-scolaro       Dentre outras Vinícolas da rodada de negócios estavam presentes:   https://vinicolalegado.com.br Em Campo Largo – PR https://www.vinicolabusato.com.br Em Colombo – PR https://www.vinicolaunusmundus.com Na Serra de São Luiz do Purunã, Campo Largo – PR https://francoitaliano.com.br Em Roça Grande, Colombo – PR   A estruturação do roteiro almeja consolidar o enoturismo como política de longo prazo e criar um produto turístico que reforce o Paraná como destino para esse tipo de experiência. A organização envolve, além da Seab e do IDR-Paraná, a Associação dos Vitivinicultores do Paraná (Vinopar). Com atividades como o sistema “colha e pague”, participação em vindimas, degustações guiadas e atividades ao ar livre nas propriedades, o projeto promete causar impacto na agroindústria e na diversificação das atividades produtivas das regiões participantes. Para o diretor-presidente do IDR-PR, Natalino Avance de Souza, o projeto está ligado à história do Paraná e proporciona para o campo uma oportunidade de renda e, para a cidade, a chance de conhecer o que há de bom sendo produzido no campo. “Estamos valorizando um atrativo turístico que faz parte do nosso meio rural, da nossa atividade dentro de um conceito moderno que, primeiro, envolve o Revitis, ou seja, voltar a produzir bem, e, segundo, valoriza aquilo que as nossas famílias têm no seu DNA”,

Rota da Uva & Vinho: Paraná lança circuito para impulsionar vitivinucultura e valorizar tradições

