A nova geografia do morar: por que cidades próximas às capitais estão em alta

Cada vez mais, moradores deixam os grandes centros urbanos em direção a cidades próximas às capitais, em um movimento que combina praticidade, bem-estar e conexão com a natureza A busca por qualidade de vida tem redesenhado o mapa do mercado imobiliário brasileiro. Cada vez mais, moradores deixam os grandes centros urbanos em direção a cidades próximas às capitais, em um movimento que combina praticidade, bem-estar e conexão com a natureza. Esse comportamento não é apenas uma tendência percebida, ele é sustentado por dados recentes do setor. Em 2025, o segmento de alto padrão foi o que apresentou maior crescimento no mercado imobiliário brasileiro, com destaque justamente para empreendimentos localizados fora dos grandes centros tradicionais, evidenciando um processo de descentralização e valorização de novas regiões. Esse novo comportamento impulsiona o crescimento de condomínios horizontais e loteamentos de alto padrão, que oferecem terrenos amplos, menor densidade populacional e infraestrutura completa. Esses empreendimentos passam a representar uma alternativa equilibrada entre o urbano e o natural, atendendo a uma demanda crescente por moradias mais saudáveis e funcionais. Na Região Metropolitana de Curitiba, esse movimento pode ser observado em cidades como Quatro Barras, que têm atraído novos moradores justamente por reunir atributos como áreas verdes preservadas, tranquilidade e fácil acesso à capital. É nesse contexto que se destaca o Condomínio Fazenda Bayer, um exemplo claro dessa nova geografia do morar. Localizado a poucos minutos de Curitiba, o empreendimento combina infraestrutura de alto padrão com integração ao meio ambiente, oferecendo uma proposta de vida que privilegia o bem-estar. “Esse movimento revela três mudanças importantes: a descentralização dos investimentos, a valorização de áreas fora do eixo tradicional e uma maior liquidez em regiões antes consideradas secundárias”, analisa Vanessa Guimarães, gerente comercial do Condomínio Fazenda Bayer, localizado em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. “Na prática, isso se traduz em uma mudança no perfil do comprador. Mais do que localização central, fatores como espaço, segurança, contato com a natureza e qualidade de vida passaram a ter peso decisivo na escolha do imóvel. Ao mesmo tempo, a consolidação do trabalho híbrido e novas dinâmicas de rotina reduziram a necessidade de viver nos grandes centros, abrindo espaço para cidades do entorno ganharem protagonismo”, corrobora o sócio-diretor do empreendimento, Flávio Klutchcovsky. Com mais de 1,2 milhão de metros quadrados de área total, incluindo extensas áreas de preservação ambiental, o Condomínio Fazenda Bayer proporciona uma experiência diferenciada: viver cercado pela natureza, com vista para a Serra do Mar e para a represa do Iraí, sem abrir mão da conveniência urbana. Além dos lotes amplos e da baixa densidade, o projeto conta com estrutura completa de lazer e convivência, reforçando a tendência de empreendimentos que funcionam como verdadeiros refúgios residenciais, onde é possível trabalhar, viver e cuidar da saúde em um mesmo espaço. O avanço desse modelo indica uma transformação estrutural no mercado imobiliário brasileiro. Mais do que uma escolha pontual, morar fora dos grandes centros passa a representar uma decisão estratégica, que une qualidade de vida, valorização patrimonial e conexão com o meio ambiente. O o Condomínio Fazenda Bayer oferece 252 lotes residenciais com áreas entre 2 000 m² e 3 500 m², espalhados por vias asfaltadas e arborizadas com mais de 10 km de extensão, além de infraestrutura completa que inclui portaria com segurança 24 horas, ClubHouse com piscina adulta e infantil, salão de festas, espaço gourmet, playground, quadras esportivas, campo de futebol, trilhas de caminhada e áreas de convivência. Para mais informações, acesse o site (https://fazendabayer.com.br/) ou siga o Condomínio Fazenda Bayer no Instagram (@fazendabayer).
Grandes nomes da cena nacional da música eletrônica marcam presença no WDF 2026

Artistas brasileiros ganham protagonismo em um line-up diverso e reforçam a força do Brasil na música eletrônica global O Warung Day Festival 2026 reafirma seu compromisso com a valorização da música eletrônica brasileira ao destacar, em seu line-up, alguns dos principais nomes da cena nacional. Em meio a grandes atrações internacionais, os artistas brasileiros ocupam papel central na construção da identidade do festival, mostrando a força, diversidade e sofisticação do país no cenário global. Ao todo, o evento reúne talentos que transitam por diferentes vertentes da música eletrônica, do house ao techno, passando por sonoridades melódicas, orgânicas e experimentais. Entre os destaques estão nomes já consolidados e também artistas em ascensão, que vêm conquistando espaço em clubes e festivais ao redor do mundo. Entre os representantes brasileiros confirmados estão Bhaskar, um dos DJs mais populares do país e presença frequente em grandes festivais internacionais; Eli Iwasa, referência na cena underground e uma das artistas mais respeitadas do Brasil; e o duo Ruback, conhecido por suas produções autorais e presença constante nos charts globais. O line-up nacional também conta com artistas que representam a nova geração da música eletrônica brasileira, como Beltran, Fran Bortolossi, Malive, Zac, Rod Brito, Blancah e Neoclassic, nomes que vêm se destacando por suas identidades sonoras únicas e crescente projeção internacional. A 11ª edição do Warung Day Festival acontece no dia 2 de maio de 2026, reunindo 21 atrações nacionais e internacionais em três palcos distribuídos entre a Pedreira Paulo Leminski e a Ópera de Arame, dois dos espaços culturais mais emblemáticos de Curitiba. Ao longo de mais de 12 horas de programação, o público vivencia uma jornada imersiva que integra música, natureza e cenografia em uma experiência única. Além de Guy Gerber, o line-up conta com grandes nomes da cena eletrônica mundial, como Charlotte de Witte, Deep Dish, Enrico Sangiuliano, Guy J e Monolink, entre outros destaques. Confira a programação completa: Warung Stage 13h – Blancah b2b Neoclassic 14h30 – Ruback 16h – Enrico & Carmo & Badaro 18h – Desiree 20h – Monolink 22h – Guy Gerber Pedreira Stage 13h – Fran Bortolossi 15h – Malive 17h – Beltran 19h – Eli Iwasa 21h – Enrico Sangiuliano 23h – Charlotte de Witte Opera Stage 13h – Rod Brito 14h30 – Antonio Oliva 16h – Chambord 18h – Zac b2b Bhaskar 20h – Guy J 22h30 – Deep Dish Os ingressos estão disponíveis no site www.warungdayfestival.com e nas bilheteiras Blueticket e Ingresse. Mais informações nos perfis oficiais do evento nas redes sociais: @warung_dayfestival (Instagram) e @warungfestival (Facebook).
