Projeto Papi, formado por Allan Furtado e DJ Fefo, apresenta a faixa “Santinha Pero No Mucho”, que veio acompanhada de videoclipe
Assista o clipe: https://www.youtube.com/watch?v=bVsjf7DO_JE&ab_channel=Papi
Os músicos e produtores Allan Furtado e o DJ Fefo anunciam o lançamento de sua primeira música de trabalho autoral. A dupla, que atua junto desde 2017, agora se prepara para uma nova jornada com o projeto Papi, apostando na combinação de ritmos latinos com o pop, o hip hop e o funk, resultando na faixa “Santinha Pero No Mucho”, que já está disponível nas plataformas digitais pela One rpm.
“Essa nossa primeira música de trabalho transmite um pouco da nossa energia no palco, já conhecida pelo público, trazendo todo o calor musical que o Brasil tem com direito a pitadas de funk e hip hop em um beat que não deixa ninguém parado”, diz Allan e Fefo sobre a música inédita, que traz influências de Pedro Sampaio, J Balvin, Stromae, entre outros.
A canção foi gravada no Click Audioworks, com mixagem e masterização por Paulo Bueno e produção musical de Joshua Medeiros. “Santinha Pero No Mucho”, que foi composta por Allan Furtado, Dj Fefo, Bruno Lima, Dani Zan, Jean Quevedo, Jowjow Vieira e Tiano, foi lançada junto com um videoclipe irreverente, dirigido por Marcelo Veron e João Guinho. A gravação ocorreu em pontos conhecidos de Curitiba, como o tradicional Karaokê Bar, na Al. Cabral, e no Bar do Preto, no Cristo Rei, com um roteiro divertido e que mostra a essência do Papi.
“Queremos divertir as pessoas e levar uma musicalidade democrática, com muita dança, entusiasmo, energia e carisma”, completa a dupla.
A experiência no cenário musical não é recente. Allan Furtado, que já é conhecido na cena musical local e nacional, foi um dos participantes do programa Superstar, da Rede Globo, em 2015, na época com a Banda Leash. Há 7 anos, o cantor e compositor se juntou ao DJ Fefo, outra figura com uma longa história musical, criando assim o “Funk Pero no Mucho”, com versões de sucessos conhecidos pelo público com uma levada que remete ao Funk, e uma agenda de shows em eventos como casamentos, formaturas e debutantes pelo país todo.
Agora, com o Papi, a dupla segue levando sua arte com músicas autorais aos palcos de todo o Brasil, com shows já confirmados para o ano de 2024. “Santinha Pero No Mucho” é o primeiro lançamento autoral de uma sequência de três singles, que serão disponibilizados ao longo dos próximos meses.
Acompanhe a dupla Papi no perfil oficial no Instagram (@escutepapi), Tik Tok (@escutepapi) ,no Spotify e pelo canal no Youtube.
Serviço:
Papi – Allan Furtado e Dj Fefo
Redes sociais oficiais: Instagram (@escutepapi) | Spotify | Youtube | Tik Tok
Videoclipe “Santinha Pero no Mucho”:
Ficha Ficha Técnica (Áudio)
Estúdio: Click Audioworks
Produção Musical: Joshua Medeiros
Mixagem & Masterização: Paulo Bueno
Intérprete: PAPI
Compositores: Allan Furtado, Bruno Lima, Dani Zan, Dj Fefo, Jean Quevedo, Jow jow Vieira e Tiano.