Com cerca de 60 propriedades listadas em 30 municípios, a rota abrange desde a Região Metropolitana de Curitiba até o Oeste e o Sudoeste do Estado. O roteiro reúne propriedades, vinhedos e vinícolas em um mapa digital com sinalização temática e informações históricas e regionais voltadas ao visitante     O Governo do Paraná lançou oficialmente nesta terça-feira (24), em cerimônia no Memorial de Curitiba, a Rota Uva & Vinho Paraná. A iniciativa do Sistema Estadual de Agricultura (Seagri), coordenada pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), pretende organizar e fortalecer a vitivinicultura no turismo rural e na economia regional. O roteiro reúne propriedades, vinhedos e vinícolas em um mapa digital com sinalização temática e informações históricas e regionais voltadas ao visitante.     Os municípios participantes do projeto nesse primeiro momento são são Apucarana, Araucária, Bituruna, Boa Ventura de São Roque, Campo Largo, Chopinzinho, Colombo, Cruz Machado, Curitiba, Francisco Beltrão, Guamiranga, Guarapuava, Inácio Martins, Itapejara D’Oeste, Lapa, Marialva, Mariópolis, Mato Rico, Morretes, Piên, Pinhão, Piraquara, Ponta Grossa, Quatro Barras, Reserva do Iguaçu, Rio Negro, Rosário do Ivaí, Santa Tereza do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste, São José dos Pinhais e União da Vitória. Novos interessados em entrar no programa devem procurar os escritórios regionais do IDR-PR. Para o governador em exercício Darci Piana, a medida não se restringe apenas aos vitivinicultores, mas impulsiona diversos setores. “A Rota Uva & Vinho Paraná traz muita coisa junto para a economia do Paraná: serviços, hotelaria, gastronomia”, afirmou, destacando o salto que o segmento conseguiu nos últimos anos no Estado. “Em 2019, tínhamos meia dúzia de municípios que produziam uva. Hoje são 154. Isso significa que vamos ter agregar a força do turismo a esse movimento”.     O secretário da Agricultura e Abastecimento, Marcio Nunes, disse a rota é muito importante para divulgar e dar visibilidade ao trabalho que está sendo promovido para resgatar essa cultura. Ela integra os programas de Revitalização da Viticultura Paranaense (Revitis) e de Turismo Rural, responsáveis por articular ações de produção, comercialização, agroindustrialização e experiências turísticas no campo. O Revitis, criado em 2019, já fomentou mais de R$ 9 milhões ao setor e beneficiou 444 produtores familiares ao longo de seis anos. Ele incentiva a produção da uva e de produtos relacionados, como geleias, vinho e sucos, promovendo mais qualidade e diversidade para geração de renda aos produtores. Seu funcionamento é baseado em quatro eixos: incentivo à pesquisa e à produção; reorganização da comercialização; desenvolvimento do turismo; e apoio à agroindústria. “Cada pilar é formado por ações estratégicas específicas para proporcionar ao agricultor mais segurança desde o plantio até a comercialização. Integrando pesquisa, inovação, turismo rural e apoio direto às agroindústrias, o programa e agora a rota permitem que pequenos produtores ampliem sua competitividade e se posicionem de forma sólida no mercado”, disse o secretário. “Com essa rota aproximamos bares, hotéis, restaurantes, pousadas, operadores de turismo e agentes de viagem desses produtores rurais. É um momento realmente muito importante porque garante visibilidade para a comercialização de um produto muito bem elaborado e bem consumido, deixando dinheiro no bolso do produtor rural”, concluiu.   HISTÓRIA DA UVA – A estruturação do roteiro almeja consolidar o enoturismo como política de longo prazo e criar um produto turístico que reforce o Paraná como destino para esse tipo de experiência. A organização envolve, além da Seab e do IDR-Paraná, a Associação dos Vitivinicultores do Paraná (Vinopar). Com atividades como o sistema “colha e pague”, participação em vindimas, degustações guiadas e atividades ao ar livre nas propriedades, o projeto promete causar impacto na agroindústria e na diversificação das atividades produtivas das regiões participantes. Para o diretor-presidente do IDR-PR, Natalino Avance de Souza, o projeto está ligado à história do Paraná e proporciona para o campo uma oportunidade de renda e, para a cidade, a chance de conhecer o que há de bom sendo produzido no campo. “Estamos valorizando um atrativo turístico que faz parte do nosso meio rural, da nossa atividade dentro de um conceito moderno que, primeiro, envolve o Revitis, ou seja, voltar a produzir bem, e, segundo, valoriza aquilo que as nossas famílias têm no seu DNA”, finalizou. “Para os nossos produtores assistidos, essa rota é uma oportunidade de negócio que eles podem ter a partir da oferta de serviços turísticos nas suas propriedades”, complementou o coordenador estadual de Turismo Rural do IDR-Paraná, Sidney Valeriano.   Segundo ele, cada empreendimento pode oferecer atrativos diferentes. “As propriedades apresentam particularidades, algumas dispõem de beleza cênica; outras estão relacionadas mais com um piquenique, gastronomia; outras estão mais voltadas na questão do ensaio fotográfico. Isso é um estudo que é feito por nossos extensionistas, caso a caso”, disse. Presidente da Vinopar e proprietário de uma vinícola em Bituruna, Claudinei Bertoletti entende a medida como uma ferramenta importante para os produtores. “A Rota Uva & Vinho Paraná vem para ajudar, principalmente, o pequeno produtor. Aquele da agricultura familiar, que explora a coleta da uva na  propriedade, o pegue e pague, ou que abriu um restaurante na propriedade. É uma cadeia pela qual eles estão vendendo seus produtos, em parceria com essa rota turística inteira”, falou. “É uma rota de integração, de trocas de informações, de produtos, que vai crescer cada dia mais”. “Nós somos o mercado do mundo, então nós também temos bons vinhos, bons sucos, uma gastronomia boa e essa Rota Uva & Vinho Paraná vem agregar o enoturismo dentro das propriedades”, disse Claudinei, cuja Vinícola Bertoletti ganhou 12 prêmios na 10ª edição da Grande Prova Vinhos do Brasil 2025, confirmando a expertise paranaense na área.       ECONOMIA – Em 2024, o Valor Bruto de Produção (VBP) da uva no Paraná foi de R$ 323 milhões, totalizando 45,8 mil toneladas da fruta. A cidade que mais produziu uva em 2024 no Estado foi Marialva, no Noroeste, com um VBP de R$ 94,9 milhões e uma produção de mais de 11 mil toneladas. Em seguida, aparecem Rosário do Ivaí (Vale do Ivaí) com VBP de R$ 15,1 milhões e 1,8 mil toneladas, e Uraí (Norte)

Vivendo o auge da carreira, André Henning será uma das estrelas da CASACOR Paraná 2026

