Espetáculo “Ficções”, com Vera Holtz e escrito por Rodrigo Portella, retorna a Curitiba após grande sucesso pelo Brasil

Espetáculo “Ficções”, com Vera Holtz e escrito por Rodrigo Portella, retorna a Curitiba após grande sucesso pelo Brasil Montagem inspirada no best seller “Sapiens”, de Yuval Noah Harari, já foi assistida por mais de 160 mil pessoas e tem apresentações no Teatro Guaíra nos dias 27 e 28 de fevereiro. Ingressos à venda pelo Disk Ingressos Vera Holtz instiga a plateia, conversando, improvisando e conversando com o filósofo, além de interagir no palco com o músico Federico Puppi (Créd. Flavia Canavarro) Nos dias 27 e 28 de fevereiro, às 21h, o Teatro Guaíra recebe “Ficções”, aclamado espetáculo que tem como ponto de partida o livro “Sapiens – uma breve história da humanidade”, do professor e filósofo Yuval Noah Harari. A obra, que vendeu mais de 23 milhões de cópias em todo o mundo, teve seus direitos comprados pelo produtor Felipe Heráclito Lima, idealizador do espetáculo, que foi escrito e encenado por Rodrigo Portella. Interpretando diferentes personagens do livro de Harari, assim como outras criadas por Portella, Vera Holtz instiga a plateia, conversando, improvisando e conversando com o filósofo, além de interagir no palco com o músico Federico Puppi, autor e performer da trilha sonora original. Em alguns momentos, Vera encarna a narradora, em outros, é a própria atriz falando. “Eu gosto muito desse recorte que o Rodrigo fez, de poder criar e descriar, de trabalhar com o imaginário da plateia”, destaca Vera. “O desafio é essa ciranda de personagens, que vai provocando, atiçando o espectador. Não se pode cristalizar, tem que estar o tempo todo oxigenada”, completa. Rodrigo Portella concorda: “É um espetáculo íntimo, quem for lá vai se conectar com a Vera, ela está muito próxima, tem uma relação muito direta com o espectador”. Publicado em 2014, o livro de Harari afirma que o grande diferencial do homem em relação às outras espécies é sua capacidade de inventar, de criar ficções, de imaginar coisas coletivamente e, com isso, tornar possível a cooperação de milhões de pessoas – o que envolve praticamente tudo ao nosso redor: o conceito de nação, leis, religiões, sistemas políticos, empresas etc. Mas também o fato de que, apesar de sermos mais poderosos que nossos ancestrais, não somos mais felizes que esses. Partindo dessa premissa, o livro indaga: estamos usando nossa característica mais singular para construir ficções que nos proporcionem, coletivamente, uma vida melhor? “É um livro que permite uma centena de reflexões a partir do momento em que pensamos como espécie e que, obviamente, dialoga com todo mundo. Acho que esse é o principal mérito da obra dele”, analisa Felipe H. Lima, que comprou os direitos para adaptar o livro para o teatro em 2019. Instigado pelas questões trazidas na obra e pela inevitável analogia com as artes cênicas – por sua capacidade de criar mundos e narrativas – o encenador Rodrigo Portella criou um jogo teatral em que a todo momento o espectador é lembrado sobre a ficção ali encenada: “Um dos principais objetivos é explorar o sentido de ficção em diversas direções, conectando as realidades criadas pela humanidade com o próprio acontecimento teatral”, resume. Para a empreitada, Rodrigo contou com a interlocução dramatúrgica de Bianca Ramoneda, Milla Fernandez e Miwa Yanagizawa: “Mesmo sem colaborar diretamente no texto, elas foram acompanhando, balizando a minha criação, foram conversas que me ajudaram a alinhar a direção, o caminho que daria para o espetáculo”, conta. Quando foi chamado para escrever e dirigir, Portella imaginou que iria pegar pedaços do livro para transformar em um espetáculo: “Ao começar a ler, entendi que não era isso. Era preciso construir uma dramaturgia original a partir das premissas do Harari que seriam interessantes para o espetáculo. Em nenhum momento, no entanto, a gente quer dar conta do livro na peça. Na verdade, é um diálogo que a gente está estabelecendo com a obra”, enfatiza. A estrutura narrativa foi outro ponto determinante no propósito do espetáculo: “Eu queria fazer uma peça que fosse espatifada, não é aquela montagem que é uma história, que pega na mão do espectador e o leva no caminho da fábula. Quis ir por um caminho onde o espectador é convidado, provocado a construir essa peça com a gente. É uma espécie de jam session. É uma performance em construção, Vera e Federico brincam com tudo, com os cenários, tem uma coisa meio in progress”, descreve. As sessões em Curitiba celebram as mais de 400 apresentações do espetáculo, que foi assistido por mais de 160 mil em seus três anos ininterruptos em cartaz. Os ingressos estão à venda pelo Disk Ingressos com valores a partir de R$25 (mais taxas). “Ficções” é apresentado pelo Ministério da Cultura | Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro, com realização da SevenX, da Estufa de Ideias e da AR27 Produções Artísticas. As sessões contarão com