Ficha Técnica (Vídeoclipe)
Diretores: Marcelo Veron & João Guinho
Produtores: André Bronx & Ricardo Estevão
1º Assistente de Câmera: Juliano Iskandar
Assistente Geral: Lucas Ueda
Elenco: Tay Stofella (Santinha) & Rodrigo Fowolski (Bartender)
Participações Especiais: Ariel Mujica & Jorge Mujica
Figurino: Sabrina Marques
Catering: Fernanda Linzmeyer Robassa
Coreografia: Jennyfer Loren
Ballet: Jennyfer Loren & Karolina Dal Degan
Equipamentos: BackBros
Locação: Karaokê Bar & Bar do Preto (Depósito)
Produção: Polaris Filmes & BRX

8M: Brasil registra recorde de feminicídios em 2025 e início de 2026 mantém quadro preocupante
Alta nos casos e avanço de julgamentos expõem limites na resposta do Estado aos casos de violência contra mulheres, avalia criminalista O Brasil fechou 2025 com o maior número de feminicídios desde a tipificação do crime, em 2015. Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam que 1.470 mulheres foram assassinadas por motivo de gênero no ano passado. A média é de quatro mortes por dia. No Judiciário, os processos também avançaram. O Conselho Nacional de Justiça registrou aumento de 17% nos julgamentos relacionados ao crime em 2025, somando mais de 15,4 mil decisões ao longo do ano, cerca de 42 por dia. Os primeiros dados de 2026 mostram que o cenário segue preocupante. No Rio Grande do Sul, por exemplo, levantamentos iniciais apontam crescimento dos casos na comparação com o mesmo período do ano anterior. Para o advogado criminalista Vinicios Cardozo, os números deixam claro que o país ainda falha em interromper o ciclo de violência antes que ele alcance o desfecho mais grave. “O feminicídio quase sempre é precedido por agressões físicas, psicológicas e descumprimento de medidas protetivas. São sinais que, se enfrentados com rapidez e articulação, podem evitar a escalada da violência”, afirma. Embora o Brasil tenha legislação considerada robusta, como a Lei Maria da Penha e a tipificação específica do feminicídio pela Lei nº 13.104/2015, o especialista ressalta que a existência da norma não garante proteção efetiva. “A lei é essencial, mas precisa funcionar na prática. Isso passa por fiscalização rigorosa das medidas protetivas, integração entre as forças de segurança e resposta imediata diante de qualquer violação”, detalha o advogado. Cardozo pondera que o debate também envolve responsabilidade no uso dos instrumentos de proteção. “É fundamental combater a violência de gênero com firmeza, mas também preservar a correta aplicação da lei. As denúncias devem ser feitas com seriedade, distinguindo situações reais de violência de conflitos que não se enquadram nesse contexto. A banalização enfraquece mecanismos que são vitais”, explica o especialista. Segundo o criminalista, a credibilidade do sistema está diretamente ligada à consistência das informações apresentadas. “Denúncias falsas comprometem a confiança nas instituições e desviam recursos que poderiam estar direcionados a casos de risco concreto. Isso acaba prejudicando justamente quem mais precisa de proteção. É um tema delicado, que exige responsabilidade e análise cuidadosa”, ressalta. Além dos homicídios consumados, o país mantém índices elevados de tentativas de feminicídio e de outras formas de violência contra a mulher. Para o criminalista, a resposta estatal precisa ir além da punição. “O enfrentamento começa no primeiro registro de ocorrência e exige acompanhamento contínuo das medidas protetivas, além do fortalecimento das redes de apoio. Sem prevenção estruturada, o sistema continuará agindo depois que a violência já produziu seus efeitos mais graves”, conclui Cardozo. Crédito Foto: Marcelo Camargo – Agência Brasil

Hotel SURYAA fortalece tendência de “staycation” com experiência imersiva de bem-estar em Curitiba