AUDIOVISUAL movimenta R$ 70 bi no país I evento discute os próximos passos do setor

Festival Inove Audiovisual SIAPAR 2026 coloca ESG e internacionalização no centro do debate do setor Evento gratuito em Curitiba reúne profissionais do audiovisual para discutir sustentabilidade, mercado e expansão internacional da produção paranaense Curitiba, abril de 2026 I Em um cenário de crescimento consistente da indústria audiovisual, o Festival Inove Audiovisual SIAPAR chega à sua terceira edição consolidado como um espaço de capacitação, articulação e desenvolvimento da indústria audiovisual paranaense. O evento será realizado nos dias 4 e 5 de maio, no Sebrae/PR, em Curitiba, com entrada gratuita mediante inscrição prévia. Promovido pelo SIAPAR (Sindicato da Indústria Audiovisual do Paraná) em parceria com o Sebrae/PR, o encontro reúne produtores, empresários, executivos, técnicos e criadores, com forte presença de pequenos negócios, que formam a base da cadeia produtiva no estado. Juntos, esses profissionais irão discutir os caminhos de desenvolvimento da indústria em um contexto de transformação tecnológica e expansão de mercado. Para 2026, o festival propõe um deslocamento importante no debate ao adotar o ESG (Environmental, Social and Governance) como eixo central, incorporando temas como sustentabilidade, governança, direitos autorais e relações de trabalho como pilares do setor. Segundo a presidente do SIAPAR, Jussara Locatelli, o momento exige maturidade do mercado: “O audiovisual brasileiro vive um ciclo de crescimento e visibilidade, mas isso precisa vir acompanhado de estrutura. Discutir a sustentabilidade do negócio, relações de trabalho, governança e direitos autorais é fundamental para que esse desenvolvimento seja consistente e competitivo no longo prazo.” Além da pauta ESG, o evento também reforça seu papel de ponte entre o mercado local e o cenário global. “Temos um setor potente, com capacidade de geração de renda e impacto econômico relevante, mas ainda precisamos avançar em organização e posicionamento estratégico. O Inove é um espaço para essa articulação entre empresas, instituições e políticas públicas”, completa Jussara. Destaques Dois momentos concentram parte importante da programação e refletem os eixos desta edição. No dia 4 de maio, o destaque é a participação da advogada Krishna Brunoni, que aborda a governança jurídica no audiovisual, tema cada vez mais central diante de um mercado que cresce em escala e complexidade. A discussão abordará contratos, direitos autorais e organização da cadeia de titularidade, pontos sensíveis para a viabilização, circulação e monetização das obras. Já no dia 5 de maio, outro destaque é a inserção internacional, com a presença da ApexBrasil e de nomes como Débora Ivanov, sócia da Gullane e ex-diretora da Ancine, e Erika Araújo, executiva com atuação em financiamento e coproduções. O painel amplia o debate sobre as oportunidades globais do audiovisual brasileiro em um momento em que o setor já movimenta R$ 70,2 bilhões na economia e sustenta mais de 600 mil empregos no país, com crescimento contínuo das exportações e das coproduções internacionais. A coordenadora de Turismo, Artesanato e Economia Criativa do Sebrae/PR, Patricia Albanez, destaca que o audiovisual tem um papel estratégico no desenvolvimento dos pequenos negócios e na dinamização da economia criativa no Estado. “O audiovisual é uma cadeia produtiva ampla, que vai muito além das telas e mobiliza uma rede diversa de micro e pequenos negócios criativos, gerando renda e oportunidades em diferentes setores da economia. Nesse ecossistema, os pequenos negócios são a base estruturante e precisam de espaços como este para acessar conhecimento, discutir tendências e se adaptar às transformações do mercado”, analisa. Outro ponto essencial é fortalecer o olhar empreendedor para a cultura, que é um ativo inesgotável. “Quando aliamos criatividade à gestão e à profissionalização, ampliamos o potencial competitivo dessas empresas e criamos novas oportunidades de crescimento para o setor”, destaca Albanez. Paraná como polo audiovisual Dados recentes da Agência Nacional de Cinema (Ancine) indicam que o Paraná já reúne centenas de agentes econômicos, formalizados ou não, no setor audiovisual, sinalizando um ambiente em expansão e com potencial de consolidação. Esse cenário aparece na programação do Festival Inove Audiovisual SIAPAR também a partir de exemplos práticos do mercado, como o telefilme Meu Avô Stanislau, que ilustra a articulação entre emissora nacional, afiliada regional e produtora independente. Participam das discussões nomes como Marcelo Dias Lopes, da RPC, e os produtores Guto Pasko e Andréia Kaláboa, trazendo uma leitura sobre a produção, circulação e alcance de obras audiovisuais. Complementando essa perspectiva, o evento apresenta os resultados de um estudo inédito sobre o posicionamento da indústria audiovisual do Paraná, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) em parceria com o Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), com execução da Filmhub Consultoria. O levantamento oferece uma análise estruturada do setor, mapeando perfil produtivo, dinâmica de mercado, oportunidades de crescimento e desafios enfrentados pelas empresas locais. “O processo de mapeamento das oportunidades e