acessibilidade e intérprete de Libras. Acompanhe as novidades por meio da redes sociais oficiais, pelo Instagram @ficcoesespetaculo, pelo TikTok @ficcoespetaculo ou pelo Facebook.com/ficcoesespetaculo. Ficha Técnica: VERA HOLTZ em FICÇÕES Inspirada no livro Sapiens – Uma breve história da humanidade, de Yuval Noah Harari Idealizada por Felipe Heráclito Lima Escrita e encenada por Rodrigo Portella Performance e Trilha Sonora Original: Federico Puppi Interlocução dramatúrgica: Bianca Ramoneda, Milla Fernandez e Miwa Yanagizawa Assistente de direção: Cláudia Barbot Cenário: Bia Junqueira Figurino: João Pimenta Iluminação: Paulo Medeiros Preparação corporal: Tony Rodrigues Preparação vocal: Jorge Maya Programação Visual: Cadão Fotos: Ale Catan Direção de produção: Alessandra Reis Gestão de projetos e leis de incentivo: Natália Simonete Produção executiva: Wesley Cardozo Administração: Cristina Leite Produtores associados: Alessandra Reis, Felipe Heráclito Lima e Natália Simonete BIOS Felipe Heráclito Lima – Especializado na idealização de projeto culturais, diretor da Sevenx Produções Artísticas e da F&F Film Productions, Felipe Heráclito Lima é ator formado pela CAL e publicitário pela PUC-RJ. Felipe também é especializado em captação de recursos e em gestão de recursos incentivados para grandes empresas. Esteve à frente de projetos como “R&J” de Shakespeare (2011), de Joe Calarco, Prêmio APTR “Melhor Produção”; Fonchito&aLua (2014), de Mario Vargas Llosa; Mas Porquê??! A História de Elvis (2015), de Peter Shossow – Prêmio APCA de “Melhor Musical Infantil 2015; Memórias de Adriano (2016), de Marguerite Yourcenar; Lá Dentro Tem Coisa (2016), de Adriana Falcão; Dogville (2018), de Lars Von Trier, e Fim de Caso (2019), de Graham Greene, entre outros. Rodrigo Portella – Artista cênico nascido no interior do Brasil, diretor teatral, iluminador e dramaturgo com 45 anos de idade e 30
Certificado estadual – Seara JBS

Certificação estadual reconhece ações da Seara que conectam indústria, comunidades e meio ambiente no Paraná Mais de 15 iniciativas realizadas em um ano reforçam a atuação da Companhia no estado; reconhecimento veio com o Selo Clima Paraná A Seara, da JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, desenvolve no Paraná uma atuação que vai além da operação industrial. Por meio de uma agenda estruturada de boas práticas ambientais, sociais e de governança, a Companhia realizou mais de 15 iniciativas em seis municípios do estado ao longo de um ano, com foco no desenvolvimento das comunidades, na preservação ambiental e na formação de futuras gerações – um trabalho reconhecido com a categoria A do Selo Clima Paraná, certificação do Governo do Paraná para organizações com boas práticas de gestão e sustentabilidade. Com o suporte das 16 fábricas da Seara no estado, as ações têm foco no desenvolvimento das comunidades, na preservação ambiental e na formação de futuras gerações. As iniciativas foram realizadas nas cidades paranaenses de Rolândia, Santa Fé, Jacarezinho, Campo Mourão, Jaguapitã e Lapa, abrangendo projetos nas áreas de educação, saúde, inclusão social e responsabilidade ambiental, alinhados à Política Estadual de Mudanças Climáticas e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “A conquista do Selo Clima Paraná, na categoria A, é o reconhecimento de um trabalho consistente, construído a muitas mãos, que integra nossas operações industriais ao desenvolvimento das comunidades e à preservação ambiental”, afirma Sheila Guebara, diretora de Sustentabilidade da Seara. Entre os destaques da atuação educacional está o projeto “Conhecendo Indústrias – Empreendedorismo e Geografia”, realizado em Rolândia, na Região Metropolitana de Londrina. A iniciativa conecta o conteúdo escolar à realidade industrial ao transformar a unidade da Seara na cidade em uma extensão da sala de aula, permitindo que estudantes do Ensino Fundamental compreendam, na prática, como conceitos de geografia, logística e empreendedorismo se materializam no cotidiano da indústria de alimentos. Mais de 50 pessoas foram impactadas. A agenda educacional da Companhia no estado inclui ainda feiras de profissões, ações de orientação de carreira e projetos voltados à preparação de jovens para o mercado de trabalho, como o “Seara na Veia da Nova Geração”, desenvolvido em Jaguapitã. No âmbito social, a Seara também mantém uma atuação contínua de integração com as comunidades onde está presente. Programas como o “JBS de Portas Abertas” receberam públicos diversos, de crianças a idosos nas unidades, fortalecendo a transparência, o diálogo e o sentimento de pertencimento. A Companhia também promoveu ações específicas voltadas à melhor idade, como visitas a asilos, além de iniciativas comemorativas e educativas direcionadas à infância, reforçando o cuidado intergeracional. A agenda ambiental foi materializada em ações práticas de preservação e economia circular. Em Campo Mourão, a unidade implementou o projeto “Recicla Pets”, voltado à reciclagem e à gestão responsável de resíduos, além de promover ações de plantio de árvores em conjunto com a comunidade local. Na área de saúde e conscientização, foram realizadas campanhas estruturadas para ampliar o cuidado com colaboradores, familiares e a população do entorno. “Mais do que cumprir critérios técnicos, buscamos gerar impacto positivo real nos territórios onde atuamos, conectando educação, inclusão social e responsabilidade ambiental de forma prática e contínua. Esse avanço reflete a maturidade da nossa agenda de Sustentabilidade no Paraná e reforça o compromisso da Seara com uma atuação responsável, transparente e alinhada aos desafios climáticos do presente e do futuro”, reforça Sheila. Criado em 2015, o Selo Clima Paraná é o Registro Público Estadual de Emissões de Gases de Efeito Estufa, previsto na Política Estadual de Mudanças Climáticas. A certificação é concedida pela Comissão de Avaliação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) e considera critérios como eficiência na gestão, inovação, programas sociais, uso de energia renovável, governança e responsabilidade socioeconômica. A conquista da Seara com o Selo Clima Paraná – categoria A, o nível máximo da certificação estadual, representa um avanço em relação a 2024, quando a empresa havia sido reconhecida na categoria B, e ocorre em um cenário ainda mais competitivo, marcado pelo recorde de 313 organizações inscritas no estado. A evolução reforça a maturidade e a solidez das práticas adotadas pela Companhia. Sobre a JBS no PR A JBS possui operação em 11 cidades do Paraná, entre fábricas e centros de distribuição das unidades de negócios, conta com mais de 14 mil colaboradores em todo o Estado e mais de 2.500 produtores rurais integrados. No Brasil, a JBS é uma das maiores empregadoras do país, com 158 mil colaboradores. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 190 países. A empresa investe em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transportes, com foco na economia circular. Sobre a JBS A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 282 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 180 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular. Saiba mais em jbsglobal.com/ Foto: Patryck Madeira/SEDEST-PR
O Boticário “Cheiro da Marina Sena”

O Boticário decifra o ‘cheiro da Marina Sena’ e apresenta Her Code como a assinatura olfativa da artista Representando a primeira marca do mundo com fragrâncias que despertam a sensualidade*, a artista traz a narrativa do prazer para as ativações especiais durante o carnaval Fevereiro de 2026 — Ícone de atitude, magnetismo e sensualidade contemporânea, Marina Sena é o novo nome da nova campanha de Her Code, primeira marca de perfumaria feminina do mundo com fragrâncias que despertam a sensualidade*. À frente da comunicação da Tríade, composta por Her Code, Her Code Touch e Her Code Clímax, a artista conecta fragrância, identidade e prazer em uma narrativa que traduz presença e desejo. A parceria acontece no momento em que os fãs e curiosos levantaram conversas nas redes sociais se questionando: qual é o cheiro da Marina Sena? Agora, essa curiosidade ganha resposta. Em parceria com o Boticário, a cantora revela sua fragrância queridinha e convida o público a conhecer o universo de Her Code, onde a fragrância deixa de ser apenas um acessório e se transforma em código pessoal, quase um segredo revelado na pele. Conhecida por sua presença magnética, Marina Sena traduz Her Code, uma fragrância criada para mulheres que vivem o prazer de serem quem são, sem pedir licença. A escolha da artista como nome da campanha reforça a intenção da marca de dialogar com uma geração que enxerga a fragrância como código pessoal, memória e assinatura. “Her Code nasceu como uma marca pioneira no território do prazer feminino e, desde 2023, lidera um movimento de desconstrução de tabus para incentivar as mulheres em suas jornadas de auto descoberta. A chegada da Marina Sena materializa essa mulher contemporânea com quem nos conectamos: autêntica, dona de sua narrativa e que transita com naturalidade entre o mistério e o protagonismo. Ao unirmos o magnetismo da artista ao nosso DNA de inovação, não estamos apenas anunciando uma campanha, mas reafirmando o compromisso de O Boticário em pautar conversas sobre liberdade e autoconhecimento através da alta perfumaria”, reforça Carolina Carrasco, Diretora de Branding e Comunicação do Boticário e Quem Disse Berenice. Com uma assinatura amadeirada frutal, Her Code Eau de Parfum traduz a sensualidade feminina de forma intensa e envolvente. Criada pela perfumista Louise Turner, a fragrância combina a suculência viciante das frutas vermelhas, com destaque para a cereja, ao buquê inebriante de flores brancas, como o jasmim, envolvidas por madeiras suaves e quentes, como cashmere e sândalo. O resultado é uma fragrância sensual, hipnotizante e de presença marcante. “O perfume