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COLUNA DO JUK

Charmoniks Heuer:  “NR-1,  Um Novo Olhar para as Relações de Trabalho”

“A NR-1 não veio para punir. Veio para despertar”, enfatiza  Charmoniks Heuer, Coordenadora Comitê de RH APRAS

 

 

A evolução da    Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1)  a segurança do trabalho no Brasil, deixando de ser um preenchimento burocrático de papéis em 1978 para se tornar uma gestão ativa, preventiva e focada na saúde integral do trabalhador. E a determinação central é que a fiscalização da NR-1 se tornou oficialmente punitiva no dia 26 de maio de 2026.

Para dar início ao entendimento deste tema, onde inclusão da saúde mental no radar da fiscalização trabalhista gerou uma corrida contra o tempo no ambiente corporativo, o espaço BUSINESS WOMAN, do jornal Diário Indústria e Comércio, inicia uma série de entrevistas com especialistas na área de recursos humanos.

Acompanhe o que Charmoniks Heuer, Head de RH Grupo Zonta , VP Deliberativa ABRH-PR e Coordenadora Comitê de RH APRAS (Associação Paranaense de Supermercado) comenta,  em suas palestras,  sobre o assunto.

“Por muito tempo, falar sobre saúde no ambiente corporativo significava apenas olhar para riscos físicos. Hoje, o cenário mudou. A atualização da NR-1 chega trazendo um alerta importante: precisamos olhar também para os riscos psicossociais dentro das empresas. Mas esse tema precisa ser tratado com maturidade”, salienta Charmoniks Heuer.

E enfatiza :”Sim, as empresas precisam desenvolver um olhar mais humano. Precisam entender que pressão excessiva, ambientes tóxicos, falta de comunicação, desrespeito e lideranças despreparadas impactam diretamente a saúde emocional das pessoas. Ignorar isso não é mais uma opção. Porém, também precisamos ter cautela.”

Mais adiante a especialista enfatiza que “Não podemos transformar toda dificuldade emocional em responsabilidade exclusiva da empresa. O ambiente corporativo influencia, mas ele não é o único fator da vida de uma pessoa. Existem histórias, desafios pessoais, dores silenciosas e responsabilidades individuais que também fazem parte dessa equação. A NR-1 não deve ser vista como uma caça aos culpados. Ela deve ser encarada como um convite à consciência.”

Charmoniks Heuer salienta que “Para Empresas precisarão rever processos, fortalecer lideranças, criar ambientes mais seguros emocionalmente e investir em prevenção. Mas os colaboradores também precisarão compreender limites, respeitar regras, desenvolver diálogo e assumir responsabilidade sobre suas atitudes dentro das equipes. Relações saudáveis exigem compromisso dos dois lados.”

Segundo ela, “Estamos entrando em uma nova era do trabalho, onde produtividade não pode caminhar separada da saúde emocional. Mas também não podemos criar uma cultura onde tudo se torna acusação, medo ou insegurança jurídica. O equilíbrio será a palavra-chave.”

E finaliza: “A empresa que não olhar para pessoas ficará para trás. Mas também precisamos lembrar que organizações são feitas por seres humanos — e seres humanos erram, aprendem, evoluem e precisam construir juntos ambientes mais saudáveis. A NR-1 não veio para punir. Veio para despertar. E talvez o maior desafio não seja apenas cumprir uma norma, mas aprender, finalmente, a humanizar relações sem perder responsabilidade, limites e bom senso.”

 

 

Copa do Mundo dobra procura por seguro de TV

“Hoje, o seguro deixa de ser visto como algo opcional e passa a integrar a jornada de compra”, afirma Tatiany Martins, vice-presidente da Pitzi no Brasil

 

 

Com a aproximação da Copa do Mundo, o mercado de televisores no Brasil projeta crescimento de 15% a 20% nas vendas, segundo a NielsenIQ, e junto com ele cresce um comportamento novo: o consumidor que compra uma TV premium e já contrata proteção no mesmo ato.

Na Pitzi, a procura por seguros de televisores mais que dobrou em um ano: o volume saltou de cerca de 14 mil unidades protegidas em 2024 para 33 mil em 2025, e 2026 já segue em ritmo acelerado. O produto representa hoje cerca de 85% do portfólio de inovação da insurtech, que conta com mais de 2,5 milhões de aparelhos protegidos no Brasil.

A Pitzi é uma startup brasileira de tecnologia (insurtech) especializada em planos de proteção e seguros para celulares e agora de TVs.  Atua   como uma intermediária digital, gerenciando contratos, sinistros e reparos de smartphones  e aparelhos de TVs em parceria com grandes seguradoras do mercado

“A contratação de proteção para TVs premium acompanha um consumidor mais atento ao investimento feito dentro de casa. Hoje, o seguro deixa de ser visto como algo opcional e passa a integrar a jornada de compra”, afirma Tatiany Martins, vice-presidente da Pitzi no Brasil.

 

O movimento faz sentido num cenário em que TVs de alto padrão têm peças importadas e custos de reparo elevados. Mais do que proteção física contra danos ou roubos, o seguro funciona como mecanismo de previsibilidade financeira — evitando que um gasto inesperado comprometa o orçamento familiar. “A premissa central de uma insurtech é usar tecnologia e dados para reinventar a forma como seguros são criados e consumidos, tornando-os mais acessíveis, personalizados e eficientes”, completa Tatiany.

 

Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2026.

 

 

Em 2925, Lia Barros, de Curitiba, foi a vencedora nacional do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios (PSMN) na categoria Negócios Internacionais (Foto: Eduardo Pereira)

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2026, iniciativa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que reconhece e valoriza histórias inspiradoras de mulheres empreendedoras de todo o Brasil. Neste ano, uma das grandes novidades é a premiação em dinheiro para as vencedoras estaduais e nacionais da competição. As interessadas podem consultar o regulamento e se inscrever gratuitamente até o dia 19 de junho pelo site www.sebrae.com.br/subsites/premio-sebrae-mulher-de-negocios

O Prêmio Sebrae Mulher de Negócios é dividido em etapas que vão da inscrição à seleção das vencedoras nacionais. Após o cadastro gratuito, as candidatas passam por uma fase de validação, que verifica critérios como regularidade do negócio e envio completo das informações. Na sequência, são escolhidas representantes por estado em cada uma das cinco categorias: MEI, Pequenos Negócios (ME e EPP), Produtora Rural e Artesanato, Ciência e Tecnologia e Negócios Internacionais.

 

 

 

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