desafios do audiovisual no Paraná é um dos grandes ativos que possuímos para que o setor continue se desenvolvendo e atraindo e fomentando pequenas e grandes produções. É importante para que possamos seguir com passos firmes e segurança”, afirma Luiz Gustavo Vilela Teixeira, secretário executivo da PrFilm Commission/SEEC-PR. Alguns números do audiovisual no Brasil (dados extraídos do estudo “A contribuição econômica da indústria audiovisual no Brasil em 2024”, da Oxford Economics) R$ 70,2 bilhões foi o impacto total do setor audiovisual no PIB brasileiro em 2024 608.970 empregos são sustentados pela cadeia do audiovisual no país 121.840 empregos diretos estão ligados à produção, distribuição e exibição de conteúdo R$ 9,9 bilhões em impostos foram gerados pelo setor em todas as esferas de governo 3,5 vezes mais produtivo é o trabalhador do audiovisual em relação à média da economia brasileira Efeito multiplicador de 2,2 no PIB para cada R$ 1 gerado diretamente pelo setor, outros R$ 1,2 são movimentados na economia R$ 2,6 bilhões em exportações do audiovisual brasileiro em 2023, com crescimento contínuo da presença internacional Programação | Festival Inove Audiovisual SIAPAR 2026 4 de maio (segunda) | Produção regional e estrutura do setor 8h30 – Credenciamento 9h00 – 9h40 – Abertura institucional SIAPAR / Sebrae-PR 9h40 – 10h10 – Painel “Meu Avô Stanislau: bastidores e resultados de exibição de um telefilme entre Globo, RPC e GP7” Com: Marcelo Dias
Asagohan, o almoço para viver o momento no Ichigo Ichie

Aos sábados, a alta gastronomia japonesa do restaurante Ichigo Ichie também pode ser aproveitada no almoço. Exclusivamente neste dia da semana, a premiada casa abre do meio-dia às 15h, com seu menu que funde as tradições da cozinha fria clássica do Japão com influências asiáticas nos pratos quentes. Reservas podem ser feitas pelo WhatsApp: (41) 99896-4928. O Asagohan, como o restaurante batizou seu almoço de sábado, foi lançado como um evento pontual, há um ano e meio. Fez tanto sucesso com o público que entrou para a programação fixa do Ichigo Ichie, virando tradição. A proposta, como conta o chef Ronaldo Fogaça, é valorizar momentos que merecem ser vividos intensamente e sem pressa. “Oferecemos o cardápio à la carte completo e também o menu degustação Omakase, ambos consagrados no período da noite”, explica. “Assim, o almoço de sábado se encaixa muito bem na filosofia que deu nome e inspirou o conceito do restaurante. Ichigo Ichie é um convite a viver o presente intensamente, pois ele nunca se repete da mesma forma.” Gastronomia reconhecida Eleito entre os melhores restaurantes do país pela revista Exame Casual já em seu primeiro ano de vida – em 2025, ficou na 18ª posição e foi o japonês mais bem colocado na lista –, o Ichigo Ichie também conquistou as maiores premiações locais, Bom Gourmet e Top View. Para isso, apresenta uma gastronomia que promove encontros memoráveis entre ingredientes especiais, técnica apurada, serviço atento a todos os detalhes e um ambiente sofisticado e aconchegante. O cardápio valoriza ingredientes especiais, como atum bluefin espanhol, vieiras canadenses, centolla da Patagônia, peixe hamachi e a enguia de água doce (unagui), ambos do Japão, além de wagyu, foie gras e uma grande variedade de peixes nobres do litoral brasileiro. O cardápio traz desde cortes clássicos de sushis e sashimis até entradas, carpaccios, selados, tartares e pratos quentes. Já o menu Omakase, com sete passos, é a versão japonesa do menu ao estilo “confiance”, no qual o chef cria uma seleção de pratos com os ingredientes mais especiais do dia. Uma das mais autênticas experiências japonesas, custa R$ 670 por pessoa. Para completar a gastronomia do Ichigo, a casa também tem sobremesas assinadas pela Pastry Lab, criadas especificamente para o Ichigo. Asagohan – Almoço de sábado no Ichigo Ichie Todos os sábados, do meio-dia às 15h. Endereço: Avenida Sete de Setembro, 5970 – Seminário. Reservas pelo WhatsApp: 41 9896-4928 Instagram: www.instagram.com/ichigocuritiba/ Foto capa: chef Ronaldo Fogaca – foto Kauana Bechtloff
Coluna do JUK – CAPITAL & NEGÓCIOS

Poetas, em Curitiba, lançam obras em clima do Dia Mundial do Livro Em um ambiente de comemoração ao Dia Mundial do Livro, em 23 de abril , os poetas e Diretores do Sindicato dos Escritores do Brasil (Sinebras) Thadeu Wojciechowski (da Academia Paranaense de Letras), Sergio Viralobos, Marcos Prado e Mônica Berger, lançaram seus livros em solenidade muito prestigiada na Biblioteca Pública do Paraná na quarta-feira (22 de abril). O dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro, é uma data escolhida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para celebrar o livro, incentivar a leitura, homenagear autores e refletir sobre seus direitos legais. A data comemorativa é simbólica e tem origem na história da literatura mundial. Foi no dia 23 de abril que morreram três grandes escritores: o inglês William Shakespeare, o espanhol Miguel de Cervantes e o peruano Inca Garcilaso de La Vega. O Sinebras presidido pelo jornalista e escritor Jorge Bernadi (autor de mais de 20 obras de literatura, histórias em quadrinhos e livros acadêmicos), foi criado, em Curitiba, no dia 25 de Julho de 2025, com a participação de escritores de 15 estados brasileiros, além do Paraná, e de dois