é uma assinatura olfativa e sempre foi algo muito íntimo e importante pra mim quase como um segredo que a gente escolhe quando quer revelar. Her Code tem esse lugar de mistério, de presença, de deixar rastro. Tem muito a ver comigo e com a forma como eu me expresso”, comenta a cantora Marina Sena. No Carnaval, esse encontro vai ganhar ainda mais força. Marina faz sua estreia no Baile da Arara, com look exclusivo, criado por Leandro Porto e inspirado em Her Code, um gesto que reafirma a fragrância como assinatura pessoal, companhia inseparável e parte do ritual de viver intensamente cada momento. *efeito de despertar a sensualidade comprovado por tecnologia de fragrância ChériScentz, exclusiva nas versões Her Code e Her Code Clímax. Sobre O Boticário O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e ecommerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais. *Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem; ** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022. Site Instagram | YouTube | Facebook | Twitter @oboticario #TríadeHerCode #HerCode #OBoticário
Feira do Vinil

Neste fim de semana: Feira de Vinil volta ao Shopping Crystal com mais de 7 mil LPs e programação para os amantes da música Curitiba recebe, neste sábado (28) e domingo (1º), mais uma edição da tradicional Feira de Vinil da Capivarinha, evento que já conquistou público fiel entre colecionadores, apaixonados por música e famílias que valorizam a experiência da cultura analógica. A programação acontece durante todo o horário de funcionamento do shopping e promete transformar o espaço em um verdadeiro ponto de encontro para quem aprecia o som e a estética dos discos. Ao todo, oito expositores do Paraná e de Santa Catarina participam desta edição, reunindo mais de 7 mil LPs, entre novos e usados, nacionais e importados. O público poderá garimpar títulos raros, descobrir novos artistas e acompanhar discotecagens exclusivamente em vinil ao longo dos dois dias. Instalada no Piso L2, em frente à Kopenhagen, a feira reforça a proposta de ir além da compra e venda de discos, oferecendo uma experiência afetiva e cultural. Para Marcos Rosa, da Rose Vinyl Records, um dos expositores confirmados, o evento tem um significado especial: “Mais do que adquirir LPs, quem visita a feira revive memórias e descobre novos sons. É uma celebração da música em sua forma mais pura e afetiva”, afirma. Mais do que um programa para colecionadores, a feira se consolida como uma opção de lazer para toda a família, reunindo música, história e a arte gráfica das capas que marcaram gerações. Serviço Feira de Vinil – Shopping Crystal Datas: 28 de fevereiro (sábado) e 1º de março (domingo) Horário: Durante o horário de funcionamento do shopping Local: Piso L2 Endereço: Rua Comendador Araújo, 731 – Batel, Curitiba – PR Entrada gratuita
AC/DC em dose dupla no Growler Day pós-carnaval

As cinzas do pós-Carnaval vão ser incineradas com uma dose dupla de AC/DC neste sábado (21/2) na fábrica da Bodebrown, no Hauer. O Growler Day desta semana traz uma homenagem à banda australiana, que retorna ao Brasil no final deste mês para shows em São Paulo. Para celebrar, o evento em Curitiba terá dois shows, nos quais os grupos curitibanos Motor Mouse e Youngs AC/DC Cover interpretam diferentes fases deste ícone do hard rock internacional. A programação vai das 9h às 18h e ainda traz gastronomia e mais de 40 rótulos de cervejas da Bode, com entrada franca. Os shows na Bodebrown iniciam às 13h com a Motor Mouse, que traz a energia crua e visceral da era do vocalista Bon Scott no AC/DC. Ele comandou os vocais da banda original de 1974 até 1980, quando morreu, vítima de uma intoxicação alcoólica. Scott gravou e imortalizou hinos como “High Voltage”, “Highway to Hell” e “It´s a Long Way to the Top”, entra muitas outras. A partir das 15h, o quinteto Youngs leva para o palco a fase do AC/DC marcada pelos vocais de Brian Johnson. Ele assumiu o posto a partir do álbum Back In Black, de 1980, gravando músicas como “Back in Black”, “Hells Bells”, “You Shook Me All Night Long”, “Shoot to Thrill”, “Thunderstruck”, “For Those About to Rock”, “Moneytalks” e “Rock or Bust”, entre outras. Brindes eletrizantes Para brindar em homenagem ao AC/DC, a Bodebrown apresenta no evento mais de 40 rótulos em chope, growlers PET, garrafas e latas, incluindo algumas opções importadas diretamente da Inglaterra, como a Robinsons / Iron Maiden Trooper Fear of the Dark. Nas torneiras de chope, as atrações são nove criações da Bodebrown, entre novidades e rótulos já premiados internacionalmente, como: Aces High, Blanche de Curitiba, Cacau IPA, Mago de Houblon, Perigosa Imperial IPA, Popeye Hoppy Lager, The Future Past Iron Maiden, Trooper Brasil IPA e Tropical Session IPA. Os preços variam de R$ 17 a R$ 25 (copos de 300ml). Gastronomia e tour No segmento gastronômico, a programação começa com o Café da Manhã Solidário, das 10h às 11h. Ao doar no mínimo três quilos de alimentos