Evento AUREAA propõe yoga, meditação e sunset experience no rooftop do hotel, conectando movimento, presença e reconexão sensorial O conceito de staycation – viagens curtas com experiência completa sem sair da própria cidade – tem ganhado força nos grandes centros urbanos, impulsionado por um público que busca desacelerar sem enfrentar longos deslocamentos. Em meio a rotinas cada vez mais intensas, cresce a procura por experiências de wellness, silêncio e conexão, capazes de transformar algumas horas em uma pausa real. Em Curitiba, esse movimento encontra eco no Hotel SURYAA Curio Collection by Hilton, que realiza, no dia 14 de março, o AUREAA – uma experiência criada para conectar os cinco sentidos em um encontro que une movimento, presença e contemplação. Com início às 16h, o evento acontece no rooftop do Hotel SURYAA Curio Collection by Hilton, em um cenário que combina vista privilegiada e atmosfera intimista. A programação começa com aula de yoga, seguida por prática de meditação guiada, aprofundando o convite à reconexão com o agora. Os tapetes serão disponibilizados pelo hotel, e a curadoria olfativa com velas e práticas de aromaterapia da By Nomads. Na sequência, o público participa da Sunset Experience, com 5 opções de coquetel volante, de um menu personalizado para o evento e bebidas não alcoólicas disponíveis, DJ set com duração de duas horas e degustação de vinhos e salada de frutas em parceria com o Soho Empório, que também realiza venda de produtos no local. Idealizado e organizado pela Outcast Creative, agência curitibana especializada em branding, criação de conteúdo e posicionamento digital, o AUREAA nasce como proposta de experiência imersiva que conecta bem-estar, estética e presença. A escolha do rooftop do SURYAA como cenário reforça o conceito de staycation como prática urbana contemporânea, em que a pausa se torna destino. Os ingressos são abertos ao público, mediante inscrição prévia, com valores a partir de R$ 169, disponíveis na plataforma Sympla. Serviço Evento: AUREAA: Um convite para desacelerar e sentir Data: 14 de março de 2026 Horário: a partir das 16h Local: Rooftop do Hotel SURYAA Curio Collection by Hilton Ingressos: a partir de R$ 169 Vendas: Sympla

Dia da Mulher no programa Samba de Bamba
O programa de Samba de Bamba, produzido e apresentado pelo jornalista Rodrigo Browne, vai celebrar o Dia Internacional da Mulher no próximo domingo (08), com um depoimento exclusivo do sambista Martinho da Vila que vai escolher oito sambas com intérpretes femininas. A participação do músico faz parte das comemorações de 30 anos do programa, o mais antigo do Sul do país e que foi eleito em 2023 “O Melhor Programa de Rádio do Brasil”. O Samba de Bamba será transmitido a partir do meio-dia, na Paraná Educativa FM e pode ser sintonizado no rádio na frequência 97.1 MHz ou em tempo real pelo link: www.comunicacao.pr.gov.br/radio-ao-vivo. Na primeira parte do programa Browne vai apresentar sambas compostos ou interpretados por Martinho da Vila que exaltam o amor e as mulheres. Na segunda parte, ele reapresenta o quadro “O Bamba Escolhe”, quando Martinho da Vila selecionou oito mulheres que representam a força feminina do samba. Estão lá: Simone, Clara Nunes. Elizeth Cardoso, Leci Brandão, Clementina de Jesus, Alcione, Dona Ivone Lara e Beth Carvalho. “Essa é uma das lembranças mais marcantes da história do Samba de Bamba. Um depoimento histórico que é um prazer dividir com o público mais uma vez”, considera o produtor. Criado em 1996, o programa Samba de Bamba tornou-se uma das principais vitrines para o samba de raiz no rádio brasileiro e é hoje um dos programas mais longevos do país dedicados exclusivamente ao gênero. Eleito, em 2023, pelo Prêmio Profissionais da Música “O Melhor Programa de Rádio do Brasil” , o Samba de Bamba tem produção e apresentação