  O arquiteto vai desenvolver o projeto “Lounge Pit Stop”, propondo uma experiência de convivência entre espaços com ênfase em permanência, leveza e conectividade   A CASACOR Paraná 2026, uma das mais influentes mostras de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas, terá a participação do arquiteto e urbanista André Henning com um ambiente conceitual que promete ampliar a narrativa da mostra em sua 32ª edição. O evento será realizado entre 10 de maio e 5 de julho em uma residência emblemática no bairro Bigorrilho, em Curitiba (PR), ocupando também um prédio lateral com usos mistos, incluindo gastronomia, entretenimento e espaços comerciais. Henning, fundador do AH Studio e com mais de uma década de atuação em projetos comerciais, gastronômicos e de entretenimento, apresenta o “Lounge Pit Stop” — um espaço concebido como uma zona de conexão e permanência entre os ambientes da mostra. Mais do que um refúgio de pausa, o projeto surge como um elemento catalisador de conversas, descanso e experiência sensorial, ressignificando a circulação tradicional nas mostras de arquitetura.   “O Lounge Pit Stop nasce da necessidade de pensar o tempo de uso do espaço de forma distinta — não apenas como passagem ou consumo visual, mas como lugar de convivência. Em um contexto em que a mostra se desdobra em múltiplos cenários, este ambiente propõe uma pausa ativa: sentar, conversar, relaxar”, afirma Henning. “Ele não é nem estritamente interno nem externo. Tem cobertura, mas suas laterais abertas permitem diálogo visual com diferentes vizinhos, criando uma paisagem interna contínua e plural.”     Ao afastar-se de soluções estritamente gastronômicas ou temáticas, o ambiente explora uma leitura espacial mais leve, apoiada em escolhas materiais e cromáticas que favorecem conforto e acolhimento. A proposta privilegia madeira de tom claro, uma paleta de azul e branco, vegetação abundante e o uso expressivo de cobogós esmaltados em branco — um elemento que o arquiteto identifica como um protagonista na composição do espaço.   Ao propor um espaço que valoriza a pausa em um contexto marcado pela circulação intensa, Henning reforça sua pesquisa sobre arquitetura como experiência. “A mostra é, por natureza, um lugar de estímulo constante. O que nos interessou foi pensar o oposto: um ambiente onde a permanência é o protagonista, onde as pessoas possam realmente ocupar o espaço e não apenas atravessá-lo”, afirma o arquiteto. Para o arquiteto, o Lounge Pit Stop sintetiza uma mudança de perspectiva em sua própria trajetória. “Estamos acostumados a desenhar espaços de consumo — restaurantes, cafeterias, bares. Aqui, a intenção foi desenhar tempo. Um lugar que convida a ficar”, completa.   Sobre André Henning   Formado pela Universidade Positivo e pela Universidad Marista de Mérida (México), Henning é conhecido por projetos que integram espaço, marca e experiência — entre eles a Rua da Música, no Parque Jaime Lerner, o qual ele participou e projetos premiados em edições anteriores da CASACOR Paraná, incluindo um destaque na categoria Comercial em 2022. Além de seu trabalho autoral na arquitetura, Henning é apresentador de TV e cofundador da Go Coffee, local referência em cafés especiais com centenas de unidades pelo Brasil. Mais informações sobre seu trabalho estão disponíveis no perfil oficial no Instagram: @andrehenning.   Nas fotos: André Henning e Marina Nessi, diretora da CASACOR Paraná Créditos: Patrícia Amancio  

Living Colour: confira o setlist da “The Best Of 40 Years Tour” na América Latina

  Apresentação de Montevideo teve 20 músicas e muitos clássicos   O Living Colour deu início à etapa latino-americana da “The Best Of 40 Years Tour” em 20 de fevereiro, com show no Montevideo Music Box, em Montevidéu (Uruguai). A apresentação marcou a largada da turnê que passa por Argentina, Brasil e Chile nesta sequência de datas de 2026. A produção da turnê é da Top Link Music. Setlist  Glamour Boys Memories Can’t Wait Leave It Alone Desperate People Ignorance Is Bliss Go Away Funny Vibe Bi Open Letter (To A Landlord) Drum Solo This Is The Life Nothingness Doug Wimbish Solo Spot Love Rears Its Ugly Head Pride Type Cult Of Personality     Bis: Solace Of You Time’s Up Middle Man Living Colour – The Best Of 40 Years Tour 20/02 – Montevidéu (URU) @ Montevideo Music Box 22/02 – Mendoza (ARG) @ 23 Rios Craftbeer 24/02 – Buenos Aires (ARG) @ C Art Media 26/02 – Porto Alegre (BRA) @ Opinião 27/02 – São Paulo (BRA) @ Tokio Marine Hall 28/02 – Rio de Janeiro (BRA) @ Sacadura 154 01/03 – Curitiba (BRA) @ Live Curitiba 03/03 – Santiago (CHI) @ Teleton 05/03 – Rosario (ARG) @ Bioceres Arena Serviço no Brasil Porto Alegre Apresentação: 26/02/2026 (quinta-feira) Abertura da casa: 19h Horário do show: 21h Local: Opinião Endereço: Rua José do Patrocínio, 834, Porto Alegre – RS Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos acompanhados por responsável. Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/111887/d/343513 São Paulo Apresentação: 27/02/2026 (sexta-feira) Abertura dos portões: 19h30 Horário do show: 22h Local: Tokio Marine Hall Endereço: R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP Parcelamento: Na internet até 3X sem juros, de 4 a 6x com juros. Na bilheteria em até 3X sem juros. Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais. Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/living-colour-tokio-marine-hall Rio de Janeiro Apresentação: 28/02/2026 (sábado) Abertura dos portões: 19h30 Horário do show: 21h30 Local: Sacadura 154 Endereço: R. Sacadura Cabral, 154 – Saúde, Rio de Janeiro – RJ Classificação: 18 anos. Menores de 18 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/living-colour-rio-de-janeiro Curitiba Apresentação: 01/03/2026 (domingo) Abertura dos portões: 19h Horário do show: 21h Local: Live Curitiba Endereço: R. Itajubá, 143 – Novo Mundo Classificação: 16 anos – acompanhado pelo responsável Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/living-colour-01-de-marco —