não perecíveis, o visitante ganha o ingresso, saboreando pães, frios, queijos, frutos e, também, cervejas da Bodebrown. Todos os donativos são encaminhados para instituições parceiras da cervejaria. O novo espaço gastronômico da fábrica, por sua vez, funciona durante todo o evento com um menu de bistrô. No almoço, destaca pratos de influência belga, como Batatas fritas ao estilo daquele país (crocantes por fora e macias por dentro) e o Carbonade Flamande (ensopado de carne preparado na cerveja), além de sanduíche de costela, salsicha alemã no pão, burrata fresca, pães artesanais au levain, queijos e espetinhos, entre outros pratos. A visita à fábrica com degustação “direto da fonte” também segue em cartaz. Este passeio guiado pela linha de produção da Bodebrown tem grupos saindo às 11h, 13h e 15. Não é necessário agendar. Custa R$ 65 por pessoa, valor que inclui um kit com brindes, como copo e adesivos, e ainda a prova, direto da fonte, de 10 rótulos da Bodebrown. AC/DC retorna ao Brasil Depois de mais de 15 anos sem tocar no Brasil, o AC/DC retorna ao Brasil em 2026 com a turnê “Power Up”, apresentando-se no Estádio do MorumBIS, em São Paulo, nos dias 24 e 28 de fevereiro e 4 de março. Growler Day da Bodebrown Quando: Sábado (21/2), das 9h às 18h. Endereço: Fábrica da Bodebrown – Rua Carlos de Laet, 1015 – Hauer, Curitiba – PR. Entrada: franca Informações: (41) 3082-6354 Loja virtual com venda para todo o Brasil: www.loja.bodebrown.com.br Instagram Bodebrown: www.instagram.com/bodebrown/ Instagram da Loja Bodebrown: www.instagram.com/mundo.bodebrown/ Foto capa: Muita cerveja na Bodebrow – foto Cauby Ross
Living Colour volta a Curitiba como referência formadora de músicos e produtores brasileiros

Show acontece no dia 1º de março, na Live Curitiba; músicos do Macumbazilla, Black Pantera, Sr. Banana e Machete Bomb relatam como a banda redefiniu caminhos estéticos e profissionais No final dos anos 1980, quando o rock ainda operava em compartimentos relativamente estanques, uma banda de Nova York começou a cruzar fronteiras sonoras de forma radical. Misturando metal, funk, soul, jazz, hardcore e rock alternativo, o Living Colour construiu uma identidade que escapava de classificações fáceis e, ao mesmo tempo, influenciou gerações de músicos ao redor do mundo. No dia 1º de março, o grupo retorna a Curitiba para um show na Live Curitiba. Para além do apelo histórico, a apresentação reacende a memória de uma banda que teve papel decisivo na formação artística de músicos brasileiros que hoje atuam como intérpretes, produtores e articuladores da cena independente. Uma referência que abriu horizontes “Se não existisse o Living Colour, provavelmente eu não seria músico.” A afirmação é de André Nisgoski, vocalista e guitarrista do Macumbazilla, produtor musical e um dos nomes ativos da cena alternativa do Sul do Brasil. O primeiro contato veio ainda no início dos anos 1990, quando ele aprendia a tocar baixo e tinha referências quase exclusivamente ligadas ao metal. “Eu era Iron Maiden, Sepultura, Metallica, Chili Peppers. O Living Colour abriu todo um leque novo pra mim”, relata. O impacto veio a partir do álbum Time’s Up (1990). “Mudou minha visão de rítmica, de construção musical e até de melodias vocais. Talvez eu tivesse ficado só no metal. Talvez eu nem tocasse mais hoje.” Para Nisgoski, o vocalista Corey Glover ocupa um lugar singular na história do rock. “Na minha opinião, ele é o melhor vocalista do mundo. Sem sombra de dúvidas”, afirma. “A banda inteira é fenomenal, mas a forma como ele canta me abriu para outra percepção musical que eu uso até hoje.” O rock como lugar possível Se musicalmente o impacto é profundo, no campo simbólico ele se torna definitivo. Para Charles Gama, vocalista e guitarrista do Black Pantera, o Living Colour representou algo ainda mais básico: a possibilidade de se enxergar dentro do rock. “Eu cresci gostando de rock, punk, hardcore, metal, mas sempre com pouca representatividade”, conta. “Até o dia em que um amigo chegou com um disco do Living Colour e disse: ‘é uma banda só de pretos, você vai gostar’. Aquilo abriu minha mente de forma esplêndida.” Mais do que excelência musical, o que marcou Charles foi o reconhecimento. “Eram quatro caras pretos fazendo rock de primeira, com classe, com identidade. Isso moldou tudo. O Black Pantera nasceu porque eu ouvi Living Colour e consegui levar isso para os outros.” A relação extrapolou o simbólico. Em 2022, o Black Pantera tocou com o Living Colour. Vieram convites para abrir shows no Brasil, encontros em ensaios e até uma homenagem no palco, quando a banda americana tocou “Type” em referência ao grupo mineiro. “Foi a plenitude total. Você passa a vida perseguindo um sonho e, de repente, está ali, lado a lado com quem te inspirou”, diz Charles. Influência além do som A importância do Living Colour também é ressaltada pelo produtor e músico Bruno Gomes, que integrou bandas como Sr. Banana e a extinta Boi Mamão. Ele