de Rodrigo Browne e edição e montagem de Joaci Santos. Serviço: Samba de Bamba do Dia da Mulher Participação especial: Martinho da Vila Domingo, dia 8 de março, ao meio-dia na Paraná Educativa FM (97.1 MHz). Para ouvir em tempo real pelo link: www.comunicacao.pr.gov.br/radio-ao-vivo Mais informações pelo WhatsApp (41) 9 8482-4717 Instagram: @sambadebambaoficial Os oito sambas escolhidos por Martinho da Vila foram: Beija-me, Beija-me (Martinho da Vila) – Simone Morena de Angola (Chico Buarque) – Clara Nunes Feitiço da Vila (Noel Rosa) – Elizeth Cardoso Testamento de Partideiro (Candeia) – Leci Brandão Assim não Zambi (Martinho da Vila) – Clementina de Jesus Poder da Criação (João Nogueira/Paulo César Pinheiro) – Alcione Sorriso Negro (Dona Ivone Lara/ Délcio Carvalho) – Dona Ivone Lara Enamorada do Sambão (Martinho da Vila) – Beth Carvalho Foto Rodrigo Browne com Martinho da Vila – Crédito: Bárbara Magalhães

No Mês da Mulher, fique por dentro das peças que contam histórias femininas e estarão em cartaz no Festival de Curitiba
A seleção conta com espetáculos da Mostra Lúcia Camargo e da Mostra Fringe, algumas com entrada gratuita Quem acompanha o noticiário sabe que os jornais têm sido obrigados a dedicar cada vez mais tempo e espaço a matérias que tratam dos abusos e ataques sofridos pelas mulheres no Brasil. O assunto é tão candente que a última pesquisa AtlasIntel mostrou que a violência contra a mulher e o feminicídio são um dos temas que mais preocupam a população brasileira, à frente de saúde e educação, e atrás apenas da corrupção, da criminalidade e da economia. O teatro, por sua vez, tem buscado cada vez mais fazer um contraponto a essa escalada de selvageria, usando a arte e os palcos para denunciar a barbárie de ontem e de hoje. A seguir, preparamos uma lista com espetáculos de temática feminina que estarão em cartaz na capital paranaense de 30 de março a 12 de abril, na programação do Festival de Curitiba. Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física do Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico). Veja: NA MOSTRA LUCIA CAMARGO “A Bailarina Fantasma” Dias 6 e 7 de abril, às 20h30, no Teatro Cleon Jacques A peça-instalação foi criada a partir da icônica e polêmica escultura francesa “A Bailarina de 14 anos”, do escultor Edgar Degas, em fricção com os relatos autobiográficos da bailarina brasileira Verônica Santos. Com encenação e instalação cênica de Wagner Antônio e dramaturgia inédita de Dione Carlos, o espetáculo revela um corpo fraturado por violências físicas e simbólicas e também por tentativas de apagamento da visibilidade de uma bailarina clássica negra. A obra propõe uma espacialidade imersiva onde a performer e a dramaturga ritualizam um diálogo íntimo e, diante do público, elaboram um plano de vingança. Indicada ao Prêmio Shell de Teatro, ao Prêmio APCA de Melhor Espetáculo e Intérprete e vencedora da categoria Melhor Espetáculo do Prêmio Denilto Gomes de Dança. “Bailarinas Incendiadas” Dias 9 e 10 de abril, às 20h30, no Teatro Cleon Jacques A música toca no palco e a plateia dança, hipnotizada, enquanto cinco artistas narram histórias de eventos sombrios ocorridos em meados do século 19. São histórias de bailarinas queimadas vivas pelas lâmpadas a gás usadas nos teatros da época. Será verdade? Bailarinas incineradas por lâmpadas a gás? Espetáculo de grande sucesso internacional e de crítica, baseado na pesquisa documental de Ignacio Gonzáles, especialista em história da dança. “Mulher em Fuga” Dia 11 de abril, às 20h30, e dia 12 de abril, às 19 horas, no Guairinha A narrativa acompanha Monique, mãe de Édouard Louis, em diferentes momentos de sua vida: os casamentos marcados pela violência, a criação solitária dos filhos, a reconstrução de sua trajetória e, por fim, a busca por uma