Encontro de Tradições confirma sexta edição

Maior evento de culturas populares do Paraná, o Encontro de Tradições confirmou sua sexta edição para 2026. O festival acontecerá de 27 a 29 de maio, em Prudentópolis, numa estrutura que será montada na Praça Firmo Mendes de Queirós, no centro da cidade. Pelo palco principal e tendas vão passar mais de 22 apresentações de música e dança, oficinas, vivências, exposições, feira de artesanato e outras atividades culturais – tudo com entrada gratuita. Expressões como o fandango, congada, boi de mamão, cantos indígenas, bumba meu boi, entre outras, estarão representadas.     O Encontro de Tradições deste ano foi aprovado na concorrida seleção pública de projetos do Programa Petrobras Cultural – Novos Eixos, que contou com mais de oito mil inscritos de todo o país e selecionou apenas 140, sendo 10 do Paraná. Do total de selecionados do Paraná, somente três eram festivais. Com a aprovação, o evento será realizado por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura. Conta ainda com apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Prudentópolis. “Ficamos muito felizes de obter a aprovação em um Edital tão concorrido e isso é muito importante para o Encontro de Tradições, pois dá condições para que possamos ir até as comunidades populares em diversas regiões do Paraná fortalecendo um circuito de diálogos e intercâmbios.”, afirma Lia Marchi, pesquisadora, cineasta e curadora do evento que há 28 anos documenta em filmes e livros as festas tradicionais. “Esta edição trará novidades e contaremos também com convidados de fora do Estado. O Encontro está crescendo e chegando as novas gerações mostrando nossas riquezas e diversidades. Com este patrocínio da Petrobras podemos mostrar o Paraná com visibilidade nacional”.   Evento cresceu     Com o patrocínio da Petrobras, o evento cresceu e ganhou uma fase de preparação que inclui várias viagens pelas comunidades tradicionais do Paraná com ações de preparação para as apresentações dos grupos no festival, como destaca Lia Marchi. “Este trabalho preliminar terá oficinas para capacitar comunidades na elaboração de projetos culturais, capacitação da equipe em medidas de acessibilidade, preparação de atividades ambientais ligadas às culturas populares. Nas viagens, passaremos por cidades como a Lapa, Palmeira, Guarapuava, Maringá, Paranaguá, Nova Laranjeiras, entre outras”, explica Lia, que ministrará encontros para elaboração de projetos culturais para grupos tradicionais. Ainda na fase de pré-produção do evento, oficinas também serão realizadas para educadores em Prudentópolis. “Neste caso, o objetivo é que os temas das culturas tradicionais que estarão presentes no Encontro sejam trabalhados previamente em sala de aula, preparando e ampliando o aprendizado”, completa Lia.   Histórico     A primeira edição do Encontro de Tradições foi realizada em 2017, em Antonina. A partir dali, iniciou sua trajetória pelo Paraná, passando por Palmeira (2019), Curitiba (2022), Adrianópolis (maio de 2024) e Piraquara (dezembro de 2024). Em todas as edições, conseguiu envolver as comunidades locais e artistas de todo o estado, sempre com bom público e uma participação grande de crianças e jovens. 6º Encontro de Tradições Quando: 27 a 29 de maio de 2026 Local: Praça Firmo Mendes de Queirós, Prudentópolis – PR Mais em: www.encontrodetradicoes.com.br Siga: www.instagram.com/encontrodetradicoes/ Foto capa: folclore – foto Daniel Castellano