conheceu o grupo ainda na adolescência, entre 1989 e 1990, quando já tocava profissionalmente. “Eles apareceram com algo totalmente novo, inusitado, diferente do que era apresentado na época”, afirma. “Não era só o som, mas a estética e, principalmente, a atitude. Sempre acreditaram no que faziam, na ideologia, e seguiram em frente apesar das dificuldades.” Gomes destaca o contexto adverso enfrentado pela banda em Nova York nos anos 1980. “Eles saíram de um cenário difícil, se impuseram e mostraram a cara pro mundo. Estão aí até hoje, com mais de 40 anos de banda.” Para ele, a força do Living Colour está justamente na soma entre postura e linguagem musical. “Essa mistura de metal, funk, rock pesado, soul, hip hop e jazz criou uma estética própria, que inspirou muita gente e muitas bandas que vieram depois.” Expansão e legado Outro ponto ressaltado por Gomes é a capacidade do Living Colour de extrapolar os limites do rock. “O som transcendeu. Os integrantes têm participações com artistas como Mick Jagger, Madonna, Seal, Billy Idol, além de trabalhos no cinema, como no caso do Corey Glover”, observa. “Eles não ficaram presos a um formato.” Essa expansão contribuiu para consolidar o grupo como referência não apenas musical, mas cultural. “É uma banda que influencia pela personalidade forte, pela coerência e pela longevidade.” Técnica, efeitos e inovação Para Otávio Madureira, músico, produtor e proprietário do Rec’n’Roll Recording Studio, além de líder da banda Machete Bomb, o Living Colour também ocupa um lugar central no campo técnico e sonoro. “Como adorador de pedais e efeitos, não posso perder um show do Living Colour de jeito nenhum”, afirma. “O Vernon Reid é o maior mestre dos efeitos e pedais de guitarra. Além do bom gosto, ele é um gênio da composição e um virtuose de altíssima qualidade.” Segundo Madureira, a abordagem de Reid influenciou diretamente gerações de guitarristas interessados em expandir o vocabulário do instrumento para além do tradicional. Ao vivo, uma experiência singular Em 2024, André Nisgoski integrou a equipe da turnê do Living Colour pela América do Sul, experiência que reforçou a admiração construída ao longo dos anos. “Eles são únicos na qualidade de execução musical ao vivo. Cada show tem nuances próprias, cheias de identidade”, diz. “Apresentam um vigor incomum e entregam tudo.” Além da performance, o músico destaca o aspecto humano. “São humildes, queridos. No caso do Living Colour, vale a pena conhecer seus ídolos.” No último show da turnê, na Argentina, Nisgoski levou consigo o encarte original de Time’s Up para ser autografado. “Falei pra eles que era muito fã da banda. Fingir que não conhecia foi a parte mais difícil da turnê.” Um show para quem ama música Para Bruno Gomes, a passagem do Living Colour por Curitiba tem um peso especial. “Ter a chance de ver o Living Colour aqui, no quintal de casa, é realmente imperdível”, afirma. “Poder presenciar músicas como Cult of Personality, Time’s Up e Little Man ao vivo é uma oportunidade única. É um show para quem ama música
RODRIGO TEASER RETORNA A CURITIBA

“No dia 27 de junho, o palco do Guairão recebe o maior espetáculo da América Latina,´Tributo ao Rei do Pop´, em homenagem ao astro norte-americano Michael Jackson. Ingressos estão à venda”. O significado e o legado de Michael Jackson ainda permanecerão vivos por muitas gerações. Prova disso é o sucesso do show “Tributo ao Rei do Pop”, estrelado por Rodrigo Teaser e considerado o maior espetáculo da América Latina em homenagem ao astro norte-americano. Com 12 anos de sucesso de público e crítica, o show já passou por oito países, quatro continentes, mais de 300 cidades e já foi visto por mais de um milhão de pessoas. Devido ao grande sucesso, Rodrigo Teaser já tem data para retornar a Curitiba e com muitas surpresas. Com realização da Prime, o artista desembarca na capital paranaense no dia 27 de junho com uma megaprodução, elevadores de palco, catapulta, banda ao vivo e bailarinos. A apresentação que recria toda a estrutura das principais performances do Rei do Pop, acontece no palco Teatro Guaíra (R: Conselheiro Laurindo, 175) às 21h15. Com cenários e figurinos idênticos àqueles utilizados pelo Rei do Pop, Teaser também é dono de um espetáculo adorado pelo público brasileiro desde a sua estreia, realizada em junho de 2013. O show, que reúne sucessos como “Beat It”, “Smooth Criminal”, “Thriller”, “Wanna Be Startin’ Somethin’” e “Billie Jean”, já rodou todo o país e teve diversas datas no exterior. O show “Tributo ao Rei do Pop”, com quase duas horas de duração, vai passar a limpo boa parte da carreira de Michael, em meio a diversas surpresas. A direção é assinada pelo norte-americano LaVelle Smith Jr., vencedor de um troféu Grammy e bailarino de Michael Jackson por 28 anos. Os ingressos estão à venda através do www.diskingressos.com.br e custam a partir de R$100,00 (meia-entrada) + taxa adm, o valor varia de acordo com o