Capital & Negócio – por Luiz Augusto JUK

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Especialista explica  como o CNPJ Técnico afeta  novos empreendedores

Rafael Caribé:    “O CNPJ Técnico não será obrigatório para toda pessoa física nem para qualquer pessoa que tenha uma renda extra”

Criado para viabilizar as regras da Reforma Tributária, o CNPJ Técnico deve mudar a rotina de profissionais autônomos, prestadores de serviços e locadores de imóveis que atuam como pessoa física.

Mesmo sem representar a abertura de uma empresa tradicional, a nova inscrição vinculada ao CPF servirá, a partir de 2027, como uma identidade fiscal e cadastral para o recolhimento dos novos impostos (CBS e IBS), exigindo a emissão de notas fiscais eletrônicas.

“O CNPJ Técnico permitirá que o Fisco identifique uma atividade econômica e acompanhe as operações dela de maneira padronizada. No modelo anterior, muitas atividades exercidas por pessoas físicas estavam estruturadas fiscalmente em torno do CPF, como profissionais de saúde (médicos, fisioterapeutas, psicólogos autônomos, dentistas) e advogados, que são atividades profissionais vetadas no MEI. Com a transição para o novo sistema, a identificação passa a ser necessária para que a operação possa ser registrada e tributada”, explica Rafael Caribé, CEO da Agilize Contabilidade. A Agilize foi a primeira contabilidade online do Brasil, criada em 2013. Veja o perfil em @agilizeonline.

Mesmo assim, o especialista salienta  que o CNPJ Técnico não será obrigatório para toda pessoa física nem para qualquer pessoa que tenha uma renda extra.

“O enquadramento dependerá da caracterização da pessoa física como contribuinte do IBS e da CBS e das hipóteses específicas previstas na legislação”, disse o CEO da Agilize Contabilidade.

Rafael Caribé argumenta  também que “Entre essas hipóteses está o tratamento dado ao nanoempreendedor, cuja receita bruta é inferior a 50% do limite do MEI (R$ 40,5 mil), observadas as demais condições legais. Para locadores de imóveis, apenas quando o proprietário tiver mais de três imóveis alugados e uma receita anual vinda dos aluguéis que seja superior a R$240 mil. E, para motoristas e entregadores de aplicativos, o faturamento anual bruto do profissional precisará superar em torno de R$162 mil”.

Segundo ele, para quem está começando a empreender, o mais importante é entender que a escolha entre atuar como pessoa física ou abrir uma empresa continua existindo em diversas situações, pois o CNPJ Técnico não substitui essa decisão e também não transforma automaticamente o profissional em uma pessoa jurídica.

“A mudança não mexe apenas com a burocracia, mas atinge a competitividade dos autônomos no mercado. No novo sistema tributário, o imposto pago na contratação de um serviço vira um ‘crédito’,  isto é, um desconto, que a empresa contratante pode usar para abater os seus próprios tributos no fim do mês”, explica.

A obrigatoriedade de inscrição no CNPJ foi  prorrogando para 1º de janeiro de 2027 e também  a emissão dos documentos fiscais para as pessoas físicas abrangidas pela regulamentação da CBS. O Comitê Gestor do IBS adotou medida equivalente para o IBS.

 

Solução para  resolver problemas de  apagões na Região Sul

 Victron Energy: fabricante reconhecida mundialmente por seus sistemas modulares de inversão, armazenamento, monitoramento e gerenciamento de energia sistemas modulares de inversão, armazenamento, monitoramento e gerenciamento de energia.

                  Os recentes temporais que atingiram a Região Sul do Brasil nos últimos meses, voltaram a expor um dos pontos mais frágeis da infraestrutura elétrica brasileira: a dependência quase absoluta da rede convencional. 

                  A  busca por autonomia energética deixa de ser apenas uma questão de sustentabilidade e passa a ser também uma estratégia de segurança operacional. 