Coluna do JUK – Business Woman

    Silvia Wilbert mostra a arte de liderar na alta complexidade    Para  mulheres que desejam trilhar caminhos em setores complexos, o conselho de Silvia Machado Wilbert é direto: investir  em visão sistêmica       Em um tabuleiro onde as peças se movem entre reestruturações empresariais, grandes contratos e decisões que definem o futuro de organizações inteiras, a presença feminina tem deixado de ser uma exceção para se tornar o diferencial competitivo.          No centro dessa engrenagem está Silvia Machado Wilbert, COO e Diretora Jurídica da Safegold, uma das principais consultorias de recuperação empresarial do Brasil. Como a única mulher na diretoria de uma área tradicionalmente masculina, Silvia não vê o gênero como um rótulo, mas a competência como sua linguagem universal. Para ela, o protagonismo em ambientes de alta complexidade não se conquista com imposição, mas com dois pilares inegociáveis: preparo e responsabilidade. O Espaço BUSINESS WOMAN CWB, buscou informações sobre o tema, com a especialista:  “Meu espaço foi construído pela constância e consistência”, revela Silvia. Em um cenário onde números e contratos ditam o ritmo, a previsibilidade é o ativo mais valioso de um líder. “Quem entrega resultado e segurança naturalmente conquista voz e poder de decisão”. ALICERCE DO CRESCIMENTO Enquanto muitos focam apenas no “topo”, o fechamento de grandes negócios, Silvia dedica sua expertise à base. Sua atuação na Safegold é focada na padronização de processos e na segurança jurídica das operações. Uma diretriz que carrega em sua trajetória é clara: “Empresas não crescem apenas por oportunidade; crescem por organização. Expansão sem método gera risco. Crescimento com governança gera solidez.” Para ela, estruturar uma operação interna é um ato tão estratégico quanto assinar o contrato mais lucrativo da história de uma companhia.    OLHAR FEMININO  Questionada sobre o que muda com mulheres em cargos estratégicos, Silvia aponta para a perspectiva. Ela acredita que o olhar feminino tende a ser mais amplo, avaliando simultaneamente os impactos financeiros, jurídicos, humanos e reputacionais.   “Ter pluralidade na mesa aumenta a qualidade da análise”, afirma, reforçando que decisões técnicas bem fundamentadas são o que realmente sustentam uma cultura organizacional saudável. À frente de equipes que lidam com alta responsabilidade, a diretora aplica uma liderança baseada na clareza. Para Silvia, o profissional só atinge a maturidade quando entende que seu trabalho não é apenas um relatório ou um fluxo, mas a sustentação de uma estratégia maior. Para as mulheres que desejam trilhar caminhos em setores complexos, o conselho da especialista é direto: investir  em visão sistêmica. “Autoridade não precisa ser imposta; ela é construída com preparo, disciplina e coerência ao longo do tempo”,enfatiza a especialista.      Como estruturar negócios com potencial de expansão    Carla Hladczuk : “A tecnologia é o que garante escala com controle. Sem dados confiáveis, a expansão vira um jogo de tentativa e erro”                    Em um mercado cada vez mais competitivo e globalizado, estruturar empresas com foco em expansão nacional e internacional passou a ser uma necessidade estratégica para todos os tipos de organizações. Dados do Banco Mundial indicam que negócios com processos padronizados e gestão orientada por indicadores têm até 30% mais chances de sustentar operações fora de seus mercados de origem.                    Entretanto, antes de avançar para novas regiões ou países, é necessário estabelecer uma base operacional sólida, processos bem documentados, controle financeiro, governança e proposta de valor bem definida. Para Carla Hladczuk, administradora, gestora e sócia da Uled Luminosos, a expansão precisa ser planejada desde os primeiros estágios do negócio. “Crescer não é apenas vender mais. É criar uma estrutura capaz de ser replicada, mantendo padrão, qualidade e controle”, afirma.                      “A expansão envolve custos adicionais com logística, compliance, estrutura jurídica, sistemas integrados de gestão, análise de dados e automação com controle em tempo real”, afirma. “A tecnologia é o que garante escala com controle. Sem dados confiáveis, a expansão vira um jogo de tentativa e erro”, pontua a administradora.                     Mais do que processos e números, a expansão exige liderança preparada para lidar com mudanças, profissionais capazes de delegar, formar equipes e manter a cultura organizacional mesmo à distância. “Expandir é abrir mão do controle absoluto e confiar em pessoas, processos e indicadores. Empresas que entendem isso conseguem crescer de forma consistente e sustentável”, conclui Hladczuk.                   Novo voo direto entre Curitiba-Lisboa     Comitiva em visita ao Museu Oscar Niemeyer(MOM)                         A capital paranaense deu um passo decisivo na consolidação de sua conexão com a Europa. Neste mês, o Curitiba Convention, em parceria com a TAP Air Portugal e a Motiva Aeroportos, realizou uma visita técnica na capital do Paraná para alinhar as estratégias para o lançamento do novo voo direto entre Curitiba e Lisboa.                        A agenda faz parte de uma ação estratégica de relacionamento para fortalecer a imagem da cidade como um destino de excelência para turismo e eventos no mercado europeu.                     “A visita da diretoria da TAP a Curitiba sinaliza confiança no potencial econômico e na capacidade de geração de demanda internacional do nosso destino.                      Trata-se de uma conquista construída de forma integrada entre poder público e iniciativa privada, que amplia a competitividade de Curitiba no cenário global”, diz a Diretora Executiva do Curitiba Convention, Cristiane Santos.                      Para demonstrar o potencial da cidade, o Curitiba Convention organizou um tour institucional pelos principais atrativos da capital. No período da tarde, a comitiva seguiu para o Museu Oscar Niemeyer (MON) e o Jardim Botânico, reforçando o posicionamento de Curitiba como um destino que une cultura, arquitetura e sustentabilidade.  