setor. A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, professores, mesários, profissionais da saúde, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Clientes Clube Disk Ingressos possuem40% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. INGRESSO SOCIAL – doadores de 1kg de alimento não-perecível possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. Os ingressos podem ser adquiridos através do Disk Ingressos – Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 e online – www.diskingressos.com.br . É obrigatória a apresentação de documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário na compra do ingresso e na entrada do teatro. SERVIÇO: RODRIGO TEASER – “Tributo ao Rei do Pop” Quando: 27 de junho de 2026 (Sábado) Local: Teatro Guaíra (R: Conselheiro Laurindo, 175) Horários: Abertura do teatro: 20h/ Início do espetáculo: 21h15 Duração do show: cerca de 120min Ingressos: a partir de R$100,00 (meia-entrada) + taxa adm, o valor varia de acordo com o setor. A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, professores, doadores de sangue, mesários, profissionais da saúde, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Clientes Clube Disk Ingressos possuem40% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. INGRESSO SOCIAL – doadores de 1kg de alimento não-perecível possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada do teatro. Forma de Pagamento: Dinheiro, pix e cartões de crédito/débito Visa e Mastercard. Pontos de Venda: Disk Ingressos – Call-center Disk Ingressos (41) 33150808, online – www.diskingressos.com.br e na bilheteria do teatro Guaira (de terça a sábado, das 12 às 18 horas). **Entrega em domicílio com taxa de entrega. Classificação etária: livre Informações p/ o público: (41) 33150808 / @maisumadaprime Realização: Prime Rodrigo Teaser. Crédito: Divulgação
CURSO DE TEORIAS E TEMAS CONTEMPORÂNEOS EM ARTES

ARTE E EDUCAÇÃO Se você quer aprender e conhecer mais sobre as teorias da história e de temas contemporâneos em artes, essa é a sua oportunidade de vivenciar e conviver com outros interessados em temas semelhantes e que vão de encontro ao que quer aprimorar. Estão abertas as inscrições gratuitas para o Curso: Teorias e Temas Contemporâneos em Artes, que será ministrado pelo Professor Luciano Chinda Doarte, a partir de março. O curso livre será oferecido com aulas presenciais no Teatro Municipal Ernani Zetola, em São José dos Pinhais, aos sábados de março a agosto, contará com 12 aulas de três horas e mais aulas e atividades online. Totalmente gratuito e aberto à comunidade, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, as aulas têm início no dia 7 de março, sempre das 8h30 às 11h30. Quer participar, então inscreva-se para garantir sua vaga, pois as vagas são limitadas. Preencha o formulário neste link https://forms.gle/fJt4UTc9zTvZDbeu7 onde constam mais informações. O curso livre Teorias e Temas Contemporâneos das Artes, uma imersão crítica nos debates centrais da arte contemporânea: teoria, instituições, mercado, política, corpo, memória, tecnologia e práticas artísticas no mundo atual. Com 12 encontros presenciais, aos sábados pela manhã, o curso é voltado a artistas, estudantes, pesquisadores, professores e agentes culturais que desejam aprofundar sua compreensão teórica e crítica da arte contemporânea. 📍 Local: Teatro Municipal Ernani Zetola Endereço Rua XV de Novembro, nº 1820, Centro, São José dos Pinhais – PR 🗓️ Período: março a agosto 🎓 Certificação mediante frequência e avaliação Formação com o Professor Luciano Chinda Doarte Diretor-Geral da Secretaria Municipal de Educação de São José dos Pinhais (SEMED/SJP) Presidente do Conselho Municipal de Cultura de São José dos Pinhais (COMUC) Professor-Coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Patrimônio Cultural (GEPPC) Pesquisador do Núcleo de Estudos em Antropologia, Patrimônio, Memória e Expressões Museais (NEAP/UFG) O professor está disponível para mais informações 41 9 9282 4742 / lucianochinda.lcd@gmail.com
ESTREIA – CAIXA Cultural Curitiba recebe exposição inédita de Eder Santos

“A Imagem Não Serve” tem estreia no dia 10 de fevereiro. Programação oferece ao público visitas guiadas, oficina, videoinstalações e videoesculturas A CAIXA Cultural Curitiba recebe a partir de 10 de fevereiro, às 18h, a exposição “A imagem não serve”, primeira mostra individual do artista multimídia Eder Santos na capital paranaense. Com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, a exposição reúne 14 videoinstalações e videoesculturas produzidas entre 1993 e 2026, incluindo a obra inédita Ouragualamalma, criada especialmente para a temporada. Eder Santos traz ao público um panorama de mais de quatro décadas de experimentações com imagem, corpo e tecnologia. O espaço oferece ao visitante uma experiência imersiva que desloca a imagem do campo da representação para o da presença. As obras incorporam ruídos, falhas, vibrações e distorções, revelando um uso da tecnologia