países, Estados Unidos e Paraguai. Os lançamentos ocorridos na quarta-feira (22 de abril) foram: “A Caverna dos Destinos Cruzados”, tendo como autores Monica Berger e Sérgio Viralobos. Já “Os Bêbados Amam Demais”, é do poeta Thadeu Wojciechowski e o “Livro Póstumo de Sergio Viralobos e Marcos Prado”, tem como autores Sergio Viralobos e Marcos Prado. A obra “A Caverna dos Destinos Cruzados”, é acompanhada do “Baralho Amor Fatit Tarot” desenhado exclusivamente por Leonardo Chioda , um libreto que serve para acompanhar a leitura do livro, segundo os autores. O jornalista Luiz Augusto Juk, que faz parte do grupo de sócios fundadores do Sinebras, é membro do Conselho Literário do referido sindicato, e acompanhou os lançamentos na Biblioteca Públicas. O jornalista tem experiências em artigos publicados em revistas como na “Cartas a Curitiba III”, com o título de “Parece que Nasci a uns 300 anos Atrás!”, também colaborou na edição livro-reportagem “Boca Maldita de Curitiba´ – Reduto da Democracia” e faz parte, com um artigo, no livro “A Voz do Gesto”. Atualmente está preparando o lançamento do livro, contando sua trajetória profissional, com o título “Juk, Um Batucador de Letrinhas” bem como a história do seu saudoso pai, Miroslau Juk”, com o livro, “Indiana Juk, o Caçador das Causas Perdidas”. Baseado e dados obtidos em pesquisa (www.neoenergia.com) Juk cita que a história do livro é tão antiga quanto a história da escrita. Desde 6 mil anos atrás já surgiam os primeiros “protótipos” de livros. O que foi modificado, até o objeto livro que conhecemos hoje, foi o material e a técnica escolhida para grafar as letras do alfabeto a partir das inúmeras inovações. Ainda de acordo com os dados da mesma fonte, o jornalista Luiz Augusto Juk, lembra algumas curiosidades, como por exemplo de que a bíblia em latim foi o primeiro livro impresso no mundo, graças a invenção da imprensa pelo alemão Johannes Gutemberg. E também que “Dom Quixote” , de Miguel de Cervantes é o livro mais vendido da história, com aproximadamente 500 milhões de cópias vendidas. Diferenciais das empresas em negócios nichados Foto 4 – Luiz Fernando Carvalho: construção de um posicionamento mais consistente, baseado em especialização e credibilidade Como empresas focadas em públicos específicos transformam foco, método e experiência em vantagem competitiva. Em um mercado marcado pela ampliação da oferta e pela maturidade das estratégias de comunicação, destacam-se as marcas que definem com clareza o público-alvo e o problema que resolvem. Posicionamentos coerentes e especializados deixaram de ser apenas diferenciais e passaram a impulsionar crescimento e relevância. A rede Homenz, especializada em estética e saúde voltada ao público masculino, surgiu a partir da experiência do fundador e CEO da marca, Luiz Fernando Carvalho, ao identificar a dificuldade de homens encontrarem serviços preparados para atendê-los com clareza de informação, orientação profissional e acompanhamento adequado. Ao direcionar sua atuação exclusivamente a esse público, a empresa passou a estruturar processos, protocolos e comunicação alinhados às demandas específicas do consumidor masculino, reduzindo barreiras culturais e fortalecendo a confiança em um mercado historicamente pouco segmentado. O resultado foi a construção de um posicionamento mais consistente, baseado em especialização e credibilidade, em vez de amplitude. Outro exemplo vem do varejo de proximidade. O market4u, maior rede de mercados autônomos da América Latina, estruturou seu modelo de negócios a partir de um nicho bastante específico, o consumo cotidiano dentro de condomínios residenciais e comerciais. Há seis anos, em meio às mudanças de comportamento aceleradas pela pandemia, Eduardo Córdova, CEO e sócio-fundador da rede, identificou uma oportunidade de levar conveniência e autoatendimento para dentro dos condomínios, criando um formato de mercado enxuto, baseado em tecnologia e operação descentralizada por franqueados. Hoje, a empresa reúne mais de 2.500 unidades em operação em 180 cidades brasileiras. A especialização no consumo de proximidade permitiu desenvolver soluções mais aderentes à rotina dos moradores e escalar o modelo com eficiência, além de facilitar a leitura de comportamento do consumidor e orientar a evolução constante da operação. (crédito das fotos: @jukbusinessenews)
Do artesanato ao lucro: palestra mostra caminhos para faturar com turismo em Ponta Grossa

A palestra “Artesanato, cultura e geração de renda”, marcada para às 10h15 do dia 28/04, dentro do Fórum Empresarial Viva Campos Gerais, em Ponta Grossa, propõe uma mudança de visão sobre o setor. Mais do que expressão cultural, o artesanato é apresentado como uma ferramenta prática de desenvolvimento econômico e geração de renda. O encontro contará com a participação de Ana Paula Almeida Rocha Ohata, da Casa Transitória Fabiana de Jesus, e Micheli Introvini Turek, do Sou PG, que vão compartilhar experiências e caminhos para transformar o fazer artesanal em um produto estruturado, sustentável e com valor de mercado. A proposta da palestra é mostrar, de forma direta, como o artesanato e geração de renda no turismo podem caminhar juntos. O conteúdo aborda desde a valorização da identidade cultural até a criação de oportunidades concretas de negócio. Um dos