WDF 2026 anuncia line-up com Charlotte de Witte e outros nome de peso da cena eletrônica mundial

Com 21 atrações nacionais e internacionais, o consagrado Warung Day Festival acontece no dia 2 de maio, na Pedreira Paulo Leminski e na Ópera de Arame, em Curitiba   O Warung Day Festival está de volta e, como sempre, com uma programação imperdível. A organização do festival de música eletrônica mais conceituado do brasil acaba de anunciar oficialmente o line-up completo de sua edição 2026, reafirmando seu lugar como um dos eventos musicais mais respeitados do mundo. No próximo dia 2 de maio, a Pedreira Paulo Leminski e a Ópera de Arame, símbolos culturais da cidade de Curitiba (PR), serão transformadas em palcos de uma jornada sonora que conecta música, natureza e experiência sensorial. Serão 21 atrações ao longo de 12 horas de festival, distribuídas em diversos palcos, em um dos cenários mais famosos da música mundial.     Entre os grandes destaques do WDF 2026 estão Charlotte de Witte, Deep Dish, Enrico Sangiuliano, Guy Gerber, Guy J, Monolink, Chambord e Desiree, artistas que representam diferentes vertentes da música eletrônica contemporânea e ajudam a construir um line-up diverso, consistente e alinhado à identidade do festival.       Para completar o line-up, artistas que têm ganhado espaço e muito destaque na cena mundial nos últimos anos, tocando em grandes clubs e marcando presença nos principais festivais do planeta: Antonio Oliva, Badaro, Enrico & Carmo, Fran Bortolossi, Malive, Bhaskar, Eli Iwasa, Ruback, Beltran, Blancah, Fran Bortolossi, Neoclassic, Rod Brito e Zac. A edição 2026 mantém o conceito que consagrou o evento: “A natureza é o Templo. A música é o caminho.” A proposta é ir além do espetáculo musical, criando uma experiência imersiva que integra paisagem, cenografia, som e público em uma narrativa única, do início ao fim do dia.     Com o anúncio do line-up, o festival também avança para uma nova etapa de vendas. A pré-venda já está esgotada, e o segundo lote de ingressos encontra-se disponível, em quantidade limitada, exclusivamente pelo site oficial www.warungdayfestival.com. Reconhecido internacionalmente e chamado de “o melhor dia do ano” por seu público fiel, o Warung Day Festival segue ampliando seu alcance global sem perder a essência que o tornou referência: curadoria musical apurada, conexão genuína com a natureza e entrega sensorial que transcende o formato tradicional de festival.     A 11ª edição do Warung Day Festival será realizada no dia 02 de maio, com programação a partir das 14h, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba (PR). Os ingressos estão disponíveis no site  www.warungdayfestival.com e nas bilheteiras Blueticket e Ingresse. Mais informações nos perfis oficiais do evento nas redes sociais: @warung_dayfestival (Instagram) e @warungfestival (Facebook).