UniBrasil acolhe trajetórias de superação movidas pelo sonho do ensino superior 

Compartilhar

Facebook
WhatsApp
O diploma universitário ainda é o sonho para muitos brasileiros e foi esse objetivo que definiu as trajetórias de dois estudantes de cursos, idades e trajetórias distintos no UniBrasil
Entrar em uma universidade é, para muitos, um passo natural da juventude. Para outros, é um projeto que acontece em outras etapas da vida. No UniBrasil Centro Universitário, histórias assim frequentemente ganham forma. É o caso de Mário Cezar de Oliveira, de 71 anos, que está se formando em Direito após anos sonhando com esse momento. Também é o de Thiago André Camargo de Oliveira, estudante de Farmácia, que concilia jornadas de trabalho, transporte demorado e dificuldades financeiras para seguir adiante. Em comum, ambos têm a obstinação e o apoio da instituição, que acredita no poder da educação.
Mário já tem uma graduação em Matemática, mas nutria desde a infância o sonho de cursar Direito. Por muitos anos, esse desejo foi adiado por diversas questões, inclusive durante um período no qual foi professor de Matemática na rede pública. Agora, o desejo de infância é uma realidade. “Fazer uma faculdade de direito era um sonho de infância, de juventude, mas devido às questões da vida, não foi possível”, conta. Ao ser incentivado por uma das filhas a tentar uma segunda graduação, Mário descobriu no UniBrasil a oportunidade perfeita, já que a filha, Engenheira Civil, também resolveu fazer uma segunda graduação na instituição, em Pedagogia. “Para mim foi um deslumbre, uma maravilha, porque eu estou me formando naquilo que eu mais sonhava e eu não paro por aí, porque eu já estou me preparando para a OAB!”, diz.
Mais jovem, mas igualmente resiliente, Thiago é o primeiro da família a cursar o ensino superior. Morador de Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba, há dias em que ele leva até 1h30 para chegar ao campus e equilibra estudos com trabalhos informais. “Minha principal dificuldade foi conciliar a vida fora da faculdade com os estudos. Por vezes, teve um período recente que saía de casa de manhã para estudar, ia direto para o trabalho e chegava em casa às 23 horas, meia-noite. Então, eu acabei ficando com uma rotina muito, muito pesada, e nesse ponto que eu fiquei mais instável”, afirma. Mas, ele segue atrás do sonho de atuar com pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, e, quem sabe, validar o diploma fora do Brasil, em polos farmacêuticos como Alemanha e Suíça.
Foto – Divulgação UniBrasil

 

Quem acompanha de perto a trajetória de Thiago é a professora Adriana Christoff, coordenadora do curso de Farmácia. Apesar de ser exigente, de acordo com ela mesma, a sua postura em sala mudou ao conhecer mais profundamente a trajetória dos alunos. “Conhecer essas histórias me fez me tornar um pouco diferente no dia a dia. Muitos anos atrás eu tinha uma visão mais fechada. Eu preciso ser exigente, mas a gente começa a entender que existe um outro lado, eu acho que a palavra aqui é empatia. Eu comecei a demonstrar, a sentir empatia pelo meu aluno e faço o meu melhor para direcioná-lo”, relata. Segundo ela, professores também exercem um papel de inspiração, sendo muitas vezes o principal apoio emocional dos estudantes.
Além das questões econômicas e da rotina desgastante, muitos alunos também enfrentam desafios emocionais e até de saúde mental. Adriana destaca que não é raro identificar casos de ansiedade, crises de pânico e esgotamento entre os jovens. “A gente muitas vezes precisa ir atrás, porque nem sempre o aluno vai te trazer essas demandas, porque tem vergonha ou fica constrangido. Às vezes ele acha que o professor não está nem aí. E ele tem essa visão porque o professor não se aproxima do aluno, então eu tenho que ter essa percepção”, explica. A escuta ativa e a empatia, segundo ela, são ferramentas tão importantes quanto o conteúdo.
No caso de Thiago, foi exatamente essa sensibilidade docente que o manteve firme. Ele conta que, em um dos momentos mais difíceis, foi a professora Adriana quem enxergou o que ele mesmo não via mais. “Eu tive momentos muito difíceis, momentos que eu pensei em abandonar a graduação, tive problemas de reprovação por não conseguir dar conta de toda essa carga. Mas eu fui descobrindo apoios à minha volta. Dentro do curso mesmo, a nossa coordenadora [Adriana] foi quem notou as minhas dificuldades, ela viu um potencial em mim que eu já não enxergava mais e me deu um apoio muito grande para continuar no meu sonho e reativar aquela chama que por um momento acabou ficando apagada.”, reconhece o estudante.
Para Mário, a história é parecida. Ele conta que o apoio da instituição e o respeito dos professores fizeram toda a diferença. Agora, ele se prepara para o exame da OAB e pensa em atuar como consultor, ajudando pessoas que necessitam de apoio jurídico, principalmente as mais carentes. “De acordo com as minhas prerrogativas de vida, quero fazer algo em prol de pessoas que tenham necessidade e poucas possibilidades. Então, existe essa parte e eu também penso bastante em ajudar alguém menos favorecido, essa é a minha ideia.”, afirma.
As trajetórias de Mário e Thiago refletem o impacto transformador da educação quando aliada a um ambiente acolhedor e sensível. Mais do que alunos, são vidas inteiras sendo transformadas a partir do conhecimento.
Foto capa: Arquivo pessoal Thiago Oliveira

Compartilhar

Facebook
WhatsApp