destaques será o exemplo da Casa Transitória, que há décadas desenvolve ações voltadas à inclusão produtiva. Com atuação consolidada em Ponta Grossa, a instituição mantém um programa de geração de renda que promove não apenas melhoria financeira, mas também transformação social, autonomia e fortalecimento pessoal de mulheres atendidas. Segundo Ana Paula Almeida Rocha Ohata, o impacto do artesanato vai muito além do produto final. “O artesanato vai além da expressão cultural. Ele é uma ferramenta prática de desenvolvimento local, inclusão produtiva e fortalecimento econômico”, destaca. Ela reforça que o trabalho desenvolvido mostra como saberes tradicionais podem ganhar escala e valor de mercado. “Quando estruturamos o fazer artesanal, conseguimos transformar conhecimento em renda, autonomia e novas oportunidades para essas mulheres”, completa. A iniciativa evidencia como o artesanato pode se tornar instrumento de dignidade e reconstrução de trajetórias. ESTANDES MOSTRAM NA PRÁTICA COMO O ARTESANATO GERA RENDA Além do conteúdo da palestra, o evento contará com três estandes de exposição de artesanato durante os dois dias, permitindo ao público visualizar na prática como o setor pode gerar valor econômico. Um dos espaços será da Casa Transitória, que apresentará produtos desenvolvidos a partir do trabalho das mulheres atendidas pelo programa, evidenciando o impacto social e econômico da iniciativa. Outro destaque será o projeto Sou PG – Souvenir Criativo, iniciativa da Prefeitura de Ponta Grossa em parceria com o Sebrae/PR, que estimula a economia criativa local por meio da criação de produtos que representam a identidade turística da cidade. O projeto reúne artesãos, designers e pequenos produtores, fortalecendo o posicionamento de Ponta Grossa como destino turístico. Já a Casa do Artesão, localizada na região central da cidade, também estará presente com peças típicas produzidas com matérias-primas regionais, como sementes, palha e elementos naturais. O espaço é conhecido por valorizar a cultura local e oferecer produtos que traduzem a identidade dos Campos Gerais. TURISMO NÃO É GASTO, É NEGÓCIO Para empresários, a palestra representa uma oportunidade estratégica. O artesanato aparece como um diferencial competitivo capaz de agregar valor aos negócios e fortalecer a conexão com o público. Ana Paula também chama atenção para o comportamento do consumidor atual. “O público busca cada vez mais produtos com propósito, origem e impacto. O artesanato responde de forma autêntica a essa demanda”, pontua. A tendência de consumo aponta para experiências autênticas — e o artesanato se encaixa perfeitamente nesse cenário, trazendo identidade local e potencial econômico. Participar do encontro é uma forma de identificar novas possibilidades de faturamento, construir parcerias e entender como incorporar cultura ao modelo de negócio. Crédito da foto: Rogério Júnior
CVM revoga Ato Declaratório e valida atuação da OnilX com criptoativos

Nos últimos meses, o órgão regulador e a exchange brasileira atuaram em busca de soluções dentro dos desafios de um setor em franca expansão no Brasil No início do ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) emitiu um alerta ao mercado sobre a atuação da OnilX, exchange brasileira especializada em soluções de pagamento com ativos digitais e educação financeira. Respeitando a atuação da comissão e atendendo todas as solicitações que constavam na determinação inicial, a OnilX pleiteou à CVM uma análise da medida cautelar. Os advogados da OnilX questionaram a competência da CVM para regular operações com cripto ativos, argumentando que essa atribuição caberia ao Banco Central, e a interpretação dúbia do Ato Declaratório nº 24.680/2026. Além disso, a exchange ressaltou que houve cerceamento de defesa e apontou danos à sua reputação decorrentes da medida. “Entendendo o papel da CVM, passamos os últimos meses atendendo todas as demandas do órgão regulatório, buscando explicar, antes de tudo, a nossa forma de atuação no mercado”, destaca Cleverson Pereira, head educacional da OnilX. Em uma primeira decisão, publicada oficialmente no dia 07 de abril, o colegiado da CVM decidiu pelo acolhimento parcial do pedido da OnilX, entendendo de forma unânime que o ato não se aplicava a operações legítimas com cripto ativos que não se enquadrem como valores mobiliários. Agora, no último dia 16 de abril, três meses após o início das discussões e tratativas, em uma nova análise, os diretores da CVM revogaram totalmente o Ato Declaratório anterior, eliminando qualquer sanção contra a OnilX, e delimitando a atuação da exchange ao setor de criptoativos em um novo Ato Declaratório (25.300/2026). Link para a decisão: https://www.gov.br/cvm/pt-br/assuntos/noticias/2026/cvm-ajusta-termos-do-ato-declaratorio-sobre-o-grupo-onilx “A OnilX surgiu e conquistou o mercado atuando com ativos digitais, oferecendo soluções para pagamentos e educação financeira. Isso está em nosso DNA. A delimitação proposta pela CVM reconhece a nossa posição no mercado e atende nossas expectativas”, celebra Cleverson Pereira. Próximos passos Após a importante decisão da CVM, a OnilX se prepara para figurar entre as primeiras exchanges brasileiras a protocolar o pedido de autorização, junto ao Banco Central, para atuar como prestadora de serviços de ativos digitais, reforçando seu compromisso com a conformidade, a transparência e a construção de uma infraestrutura sólida para o mercado de criptoativos no país. “A empresa também inicia uma força-tarefa dedicada ao pleno atendimento de todas as solicitações da CVM, aproveitando o momento para estreitar sua relação com a autarquia e avançar no desenvolvimento e lançamento de produtos estruturados dentro do ambiente regulado”, completa o head educacional da OnilX. Mais informações: https://onilx.com.br/ Fotos: Divulgacao