vida independente. Ao narrar a libertação da mãe, o autor transforma uma história íntima em um gesto político, revelando as estruturas sociais que silenciam e subjugam mulheres da classe trabalhadora. Com Malu Galli – a Celina, de “Vale Tudo” – e Tiago Martelli. “Reparação” Dias 31 de março e 01 de abril, às 20h30, no SESC da Esquina Baseada em um caso real ocorrido no interior de São Paulo nos anos 80, a peça combina depoimentos, ficção e drama para reconstruir um episódio de violência e suas reverberações ao longo do tempo. O autor entrevistou moradores e pessoas ligadas à história, preservando suas vozes em transcrições fiéis, que se entrelaçam com cenas ficcionais. A narrativa acompanha a trajetória de uma jovem violentada por dois colegas de escola, que, após engravidar, é obrigada pela família a deixar a cidade para ter o filho em outro lugar. Seis anos depois, ela retorna com a criança para apresentá-la ao pai. O reencontro coloca em choque passado e presente, oscilando entre desfecho trágico e possibilidade de reparação. NA MOSTRA FRINGE “Chica da Silva – A Imperatriz das Minas” (gratuito) Dia 02 de abril, às 15h30, na Praça Santos Andrade Dia 03 de abril, às 16 horas, no Bebedouro do Largo da Ordem Dia 04 de abril, às 11 horas, no Circo da Cidade, Boqueirão O espetáculo retrata a vida e resistência de Francisca da Silva de Oliveira, a célebre Chica da Silva, uma mulher negra que rompeu as correntes da escravidão no Brasil colonial para afirmar seu lugar no mundo. No ano de sua morte, Chica retorna para revisitar suas memórias, lutas e desilusões, interseccionando passado e presente em uma reflexão sobre as marcas inapagáveis deixadas pela opressão. Da corda bamba onde equilibra sua trajetória até o “trono” que construiu com coragem, Chica se torna um símbolo de luta, transformando dor em liberdade e inspirando gerações com seu legado de coragem e resistência. “Golpes no Ventre” Dia 02 de abril, às 19 horas, no Teatro Novelas Curitibanas A história de Bárbara, uma mulher preta imersa no útero da sua mãe e que precisa tomar uma importante decisão sobre o seu próprio nascimento, diante das histórias que sua mãe lhe conta, no período da sua gestação. “Filipa” Dia 03 de abril, às 19 horas, no Teatro Novelas Curitibanas A trajetória singular e apaixonante de Filipa de Souza, personagem histórica condenada no século 16 pela Inquisição da Bahia sob a acusação de “sodomia”. Filipa assume que se relacionou, afetiva e sexualmente, com diversas mulheres e arca com as consequências de sua coragem. “12 horas” (gratuito) Dia 04 de abril, às 16 horas, no Teatro Novelas Curitibanas O relato cru de um acontecimento real e comum: o que acontece quando uma mulher chega no hospital sofrendo um aborto? O silêncio social, as violências, as opiniões controversas e temas relativos às discussões trazidas pela PL 1904 são abordados nesse exercício performático, baseado em autonarrativas, em memórias e sonhos da autora. “Isto Não é Uma Mulata” Dia 04 de abril, às 19 horas, no Teatro Novelas Curitibanas Um solo que transita entre o teatro e a performance, compondo uma espécie de manifesto estético sobre a representação da mulher negra. A invisibilidade, a visibilidade reduzida,

Últimos ingressos para IL VOLO no Positivo