que tensiona a linearidade e desafia a passividade do olhar. Estruturas como camas, gaiolas, ambientes imersivos e esculturas com dispositivos eletrônicos transformam o espaço expositivo em um campo sensorial, no qual o corpo do espectador é convocado a atravessar e habitar as imagens. “A obra de Eder Santos nos convida a retirar as lentes com as quais aprendemos a ver um mundo cada vez mais domesticado, para acessar aquilo que escapa, que não se deixa capturar ou estabilizar”, comenta o curador Luiz Gustavo Carvalho. Videoinstalação Janaúba (Foto – Isabel Moreira & Leandro Aragão) No dia 10 de fevereiro, às 18h, acontece uma palestra com o artista e com o curador, seguida da abertura da exposição às 19h. Durante o período expositivo, o público poderá participar de visitas guiadas conduzidas pelos dois. Elas acontecem nos dias 11 de fevereiro, às 15h, 24 de março às 17h e 25 de março às 11h. Já no dia 24 de março, às 15h, a CAIXA Cultural Curitiba intensifica a programação com uma oficina dedicada ao universo de Eder Santos. Na sequência, às 17h, ocorre mais uma visita guiada e, às 18h30, a exibição do longa-metragem “Girassol Vermelho”, dirigido pelo artista. O dia se encerra com o lançamento do catálogo da exposição e sessão de autógrafos com a presença de Eder Santos e do curador. O artista Eder Santos apresenta a exposição de arte multimídia “A Imagem Não Serve” Sobre o artista Nascido em Belo Horizonte (MG), Eder Santos é referência na videoarte brasileira e integra coleções institucionais como o MoMA (Nova York), o Centre Pompidou (Paris), o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de ter participado de bienais e festivais no Brasil e no exterior. Sua trajetória também inclui uma premiada produção no cinema, com curtas, longas e séries para televisão. Serviço: Exposição “A Imagem Não Serve” – Eder Santos Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Horário de visitação: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h Período expositivo: 11 de fevereiro a 10 de maio Entrada: franca Classificação: 12 anos Acesso para pessoas com deficiência Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba
Está chegando: Obituary faz show em Curitiba no dia 22 de fevereiro

Apresentação de uma das bandas pioneiras do death metal acontece no palco do Tork n’ Roll No dia 22 de fevereiro de 2026, um domingo, a lendária Obituary, uma das bandas mais importantes da história do death metal, volta a Curitiba para uma apresentação no palco do Tork n’ Roll. Os últimos ingressos estão à venda no site da 101 Tickets e custam a partir de R$180. O show faz parte da turnê Torn Apart Across Latin America, que conta com cinco shows no Brasil — além de Curitiba, a banda ainda passa por Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Antes de chegar ao Brasil, o grupo realiza shows na Costa Rica, na Colômbia, no Peru, no Chile, no Uruguai e na Argentina. O repertório da turnê é focado no álbum Cause of Death, que completou 35 anos em 2025 e receberá uma atenção especial nos shows na América Latina. Também serão tocadas músicas de outros álbuns clássicos da carreira do Obituary, como Slowly We Rot e The End Complete, entre outros. Serviço Data: 22 de fevereiro de 2026 (domingo) Local: Tork n’ Roll Endereço: Rua Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças – Curitiba/PR Horário: 19h Ingressos: a partir de R$180 Venda online: https://101tickets.com.br/events/details/Obituary-em-Curitiba Biografia A banda americana Obituary é uma das pioneiras do death metal, formada em 1984, em Tampa, Flórida. Originalmente chamada Xecutioner, mudou seu nome para Obituary em 1988, e rapidamente se destacou por seu estilo brutal e direto, com vocais guturais e guitarras pesadas. O álbum de estreia Slowly We Rot, de 1989, é considerado um marco do death metal, com uma sonoridade crua e agressiva. O sucesso do disco ajudou a consolidar a banda como uma das principais forças da cena death metal americana ao lado de nomes como Death e Morbid Angel. Ao longo dos anos, a banda lançou outros álbuns icônicos, como Cause of Death (1990) e The End Complete (1992), solidificando seu legado na história do metal extremo. Com algumas mudanças na formação e pausas ao longo das décadas, o Obituary continuou a lançar álbuns e a realizar turnês, mantendo-se relevante e influente dentro do gênero. A banda é celebrada por sua capacidade de misturar técnica e agressividade, mantendo sempre uma sonoridade pesada e única. Até hoje, o Obituary segue sendo uma das bandas mais respeitadas do death metal, com uma carreira que atravessa gerações e continua a impactar novos fãs do gênero. A banda lançou 11 álbuns de estúdio durante a carreira, sendo o mais recente deles, Dying of Everything, de 2023, que mantém a sonoridade característica forjada durante as décadas. O Obituary contabiliza mais de 300 mil ouvintes mensais apenas no Spotify, sendo uma das bandas de death metal mais ouvidas do mundo. Fotos: Divulgação