Animais “ganham vida” em trilha do Buraco do Padre com esculturas hiper-realistas

Projeto inédito transforma a Trilha das Araucárias em uma experiência imersiva que une arte, tecnologia e educação ambiental em meio à natureza Quem percorrer a Trilha das Araucárias, no Parque de Natureza Buraco do Padre, em breve terá a sensação de caminhar dentro de um verdadeiro “museu natural”. O atrativo turístico, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, contratou o artista plástico Tony Reis para produzir esculturas em tamanho real de espécies da fauna associadas à araucária, árvore símbolo do Paraná, criando uma experiência imersiva que une arte, tecnologia e conscientização ambiental. O projeto aposta em um nome reconhecido nacionalmente e com forte presença em espaços públicos e grandes eventos. Com mais de 25 anos de trajetória em seu ateliê no bairro Bom Retiro, em Curitiba, Tony Reis acumula obras em locais como o Parque Ibirapuera, em São Paulo, e o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, onde desenvolveu trabalhos a convite do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O artista também possui exposição permanente na Ilha do Mel e esculturas instaladas em espaços urbanos de Curitiba, como praças e espaços privados. Além dos espaços públicos, Tony também se destaca por levar a arte a grandes festivais, ajudando a consolidar um novo mercado de instalações para grandes públicos. Seus trabalhos já marcaram presença em eventos na Pedreira Paulo Leminski, além de festivais como Universo Paralelo, Warung Day, Lollapalooza, entre outros. “Estou levando arte para festivais, onde as pessoas passam muitas horas imersas naquele ambiente. Isso abriu um novo olhar: a arte precisa estar onde o público está. No Buraco do Padre, essa ideia ganha ainda mais sentido, porque a obra nasce para aquele lugar específico, fora dali, ela não teria o mesmo impacto”, afirma Tony Reis. No novo projeto, o artista desenvolve um conjunto de esculturas que recriam, com alto grau de realismo, espécies como gralha-azul, papagaio-de-peito-roxo, cotia, serelepe, graxaim, lobo-guará, veado, jaguatirica e onça-parda, todos animais que fazem parte do ecossistema ligado à araucária. A proposta é construir uma narrativa visual sobre o ciclo de vida dessa árvore e a relação com os animais que dela dependem. “A araucária não é só uma árvore, ela sustenta um ecossistema inteiro. A gralha-azul, por exemplo, ajuda a plantar o pinhão, e outros animais se alimentam e vivem ao redor dela. A ideia é criar cenas que mostrem esse ciclo de vida, como se o visitante estivesse observando a natureza em ação”, explica o artista. Para alcançar o efeito hiper-realista, o processo combina tecnologia e trabalho artesanal. As peças são modeladas a partir de fotos e vídeos em 3D, impressas com material PETG, um plástico reciclado de alta resistência e, posteriormente, recebem acabamento manual minucioso para atingir fidelidade visual. “Buscamos um nível de realismo que cause impacto. A pessoa precisa olhar e, por um instante, duvidar se aquilo é ou não um animal de verdade. Esse impacto é o que desperta a curiosidade e abre espaço para a reflexão”, diz. Além das esculturas, o projeto também prevê elementos interativos, como bancos em formato de pinhão e composições que simulam comportamentos naturais, como aves em ninhos, criando cenas completas ao longo da trilha. Segundo o gestor do parque, Alvaro Fernandes Dias Filho, a iniciativa surgiu após contato direto com o artista e uma visita técnica ao Parque. “A gente já conhecia o trabalho do Tony e sabia do potencial dele de transformar espaços públicos. Fizemos uma visita técnica juntos e entendemos que a Trilha das Araucárias era o lugar ideal para desenvolver esse projeto, porque nós precisávamos falar sobre a Araucária com os nossos visitantes e isso precisava ser feito de uma forma lúdica, interativa e impactante.”, afirma. Para ele, o resultado será uma experiência inédita para os visitantes e com forte potencial de repercussão. “Estamos criando algo que vai além de uma trilha. É uma experiência sensorial e educativa, que mistura contemplação, surpresa e conhecimento. O visitante vai caminhar e, de repente, se deparar com cenas que representam a vida ao redor da araucária. Isso também tem o potencial de sensibilizar as pessoas sobre a necessidade de conservação da espécie.”, destaca. Alvaro também ressalta o caráter sustentável do projeto. Além da mensagem ambiental, o próprio material utilizado reforça esse compromisso, já que as esculturas são produzidas com plástico reciclado. É uma forma de alinhar discurso e prática. A produção das peças já está em andamento, com parte dos modelos finalizados e em fase de impressão. A previsão é que a instalação seja concluída em cerca de 60 dias.