Fenômeno da música internacional, o trio italiano IL VOLO volta a Curitiba no próximo dia 17 de março, terça-feira, às 21 horas, com a turnê mundial WORLD TOUR 2026/2027. A única apresentação acontece no Teatro Positivo – Grande Auditório (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Universidade Positivo). Na ocasião o trio italiano formado Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble vai apresentar para o público as canções “Grande Amore”, “O Sole Mio”, “História de um Amor”, “Volare”, “Granada” e algumas árias de ópera como “Nessun Dorma”, todas em arranjos especiais acompanhados pela Orquestra Sinfônica Villa Lobos. Os últimos ingressos para esse espetáculo estão à venda pelo site do Disk Ingressos. A nova turnê sintetiza a essência artística do IL VOLO, e vai apresentar os maiores sucessos do trio, grandes clássicos da tradição operística e da música pop internacional, além das canções que marcaram sua trajetória global. A WORLD TOUR 2026/2027 começou esse mês na Cidade do México, e vai percorrer alguns dos principais palcos do continente antes de chegar ao Brasil, em uma jornada que celebra a forte conexão entre Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble com o público da América Latina. SERVIÇO: IL VOLO WORLD TOUR 2026/2027 – Show com o trio italiano formado pelos cantores Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble. Terça-feira, dia 17 de março, às 21 horas, no Teatro Positivo – Grande Auditório (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Universidade Positivo). Duração: 90 minutos. Classificação indicativa: livre. Ingressos: SETOR AMARELO – R$800 (inteira) SETOR ROSA R$600 (inteira) SETOR LARANJA R$450 (inteira) + Taxa de Conveniência. Compras: Site do Disk Ingressos. Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller – de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20h Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h. Sábados das 17h às 21h; Família Pavê (Av. Pres. Arthur da Silva Bernardes, 938 – de Terça à Sábado das 09h às 19h. Não serão aceitos cheques.

Espetáculo mistura ópera e teatro para celebrar herança cultural africana e combater preconceito
*Todas as sessões contarão com intérprete de libras Canto lírico, teatro, música erudita, canções populares, raízes africanas e gritos de resistência contra o racismo se encontram em um só palco no espetáculo “Ópera Presença Lírica Africana”, que ganha estreia em Curitiba. Numa curta temporada na Capela Santa Maria, de 11 a 14 de março, a nova montagem da Companhia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo reúne dois atores e três cantores. O elenco traz como convidado especial uma das maiores vozes do canto lírico mundial em atividade, o premiado barítono David Marcondes, do Teatro Municipal de São Paulo. A entrada é franca. Com direção musical de Paulo Barato e direção cênica de Isidoro Diniz e Cesar de Almeida, o espetáculo narra a saga da cultura africana no Brasil e sua importância para a formação do país. Para isso, traz um repertório com músicas eruditas e populares – de Chiquinha Gonzaga e Caetano Veloso até Villa-Lobos e Hekel Tavares – mesclado ainda com encenações teatrais contemporâneas, inspiradas nos contextos históricos da colonização e na musicalidade do povo brasileiro. A soprano Milena Tupy e o barítono Paulo Barato completam o trio de cantores com David Marcondes, que é conhecido em Curitiba pelo grande sucesso da ópera “Anjo Negro”, apresentada em 2023 no Guairão, e já venceu diversos concursos internacionais na Europa. Eles cantam acompanhados pelo piano de Davi Sartori. A parte teatral reúne os atores Carlos Roberto Barbosa e Marcyo Luz. O projeto foi aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e Governo Federal. Combate ao racismo “Infelizmente, séculos depois, ainda é muito necessário combater o racismo e valorizar a presença cultural negra na construção da identidade brasileira. Os efeitos perversos dos quase 400 anos de escravidão continuam presentes, e um deles é justamente subvalorizar toda a grandiosidade da cultura que veio da África junto com os escravizados”, ressalta o diretor Isidoro Diniz, cuja carreira tem como uma de suas marcas a afirmação do protagonismo negro nas artes. “Nesta montagem, cuja linha mestra é a música, misturamos o erudito com o popular para reforçar a dimensão