                  É justamente nesse mercado que entra  a Victron Energy (www.victronenergy.com.br), fabricante reconhecida mundialmente por seus sistemas modulares de inversão, armazenamento, monitoramento e gerenciamento de energia. Fundada em 1975, na Holanda, a Victron Energy é uma das maiores empresas do mundo em soluções para energia independente e armazenamento de energia

                A  Victron Microgrid surge como uma solução robusta para atender aplicações que exigem alta confiabilidade, combinando geração distribuída, armazenamento de energia e gerenciamento avançado em uma única plataforma. Sua arquitetura modular permite expansão conforme a demanda do projeto, garantindo flexibilidade para diferentes segmentos, desde propriedades rurais e indústrias até operações remotas e infraestrutura crítica.

                         “A demanda por soluções energéticas mais resilientes, flexíveis e independentes da rede elétrica cresce em diversos segmentos da economia. A Victron Microgrid foi desenvolvida justamente para atender esse novo cenário, oferecendo escalabilidade, simplicidade operacional e elevada disponibilidade para aplicações críticas”, destaca Edimar Prumucena, Gerente da Victron Energy Brasil.

                      E enfatiza:  “Trata-se de uma tecnologia que permite ao cliente ampliar sua autonomia energética, otimizar o uso dos recursos disponíveis e garantir maior segurança no fornecimento de energia, mesmo em ambientes desafiadores”.  

                        A lógica é simples: armazenar energia antes do apagão. A proposta de um sistema de backup com baterias é relativamente simples. Enquanto a rede elétrica está funcionando, ou enquanto os painéis solares estão produzindo, o sistema carrega as baterias. Quando ocorre uma interrupção, o inversor assume automaticamente a alimentação das cargas selecionadas.

                        O MultiPlus-II, um dos principais equipamentos da Victron para esse tipo de aplicação, combina inversor e carregador e pode operar integrado à rede, às baterias, a sistemas fotovoltaicos e até a geradores. 

                           Durante uma falha da rede a transferência para a alimentação pelas baterias ocorre em menos de 20 milissegundos, permitindo manter computadores e outros equipamentos eletrônicos funcionando sem interrupção perceptível.

                         Na prática, isso significa que o consumidor não precisa necessariamente tentar manter toda a casa ou toda a fazenda funcionando durante um apagão. É possível criar um circuito de cargas prioritárias.

                         Geladeira, freezer, iluminação, internet, câmeras de segurança, portões, bombas, equipamentos de comunicação, servidores, computadores e sistemas de automação podem continuar ligados, enquanto equipamentos de alto consumo, como chuveiros elétricos, aquecedores e determinados motores, ficam fora do circuito de emergência. 

 

Fusan, o capital que financia o futuro do Paraná

  Rafael Stec:   “Quando administramos previdência complementar, administramos também confiança”

Entre janeiro e junho deste ano, a Fusan (Fundação Sanepar de Previdência e Assistência Social)   transferiu R$ 113,1 milhões aos seus participantes. 

                     Esses recursos retornam imediatamente à economia por meio do consumo, da contratação de serviços, da saúde, da educação e dos investimentos das famílias, fortalecendo empresas e arrecadação tributária em dezenas de municípios paranaenses.

                      A Fusan é  uma entidade fechada de previdência complementar criada em 11 de junho de 1982. Seu objetivo principal é administrar planos de aposentadoria e benefícios para os funcionários da Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná) e seus familiares. O perfil por ser visto em  @fundacao_sanepar

                   Com patrimônio superior a R$ 3,16 bilhões,  Fusan está consolidando seu papel como investidor institucional, que impulsiona a economia regional e transforma poupança previdenciária em desenvolvimento. 

                      No Paraná, poucos exemplos ilustram melhor esse papel do que a Fusan. Ao encerrar o primeiro semestre de 2026 com patrimônio de R$ 3,166 bilhões, crescimento de 4,31% em apenas seis meses, a fundação reforça sua posição como um dos principais investidores institucionais do Estado. 

                   “Quando administramos previdência complementar, administramos também confiança. Cada real investido hoje representa segurança para os participantes no futuro e, ao mesmo tempo, contribui para fortalecer a economia paranaense por meio de investimentos de longo prazo”, afirma Rafael Stec, Presidente da Fusan. 

                      Mais do que administrar recursos previdenciários, a entidade tornou-se uma engrenagem silenciosa do desenvolvimento econômico paranaense, convertendo poupança de longo prazo em estabilidade financeira, geração de renda e formação de capital.

 

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