Litoral do Paraná recebe oficina gratuita “Do Papel às Telas: Gestão Criativa no Audiovisual” de 27 a 30 de abril

Contemplado pelo Qualifica Paraná, curso será ministrado por Rudolfo Auffinger e Dai Martins, na Casa Elfrida Lobo. As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas De 24 a 30 de abril, Paranaguá recebe a oficina gratuita “Do Papel Às Telas: Gestão Criativa no Audiovisual”, contemplado pelo Qualifica Paraná, programa do Estado do Paraná com foco em fortalecer oportunidades e a capacitação profissional em diferentes setores. O curso é voltado para pessoas interessadas no campo do audiovisual, com atividades pensadas para ampliar repertório, apresentar fundamentos da área e aproximar participantes de temas relevantes para a prática profissional e criativa, passando por diferentes conteúdos, como tendências do setor, estrutura do projeto, linguagem audiovisual, ética, caminhos de viabilização, questões atuais sobre direitos autorais, entre outros, oferecendo uma experiência formativa acessível, objetiva e conectada à realidade do mercado. A oficina ocorre na Casa Elfrida Lobo – Conservatório Municipal de Música (R. Dr. Leocádio, 393 – Centro Histórico). Serão duas turmas disponíveis, sendo uma das 13h às 17h, e outro das 18h às 22h. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site https://dopapelastelas.com/. “Essa é uma oportunidade gratuita para quem quer desenvolver olhar, repertório e prática no audiovisual, com objetivo de compreender melhor a linguagem, ampliar repertório e conhecer os caminhos possíveis de criação e atuação no setor, por meio de um conteúdo acessível para quem está começando e colocando o participante em aproximação com possibilidades reais de atuação no setor”, explicam os ministrantes Rudolfo Auffinger e Dai Martins, que contam com ampla experiência na produção executiva de importantes projetos cinematográficos. “Também vamos ter aulas online disponíveis, com convidados da área de desenvolvimento de projetos e fundos internacionais de roteiro. Oportunidade ótima para quem quer começar e saber os trâmites para colocar em prática seus trabalhos”, completam os ministrantes. Podem participar estudantes universitários, recém-formados, cineastas iniciantes, diretores e profissionais da economia criativa de Paranaguá e região litorânea. A oficina também é ideal para empreendedores que buscam entender o processo de produção audiovisual e aplicar esse conhecimento em seus próprios projetos. Além disso, o curso ainda é pensado para quem deseja ingressar no mercado audiovisual, sem a necessidade de experiência prévia, oferecendo uma base sólida para iniciar uma carreira no setor. Os participantes que cumprirem a frequência mínima exigida pela oficina receberão certificado de participação. A oficina “Do Papel Às Telas: Gestão Criativa no Audiovisual” é produzida pela Pupilo TV, em projeto realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e do Governo Federal. Confira a classificação A oficina também prevê medidas de acessibilidade. Acompanhe as novidades e informações pelo site dopapelastelas.com, ou pelo perfil no Instagram @dopapelastelas A valorização do mercado audiovisual Com investimentos recordes de R$1,41 bilhão no último ano, o mercado audiovisual vive um momento histórico. Impulsionado pelo streaming, o aumento de produções nacionais e o impacto do setor na área das redes sociais, o segmento gera mais de 600 mil empregos, superando em mais de 50% a indústria automotiva, de acordo com dados da Ancine – Agência Nacional do Cinema. Sobre os ministrantes: Daiane Martins – Trabalha como produtora e produtora executiva de projetos cinematográficos há mais de dez anos. Produziu vários curtas premiados, com destaque para “Pequenas Insurreições” (2023), “Pausa Para o Café” (2020) e “Aquele Casal” (2019). Seu primeiro longa-metragem como produtora, “Ursa” (2021), teve sua estreia no Olhar de Cinema, foi selecionado e premiado em diversos outros festivais. Recentemente, também produziu o documentário “Madeleine em Paris” (2024), exibido na Mostra de Cinema de São Paulo, e um documentário inédito sobre Angela Ro Ro, com previsão de estreia para 2026. Foi coordenadora de produção executiva do longa “Alice Júnior 2: Férias de Verão”, em fase de pós-produção, e do telefilme “Meu Avô Stanislau” (2026), exibido na programação do Cine BBB, na Rede Globo. Nos últimos anos, também se especializou nas operações da Ancine, FSA e BRDE, passando a realizar serviços de controller e prestação de contas para grandes produtoras do eixo Rio-São Paulo e produções de grande orçamento, como “O Rei da Feira” (2025), “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo” (2024), “Uma Fada Veio Me Visitar” (2023), entre outros. Sobre Rudolfo Auffinger – Rudolfo Auffinger atua no campo do cinema, do audiovisual e das artes visuais desde 2009. É graduado em Cinema e Vídeo pela UNESPAR – Faculdade de Artes do Paraná e em Publicidade e Propaganda pela Universidade Positivo. Iniciou sua trajetória a partir do projeto de extensão universitária Cinema na Lapa, no qual realizava exibições e oficinas junto a comunidades rurais e professores, consolidando sua atuação na interface entre cinema, educação e circulação