fundamental da negritude na verdadeira alma brasileira, com seu caráter de miscigenação cultural”. A estrutura do espetáculo traz blocos musicais intercalados pelas cenas teatrais. O repertório selecionado por Paulo Barato parte de obras clássicas para se misturar com canções populares e folclóricas, num sincretismo que sintetiza a própria essência brasileira, para terminar, de forma apoteótica, em Carnaval, com um samba-enredo, “Sankofa” (Sílvio Costa (Turco). Esta composição foi vencedora do Carnaval de Curitiba de 2025, com a escola Mocidade Azul. Tem inspiração no símbolo africano ancestral que traz uma ave voltando a cabeça para trás, fazendo alusão à importância de conhecer o passado para entender o presente. Miscigenação cultural “O repertório faz um tour pela formação musical brasileira, com canções eruditas que retratam a tragédia da escravidão e também o lado alegre e resistente dos negros, presentes em sua religiosidade e musicalidade, passando pelo popular e a mistura de ritmos europeus e africanos para a criação de novos estilos”, explica Paulo Barato. “Samba, maracatu, bossa novas, lundu e maxixe são alguns dos filhos desta mesma mãe que é a contribuição da cultura negra ao país”. A conversa entre teatro e música é costurada pelos atores, caracterizados com uma estética afrofuturista, como revela o codiretor cênico Cesar Almeida. “Eles fazem comentários sobre a invasão portuguesa no Brasil, colonização e escravidão, demonstrando a fundamental presença africana e negra na musicalidade e cultura do nosso povo, um legado ainda menosprezado”, completa Almeida. Repertório musical O repertório musical ganha vida em três blocos. O primeiro reverencia os indígenas, habitantes originários da terra invadida: “Um Índio” (Caetano Veloso), “Maru Upi” (canção tradicional Guarani) e “Nozani Ná” (harmonizada por Heitor Villa-Lobos a partir de registros dos índios Parecis feitos por Roquete Pinto no Mato Grosso). O segundo, traz: “Estrela é Lua Nova” (Heitor Villa-Lobos), “Estrela do Mar” (Marlos Nobre), “Cantilena” (Heitor Villa-Lobos) e “Xangô”, de Babi de Oliveira. A terceira parte musical vem como “Rei Congo” (Osvaldo França e Liz Monteiro), “Funeral D’um Rei Nagô” (Hekel Tavares), “Lua Branca” (Chiquinha Gonzaga) e “Invocação” (Hekel Tavares). A quarta e última é composta por: “Boi Bumbá” (Waldemar Henrique), “Eu Avistei” (Aurinha do Côco), “Aquarela do Brasil” (Ari Barroso) e “Sankofa”(Sílvio Costa (Turco), Samba “Enredo da Escola de Samba Mocidade Azul de 2025”. Contra o preconceito Para David Marcondes, afrodescendente que enfrentou preconceito e conseguiu conquistar o topo da carreira na ópera, uma das expressões culturais mais elitizadas, o espetáculo é um grande marco em sua carreira e no meio lírico brasileiro. “Estou extremamente honrado em participar de um projeto com um tema tão grandioso e importante, que é valorizar a presença cultural negra no país e o sincretismo entre erudito e popular. Será a primeira vez que canto um repertório inteiro com este tema – penso que é inédito na ópera”, conta David. “Os 350 anos de escravidão e seu legado foram eficazes em varrer para o esquecimento muita coisa da cultura negra. Até mesmo eu, que sou negro, aprendi muito com esta montagem sobre temas como a mitologia e as religiões ancestrais da África”. “Ópera Presença Lírica Africana”, com a Cia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo. Data: 11 a 14 de março de 2026 Local: Capela Santa Maria – Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro – Curitiba Horários: De 11 a 13 de março (quarta a sexta-feira), às 20h. Dia 14 de março (sábado), duas sessões, às 11h e às 18h30. Entrada: gratuita Todas as sessões contarão com intérprete de libras Foto capa: Paulo Barato, David Marcondes e Milena Tupy – foto Cauby Ross