cultural. Atuou como professor de Produção Audiovisual na Escola Livre Centro Europeu, em Curitiba. Também integrou projetos de formação audiovisual como o Diz Aí Fronteiras (Canal Futura), ministrando oficinas para jovens da tríplice fronteira em Foz do Iguaçu, além do projeto Humano Pensante e da criação e mediação do cineclube Itaú Viver Mais, voltado à terceira idade. Possui ampla experiência em produção, exibição e distribuição cinematográfica. Trabalhou como Coordenador de Exibição e Tráfego de Cópias no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, na Mostra Cine Foot Curitiba e no Festival de Cinema da Lapa, desenvolvendo expertise em licenciamento, circulação e gestão de cópias. Atuou ainda como freelancer em mais de 14 produções, incluindo montagem do curta A Fábrica (2011), de Aly Muritiba; assistência de direção na série Rarefeito (2019); produção executiva da série Diz Aí Fronteiras (2017); produção regional da série documental Tá Ligado (2019); e assistência de produção no longa Casa de Antiguidades (2020), de João Paulo Miranda Maria. Atualmente, atua também como curador do Festival de Curtas de Hamburgo, na Alemanha ampliando sua atuação internacional no campo da curadoria e da circulação audiovisual Serviço: Qualifica Paraná – Do Papel às Telas Oficina “Do Papel Às Telas: Gestão Criativa no Audiovisual” Data: 27/04/26 a 30/04/26 Local: Casa Elfrida Lobo – Conservatório Municipal de Música Endereço: Rua Dr. Leocádio, 393 – Centro Histórico Horário: 1ª turma: Das 13h às 17h | 2ª turma: Das 18h às 22h Inscrições gratuitas pelo site www.dopapelastelas.com Instagram: @dopapelastelas A oficina
Executiva da José Cuervo é destaque internacional no Connection Terroirs do Brasil

A mexicana Araceli Ramos trará ao Brasil a experiência aplicada há 25 anos na produtora de tequila mais antiga do mundo O Connection Terroirs do Brasil, um dos principais eventos voltados à valorização de produtos de origem no país, promove em sua edição de 2026 uma conexão inédita entre Brasil e México. Entre os destaques da programação está a participação da executiva mexicana Araceli Ramos Rosaldo, referência internacional em turismo cultural e posicionamento de marca. Com mais de 25 anos de trajetória na José Cuervo – a mais antiga produtora de tequila do mundo – Araceli construiu uma carreira consolidada à frente de estratégias globais de promoção, relações públicas e valorização da cultura mexicana. Atualmente, ocupa o cargo de Diretora de Promoção e Relações Públicas da companhia, sendo reconhecida como uma das principais embaixadoras da tequila no cenário internacional. Reconhecida internacionalmente, Araceli foi homenageada como “Mulher do Ano 2019” pela Fundação Honoris Causa Internacional, além de receber diversas premiações nas áreas de turismo, relações públicas e liderança empresarial. No Connection Terroirs do Brasil, Araceli representará o México, trazendo ao público brasileiro a história e a relevância da tequila como patrimônio cultural, além de compartilhar cases de sucesso que conectam território, marca e experiência. Sua palestra terá como tema “Sustentabilidade e Agregação de Valores”. A participação da executiva reforça a proposta do evento de promover o intercâmbio cultural por meio de produtos com identidade e origem. “A tequila é muito mais do que uma bebida: é um patrimônio cultural do México, carregado de história, tradição e identidade. Trazer essa representatividade para o Connection é uma forma de ampliar horizontes e promover uma conexão genuína entre Brasil e México, por meio de experiências que valorizam origem e território”, destaca a CEO do evento, Marta Rossi. Sobre o Connection Terroirs do Brasil Realizado em Gramado (RS), o Connection Terroirs do Brasil é considerado a principal vitrine nacional de produtos de origem, reunindo produtores, especialistas, marcas e instituições que valorizam identidade, território e autenticidade. A programação contempla palestras, painéis, experiências sensoriais, feira de produtos com indicação geográfica, agricultura familiar, degustação guiada de cafés e vinhos e atividades que evidenciam a diversidade brasileira. Em 2026, o evento amplia sua projeção internacional ao estabelecer uma conexão especial com o México, destacando a tequila como um dos protagonistas dessa troca cultural. Neste ano o evento será realizado de 10 a 13 de junho, no centro de Gramado, e a temática é “Feito com alma a muitas mãos”. A realização é da empresa Rossi e Zorzanello com correalização do Sebrae. PALCO DE CONTEÚDO – Um dos destaques do evento é a programação de palestras e painéis realizados no Palácio dos Festivais. Além da participação de Araceli Ramos Rosaldo, o espaço contará com a presença do professor e pesquisador francês Jean-Louis Le Guerroué, entre outros especialistas. Ao todo, cerca de 12 nomes abordarão temas como turismo de experiência e os desafios e oportunidades das indicações geográficas frente ao acordo Mercosul-União Europeia. As atividades ocorrem nas manhãs dos dias 11 e 12 de junho. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 99140-2393 ou pelo site connectionexperience.com.br. Texto: Fernando Gusen | fernando@rossiezorzanello.com.br Foto: Araceli Ramos/Arquivo Pessoal